Carnaval Gostoso

May 29th, 2015

Vou contar o que aconteceu comigo no carnaval, mas primeiro, vou descrever sobre me relacionamento com meu marido. Somos um casal curioso nesse meio liberal. Apenas curiosos. Adoramos fantasiar sobre menages e troca de casais. Essas brincadeira já nos deu noites maravilhosas de tesão. Contos, vídeos, blogs. Nos excitamos muito e junto dos nossos brinquedos vamos a lugares na imaginação que nos levam a loucura enquanto transamos. Na grande maioria das vezes sempre preparamos uma fantasia para alimentar nosso encontro amoroso.

Vamos ao conto, que esse sim foi o ponto maior que já chegamos e resolvemos compartilhar com vocês do bomdiasenhoritas. Sou destaque em escola de samba aqui de São Paulo há dois anos, a minha posição no carro é destaque central na parte superior. O carro deste ano parecia um bolo em camadas e eu no topo, abaixo 2 camadas com 25 homens apenas de sungas vermelhas. A distância eram de um metro de onde eu estava para a primeira camada, com uns 10 homens, os outros na mais abaixo. A minha fantasia era de renda, detalhes de pedraria, muito chique porém mega curta e pequena. Claro que já devem imaginar que a bunda estava mais da metade de fora, para isso precisei até me depilar nas laterais e usar uma calcinha nova, pois o meu marido já sabia que os homens que ficariam na camada estariam vendo absolutamente tudo.

Quando subi no carro fiquei sem graça, pois todos começaram a me olhar, alguns elogiavam educadamente e outros me chamavam de gostosa, dizerem que eram sortudos por estarem lá etc. O meu marido filmou parte disso e fotografou e lembrei pois ontem a noite estávamos assistindo isso novamente. O tempo todo ele ficou ao lado do carro para ver o desfile e acompanhar de perto. Alguns dos homens ali perceberam que eramos um casal e mantiveram o controle, se concentrando no desfile. Agora outros não perceberam ele ali embaixo, não pelo menos, como meu marido. Porém, no final do desfile, depois que o carro passou o portão final, como o carro ficava meio que no inicio do desfile, continuávamos a animação, sambando e cantando o samba enredo. Nisso me pedem para descer. Neste momento perdi um pouco meu marido da vista, pois todos que estavam no carro ficaram ao lado da saída dele dançando, foi quando pedi ajuda para descer para o pessoal do staff.

Eles imediatamente pediram para os homens que estavam no andar de baixo me ajudarem. A alegria era contagiante e do nada senti uma mão encostar na minha bunda, era um deles me tocando. Fiquei com uma mistura de surpresa, raiva, brava, mas muito, muito mesmo excitada pela surpresa, perigo e sacanagem. Continuei dançando normalmente, mas claro, procurei meu marido com o olhar e o encontrei me olhando e sorrindo. O safado sabia o que eu estava passando e pelo jeito estava gostando, pois não parava de filmar. Em alguns minutos já eram mais de 5 mãos, ou seja, tinham 3 homens me alisando, bolinando, fiquei doida de tesão nesse momento. Um deles, preciso admitir, falei isso ao meu marido, era super gostoso. Ele só de sunga e depois de me tocar e me encoxar ficou com um volume enorme…. Esse era um que eu aceitaria na hora transar, fiquei excitada com os toques dele. Mas continuando, dos 3, apesar de eu ter gostado mais de um, o outro é que era mais safadinho e acreditem, tentou inúmeras vezes enfiar um dedo dentro do meu cuzinho empurrando o biquíni para o lado, não conseguiu, mas na buceta ele conseguiu colocar um pouquinho…O safado pegava na minha mao e levava ate seu pau duro, eu fingia não perceber, ou não ligar, mas por dentro morria de tesão. A cada esbarrada em seu pau mais eu me excitava e do nada dei uma apertadinha pra sentir rsrsrsrs.

Logo senti uma encoxada gostosa, não olhei para trás, novamente fingi não sentir mas um pau daquele não dava para passar despercebido. Nunca senti tanto tesão no carnaval como esse dia e nunca havia sido tocada por outro homem de maneira explícita assim. Claro que na mesma hora vieram as minhas fantasia de menage masculino….Principalmente a deu eu dar de quatro para um desconhecido, enquanto chupo meu marido, para ele ver toda a minha satisfação. Pra ser sincera essa é a minha maior fantasia.

Logo me encontrei com o meu marido e dali fomos direto para o carro, comentando sobre o desfile, como a escola estava bonita, essas coisas. Quando chegamos no carro retirei todo o excesso da fantasia e praticamente estava de biquini com a minha bunda toda exposta e dessa maneira voltamos para casa. Foi quando meu marido me perguntou o que houve quando eu desci. Eu o expliquei tim tim por tim tim. Todos os detalhes, as mãos, os paus, o toque na minha bucetinha. Ele ficou excitadissimo e mandou eu segurar no seu pau. Eu não pensei duas vezes e tirei aquele pau para fora e fiquei o alisando bem gostoso.

Chegamos em casa nem deu tempo de um banho, meu marido pediu para eu falar de novo tudo que ocorreu, me colocou no sofá e ia me chupando enquanto eu contava novamente tudo. Ele falou que não aguentava mais e que queria gozar, mas antes foi ate o quarto pegou um dos nossos brinquedos e pediu para eu me masturbar enquanto o chupava. Peguei o brinquedo vibrador e fui me introduzindo fantasiando que era um dos garotões enquanto eu chupava meu marido. Não demorou muito e gozamos intensamente, imaginando um menage, o deixei gozar na minha boca e dali fomos para o banho. Ainda transamos antes de dormir. E nossas brincadeiras estão cada dia melhores

No carro ao final da tarde…

May 28th, 2015

Passou-se um final de Verão início de Outono, os dias já não estavam grandes, mas a temperatura ainda era muito agradável. Sexta-feira, o dia decorria normal, sem grandes ansiedades ou expectativas.
Voltei do almoço, instalei-me em frente a o meu computador e… Opá, e-mail, está em baixo, servidor está em baixo também. Bonito, vai ser uma tarde bonita vai… Internet, claro que também está em baixo. A secretaria informa que há um problema no servidor, a informática está tratar do assunto mas não sabe quando estará resolvido. Que grande gaita! Estar completamente dependente da tecnologia dá nisto. Mas graças à tecnologia, enviei uma mensagem a uma amiga, para passar tempo e saber como estava. Estava de folga naquele dia e apetecia-lhe ir beber um chá, mas queria companhia. E agora? Fico aqui fechado à hora de sair? Não, vou mas é já dar de frosques, vou aproveitar o sol e beber um chá com ela. Assim foi e combinamos o local e hora.
Encontramo-nos no sítio indicado, pedimos o nosso chá e conversamos o que costumamos conversar. As novidades, os desenvolvimentos, conversa fiada. Mas estava difícil manter-me concentrado, pois o seu decote gritava por mim. Era impossível deixar de espreitar para o vale daquelas duas firmes mamocas. E aquele formigueiro lá em baixo começou a despontar.
Acabou o chá, e demos uma volta a pé pela zona que assim proporciona.
Tinhamos os carros estacionados lado a lado e para lá nos dirigimos quando o quarteirão estava esgotado. lá entrou no seu carro e eu, ao invés de entrar no meu, entrei no lado do pendura. Afinal ainda não me tinha despedido. Ainda falamos um pouco, mas a tensão entre nós já era demasiada e evidente. O seu vestidinho curto deixava ver as suas sedosas pernas. Já sem resistir mais pousei-lhe a mão nas pernas, gesto qual não foi contrariado. A mão foi subindo devagar, assim como devagar nos aproximamos até os nossos lábios se tocarem e nos envolvermos num longo e extasiado beijo. As línguas brincavam uma com a outra, mordíamos os lábios um do outro; a minha mão exploradora foi subindo, subindo, detendo-se só quando tocou nas suas cuequinhas de renda. Mas também não me fiquei por aí. Explorei a sua coninha bem molhadinha que já estava. Acariciei-a, massajei-a com suavidade mas firmeza, sentido o estremecer do seu corpo e escutando os seus gemidos. Os meus dedos queriam explorar mais, mas aquele pedaço de tecido era um estorvo… “Tira as quecas!” disse-lhe ao ouvido de forma afirmativa. Como menina bem comportada, assim o fez. Com o caminho facilitado continuei a exploração, as carícias e a massagem, mas agora estas também já se faziam no interior da sua coninha molhada. Sentia-a completamente molhada quando os meus dedos a penetravam. Apertava-a com firmeza, penetrando-a e massajando-a. Ela contorcia-se e gemia como doida. De forma rápida e deliberada, enfiou a sua mão nas minhas calças e agarrou o meu pau, duro e também ele já molhado. Apertou-o e massajou-o com lascívia e luxuria.
Mas o local não era o mais indicado para este tipo de espetáculo publico, e como a coisa não iria ficar por ali, sugeri que fossemos para um local mais tranquilo e fomos…

E assim foi. Apertados os cintos, fomos para um local próximo, mas que fosse mais discreto. Observado o local, calmo e discreto, lá estacionamos. Fomos conversando e rindo, como dois miúdos tontos. Trancamos as portas e abrimos um pouco as janelas para não embaciar!…
Debrucei-me sobre ela e começou a dança das línguas. Entravam e saíam de uma boca para a outra de forma sôfrega e a****l. Estava uma delícia, e não tarda a minha mão exploradora, desapareceu debaixo do vestido dela, para encontra outra vez a coninha, ensopada nos seus fluídos. Sem esforço deslizei-lhe dois dedos, com a mão voltada para cima comecei de novo a massaja-la por dentro enquanto o polegar massajava o seu clitóris. Senti o seu fluido quente a escorrer-me pela mão enquanto ela se contorcia como uma enguia fora de água. Esta doida!
Mas a posição não era a mais confortável. Reclinamos os bancos. Ela apoiou a cabeça contra a coluna das portas do carro, fletiu a perna direita e apoiou o pé esquerdo sobre o volante. Expôs as suas pernas; eu sem grande cerimónia subi-lhe o vestido expondo a sua linda coninha, exemplarmente depilada. Tinha com um aspecto delicioso. O seu fluido fazia os seus lábios rosa brilhar e reluzir. Não resisti, e não era para resistir e mergulhei, literalmente, de cabeça em direcção àquela visão.
Passei as minhas mãos pelo lado de fora das pernas, pousando-as na zona anterior, como que se a puxa-se para mim. Beijei o interior das coxas, a púbis suave, desprovida de qualquer pelo. Finalmente beijei-lhe o clitóris e os lábios. Comecei a lamber, a saborear o seu mel. Delicioso, suave, delicado, excitante, viciante.
Passei a língua ao de leve sobre o clitóris, e ela reagiu imediatamente, contorcendo-se. Continuei a passar-lhe a língua, para cima, para baixo, suavemente, quase mal lhe tocando. Entraram na lista, agora, os lábios que receberam o mesmo tratamento. Com as mãos ia mantendo aquela enguia mais ou menos controlada. Subi e desci a língua por entre os seu lábios, desci mais e acariciei-lhe também o cuzinho.
O seu êxtase era contagiante, e já não conseguia controlar muito mais o meu desejo de chupar com força aquela coninha rosinha e molhada. A língua deu lugar aos lábios, como se um beijo se trata-se, lábios com lábios, chupei luxuriosamente e sorvi o mel que fluía de tão deliciosa coninha. Chupei com força o clitóris, os lábios, enquanto ia enfiando a língua coninha a dentro. Os seus gemidos iam subindo de tom, mas continuei o meu manjar.
Fiz uma pausa, enfie dois dedos na sua coninha quente como um forno, massajei, masturbei-a com vigor. Voltei a mergulhar e chupa-la com intensidade. A sua respiração estava já bastante ofegante, antevendo já o climax. Não parei, intensifiquei e não se fez esperar mais e veio-se. Uma onda de mel quente inundou-me a boca, enquanto a chupava. Escorreu suavemente garganta a baixo, e continuei sem parar o meu beijo, intensificando-o ainda mais. Uma outra onda fluiu da sua coninha e mais uma vez fiquei contente por o sorver por completo. Assim mesmo, e sentindo a total entrega e total êxtase da parceira, continuei o mesmo ritmo a****lesco até uma vez mais receber um tsunami de mel que me escorreu pela cara e pela boca. As suas pernas já tremiam de forma descontrolada, a respiração estava profundamente ofegante, pelo que resolvi parar e olhei para ela. Estava fora de si, num outro mundo só seu. Mais uns segundos e recuperou…

Depois de se ter recomposto e de se ter posto a rir, depois de conseguir controlar as suas próprias pernas, sentou-se de forma mais ortodoxa e trocamos mais uns beijos. Estava com um ar plácido e tranquilo, com um sorrisinho tolo mas maroto.
A sua mão desceu, bem dirigida para o meu colo, e entrou devagar de forma decidida para dentro das minhas calças. Era agora a minha vez de ser alvo das atenções. Reclinei o banco, e ela desapertou-me o cinto e os botões das calças. Saltou logo cá para fora o pau hirto, qual coelho saltando da toca. Sem grandes demoras ou mais comodidades, agarrou-me o pau com firmeza e abocanhou-o com intensão absoluta.
No meu da comoção lá desci por completo as calças e as cuecas, expondo-me completamente e facilitando-lhe o serviço. Acabei por desapertar a camisa para poder apreciar do primeiro balcão aquele espetáculo.
Depois da primeira chupadela, concentrou-se na cabeça do bicho, chupando-a com cuidado. Massajando, o pau, foi passando a língua à volta da cabeça, com grande minucia e detalhe, não deixando nenhum pedacinho por lamber. Passou da cabeça para a haste, lambendo-a de cima a baixo, chupando e mordiscando ao longo de todo o comprimento.
Desceu a mão e massajou-me os dois amigos, enquanto abocanhava definitivamente o pau, subindo de descendo a cabeça de forma ritmada e contínua. Agarrou a base do pau com força e engoli-o todo até não conseguir mais, deixou-o, engoliu-o todo outra vez, uma e outra vez com afinco e esmero. Fez uma pausa e olho para mim e sorriu, olhar maroto com só ela faz.
Chupou mais um pouco e levantou-se. Agarrou o pau e começou a massaja-lo, subindo a mão e descendo-a ao longo da haste, masturbando-me cuidadosamente. Mas olha-o com atenção, deleitando-se com que estava a fazer e escutando os meus ligeiros gemidos. Acelerou o movimento vertical, complementando com pequenos movimentos de rotação do pulso, de forma suave, de forma divinal.
Olhou outra vez para mim, e sorriu, malandra, como quem diz estás a gostar, não estás? E agora ainda vais gostar mais? E começa a bater de forma mais lenta mas forte, fazendo um estalo quando a mão estancava ao bater na base do pau, deixando-o hirto, teso, esticado. Toda aquela acção tinha-me levado ao limite da minha resistência e a minha respiração começou a ficar mais ofegante. Estás-te a vir? Perguntou-me ela. Sim, quase, quase. Com mais um sorriso, baixou-se a abocanho-o, mantendo o movimento da mão, coadjuvado com a sucção da sua boca. De forma quase instintiva maneie a bacia, como que a penetrando-lhe a boca. Sem grande controlo, senti um arrepio pela espinha e senti total aquela onde de luxuria a percorre-me o corpo, assim como o meu leite a percorrer toda a haste e a explodi na sua boca. E deve ter sido uma explosão quase cataclísmica. Contorci-me, arquei completamente as costas em uníssono com os espasmos genitais. Durante tudo isto, ela manteve-se fiel ao pau, nunca o largou por um segundo e deliciou-se com o meu leite quente. Uma gota que se escapava foi prontamente recolhida pela sua língua ágil. Garantiu que tinha espremido todo o leite que lhe podia oferecer, provocando-me uma série de arrepios de luxuria.
Estava completamente extasiado, sem conseguir articular palavra ou pensamento. Mas recompus-me. Ajeitamos as roupas, trocamos mais uns beijos e lá fomos nós de volta às nossas vidas.
Ficou a memória de uma maravilhosa tarde de sexta-feira à tarde, de um dia de Outono, que partilho convosco.

Lady in Paris 2

May 27th, 2015

– Vamos? Deixa-me arranjar a fruta, que isto não pode ir a abanar assim aí pelas ruas.
Com um sorriso malandro dizes:
– Queres uma maozinha?
– É melhor ser eu a arranjar isto senão ainda dá asneira, não saímos daqui!
– Pois é melhor! piscando o olho esquerdo, com um enorme sorriso pregado na cara!
Abano e sacudo um pouco os calções, tudo está Ok, podemos seguir à descoberta de Paris.
– Queres ir ao museu do sexo no Pigalle?
– É giro? Já lá foste?
– Sim, vale a pena, mas é melhor apanharmos o metro, pois ainda é afastado daqui.
– Muito longe?
– Uns dois kilometros, temos de apanhar duas linhas mas em uns 20 minutos estamos lá.
Descemos à estação e de mão dada ou abraçados vamos-nos beijando e apalpando amiúde. Tu metes as mãos nos meus calções e aproveitas tanto para apalpar como para me apertar as nadegas, as vezes até salto tamanha é a força com que ma apertas. No metro mais cheio, metes as mãos nos meus bolso e como não trago cuecas consegues facilmente alcaçar e apalpar a minha piça que quase nunca deixa de estar dura. Ás vezes segues à minha frente e levantas a saia para que eu veja o teu rabo sem cuecas, outras quando vamos nas escadas rolantes, viras-te para mim e mostras-me a tua cona depilada. eu quando posso tiro-te fotografias para fazer o album da tua chegada a Paris.
Chegamos ao Pigalle, passeamos por entre multidões de turistas e de parisiences apressados. Entramos no Musée du Sexe piso a piso vamos vendo artefactos para utilização sexual, ficas impressionada com os dildos que se faziam já na antiguidade e mesmo com alguns artefactos que parecem substitutos de vaginas. Nos pisos superiores as pinturas e iluminuras que Árabes e indinanos bem como japoneses e chineses apresentão tanto em livros como em jarros e biombos.
– Acho estranho que os árabes façam representações sexuais, não é permitido segundo o Alcorão. Dizes-me tu.
Subismos o pisos e sempre que tens hipoteses levantas a saia com calor.
– Para arejar! dizes tu piscando o olho esquerdo.
Eu aceno com a cabeça e aproveito para ver o estado da tua cona, que húmida que ela está, vejo o brilho. sempre que é oportuno e não há camaras apalpo-te as mamas a cona ou o cu!
Tiramos fotografias comigo ou contigo junto das vitrines ou dos manequins, os poters de filmes éroticos ou pornográficos como Emmanuele são uma oportunidade e tu não a queres perder.
– Aqui uma foto ao lado da Silvia Kristel. Eu com o telemóvel tiro mais uma foto.
– Está calor aqui! Dizes enquanto desapertas mais um botão da tua bulsa e revelas ainda mais o teu peito sem soutien.
Descemos para a entrada voltamos a tirar mais algumas fotos e a brincar com alguns dos artefactos exposto.
É noite na rua e os neons do Molin rouge iluminam parte da rua, convido-te a entrar, vamos ver um espectáculo de erotismo, dança e magia.
Sentamos-nos numa mesinha, a sala está numa penumbra, que nos permite alguma descrição.
Colocas a mão sobre a perna e procuras chegar à minha piça, puxas-la depois passas a mão pelos tomates acaricias-me o alto entre os tomates e o cu, fico duro num instante. Eu encostado a ti, coloco uma mão na tuas mamas que tão negligenciadas tem sido. Apalpo a direita por fora depois com o dedo médio passo num mamilo e depois noutro. Sinto os teus mamilos duros, o espectaculo apresenta miúdas de corpos semi-nús dançando, nós comentamos o ritmo do espectáculo e a sincronização do mesmo. A minha mão desliza entre o teu decote e o teu pescoço, as tuas pernas macias acabam no teu grelo humido e excitado, vou provando o teu sumo que fica nos meus dedos. Tu vais acariciando e bombando os meus tomates e a minha piça, que vão humedecendo a tua mão e a deixam com o aroma do meu prazer. Beijo-te no pescoço e mordo-te chupo-te o lóbulo da orelha direita. Encostada a mim revelas no escuro a disponibilidade para acariciar as tuas mamas, a direita está mesmo à mão e enchendo a minha mão acaricio-a em pleno. Deslizo os meus dedos em direcção ao mamilo, sinto-o endurecer, humedeço o polegar e indicadores esquedos e rolo o mamilo, deixo a mama apoiada na palma da minha mão, enquanto estiro o mamilo, empurro para dentro e volto a puxar. A tua cabeça encostada a mim impede-me de ver, mas a minha imaginação é mais forte que a visão dos meus olhos no escuro.
A tua mão vai fazendo festas na glade que humedeces com a tua saliva, o minha piça está de fora dos calções, e pontualmente baixas-te para dar um beijo húmido o que me deixa louco. O calor da tua boca faz-me subir a adernalina.
Ambos molhados e cheio de tesão aguardamos o fim do espectáculo para sairmos e podermos dar uma saída para tanta excitação.
Saímos ainda as luzes estão apagadas, encaminhamos-nos para a porta, muito excitados, procuramos um local escuro para abrigar o nosso desejo, uns arbusto na Boulevard Clichy, protegidos pela sombra das luzes são perfeitos. Sobes a saia e tiras-me a piça para fora, eu meto-a na tua cona enquanto agarro as tuas mamas. Os movimentos coordenados levam-te ao êxtase rapidamente, vens-te, eu logo de seguida venho-me na tua boca.
-Queres comer alguma coisa, querida?
– Depois do teu leite só mesmo umas torradas!
(a continuar)

Lady in Paris 1

May 27th, 2015

“Olá! digo eu com voz de espanto!

– Por aqui?

– Sim, vim fazer-te uma visita surpresa!

-Fantástico não estava nada à espera, devo andar nas melhores graças com os deuses, para eles te porem aqui à porta, logo hoje!

– Porquê? Incomodo?

– Não bem pelo contrário, estava mesmo a precisar de alguém que me animasse. Entra senta-te! põe as tuas coisas aqui, eu ajudo-te!

– Então quanto tempo podes ficar?

– Não sei apenas alguns dias, ainda não sei bem, vai depender da tua capacidade para me convenceres a ficar!

– Bem! Bem! Isso é uma tarefa complicada, mas na verdade se estás aqui é porque faltará muito pouco para te convencer!
Com um sorriso malandro piscas-me o olho esquerdo! Fico desarmado, e abraço-te, sinto que era o momento certo para te ter ali, e o mero facto e vires ter comigo de surpresa é meio ou quase todo o caminho andado para que fiques. Tinha-te conhecido pela net, e já falaramos tanto pelo chat, pelo Skype, pr telefone, mensagens, sei-lá só faltava mesmo sentir o teu cheiro o sabor dos teus lábio, e quantas mais coisas que eu imaginava, mas que nunca tinha tido oportunidade de sentir.
O teus cabelos eram mais brilhantes e a tua pele mais macia, os teus olhos tinham um fogo impossível de passar nas fotos ou nas imagens do computador. Eras mais alta do que imaginava e mais magra que supunha.

Abraçaste-me e por momentos fiquei sem jeito apenas te emitei, senti o teu coração a bater forte, a mim as palavras faltavam-me, aquele momento era de grande agitação, a minha e provavelmente a tua cabeça estavam a mil, eu sentia isso. Estarias desapontada, seria eu mais feio, baixo, careca, narigudo e orelhudo que imaginavas?
Imaginava qual a sensação dela que sem pré aviso me bate à porta em minha casa em Paris no inicio da tarde de um sábado.

– São 3 horas já almoçaste? Porque não disseste que eu tinha ido buscar-te ao aeroporto, sempre tinhas poupado algum?

– Eu queria fazer-te surpresa, não percebes!

– Sim claro, maior surpresa é dificil!

-Bem queres descansar, casa de banho, comer alguma coisa?

– Sim tudo, quero tudo! onde posso pousar a minha mala?

– Aqui no roupeiro, no meu quarto, dormes comigo?

– Não claro que não, a gente acaba de se conhecer, não é?

A tua cara mal consegui disfarçar o sorriso malandro que se escondia atrás dos teus lábios, por instantes acreditei e disse para dentro:
– Sim claro como quiseres, o que não faltam são quartos, escolhe o que quiseres!
Tu riste e voltas a abraçar-me mas desta vez beijas-me e quase me deitas ao chão, eu p**o em ti e levo-te agarrada para o meu quarto, atiro-te para cima da cama, e faço-te cócegas. Tu rolas e quase cais da cama. eu ao agarrar em ti dispo-te e ficas com as virilhas à montra, o teu vestido revela uma cona depilada, macia e húmida, os labios brilham e eu fico completamente hirto, tu olhas para mim e após um silêncio dizes:
– Surpresa querido! tenho uma vontade louca que me comas, tenho fome mas agora quero que sejas tu a comer-me.
Mergulhas dois dedos da tua mão direita na cona afastas ostencivamente os teus pequenos lábios, fazes um movimento de que mos vais dar para eu chupar, mas quando eu estou a chegar aos dedos afasta-os e aproximas da tua boca, languidamente delicias-te com o teu sumo e deixas-me com um nó na garganta. Faço uma cara de cachorro abandonado, e tu ris com um sorrido aberto, dás gargalhadas sonoras que fazem eco no quarto. Fico a olhar para ti e tu caritativamente ofereces os dedos que novamente molhaste na cona.
Ajoelho-me fora da cama e puxo-te para mim, ficas totalmente à minha disposição, o meu faro deixa-me muito mais ofegante que depois de correr os habituais 8kms. Tenho à minha frente uma cona de sonho, os pequenos lábios são como uma orquidea e eu mesmo contrariando todos os clichés quero ser o beija-flor. Se quero, eu desejo-o, deejei-o tanto tantas vezes, e agora tenho-te ali. Estico a lingua e sempre olhando nos teus olhos começo a meio da tua perna esquerda, a meio entre os joelho e aquele jardim de uma só flor. Sigo roçando levemente a lingua na tua pele, sigo a linha que o sumo da tua cona desenhou nas tuas pernas. Sigo até aos teus pequenos lábios onde jorra o teu sumo e onde o teu sabor é mais intenso. Mergulho a minha cara e abro-te as pernas para poder explorar mais profundamente as tuas pernas agora levantadas facilitam que eu chegue a todas as virilhas. vou descendo até ao teu rabo, e com a lingua faço movimentos circulares, tu gemes de prazer eu dou-te umas dentadinhas na xixa mais tenra, na parte de baixo das bochechas do rabo, tu tens cósegas e afastas a minha cabeça. Olho-te nos olhos e sorrio tu retribuis com o sorriso malandreco.
Enquanto gemes, dizes
– Sou a tua puta!
– Sou a tua vaca! Gostas Gostas da tua vaquinha?
– Queres que seja a tua cadela com o cio, sim, sim?
Eu apenas repondo com grunhidos.
Continuo a minha tarefa, de te levar a um orgasmo e de ser brindado com o teu sumo!

Afasto os pequenos lábios com a com o polegar e o indicador da mão esqueda, passo a lingua por baixo do grelo, de dentro para fora, como mandam as regras, no final chupo levemente a cabeça do teu grelo que vai crescendo. Com a outra mão livre introduzo dentro da cona e procuro no colo do útero o ponto G. Começo a massajar-lo com suavidade, movimentos circulares que rapidamente associados às minha lambidelas te levam a um orgasmo agitado e uns sonoros:
– SIM, SIM, e para acabar um:
– FOOODDDAAAASSSSEEE! Que ecoa prolongadamente e que sinto fazer eco dentro de mim.

Levanto os olhos e tu deitada na cama abres a boca e num sorriso de olhos fechados dizes:

– Foi bom querido! Muuuiiittttoooo booooommmmm, fantástico, espero que se os outros orgasmos que me deres forem tão bons eu não saio mais da tua boca!

Deitado ao teu lado e olhando para os teus olhos sinto as tuas mãos na minha braguilha, desapertas o cinto e os botões, mesmo sem tirares a calças metes a mão e descobres a minha piça humida dentro das calças, está mole mas com meia duzia de festinhas deixa de caber dentro das calças. Vens para os meus pés e puxas-me as calças pelas pernas, juntamente com as meias. Fico em cuecas que resolves tirar com os dentes, ajudo-te a tirar-las. Sentada em cima das minhas pernas tiras-me a camisola e a camisa enquanto beijas os meus lábios. Pões as mãos no meu peito e penteias os meus pelo, acaricias os meus mamilio, que beijas e apertas levemente. Vais descendo pelo meu peito até chegares às virilhas, estou depilado e a tua lingua desliza até aos tomates, com a mão esquerda seguras na minha piça e passas a lingua longitudinalmente até à glade, beijas e depois esfregas os dentes. Metes toda até aos tomates dentro da minha boca, enquanto separas com a mão direita os tomaste da piça.
Bombas furiosamente, sinto a tua garganta quando a glade bate no fundo. Levantas-me a pernas e passas a lingua no meu cu, entretanto com a mão direita vais-me masturbando. Lambes-me o cu e voltas a engolir a minha piça acaricias o cu e introduzes o dedo bem fundo sinto o teu dedo a massajar a próstata, e começo a vir-me dentro da tua boca, enquanto digo:

-Sim puta chupa, sim, chupa puta gostosa!
Sinto-me a esvaziar os tomates. Deitas-te a meu lado e lambes os labios do meu esperma, dás-me um beijo e deitas-te no meu ombro. Ficamos assim por segundos, acho que ambos sofremos de uma amnésia momentânea.

– Vamos conhecer Paris? Levanto-me a tentar vencer a inércia e puxo por ti!
– Sim, vamos senão eu sugo-te todo acabarás embalsamado!

baixas o vestido e arrumas a tua mala, enquanto eu arranjo as coisas para sair. Aproximo-me de ti levanto-te a saia e ainda sem cuecas aprecio as tuas penas, os tacões dão-lhe um ar atletico. Agarro as tuas ancas e com uma mão procuro a minha piça dentro das calças, ainda mal refeita das tuas festas , esfrego-a nas tuas nadegas macias e redondas, tu continuas a tirar a roupa da mala para uma gaveta que te destinei na comoda do meu quarto.
em poucos segundos volto a ficar duro.
Penetro-te na conta que ainda está húmida e que acolhe a minha piça sem qualquer hesitação, com as duas mãos seguro as tuas ancas e tu paras pões as mãos na comoda que abana ao ritmo dos meus movimentos. em poucos minutos estamos os dois proximos do orgasmo, mas tu tomas a dianteira e começas a mexer as ancas e a tua cona fica mais contraida, eu esforço-me por te continuar a penetrar e levo-te a um novo orgasmo. Eu de seguida também me venho e fico abraço-te!
Saimos em direcção ao centro de paris, saimos na estação de louvre grand palace, passeamos pelo jardim das tuilleries, aproveito as tilas para te beijar a apalpar as tuas mamas e o rabo, sentamos-nos na relva e tu vais para a minha frente, levantas as saias de modo que eu possa ver a cona, eu e quem passa.
De frente um para o outro descalçamo-nos e resolvo acariciar a tua cona com os meus pés, tu fazes o mesmo ao enchumaço que tenho entre as pernas, brincamos como duas crianças, tu fazes uma cara de prazer e serras os teus olhos quando eu te penetro com o polegar, sentas-te mesmo em cima do pé, fico excitado a ver-te a foderes com o meu pé. Pego no telemóvel e tiro uma foto enquanto tu tapas a cara com a saia e deixas mostras a tua cona e a parte do pé que ainda não desapareceu. Seguimos para a rua de Saint Denis e entramos en cada uma das sexshops que a rua tem, entramos em todas vemos os brinquedos, os filmes os acessórios.
Compramos umas bolas chinesas, um buttplug, um strap-on, clips para a cona e para os mamilos e finalmente um vibrador.
Vimos filmes com fetishes raros e bizarros, mas todos els merecem a nossa atenção e alguns parecem-nos interessantes à procura de novas experiências.

Como está a aproximar-se o final da tarde sentamos-nos numa das muitas esplanadas da zona do Les Halles, pedimos uns snacks e tu sentas-te ao meu colo, em cima da minha perna, levantas a saia para mim afastas os calções para te sentares. Sinto a tua cona humida e macia contra a pele da minha perna, beijas-me agarrando a minha cabeça e sussuras dizendo:
– Gostas da cona da tua puta?
– Sim gosto, adoro, vê!
Tu pousas discretamente a mão sobre as minhas virilhas e aproveitado o facto de estar encostada a um abrigo, para meteres a mão pelos calções e puxares a minha piça que pelo facto de não trazer boxers, está livre.
O empregaro um pouco alheio aproxima-se e pergunta-nos o que queremos. digo-lhe que ainda não escolhemos e pego no menu em cima da mesa. Discuto contigo o que vamos comer:
– Doce ou salgado?
– Doce, talvez um crepe, sim um crepe, afinal estou em Paris e um crépe parisien!
Chamo o empregado que não tirou os olhos de nós enquanto esteve à espera que o chamassemos de novo.
– O empregado não tirou os olhos de nós, vamos ser um pouco mais discretos senão ainda vamos passar a noite à esquadra, por atentado ao pudor, estes franceses às vezes….
Tu riste e dizes-me ao ouvido:
– Quero-te fazer vir aqui e quero o meu crepe com o teu leite!
Fico preocupado, muito preocupado, pois já fui ordenado duas vezes em menos de 4 horas nem uma vaca dava tanto leite!

O empregado desaparece e tu inicias a tua hercúlea tarefa, na verdade vais-me sussurrando aquilo que me queres fazer naquela noite, durante a tua estadia. na verdade ainda o empregado estava a fazer o crepe já tu tinhas o leite na mão. O serviço de mesa em Paris é mesmo mau!
O empregado sem tirar os olhos das tuas mãos pousa o crepe e a agua, e vai olhando por cima do ombro. Tu colocas o meu esperma em cima do crepe au nutela e comes um pouco e dás-me uma ponta, continuas a partir o crepe a a dar-me à boca. Passas o teu dedo pela tua cona molhada e depois passas no resto de nutela que ficou no prato, dás-me a comer, eu recenado a brincadeira em casa, agarro a tua mão e lambo-a, sinto o salgado da tua cona e do meu esperma misturado com a nutela.

(a continuar)

TRANSA PERIGOSA

May 15th, 2015

Mais uma transa da minha mulher e seu amante.

Todas as que já haviam acontecidas, foram em motéis, mas a que contarei agora, foi diferente e em local, digamos público.

Era de noite. Eu, minha mulher e o Sergio, fomos em um bar para beliscarmos um aperitivo e bebermos. Nem um de nós, é de beber muito, apenas o normal, mas nesse dia, minha mulher resolveu tomar caipirinha de vinho, bebida que ela adora. Provavelmente ela estava pretendendo algo, mas não falou nada. Minha esposa tomou 3 caipirinhas e ficou bem alegrinha.

Depois de umas duas horas no bar, saímos e ficamos dando voltas na cidade. Eu dirigia, minha esposa ao meu lado e o Sergio no banco traseiro. Por sugestão da minha mulher, me dirigi até a BR. Como o movimento da estrada estava relativamente fraco e a escuridão, a safada da minha mulher pulou para o banco de trás, para ficar junto com o Sergio. Aí a coisa começo à esquentar. Os dois se beijavam e se amassavam. Em poucos minutos, percebi que a ordinária da minha mulher, estava abrindo a calça do Sergio, tirando seu pau pra fora e começou a chupa-lo. Eu só ouvia o barulho das chupadas e o Sergio gemer.

Minha mulher estava de saia, assim a safada só tirou a calcinha e foi se ajeitando no colo do Sergio.

Eu quase nem conseguia dirigir, de tanto tesão em ouvir os sons no banco de trás e sabendo o que acontecia, mesmo sendo bastante escuro, clareando com a passagem dos carros por nós.

Minha esposa cravou o cacetão do Sergio em sua buceta e ficou cavalgando nele. Os dois não paravam de gemer, principalmente minha mulher, pelo fato do pau do Sergio ser grande. Acho que andamos mais de 40 kms, onde os dois só fodendo.

Em certa altura, já no auge da trepada, minha mulher gozou a 1ª vez. Nem 3 minutos depois, veio o 2º gozo dela. O Sergio só metendo e judiando da buceta dela.

Quando minha mulher disse ao Sergio, que era para ele gozar dentro da buceta, tentei a todo custo encontrar um local mais seguro para parar o carro. Fiquei a uns 300 mts de um posto de combustível, debaixo de algumas árvores.

Deixei o carro ligado mesmo, para uma eventual saída rápida. Liguei a luzinha interna do carro, assim podia visualizar melhor. Mesmo com pouco espaço, minha mulher cavalgava forte no cacetão do Sergio. Ele, aproveitava a posição favorável que tinha, enfiando um dedo no rabinho da safada. Assim ela gemia mais ainda. Foi no momento que o Sergio meteu dois dedos no cuzinho e minha esposa atolou de vez o pau na buceta, foi que que o Sergio começou a gozar dentro da buceta. Eu fiquei maluco de tesão, por saber que a buceta da minha mulher ficaria cheia de porra.

Eu olhava pros lados para me certificar que estava tudo bem, mas não queria perder de ver quando o pau do Sergio saísse pra fora.

Minha esposa havia deixado sua própria calcinha para limpar, se necessário. Quando o cacetão já mole foi saindo de dentro da buceta toda gozada, saiu também uma boa quantidade de porra, deixando a buceta toda melada e esbranquiçada.

Refeito um pouco do cansaço, ela usou a calcinha para se limpar. Assim que ela sentou, em menos de meio minuto, a safada fez questão de mostrar ao Sergio e principalmente pra mim, mais um tanto de porra que estava dentro da buceta e escorreu pra fora. Atitude de puta mesmo, mas muito excitante.

Na volta pra casa, pedi ao Sergio que voltasse dirigindo. Aí foi minha vez de ter minha recompensa. Minha mulher ficou chupando meu pau, até eu gozar na boca dela. Meu tesão era tanto, que os jatos que soltei por primeiro atingiram a garganta dela, que minha esposa se engasgou, fazendo aquele barulho típico de boca cheia de porra.

Foi uma foda muito boa e diferente, que valeu à pena o risco que corremos.

Traindo o meu marido com um garotão

May 14th, 2015

Olá, meu nome é Rejane, sou servidora pública. Tenho 41 anos, casada há 20 e moro em Porto Alegre. Adoro ler os contos deste site, alguns são bem apimentados e muito excitantes. Como eu nunca vivenciara algo legal, que merecesse um relato publicado, eu ainda não me atrevera a escrever. Porém, no início de 2011, passei por uma experiência muito agradável e achei por bem compartilhar com os leitores.

Antes, gostaria de situá-los em alguns detalhes de minha pessoa. Sou morena, cabelos pretos e tenho 1,74 de altura. Há cerca de 04 anos, fiz implante de silicone nos seios, o que me permitiu poder usar blusinhas bem decotadas e provocantes. Pratico natação e yoga para me manter em forma e conservar os 63 kg muito bem distribuídos. Modéstia a parte, tenho um corpo muito bonito e me sinto muito satisfeita com ele. Além disso, gosto de usar calças bem justas e sapatos de salto alto, pois valorizam muito meus quadris e, obviamente, meu bumbum. Quando saio, sinto que as pessoas, principalmente o público masculino, me olham quando passo por elas. Gosto disso, pois o fato de eu estar chamando a atenção me faz bem e aumenta a autoestima.

Quanto ao meu casamento, eu e meu marido sempre nos demos muito bem, e nunca houve discussões muito sérias entre nós, apenas bobagens de marido e mulher. Amo o muito e me mantive fiel ao longo desses anos todos. Da parte dele, nunca desconfiei de que algo pudesse estar acontecendo “fora” do nosso casamento. Porém, há algum tempo, o sexo foi ficando cada vez mais raro entre nós. Talvez seja consequencia natural da sua atividade profissional, pois desde que ele abriu uma empresa de representação comercial, ele tem viajado constantemente para visitar clientes, o que o afasta por longos tempos de casa. Dessa forma, passamos a nos “encontrar” muito pouco na cama. Quando ele está em casa, acaba se dedicando integralmente ao trabalho, atendendo aos pedidos dos clientes pelo computador ou pelo telefone. Assim, acabamos por não ter tempo um para o outro. Como toda mulher tem necessidade de carinho, afeto e, lógico, de sexo, eu não sou a exceção dessa regra. Já tentei seduzi-lo com jantares românticos, passei a usar lingeries sexies e, seguindo umas dicas de amigas, comprei alguns brinquedinhos eróticos para animar a nossa relação. Porém, não houve muita empolgação de sua parte. Ainda tentei chamar a sua atenção para os malefícios de se trabalhar demais, pois além de trazer problemas de saúde, poderia prejudica o nosso relacionamento. Para tanto, sugeri-lhe que fizéssemos mais viagens e passeios aos finais de semana somente nós dois. Porém, na opinião dele, “sempre tem um cliente esperando”. Como não poderia deixar de ser, comecei a desconfiar “desses clientes”, mas resolvi não investigar, pois prefiro me manter na ignorância a saber que outra pessoa poderá estar usurpando o meu lugar. Sem contar que ainda o amo e não gostaria de perdê-lo, portanto, resolvi não correr o risco de descobrir uma traição, com medo de que isso pudesse me fazer sofrer.

Sexualmente me considero uma mulher fogosa e com muito tesão. Adoro sexo, apesar de sempre tê-lo praticado nas maneiras convencionais. Nunca quis experimentar sexo anal, por exemplo, apesar de algumas insistências de meu marido. Oral, apenas chupar o pênis, sem deixar que o meu marido gozasse na minha boca, porque eu achava anti-higiênico. Fora isso, sempre me dediquei de corpo e alma à transa. Não há hora nem lugar, muito menos posições, basta bater a vontade, que já fico louquinha para dar. Mas, como já mencionado, eu nunca tivera um outro parceiro além do meu marido, e como fazia algum tempo desde a nossa uma transa, eu já estava numa seca sem tamanho, e a siririca já não estava resolvendo mais o meu problema. Foi então que surgiu uma oportunidade.

Há algum tempo, no meu trabalho, estávamos precisando de alguém que entendesse bem de informática, pois um colega fora transferido e ainda ninguém o substituíra. Como medida emergencial, contratamos um estagiário. Ele se chama Vagner, hoje tem 23 anos (na época 21). É um rapaz de pele branca, não é bonito, mas, dada a sua simpatia, não o considero feio. Tem olhos e cabelos castanhos, e gosta de cortá-los em estilo bem moderninho. Estatura mediana, em torno de 1,70 de altura e magro. Muito carismático, logo se tornou querido pela maioria dos colegas, porém sempre se manteve muito reservado, sem comentar muita coisa sobre a sua vida particular. O pouco que podemos saber sobre ele é resultado apenas da convivência diária. No meu caso, esta convivência desde o início se tornou bem próxima, pois gerencio o sistema de TI da instituição, o que nos obriga a estar em constante comunicação.

Esse contato diário e o meu latente desejo sexual preste a explodir fizeram com que eu passasse a observá-lo como homem. Toda vez que ele se aproximava de mim, eu me excitava apenas ao sentir o seu cheiro ou ao ouvir a sua voz. Em casa, durante o banho ou até mesmo ao acordar, eu começava a desejá-lo e me masturbava pensando em tê-lo comigo, me abraçando, me beijando e sentindo suas mãos percorrendo todo o meu corpo. Aliás, suas mãos eram muito lindas e me chamavam atenção pela firmeza e masculinidade. Nesses momentos, no ápice do desejo, eu o imaginava me pegando com força e me possuindo com volúpia, penetrando-me de forma vulgar e me dizendo obscenidades. Contraditoriamente, eu sofria ante a possibilidade de trair meu amado e tentava esquecer aquela paixão iminente, ou desejo carnal, pois não sabia bem ainda como definir. Porém, a cada dia que eu me sentia ignorada pelo meu marido, mais o desejo de se entregar como uma qualquer para aquele garoto foi aumentando.

Passados algumas semanas desde a sua chegada, numa quinta-feira de janeiro, meu computador de casa estragou. Como meu marido, estava viajando e só voltaria na outra semana, então precisei chamar um técnico. Foi então que me ocorreu de pedir para o Vagner me ajudar. Era a oportunidade que eu estava precisando. Comuniquei-lhe o meu problema e perguntei se ele poderia ir até a minha casa para verificar o defeito do PC e, se possível, concertá-lo. Atenciosamente, ele me disse que iria sem maiores problemas, bastasse apenas eu marcar o horário. Combinamos de ele ir no sábado a tarde, pois estaríamos sozinhos, brinquei. Ele apenas concordou de forma casual e disse que chegaria por volta das 16 horas. Confesso que fiquei um pouco decepcionada, pelo fato de ele não ter demonstrado maiores reações à minha brincadeira. Porém, procurei não me preocupar muito com isso, pois o mais difícil eu já tinha conseguido: fazer o garoto ir até a minha casa, de forma que não levantasse muita suspeita.

Foi então que me dei conta de que eu estava transformando minhas fantasias em realidade. A vontade de ser amada, dominada, submetida às vontades carnais de um estranho era maior que qualquer pudor e convicções morais, pelas quais tantos anos me dedicara. Passei dois dias em conflito comigo mesma, mas estava determinada a ir até o fim. Fora a expectativa de que chegasse logo o dia, a sexta-feira passou sem maiores acontecimentos. Eu e o Vagner trabalhamos normalmente, e no final do dia ele ainda ratificou que iria sem falta verificar o computador.

No sábado, fazia um dia agradável. Havia chovido pela manhã, e à tarde não fazia tanto calor, ao contrário do que ocorre na maioria dos dias nessa época do ano, principalmente em Porto Alegre. Tomei um banho logo após o almoço para esperá-lo. Por volta das três e meia da tarde, um pouquinho antes do combinado, portanto, o Vagner chegou. Fui abrir a porta para recebê-lo. Eu estava trajando um vestidinho de alcinhas, bem levinho e curto, de cor vermelha, e apenas uma tanguinha como peça íntima e da mesma cor. Meus cabelos ainda molhados, exalavam um perfume agradável e perfumado. O meu corpo fervia de desejo.

Quando surgi na porta, notei que a primeira reação dele ao me ver vestida daquela forma, foi olhar para os meus seios, que naquele instante estavam acesos e marcavam o vestido. Constrangido, ficou sem saber o que fazer. Com naturalidade, cumprimentei-o com um beijo no rosto e o abracei, agradecendo-lhe por vir me ajudar com o computador. Procurei me controlar para não me entregar ali mesmo, até porque eu ainda não imaginava qual seria a sua reação se eu cometesse tamanha loucura.

Levei o até o escritório. Enquanto ele inspecionava o equipamento, sentei-me numa poltrona à sua frente, cruzando as pernas vagarosamente, para que ele pudesse perceber as minhas intenções, caso ele ainda não tivesse percebido. Após algum tempo, no qual ele procurou se manter concentrado no seu trabalho, ele disse que precisaria levar o computador, pois não estava conseguindo achar o problema. Quando ele se preparava para se despedir, pedi-lhe para que ficasse mais um pouco, pois eu estava sozinha e estava precisando de alguém para conversar, aleguei. Para minha surpresa e felicidade, ele disse que não tinha mais nenhum outro compromisso para aquele sábado e que gostaria de ficar em ótima companhia, argumentou. Exultei internamente. Seguimos até a sala de estar. Pedi-lhe para se sentar em um dos sofás, enquanto eu iria buscar uma bebidinha para nós na cozinha.

Voltei com uma garrafa de espumante e duas taças. Na sala, Vagner apresentava sinais de nervosismo: esfregava constantemente as mãos pela testa suada e estava sentado de maneira desconfortável no sofá. Apesar de estar ansiosa e apreensiva, eu estava conseguindo me manter calma diante daquela situação inusitada. Perguntei-lhe se o motivo de tamanho nervosismo era por estar sozinho com a sua chefe. Ele procurando se manter mais calmo, deu um sorrisinho meio sem graça, porém safadinho. Sentei-me ao seu lado e lhe pedi para abrir a garrafa, pois essa era a sua obrigação, já que o cavalheiro ali era ele. Prontamente ele abriu o espumante, serviu as taças, então brindamos.

Por breves instantes, ficamos degustando a bebida e conversando sobre coisas banais. Quando terminei de beber, ele me ofereceu mais espumante.

– Assim você vai me deixar tonta – brinquei – está querendo se aproveitar de uma moça indefesa?

Se sentindo mais seguro de si, ele respondeu que não havia moça indefesa alguma, pois ele estava ali para protegê-la. E com bastante atitude, ainda comentou que a moça em questão parecia querer ser “aproveitada”. Estremeci completamente de tesão e senti que chegara o momento que eu estava aguardando.

Tomando a iniciativa, ele colocou sua mão sobre a minha coxa e beijou meu ombro direito. Virei-me e ficamos de frente um para o outro. Ele me abraçou e me beijou calorosamente. A sua boca juvenil e quente e o sabor da bebida me inebriaram os sentidos. Sem força e sem vontade para resistir, entreguei-me completamente àquela paixão proibida. Seus beijos ainda de adolescentes, ardentes e excitantes, despertavam cada parte do meu corpo. Do mesmo modo, eu sentia a sua excitação pelo pulsar de seu membro duro e rijo encostado no meu corpo. Senti-me mulher novamente, pois eu estava naquele momento sendo desejada e amada por um homem jovem e gostoso. Suas mãos ágeis soltaram as alças do meu vestido, que, na queda, roçou de leve meus mamilos intumescidos me fazendo sentir calafrios de tesão. Virou-me de costas, enquanto suas mãos, que eu tanto imaginara nas minhas fantasias, enfim acariciavam todo o meu corpo. Primeiramente pelos seios e acariciando levemente os mamilos, descendo em seguida pela barriga até entrar na minha calcinha, que naquele momento, já estava completamente molhada. Seus dedos, em movimentos circulares, massageavam meu grelo, enquanto sua boca beijava a minha nuca causando arrepios angustiantes em minhas costas, fazendo-me soltar gritos e gemidos de prazer. Ao ouvir seus sussurros em meus ouvidos, dizendo que me queria como mulher e que há tempos estava me observando e desejando, fiquei realizada, pois isso era tudo o que eu estava buscando para me sentir viva novamente.

Tomada pelo desejo, peguei em sua mão e saímos da sala. Sem mais pudores, o Vagner acariciava a minha bunda, enquanto caminhávamos em direção ao quarto. A tanguinha vermelha me deixava extremamente gostosa, observou. Fiquei mais excitada do que já estava com aquele elogio, pois fazia tempo que um homem me tratara com tamanho desejo e tesão.

Afastei as cobertas da cama, tirei a sua camiseta, enquanto ele se livrava dos tênis e se deitava apenas de bermuda, com suas mãos sob a cabeça, no travesseiro do meu marido. Sentei-me por cima dele, comecei beijando o seu peito, e freneticamente, lambia e mordiscava os seus mamilos. Fui descendo com a língua até a altura da sua virilha, meus dedos em forma de garra tentavam perfurar-lhe a pele em torno de suas costelas. Acredito que ele sentia um misto de dor e prazer, pois se contorcia e respirava com sofreguidão. O cheiro da sua pele era agradável, másculo e excitante. Aliás, tudo nele era excitante. Comecei a acariciar sua pernas, sentindo a textura da pele e dos pêlos, num movimento que subia pelas coxas e adentrava o calção, até minhas mãos ficarem sobre a sua cueca. Fui apertando de leve e fazendo carícias nas suas bolas. Ele continuava gemendo baixinho, enquanto minha boca beijava, por sobre a bermuda, o meu objeto de desejo.

Nesta altura, excitada e cheia de tesão, eu estava decidida a agir como uma vagabunda. Livrei-o da bermuda e da cueca, deixando sua pica dura e rija a mostra. A cabecinha já se encontrava toda lambuzada pelo líquido seminal. Sem me importar se iria sentir o gosto da porra na minha boca, comecei lambendo bem devagar, sentindo o gosto daquele cacete que estava babando por mim. Apesar de não ser grande, era grosso o suficiente para me preencher e me dar prazer. Lambendo e sugando cada gotinha que teimava escorrer, de forma bem safada, eu ficava olhando para o Vagner, enquanto eu colocava e tirava apenas a cabecinha vermelha da minha boca. Adorei o gosto daquela “bebida” salgada e viscosa. Ele, tremendo de tesão e puxando pelos meus cabelos, apertava a minha cabeça contra o seu pênis. Quando soltava, aproveitava para dar tapinhas de leve no meu rosto e me chamar de “minha putinha”. Eu estava completamente submissa e entregue àquele macho! Por fim, chupei cada uma das bolas, colocando uma, depois a outra, e por fim as duas ao mesmo tempo na boca, enquanto batia uma punhetinha no seu membro gostoso. Quando ele estava prestes a gozar, pediu-me para parar.

Alucinado, ele me virou sobre a cama, de forma que eu ficasse de quatro com a bunda bem empinada, enquanto que, de pé, afastou um pouco a minha tanguinha, e adentrou furiosamente em minha buceta. Eu gemia alto a cada entrada e saída da sua pica. Ele dava tapas na minha bunda, deixando as marcas dos seus dedos. Mandava eu gemer e implorar pela sua pica cada vez mais. Eu o obedecia passivamente, afinal, eu estava realmente querendo, mais e mais a sua rola dentro de mim. E ademais, naquele momento, ele era o meu macho e tinha total controle sobre mim. Fato comprovado no instante que o Vagner, sem cerimônias, começou a acariciar o meu buraquinho. Tentei impedir-lhe para que não fizesse nada com ele, pois acreditava não estar preparada para uma transa anal. Sem tomar conhecimento do meu apelo, introduziu o dedo indicador lambuzado de saliva no meu cuzinho, enquanto sua pica entrava e saia da minha buceta de forma frenética. Comecei a rebolar naquela pica, enquanto pedia para o Vagner não parar de meter. Ele acelerou cada vez mais os movimentos da pica em minha buceta, enquanto fodia o meu cuzinho com o dedo. O meu ânus foi dilatando a ponto de ele enfiar dois dedos sem que eu sentisse o mínimo de dor, apenas uma sensação gostosa. Gritando de prazer e praguejando contra aquele “filho-da-puta”, eu cheguei ao orgasmo como nunca havia desfrutando nos meus vinte anos de casamento.

Por fim, eu estava exausta, porém satisfeita e aliviada. Sentei-me na beira da cama, enquanto o Vagner, em pé a minha frente, aproveitou para foder os meus seios com a sua pica. Fazendo movimentos de vai e vem entre eles, como se estivesse comendo uma buceta imaginária, ele estava prestes a gozar. Suspendi e segurei os peitos para que ele pudesse aproveitar bem a espanhola. Logo ele começou a gemer alto, e quase urrando, liberou o seu gozo forte e quente sobre o meu peito. Assim, toda lambuzada de esperma, caí sobre a cama ofegante. Num último ato de safadeza, o Vagner subiu na cama, e ajoelhado ao meu lado, ficou passando a sua pica, já meio flácida após o gozo, na minha boca. Por fim, ficamos deitados ao lado um do outro em silêncio, apenas ouvindo o som da nossa respiração.

Mais tarde, após um banho ótimo e relaxante, jantamos. Depois passamos a noite juntos de forma muito agradável. Infelizmente, foi a única vez que transei com o Vagner, pois atualmente ele está trabalhando e morando numa outra cidade e, desde então, não tivemos mais contato. Porém, esta experiência com ele, serviu para reacender a paixão pelo meu marido. Atualmente, nossas transas têm melhorado significativamente. Quanto a permanecer fiel, acho que não é mais necessário, pois agora ando sempre pronta para novas aventuras. Quem quiser se comunicar comigo: rejanesexy@live.com.

Beijo a todos e espero que tenham gostado do meu relato.

Presente de natal perfeito(sexo com a cunhada)

May 8th, 2015

Ola amigos estou de volta para relatar o que aconteceu no natal.

Bom vamos aos fatos na manha do dia 24 de dezembro Vivian e eu estavamos preparando as coisas para o amigo secreto que seria aqui em casa, quando chegam Sibelly e Cesar pois iriam passar o natal conosco, na empolgaçao nao se foi planejado ou nao, Sibelly fala que havia esquecido algo em casa e pede pro Cesar ir buscar.

Como ainda faltavam algumas coisas minha esposa vai junto pra comprar e ficamos sós Sibelly e eu, continuamos organizando tudo Sibelly entra em casa e volta com uma cerveja e me oferece um gole que tomo lambendo o lugar por onde aquela boca havia passado.

Depois de algumas latinhas ela chega perto de mim e fala: eu percebi; eu dando uma de bobo pergunto: o que; ela responde: o jeito que lambeu a latinha e como sempre me olhou, nao sei do esta falando retruquei, ela insiste a sabe sim, nao precisa fingir estamos sozinhos e vai chegando perto com aquele jeitinho que nao resistir e larguei o que tava fazendo tasquei-le um beijo, gente que boca maravilhosa quando percebi ja estava com ela em cima da mesa e nos beijando loucamente a deitei e fui arrancando sua saia e pra minha surpresa a cachorra tava sem calcinha nao resisti e cai de boca naquela delicia e a chupei como nunca havia chupado uma boceta e a deixei molhadinha( pedi pra tirar fotos mais ela so deixou tirar uma) depois de a fazer gozar ela falou agora é minha vez e baixou minha bermuda e ja foi atolando meu pau em sua garganta e chupou com maestria ate que gozei em sua boca a cadela engoliu toda a porra, quando ja ia subir a bermuda ela impediu e perguntou: o que pensa que ta fazendo? eu respondo ta doida tua irma e teu marido estao pra chegar ela responde negativo eu esperei muito por esse pauzao torto no meu rabo e ja foi descendo minha bermuda novamente.

A levei pro quarto e joguei na cama fizemos um delicioso 69 ate que ela falou anda enfia logo essa porra no meu rabo eu obedeci nossa como estava quente e molhada aquela boceta que por muitas vezes eu bati punhetas estava ali engolindo minha pica, ela pediu pra sentar em cima e pra minha surpresa ela giuou ate o cu e falou com cara safada: esfola meu cu aquilo me levou as nuvens e metir com força, ela deu um gritinho e falou isso arromba meu cu seu cachorro, faz como sei que fazia cheirando minhas calcinhas ou tu acha que nao percebia o fundo das minhas calcinhas melados de gala, eu sabia que um dia ia ter essa porra escorrendo dentro do meu cu por isso mete safado arromba esse cu. Eu perguntei e o Cesar nao come teu cu nao ela respondeu: aquele mané tem nojo por isso to pedindo pra tu arrombar ele agora, para de perguntar e mete nesse cu aquilo me deixava com mais tezao mas, sabia que nao poderia demorar gozar pois Vivian e Cesar poderiam chegar a qualquer momento, depois de alguns minutos falei que queria gozar em sua boca novamente ela virou a cara pra tras e falou: ja falei que quero essa porra escorrendo dentro do meu cu caralho, eu a obedeci e enchi o cu dela de gala nos limpamos quer dizer eu me limpei pq nao poderia tomar banho pra nao da bandeira e ela queria ficar com a gala no cu ao chegarmos na sala ela fala: fui eu que te tirei e esse foi meu presente.

Bom é isso pessoal espero que gostem e comentem( agora é serio quem comentar e deixar e-mail eu envio a foto q tirei mais so pra quem comentar nao adianta so deixar e-mail. Dessa vez ja fiz ate copia da foto pra nao perder como as outras)

Novo Menage

May 8th, 2015

Olá.

Agora não vou entrar em detalhes e vou direto ao assunto

Dois dias após a transa ” sofrida ” da minha esposa, onde ela teve a experiência de transar com o Bimbo, um angolano super pauzudo, mesmo com algumas restrições dela, acabamos saindo mais uma vez os 4 juntos.

Repetimos a lanchonete da primeira vez, só que nessa, minha esposa bebeu bastante, ficando quase de pileque, mas muito consciente do que aconteceria em seguida.

Nessa vez, eu fui dirigindo até o motel e os três foram no bando de trás. Ao chegar no motel, já podem imaginar como as coisas estavam pegando fogo.

Ao entrarmos no apto, minha esposa já estava totalmente nua. O Sergio e o Bimbo estavam com as calças abertas e os paus de fora.

Nem sequer foram tomar banho, indo diretamente para a cama enorme do apto. Minha esposa estava totalmente liberada e livre de qualquer preconceito ou vergonha. Ela falava um monte de bobagens, dizendo que nesse dia ela queria gozar bastante com os dois pauzudos. O Sergio dotado de 22 cms e grosso e o Bimbo de uns 26 e super grosso.

Minha esposa safada estava bem diferente da primeira vez, tanto que chupava um e depois o outro. No Bimbo, ela não conseguia por o pau na boca, apenas a cabeça, mesmo assim ela dava um jeito de fazer o Bimbo tremer e gemer.

O Sergio e o Bimbo revezavam em chupar a buceta da minha esposa, enquanto ela tentava chupar os seus paus.

Teve o momento que minha esposa ficou de joelhos e abaixada para chupar o pauzão do Bimbo, o Sergio se aproveitou da posição para iniciar a penetração na buceta dela por trás. Foram alguns minutos de meteção nessa posição, quando sem avisar, o Sergio tirou da buceta e começou a enfiar no cu da safada. Minha esposa soltou um grito ao sentir seu cu sendo invadido. Tanto que parou de chupar o Bimbo para se acostumar com o pau na bunda.

Minha esposa adora sexo anal e goza assim, mas a invasão foi meia forte e rápida, fazendo ela gemer alto e gritar com a invasão anal.

Passado o desconforto, foram algumas boas metidas profundas no cu da minha esposa, que em pouco tempo a safada chegou a gozar. Poucas mulheres conseguem gozar fazendo sexo anal e minha esposa adora.

Minha vontade era participar e dar meu pau para minha esposa chupar, mas preferi deixa-los só eles.

Depois da gozada, minha esposa quis montar no pauzão gigante do Bimbo. Nem sequer usou lubrificante nessa vez,, apenas foi encaixando a buceta na cabeça do pauzão do Bimbo e foi descendo, rebolando e falando um monte de palavrões, que vocês podem imaginar. Nessa vez, devido ao estado da bebida, a excitação e a vontade de aproveitar o máximo , minha esposa conseguiu fazer entrar todos os 26 cms dentro da buceta.

Caramba….. ela estava tão aberta e os lábios esticados, que com certeza não passada nem água.

— Filha da puta….. minha nossa,….. caralho. Consegui aguentar tudo na minha buceta. Puta que pariu. Minha buceta está fudida. Sinto a ponta bater lá no fundo do meu útero.

Eram as palavras dela.

O interessante veio em seguida, enquanto minha esposa rebolava, subia e descia, fazendo o super pau sair a metade e entrar tudo em sua buceta detonada, que o Sergio se aproveitou da situação de extrema excitação e luxuria da minha esposa que estava com a bunda empinada e o cuzinho exposto, que ele passou lubrificante no pau dele e se ajeitou atrás da minha esposa, para tentar por seu pau na bunda dela, tentando uma DP.

Quando minha esposa se deu conta do que estava prestes à acontecer, ela tentou alegar que não dava, que ela não suportaria dois ao mesmo tempo.

Com seu jeito de conquistador e algumas palavras carinhosas, o Sergio conseguiu convencer minha esposa a tentar e deixar.

O Bimbo que estava com seu super pau quase todo ele enterrado na buceta da minha esposa, puxou-a contra seu peito e ficou passando as mãos pelas nádegas dela, separando-as um pouco. A safada continuava alegando que não aguentaria nem entraria no cu, mas pela posição que ela se encontrava e sem demostrar convencimento de negativa, ficou com a bunda totalmente arrebitada , deixando o cuzinho que estava muito estreito devido á pressão do outro cacetão na buceta, livre para ser invadido e foi o que aconteceu.

Ela estava paradinha só esperando ser invadida por trás.

– Calma amor, vai de vagar. Tá doendo. Não tem espaço para mais cacete. Aí, ai, ai.. Cachorro. Aiiiii.

Por incrível que pareça, a pau do Sergio conseguiu entrar um pouco na bunda da minha esposa, fazendo ela gritar alto e seguido. Seus gemidos eram fortes, que pareciam de dor. Pudera…

Por sorte dela, o Sergio ficou parado com o que já havia entrado , esperando se minha esposa se acostumasse.

– – Dói amor. Parece que estou sendo rasgada. Para… um pouco, deixa quieto…. Minha nossa. Minha pobre buceta está estourada e cheia e meu pobre cuzinho também. PQP.

Uns dois minutos foram o suficiente para amenizar o sofrimento da minha esposa e ela começar a corresponder aos invasores dentro dela. Aí suas palavras eram outras, chamando-os de cachorros, putos, ordinários e outras coisas.

Estando tudo normalizado, o Sergio acabou por enterrar o resto que faltava na bunda dela, fazendo mais uma vez ela gritar e gemer, só que diferente.

Agora estava bem melhor e o clima era de pura luxuria. Minha esposa estava dando conta dos 2 paus dentro dela numa vez só. O imaginável aconteceu depois de uns 4 ou 5 minutos, quando a safada anunciou que logo gozaria, pedindo para o Sergio e o Bimbo socarem forte.

– Aiaiaiaiaiaiaiai, vou gozar, metam forte seus putos, metam, soca esses paus de cavalo, mais, mais.

– estou gozando

Tanto o Sergio e o Bimbo conseguiram acompanhar minha esposa e gozaram quase juntos. Ambos acabaram gozando dentro dela, deixando a buceta e cu cheios de porra.

Quando os paus amoleceram e saíram de dentro de cada lugar, deu pra ver o estado que ficou os dois buracos. Caracas…. estavam abertos. Da buceta, começou a escapar a porra pra fora, escorrendo na cama .

Minha esposa ficou deitada de olhos fechado, de pernas abertas e bunda pra cima, assim dava pra ver o estado que ela ficou. Depois de uns 7 minutos, ela conseguiu se levantar. Quase nem conseguia caminhar, por estar com as pernas bambas e trêmulas foi no chuveiro se lavar e tomar um bom banho merecido.

Eu havia gozado uma vez, mas pedi para minha esposa me dar uma chupada, porque eu queria gozar mais uma vez. Muito cansada ela só pediu para eu deitar na cama e ela me atendeu. Acabei gozando na boca dela, fazendo ela deixar parado na boca e depois deixar escorrer pelo pau, deixando todo babado.

Na volta pra casa, ela caiu na cama e só acordou no dia seguinte pelas 11:00 da manhã. Ela disse que ainda estava sentindo os ” buracos ” meio doloridos .

mercosuljlle@hotmail.com

Design de interiores

May 7th, 2015

Olá meu nome é Monica tenho 25 anos e sou uma loira digamos que muito gostosa tenho 1,61 de altura, uma bunda bem empinada muito redondinha e durinha e peitos médios. Eu moro sozinha no meu apartamento e quase nunca tenho problemas mas pelo fato de eu querer uma nova decoração resolvi contratar um design de interiores, ele se chamava Eduardo um quarentão lindo de olhos verde que foi até a minha casa. Chegando lá eu estava à vontade em casa de short e uma blusa leve. Quando ele chegou não resistir à tamanha beleza e meus olhos foram parar diretamente em sua calça, era um volume e tanto. Ele entrou e começou a falar sobre as possibilidades de aproveitamento de espaços. Não resistir e comecei a provocá-lo disse que ia trocar de blusa, quando voltei ele estava sentado no sofá cheirando uma calcinha minha que por acaso eu avia esquecido de guardar. Fiquei envergonhada ele me vendo ali ficou me devorando com os olhos, então ele se levanto e veio em minha direção quando ele parou na minha frente fui ao delírio com aqueles braços fortes olhei pra ele e disse: como você é safadinho seu tarado cheirando minha calcinha isso é uma coisa tão feia , ele me disse! Você acha é! Fiquei em silencio.

Quando voltei do transe, disse pra ele o que desejava e que ele já podia ir, mas ele disse que antes de começar o serviço gostaria de discutir seus honorários e que poderia fazer um bom desconto se eu pudesse ser boazinha com ele. Eu disse a ele: você acha que vai conseguir me seduzir, ele disse claro e me atirou com força no sofá eu disse para ele que ia gritar e ele disse que se eu gritasse, ele me beijaria. Então ele resgou a minha blusa e começou a chupar meus peitos e sussurrava no meu ouvido: que vadia gostosa ele tiro meu short e começo a chupar minha buceta com delicadeza, gozei na boca dele devido à situação ele se põem em pé e tirou o pau pra fora uma coisa extremamente grande devia ter uns 20cm grosso parecia um tronco disse agora me chupa gostoso . Eu não gosto muito de fazer sexo oral, mas não resistir aquele pauzão, então comecei a lamber e aos pouco enchi minha boca. Depois ele me pegou pelos braços e me jogo no chão abriu minhas pernas e meteu seu pauzão na minha bucetinha me rasgando toda. Mesmo sendo taradinha, só tinha pegado caras com pinto médio ou pequeno mas dessa vez encarei o maior pau da minha vida. Adorei aquele homem lindo me rasgando metendo com força, me comeu de quatro, de lado, de todo jeito ate que ele quis comer meu cu. Não deixei! Então, ele continuou metendo na xaninha até gozar dentro enchendo-a de porra, nunca tinha visto tanta porra assim. Fiquei desfalecida com toda aquela porra escorrendo pelas minhas pernas. Ele se levantou, foi ao banheiro e quando voltou disse que ia voltar no outro dia para tirar as medidas e assim começar o serviço. Fiquei ali deitada sem ação.

No outro dia não deixe ele subir, pois tinha certeza que ele me comeria de novo. Acabei contratando outro decorador que me cobrou horrores, mas até hoje sinto saudades daquele pau imenso gozando dentro de mim. Infelizmente nunca mais o vi. Não gosto de repetir homem, mas no caso dele abriria uma exceção. Caso alguém queira entra em contato comigo o endereço é moniqua_cezar@yahoo.com.br

Esposa transando em casa

May 6th, 2015

Nessa vez, serei mais direto no assunto.

Na sexta-feira, dia 11, minha mulher me disse que o Sergio estava em nossa cidade e que voltaria pra casa no sábado à tarde. Ela queria saber que podia convida-lo para almoçar na nossa casa nesse mesmo dia. Confirmei, apenas disse que eu deveria chegar por volta das 11:00, e pra ela recepciona-lo bem, até que eu voltasse. Nem precisava dizer isso, porque com certeza ela faria muito bem. Nesse dia, nossas filhas estavam na casa das amiguinhas.

Cheguei um pouco passado das 11:00. Entrei fazendo o barulho normal de abrir porta. Os dois estavam no sofá da sala, só que não sentados apenas conversando, mas já nas preliminares. O Sergio estava sentado no sofá, com as calças abaixo dos joelhos e a ordinária da minha mulher estava chupando o pau dele. Ela estava usando um shorts de cotton bem justo, deixando a papada da bunda pra fora. Puta que pariu…… Não perderam tempo e aproveitaram para começar a festa antes da minha chegada.

Minha putinha chupava com gosto o cacetão do Sergio, até que ela resolveu tirar o shorts. Nem calcinha a safada estava usando.

O Sergio permaneceu na mesma posição e minha esposa ficando de costas pra ele, foi encaixando o cacetão na buceta, até enterrar tudo. Eu já estava pelado e de pau duto. Fui na frente da minha mulher e dei meu pau pra ela chupar. Como chupava e babava, em quanto ela tinha a buceta invadida pelo pau do Sergio. Depois dela me chupar um pouco, pedi para minha esposa se encostar no Sergio, ficando com as pernas dobradas sobre o sofá, assim ficou toda arreganhada. Me posicionei na frente, entre as pernas dela, para tentar por meu pau na buceta junto com o pau do Sergio. Por estarmos em nossa casa, ela não podia gemer alto, muito menos gritar, para que nem um vizinho pudesse escutar. Quando meu pau entrou na buceta, o espaço ficou super apertado. Agora eram dois paus num só lugar. Ela gemia baixinho e dizia que não estava aguentando os dois na buceta.

Como eu já estava praticamente gozando, tirei e ofereci para ela chupar. Gozei na boca, rosto e seios dela. Agora só restava o cacetão na buceta. Minha esposa estava de deliciando em receber as metidas no fundo, tanto que em menos de 3 minutos gozou.

Quando o Sergio avisou que também gozaria, minha esposa pulou de cima dele, caindo de boca no pau. Além dela sentir seu próprio gosto, recebeu a gozada na boca e engoliu tudo.

Uma hora depois, almoçamos. Havia se passado umas duas horas e restava ainda uma hora para o Sergio permanecer com a gente. Minha esposa, puta safada, quis aproveitar o máximo a presença do Sergio. Resolveu atiçar e deixa-lo de pau duto novamente. Deu uma boa chupada, deu a buceta por uns 15 minutos, gozando 2 vezes. Aí para fechar com chave de ouro, foi em nosso quarto pegar o lubrificante. Ela mesmo passou no cacetão do Sergio e no seu próprio cú, ficando pronta para levar pau.

A ordinária ficou de 4 ajoelhada no sofá e o Sergio começou a enfiar seu cacetão do rabo da safada. Ela gemia muito, mas baixinho. Eu via de perto o pau entrar em sair, ficando todo preenchido de nervo. O Sergio fodeu a safada com força, fazendo minha esposa gozar mais duas vezes com o pau na bunda. Dessa vez, o Sergio gozou no cú, bem pertinho da saída. Quando o pau escapou, saiu junto um pouco de porra.

Agora não restava mais nada, a não ser esperar o horário do Sergio ir embora e nós irmos descansar um pouco, principalmente minha esposa, que havia gozado 5 vezes e estava acabada.