Uma rapidinha com o sobrinho

April 25th, 2015

Olá, queridos, estou de volta, hoje vou relatar uma transa muito gostosa que tive com o meu sobrinho Juninho. Espero que gostem.

Há uns dois anos, meu marido e o meu cunhado alugaram um sítio em Santa Catarina para curtimos as férias. Fomos eu, meu marido Zeca, a Nara (minha cunhada e irmã do Zeca), meu cunhado Vinícius e o filho deles, o Juninho. Enquanto, nós quatro tínhamos por volta dos 42 anos de idade cada um, o Juninho tinha apenas 19. Apesar de eles serem do sul, fazia tempo que não nos víamos, pois eles moram em Pernambuco. Tanto que não eu via o Juninho desde quando fomos visitá-los em Recife, há cerca de 15 anos. Minha surpresa foi enorme quando fomos buscá-los no aeroporto, ainda que o acompanhasse por fotos via face e instagram, eu não esperava ver um homem feito, alto, loiro, magro, muito lindo. No momento em que abracei, percebi que teria problemas nesses dias em que passaríamos juntos, pois fico incontrolada quanto sinto que estou na presença de um macho de verdade, ainda que ele seja da família e eu tenha idade para ser mãe dele.

Saímos de Porto Alegre numa sexta-feira pela manhã de sexta-feira e chegamos quase ao final da tarde.

A casa principal do sítio é estilo fazenda, muito ampla com dois pisos. No piso superior, onde ficam os quatro quartos, um living com lareira e com visão panorâmica da serra, possui uma sacada, de onde se pode ver o movimento da piscina. No piso em baixo fica a sala principal, uma cozinha grande e a casa da piscina, com mesa de jogos e churrasqueira.

Os primeiros dias, como não fez muito calor, aproveitamos para conhecer o lugar e as cidades próximas. Visitávamos alguns restaurantes e alguns estabelecimentos durante o dia e à noite ficávamos sentados na varanda da sala conversando, tomando cerveja ou algum outro drinque. Até então o Juninho me parecia muito quieto, ficava mais envolvido com o celular ou dormindo. Eu aproveitava para conversar com a Nara sobre trabalho e outras coisas de mulher. Logo já estávamos bem confidentes uma da outra.

No segundo domingo, estava fazendo um calor maravilhoso. Estava ótimo para se refrescar na piscina. Os homens colocaram suas sungas e logo já estavam nadando. Eu e a Nara fomos trocar de roupa e passar bronzeador. Coloquei meu biquíni branco, de chamar atenção por causa do tamanho. A parte de cima mal conseguia cobrir os mamilos, enquanto que parte de baixo ajudava a evidenciar a minha boa forma física. Modéstia à parte.

No momento que cheguei perto da piscina, senti o olhar guloso do Vini para o meu corpo. Meu marido não esboçou nenhuma reação, o que era de se esperar do corninho. A Nara, que estava com um biquíni muito mais comportado com o meu, demonstrava uma certa insatisfação e um certo pudor. Não me importei com nada disso, o meu objetivo era tentar chamar a atenção do Juninho. Não me frustrei.

Solicitamente ele veio me ajudar a descer a escada da piscina, seus olhos estavam fixos nos meus seios. Durante os mergulhos, ele não sabia mais o que fazer para me chamar a atenção, brincava com o meu marido, dizendo que era o homem mais sortudo que conhecera; jogava água de forma infantil nos demais e outras peripécias. O Vini também parecia meio descontrolado, ajudava o filho com as bobagens, enfim, se comportando tal qual um homem que não pode ver mulher. Eu não os culpava.

Após o mergulho na piscina, sentamos nas espreguiçadeiras e ficamos conversando e curtindo o sol. Talvez fosse o calor ou o efeito dos exercícios na piscina, eu estava me sentindo malemolente. O meu corpo seminu exposto na frente daqueles homens estava me dando tesão gostoso, minha buceta já estava acusando um desejo de macho. Minhas mãos quase que involuntariamente percorriam das pernas, passando por sobre a barriga e indo à altura do colo. Foi quando tive a ideia de fazer umas caipirinhas. Era uma oportunidade de me afastar e levar o Juninho comigo.

– Juninho, você me ajuda a fazer as bebidas? – sem pestanejar, ele aceitou de pronto. Perguntei se alguém queria mais alguma coisa, os homens pediram charuto e a Nara encomendou o livro que estava lendo.

Nos afastamos do grupo em direção a casa. Eu estava ansiosa e excitada. Assim que entramos, o Juninho foi para a cozinha começar o preparo, enquanto fui buscar as outras coisas. Ao voltar, fiquei admirando a beleza máscula do meu sobrinho. Que belo espécime! Definitivamente eu o queria dentro de mim. Senti minha boca ressacada, os batimentos cardíacos acelerados. Enfiei a mão na buceta e senti o grelo inchado e a umidade pegajosa do lubrificante natural. Fiquei louca para sentir a textura daquelas coxas grossas e bronzeadas. Cheguei perto e o abracei pela cintura.

Ele se virou imediatamente, meio surpreso, talvez não esperasse que eu o abordasse tão rapidamente.

– Será que vão nos ver? – perguntou sem muita convicção. Fiquei acariciando o seu tórax, enquanto lambia meus lábios e olhando em seus olhos. Senti o cheiro de sua pele, uma mistura de perfume masculino e suor de homem jovem. Meu tesão só aumentava. Desatei a parte de cima do biquíni, deixando os mamilos intumescidos completamente à mostra. Percebi o volume mais que dobrar embaixo da sunga preta.

Ajoelhei-me no chão da cozinha e baixei a sua sunga. Surge então um belo pau duro, de cor rósea, trazendo consigo um saco bem vermelho com pentelhos aloirados e com cheiro delicioso de almíscar e sarro masculino. Minha boca começa a salivar e parto logo para a degustação. Começo lambendo a base, esfrego a língua nas bolas, sinto os pêlos grudados na língua e vou subindo até a glande. Entre masturbação e lambidas, vou caceteando a minha cara com a piroca já babada.

Lembrando-me que não tínhamos muito tempo, deito-me no chão e arreganho as pernas e me entrego ao abate. Meu sobrinho confirma o que eu esperava. Enfiou sem dificuldades e começou a sovar a minha buceta freneticamente. A fricção das peles exalava um odor forte de sexo pelo ambiente, enlouquecendo-nos e acentuando ainda mais o prazer. Ainda socando, ele me comprimia entre o seu corpo e o piso, fazendo nossos corpos suados se esfregarem um no outro numa perversidade incestuosa.

Para que eu não gritasse ou emitisse algum som de gemidos, Juninho, muito mais forte, tapou a minha boca com uma das mãos, obrigando-me a respirar apenas pelo nariz. Quase sufocada e comprimida como estava, não pude nem me mexer. Completamente dominada, fiquei passivamente sentindo sua respiração sôfrega e o seu cacete me possuindo e usurpando meu corpo. Gozei em instantes.

Os movimentos involuntários do meu orgasmo o fizeram gozar bruscamente e a me penetrar com muito mais força e mais fundo. Ele sussurrava e repetia:

– Quer leitinho, tia putinha? Quer leitinho do sobrinho na bucetinha, quer?

Adorei ouvir isso. É uma sensação muito gostosa ver os homens enfeitiçados pela magia da buceta.

Nem tivemos tempo de nos recompor, ouvimos passos do lado de fora da cozinha. Com o susto, levantei a tempo de me ajeitar o biquíni e fiquei oculta pela geladeira. Enquanto o Juninho disfarçava na pia, fazendo as bebidas. A Nara entra em instantes e nos pergunta por que estávamos demorando. Vendo que a bebida ainda estava por fazer, o gelo já derretido em cima da pia; provavelmente também percebeu a sunga do Juninho salientando o pênis ainda ereto, ou os meus cabelos em desalinho, apesar das minhas tentativas mal sucedidas em tentar arrumá-los, ela desconversou constrangida e saiu, apenas nos recomendando que os demais nos esperavam.

Enfim, terminamos as bebidas e retornamos a curtir o sol e o belo domingo.

Beijo a todos,

rejanesexy@live.com

A APRENDIZ SAPECA!

April 24th, 2015

Gabriela (mais conhecida como Gabi), adorava sua tia Genésia …, mesmo com esse nome incomum, a tia solteira e independente sempre cativou a sobrinha que via nela mais que uma tia, mas também uma amiga e companheira para qualquer ocasião. Quando estavam juntas, elas frequentavam desde lojas de Shopping Centers até baladas de pegação geral. Com a tia, Gabi podia beber à vontade, flertar a vontade, que Genésia, além de não lhe passar sermão, na maioria das vezes curtia junto com ela tudo que fosse bom e divertido.

E todo o ano era a mesma coisa: nas férias de janeiro, os pais de Gabi iam para a Europa e ela pedia para ficar com a tia, que, por sua vez estava sempre pronta para receber sua única e queridíssima sobrinha. No ano em que essa história se desenrola, não foi diferente; os pais de Gabi foram passar férias na Espanha e ela correu para o telefone, pedindo para ficar com a tia que, prontamente, aceitou a tarefa, que mais se assemelhava a uma diversão sem limites.

A primeira semana foi dedicada às compras; juntas, Gabi e Genésia – que a sobrinha preferia chamar pelo diminutivo Nésinha – percorreram os corredores de vários Shoppings, compraram roupas, sapatos, bijuterias, e tudo mais que lhes desse na telha; almoçavam juntas e depois voltavam para casa a fim de realizar um desfile particular com todas as coisas adquiridas durante o dia. Como eram muito amigas, Nésinha não tinha nenhum pudor em despir-se na frente da sobrinha e ela, por sua vez, também sentia-se a vontade para fazer o mesmo; todavia, Gabi notava o corpo enxuto e bem distribuído da tia que tinha formas muito bem delineadas: seios fartos, bunda firme e roliça, coxas bem torneadas e cintura delgada; isso tudo somado a um rosto limpo e cabelos escuros lisos, que ela teimava em manter curtos.

Ela, jovem e ainda aproveitando as primeiras experiências da vida, sentia uma certa atração pela tia, porém, jamais revelara esse seu lado desconhecido, supondo que, talvez, a tia não simpatizasse com tal inclinação. De qualquer modo, Gabi sentia-se muito bem ao lado da tia, e não escondia o prazer que sentia em usufruir das férias ao lado dela, tendo em Nésinha, muito mais que uma tia, uma amiga e uma confidente.

Bem, fato é que, uma noite de sexta-feira, as duas voltavam de uma balada agitadíssima, onde rolara uma pegação bem gostosa, e, chegando em casa, decidiram tomar um banho; Gabi disse para a tia que ela podia ir, pois, embora os quartos do apartamento de Nésinha fossem suítes, a garota queria ver algumas novidades em sua página do Facebook, bem como atualizar com algumas fotos daquela noite alucinante. Nésinha concordou e correu para o seu quarto, despindo-se durante o trajeto.

Gabi, tomou o celular nas mãos e passou a digitar comentários e postar fotos como era de hábito, mantendo a galera das amigas e amigos informados de suas últimas aventuras. Por algum tempo, a menina foi absorvida pela rede social, esquecendo-se de tudo e de todos …

Subitamente, ela ouviu sua tia chamá-la, pedindo que viesse até o quarto; Gabi foi até lá e ouviu a tia chamá-la novamente, percebendo que ela estava no banheiro; ela entrou e deu com a tia debaixo do chuveiro, deliciando-se com a água que escorria pelo seu corpo nu. Sorridente, convidou a sobrinha para tomar banho junto com ela …, Gabi não ficou surpresa com o convite, mas sentiu um arrepio percorrer-lhe a espinha …, tinha receio de que pudesse deixar escapar seus sentimentos em relação à tia.

Mesmo assim, ela, hesitante, despiu-se e correu para debaixo do chuveiro, sendo abraçada carinhosamente pela tia amiga. Nésinha, tomou uma esponja bem macia e iniciou o ritual de ensaboar o corpo da sobrinha. Gabi sentiu sua pele ficar arrepiada ante o contato macio e quente da esponja, mas deixou que a tia prosseguisse em seu intento.

Nésinha ensaboou todo o lindo corpo viçoso da sobrinha, detendo-se, primeiramente, nos mamilos que ficaram entumescidos com bicos e aureolas durinhos, provocando um forte arrepio na garota, que não foi capaz de segurar um gemidinho de tesão. Encabulada, ela olhou para a tia que sorriu-lhe amavelmente de volta …, havia uma cumplicidade no ar …

E não demorou muito para que os lábios da tia fossem ao encontro dos lábios da sobrinha, encerrando um beijo repleto de desejo reprimido.

Habilidosa, Nésinha aproveitou para acariciar o corpo juvenil da sobrinha, deliciando-se com cada detalhe; acariciou a barriguinha sarada de Gabi e apertou-lhe as nádegas durinhas; mas foi na pequena vagina da sobrinha, que a tia divertiu-se a valer, massageando os grandes lábios e abrindo caminho até o clítoris que estava inchado e pulsando …, Nésinha supunha que a sobrinha não era mais virgem, mas quando ela apertou o pequeno músculo entre os dedos, a reação involuntária de sua sobrinha demonstrou o contrário.

Gabi recuou assustada, dizendo para a tia que aquilo não era certo; Nésinha encarou-a com solenidade, perguntando de forma fraternal se a sobrinha ainda era virgem …, Gabi sorriu encabulada outra vez e abaixou o olhar, sem coragem de encarar a titia. Nésinha tomou o queixinho macio da menina com uma das mãos e forçou o rosto para cima, obrigando-a a encará-la.

Gabi tinha um olhar brilhante e sem malícia, acabando por confessar que já havia “brincado” com alguns namorados, mas que jamais chegou as vias de fato.

-Tia, será que eu sou lésbica? – interpelou Gabi, com a voz carregada de recato e hesitação.

-Quem sabe, minha querida … – respondeu a tia com um tom de voz quase maternal – mas, se você quiser podemos descobrir isso a partir de agora …

-Eu …, eu quero, tia! – respondeu a menina, aninhando-se ainda mais ao corpo da tia.

Imediatamente, saíram do chuveiro e Nésinha ajudou a sobrinha a secar seu corpinho, sendo que a menina fez o mesmo com ela. Correram para o quarto e mal chegaram próximo da cama, Nésinha empurrou delicadamente sua sobrinha sobre ela, atirando-se, em seguida, entre suas pernas, saboreando, faminta, a vagina depilada de Gabi, chupando e lambendo avidamente.

Gabi se contorcia, gemia e sentia vários espasmos percorrerem seu corpo, e não tardando em atingir seu primeiro orgasmo com a tia. Ela gemeu alto e quase gritou para a tia dizendo como aquilo era bom. Nésinha, sentindo-se recompensada, prosseguiu, chupando e lambendo a vagina de sua sobrinha e fazendo com que ela gozasse mais algumas vezes, cada uma mais intensa que a anterior.

-Tia …, deixa eu …, fazer isso …, na senhora …, deixa? – a voz de Gabi saía embargada entrecortada por uma respiração arfante, quase como uma súplica. E imediatamente, Nésinha girou seu corpo, oferecendo sua vagina para os lábios ávidos da sobrinha, que passou a lambê-la cuidadosamente, entreabrindo os grandes lábios com as mãos a fim de permitir que sua língua fosse de encontro ao clítoris da tia. Elas estavam, então, fazendo um delicioso “sessenta e nove”, carregado de gemidos, sibilos, palavras carinhosas e suspiros prolongados.

Aquela diversão prolongou-se por horas, avançando madrugada adentro e sendo interrompida apenas algumas vezes para um descanso merecido que era o prenúncio de uma nova rodada de delícias e orgasmos.

A manhã de sábado chegou e veio ter com tia e sobrinha dormindo um sono pesado, abraçadas como dois namorados sentindo o calor de seus corpos e o odor típico de uma noite de muito sexo. Gabi foia a primeira a acordar, mas não fez nenhum movimento para desenlaçar-se da tia; ficou alguns minutos apreciando o rosto suave de Nésinha e depois sentiu uma vontade enorme de beijar-lhe a face, o que deixou acontecer instintivamente.

Subitamente, os lábios de Nésinha vieram ao encontro dos lábios da sobrinha em um delicioso beijo de bom dia; os corpos se enlaçaram ainda mais e as duas mulheres aproveitaram o calor gostoso de seus corpos nus e satisfeitos.

Gabi não sentia-se envergonhada com o que acontecera, pois além de deliciosa, foi uma experiência nova e agradável. Ainda mais porque sua tia não tratou aquele evento como algo proibido ou preconceituoso; pelo contrário, durante o café da manhã, as duas conversaram muito sobre o que havia acontecido e Nésinha preocupou-se em sanar todas as dúvidas da sobrinha a quem adorava acima de tudo.

A certa altura, Nésinha perguntou sobre as experiências sexuais da sobrinha; Gabi ficou ruborizada, incapaz de responder a pergunta ante a vergonha que isso lhe causava; a tia sorriu para ela e depois de um intervalo para que a sobrinha se recuperasse, ela voltou a carga, porém, agora, com mais tato.

-Conta para a titia … – disse ela em tom pausado e muito calmo – e fique tranquila, que eu não vou contar nada para ninguém …, você já fez sexo com um rapaz?

-Bom, tia … – começou a garota com voz hesitante – com um rapaz …, não …, mas já me diverti um pouquinho …

-Foi, mesmo! Com quem? – tornou a tia, tentando esconder a sua imensa curiosidade.

-Sabe o Lúcio? – prosseguiu a menina sentindo-se mais à vontade – aquele amigo do papai …

-Ah! Sei de quem se trata! – acolheu a tia – foi com ele?

-Não foi sexo para valer – completou a menina – apenas nós brincamos.

-Como assim? Não entendi? – a curiosidade da tia beirava ao descontrole.

-Ah, tia, você sabe …, deixei ele chupar meus biquinhos e ele me deixou brincar com a rola dele, até que ele gozasse …, foi muito legal.

-E isso aconteceu mais de uma vez?

-Algumas – respondeu a jovem empolgadíssima – mas, depois de um tempo ele veio com uma conversa que aquilo não era certo …, que ele era amigo do meu pai …, enfim, ele não quis mais nada.

-E com garotos da sua idade? Não rolou nada?

-Ah, não, tia! – exclamou ela – eles são muito babacas …

-Então, você prefere homens mais experientes, não é? – Nésinha fez uma pausa para depois prosseguir – E será que eu posso te ajudar a tirar todo esse atraso …, você confiaria em mim para isso?

Os olhos da garota faiscaram; embora ela jamais tivesse dito isso a alguém era o que ela mais queria: dar uma trepada bem gostosa.

-Mas é claro que eu confio em você, titia querida.

Ambas sorriram como se selassem uma espécie de acordo tácito; e Nésinha sabia que aquilo seria divertido e excitante!

Após o café da manhã, enquanto Gabi se preparava para sair com a tia, Nésinha aproveitou para fazer uma ligação em seu celular para um número que ela conhecia muito bem. Um pouco mais tarde as duas foram, mais uma vez, à gastança em lojas dos mais variados tipos. Almoçaram e no fim da tarde foram ao cinema.

Quando retornavam para casa, Nésinha confidenciou para a sobrinha que tinha uma surpresa para ela, mas que ela somente saberia quando chegassem em casa. Gabi quase enlouqueceu de tanta curiosidade e no restante do trajeto não deixou a tia em paz, querendo saber qual era a tal surpresa; a tia, por sua vez, divertia-se com a impaciência da sobrinha, mas como seu carinho por ela era enorme, ela manteve a provocação, fingindo que ignorava a sobrinha. Cansada de tanto insistir sem sucesso, Gabi recolheu-se ao silêncio, escondendo aquela palpitação que enchia seu corpo.

Chegaram ao edifício onde a tia residia, e enquanto esperavam o elevador, notória era a careta emburrada da sobrinha denotando que seu estado de ansiedade explodindo pelos poros.

Nésinha divertia-se a valer com a impaciência da sobrinha, e dentro do elevador, segurou-se para não cair na gargalhada, deixando a menina ainda mais arreliada. Gabi, emudecida, desceu primeiro e ficou esperando pela tia para abrir-lhe a porta; mas, qual não foi sua surpresa quando a porta se abriu e um homem lindíssimo cumprimentou-a sorrindo calorosamente.

Imediatamente, Gabi inspecionou o tal sujeito: era um homem de meia-idade, corpo bem definido, sem barriga e com braços malhados; tinha um rosto moreno bronzeado, ornado por belos olhos verdes e uma boca que convidava para delícias puramente obscenas. Todavia, foi Nésinha quem quebrou o gelo que se formara entre eles.

-Ôi, Olavinho! – Cumprimentou-o esfuziante – que surpresa boa …, ainda bem que você pode atender ao meu convite.

-Seria um pecado não fazê-lo, minha querida – respondeu amavelmente – Ainda mais porque não sabia que você estava tão bem acompanhada …

-Oh, me perdoe! – desculpou-se Nésinha com uma ponta de ironia e safadeza – esta é minha sobrinha Gabriela …, Gabi …

Olavo aproximou-se da menina e, segurando-a pelos ombros beijou-lhe o rosto; Gabi ruborizou imediatamente, afinal, Olavo era um belo exemplar masculino e além de tudo era requintado e tinha muita classe. Deixando as cerimônias de lado, Nésinha fez com que todos entrassem. Depois de livrar-se das compras, ela e sua sobrinha retornaram para a sala onde Olavo as aguardava com uma garrafa de vinho chileno. Serviu as taças e depois todos foram sentar-se no sofá.

Gabi estava sem ação, principalmente porque sua tia havia feito com que ela sentasse entre ela e seu convidado. Olavo cheirava bem e seu corpo másculo deixava a menina cheia de calores. Mais uma vez, Nésinha foi quebrar o gelo que persistia no ambiente.

-Olavinho, sabia que minha sobrinha querida ainda não perdeu a virgindade!

Gabi sentiu o sangue congelar nas veias e a respiração perder-se à beira do afogamento instantâneo; como sua tia foi capaz de dizer algo tão estapafúrdio como aquilo! Sem coragem, ela ficou fitando o vazio, pensando em uma forma de escapar dali e esconder-se no primeiro buraco que encontrasse. Todavia, ela podia sentir o olhar de Olavo sobre ela.

Quando, finalmente, teve coragem suficiente para levantar os olhos, foi surpreendida pelo rosto deliciosamente safado do macho que estava ao seu lado. Nésinha, atenta a tudo que acontecia, acariciou os cabelos da sobrinha, buscando tranquilizá-la e inspirar-lhe alguma confiança.

Sutilmente, Nésinha levou uma das mãos à enorme protuberância que se destacava na calça de Olavo, apertando-a como uma provocação. Gabi olhou para aquele volume que parecia pulsar tendo vida própria e, no mesmo instante, sentiu sua calcinha ficar úmida.

-Olavo, meu amor – disse Nésinha com a voz aveludada – porque você não mostra para minha sobrinha o belo exemplar de macho que você é …, mostre a ela seu melhor dote.

Olavo levantou-se com cuidado e sem tirar os olhos da garota, desafivelou o cinto e depois de abrir o botão e descer o zíper, deixou que a gravidade de ocupasse do resto; enquanto a calça do rapaz ia ao chão, Gabi pode apreciar o volume que, agora, estava ousadamente apontado para ela, quase rasgando o tecido da cueca boxer.

Era algo indescritível. Gabi não era a jovem mais experiente do mundo, mas aquilo era uma coisa fantástica. Olavo não perdeu tempo com titubeios, fazendo com que a cueca também descesse, revelando sua rola descomunal. Era grande e grossa e a cabeça estava com o volume redobrado, pulsando em plena provocação. Gabi não conseguia tirar os olhos daquele cacete lindo e vigoroso.

-Vamos, meu amor – incentivou a tia – não tenha medo. Olavo é nosso amigo, e esse seu brinquedinho é nosso …, vai, pode pegar …, sentir – dizendo isso, Nésinha tomou uma das mãos da sobrinha e levou-a até a rola de Olavo.

Gabi pegou naquele lindo pedaço de carne, sentindo sua pujança e seu calor que parecia emanar como se tivesse energia própria. Olavo acariciou os cabelos da menina, e, em seguida, segurou seu queixo, forçando que ela o encarasse.

-Porque você não fica de pé, minha linda …, mas, antes gostaria de vê-la nua …, que tal?

Gabi sentiu-se dominada por aquele macho exuberante, e a vontade de satisfazê-lo somente era superada pela vontade descontrolada de ter aquela rola dentro de suas entranhas, fodendo gostoso. Gabi olhou para a tia, que por sua vez, sorriu-lhe em incentivo, ao mesmo tempo em que, aproximando seus lábios do ouvido da sobrinha, confidenciou-lhe algo.

-Aproveite, minha preciosa …, isso é para você …, meu presente para a sua felicidade.

Dizendo isso, Nésinha ajudou a sobrinha a despir-se, exibindo toda a sua beleza viçosa e cheirosa aos olhos gulosos do macho que tinha sua rola depositada nas mãos da menina. Olavo aproximou seus lábios dos de Gabi e o primeiro beijo carregado de desejo rolou quente, saboroso e macio, criando a atmosfera necessária para que as mãos passassem a explorar os segredos de seus corpos repletos de tesão.

Gabi massageava a rola de Olavo que não perdeu tempo em saborear os mamilos durinhos de sua parceira, fazendo com que ela gemesse e lhe acariciasse os cabelos. Gabi apertou as nádegas durinhas de seu parceiro, sem deixar de dar a devida atenção à sua rola colossal. Transtornada por uma vontade incontrolável, Gabi ajoelhou-se e depois de alguns beijinhos inocentes na glande inchada e rósea, tentou abocanhar aquela benga monumental.

Olavo e Nésinha divertiam-se com o esforço da menina em tentar de todas as formas, acolher aquela maravilha dentro de sua boquinha pequena de lábios finos. Ela chegou mesmo a engasgar dada a dimensão do instrumento, sendo ajudada por sua experiente tia que, ajoelhando-se ao seu lado, tomou a rola com a boca sugando-a com maestria elogiável. Gabi aproveitou para despir a tia, pois queria que ela também participasse da pequena orgia.

Depois de algum tempo, Nésinha fez com que sua sobrinha se deitasse no sofá e ordenou a Olavo que a premiasse com a melhor chupada de sua vida; o rapaz prontamente atendeu ao pedido da amiga, enterrando seu rosto entre as pernas da menina, ora chupando, ora lambendo e ora simulando uma penetração com sua língua adestrada. Gabi gemia como louca, dizendo para a tia como aquilo era gostoso.

Nésinha, que parecia estar no comando de tudo, ordenou que Olavo também chupasse e lambesse o cuzinho de sua sobrinha, levando-a a um novo e delirante estágio de prazer. Gabi estava em um estado de êxtase onde quase chegava a perder os sentidos, pois jamais sentira tanto prazer em toda a sua vida.

-Ai, titia! – dizia ela com voz entrecortada e respiração irregular – isso é muito bom! Delícia! Que macho tesudo é esse!

Nésinha divertia-se com a fala da sobrinha e ordenava que Olavo persistisse em sua tarefa de proporcionar prazer para a menina. Gabi, então, foi surpreendida por uma sequência de orgasmos que faziam seu corpo se contorcer, a respiração acelerar e o coração bater mais rápido. Nésinha tinha o olhar vidrado, como se ela também estivesse gozando junto com a sobrinha, e depois de algum tempo, ela achou que era chegada a hora de sua participação tornar-se mais ativa.

-Agora, Olavo! – ordenou Nésinha com a voz de quem tem o comando da situação – enfia essa rola quente na bocetinha da minha sobrinha e faz ela mulher de uma vez por todas!

Com a cabeça no colo da tia, Gabi viu o macho crescer diante dela, cobrindo-a com seu corpo másculo, enquanto segurava, com uma das mãos, a poderosa rola, apontando-a para a sua vagina.

Todavia, antes que ele pudesse completar o ato, Nésinha o interrompeu, dizendo que a pica precisava ser lubrificada mais uma vez, antes da penetração; ela, então, deitou a cabeça da sobrinha no sofá e aproximou-se da rola de Olavo, cuspindo nela, e lambuzando-a com uma das mãos, até concluir que tudo estava pronto. Retornou a sua posição inicial e ordenou que o rapaz continuasse.

Olavo levou a glande até a entrada da vagina de Gabi e enfiou-a lentamente, até sentir que a primeira resistência havia sido vencida. Gabi deu um gritinho sufocado, e Nésinha perguntou-lhe se desejava parar com aquilo; Gabi balançou a cabeça em negativa, implorando que Olavo prosseguisse. Juntos, tia e rapaz entreolharam-se e deram um risinho malicioso.

O rapaz deixou afundar a sua rola dentro da vagina de Gabi, tomando o cuidado de fazê-lo lentamente, e saboreando cada gemido e gritinho sufocado que a menina deixava escapar de seus lábios. Quando o instrumento descomunal do rapaz concluiu sua tarefa, ele quedou-se inerte por alguns instantes, permitindo que sua parceira se deliciasse com seu total preenchimento; pouco depois ele começou a bombar com movimentos cadenciados que foram tornando-se, pouco a pouco mais intensos e rápidos.

Gabi, que segurava seu parceiro pela cintura, não resistindo ao apelo da carne, levou as mãos até as nádegas firmes do rapaz apertando-as entre os pequenos dedos; Olavo sentiu a carícia e retribuiu-a com movimentos pélvicos ainda mais vigorosos, fazendo sua parceira gritar de tesão.

-Ai, titia – balbuciou a menina afogando-se de desejo – faz ele não parar … está muito bom … por favor … faz ele não parar … eu quero mais … Ahhhhhhhhhh!

Gabi gozou com louca, gritando e contorcendo-se debaixo da rola impoluta de Olavo que entrava e saía de sua boceta com movimentos cada vez mais frenéticos, pressionando todo o corpinho da garota e fazendo com que ela vibrasse debaixo dele. E os orgasmos sucederam-se, uns aos outros, quase enlouquecendo a garota que sentia sua vagina alagada e preenchida por completo.

Olavo anunciou que estava chegando ao seu limite e com certo esforço, perguntou para Nésinha o que fazer.

-Goza na boquinha dela! – gritou a tia, também ensandecida por aquela sessão de sexo sem limites.

Olavo acelerou ainda mais os movimentos e quando sentiu um espasmo percorrer sua espinha, tirou a rola de dentro de Gabi com um movimento que a fez gritar ainda mais alto, para, em seguida, ficar em pé, com a rola pendendo sobre o rosto da garota. Nésinha, incapaz de conter sua vontade de pegar naquele lindo pedaço de carne, tomou-o na mão, masturbando-o violentamente, até que o rapaz gozasse, urrando e ejaculando como um animal.

Os jatos quentes e viscosos projetaram-se para todos os lados e boa parte deles, lambuzou o rosto e o peito de Gabi, assim como também os peitos de Nésinha. Vencido pelo esforço, Olavo caiu de joelhos ao chão, sendo beijado e acariciado por ambas as parceiras.

Descansaram um pouco, até que Nésinha sugeriu um banho; todos correram para o banheiro e deliciaram-se com o jato de água sobre seus corpos, levando consigo o cansaço, o suor e o esforço, premiando-os com os milagres que a natureza revigorante pode proporcionar.

Mais tarde, as garotas se despediram de Olavo que partiu com um enorme sorriso nos lábios. Abraçadas, tia e sobrinha entreolharam-se e sorriram uma para outra.

-Gostou da surpresa da titia? – perguntou Nésinha para a sobrinha que tinha a felicidade estampada no rosto.

-Adorei, tia Né! – respondeu a menina sapeca – e … quando vai ter mais?

As duas caíram na gargalhada e depois de alguns minutos, Nésinha tinha a resposta na ponta da língua.

-Quando você quiser, minha querida … quando você quiser … minha aprendiz sapequinha!

Comendo a puta casada

April 23rd, 2015

Boa noite galera esse e meu primeiro conto entao vamos ao que interessa e dar prazer aos leitores.

Tudo aconteceu no ano de 2013 no mes de dezembro eu casado conheci uma mulher que me atraiu mt nessas redes socias acabamos trocando telefone e comecamos a conversar pelo famoso whats assim fomos criando afinidades e com isso as intimidades foram diminuindo trocamos fotos videos de ambos os dois se masturbando fora a putaria que rolava ai dps de quase um mes decidimos nos conhecer o primeiro encontro foi numa estacao de trem aqui em sao paulo passamos um bom tempo dando uns bjs e umas boas pegadas nas partes mais interessantes do nosso corpo eu como nao uso cuecas tive que me conter meu pau de 23cm ja estava estourando minha calca e a safada rebolava mt no meu pau ate cheguei a manchar a calca de porra por conta do tesao que rolava ai como o nosso tempo era curto marcamos no domingo de ir direto pro hotel.O grande dia chegou nos encontramos fomos direto pro hotel entramos no quarto ja nos agarando ela por sua vez.ja foi me despindo e se ajoelhando pra mamar meu cacete chupou parecendo que era a ultima rola do mundo e me fez encher a boca dela de porra na sequencia foi minha vez de retribuir despi ela todinha chupei o corpo dela todo e dps voltei na buceta ja toda ensopada e melada e cai de boca fiz ela gozar varias vezes socando minha lingua na buceta dela a esse ponto eu ja estava de rola dura e fiz ela pular no meu pau como uma puta faz dps fodi ela em todas as posicoes e no final gozei na buceta dela de quatro e cai na cama pra descansar pq ainda no msm dia comeria o cu dela tbm que era virgem e deixei todo aberto e cheio de porra e no banho comeria a buceta dela de novo gozaria nela quando o banho acabasse e deixaria ela ir pra casa toda suja de porra…Ela me disse que deu pro marido dela suja de porra fez ele chupar ela e trepou com ele pensando em mim,isso sem contar no video que eu fiz comendo ela e a propria mostrou pro corno e disse que era de uma menina da vila hj infelizmente nao temos mais contato foi em quanto durou saimos uma cinco vezes e todas as vezes eu nao gozava menos de quatro com ela.

Espero que vcs gostem tenho mais contos pra escrever tive mts aventuras em lugares loucos e com mulheres diferentes

Aquelas pernas me seduziram

April 22nd, 2015

Seguindo o modelo de todos os contos que já li começo falando um pouco da minha vida. Lembrando que tudo que está descrito aqui é a mais pura verdade, por isso não usei nomes para preservar as partes envolvidas.

Sempre fui muito recatada, desde a adolescência sexo era tabu. Casei-me e as coisas não mudaram muito. Sentia que minha sexualidade era apagada. Com a separação, depois de dois anos e meio casada, comecei a perceber as pessoas, foi quando vi aquelas lindas pernas, algo logo surgiu em mim, pois eu precisava fazer alguma coisa que me permitisse contempla-las. Mesmo ainda dividindo o teto com meu ex-marido, aprendi que na condição de separada e em comum acordo, já não estaria o traindo, não seria a esposa adultera e pecadora. Foi ai que surgiu a pessoa que é fonte de inspiração desse conto.

Vamos deixar de conversa e comecemos:

Nem ao menos sabia quem era, apenas conhecia seu nome, não tinha importância alguma, até aquelas pernas atravessarem meu olhar. Tentei disfarçar, mas não resisti, voltei o olhar e não disfarcei mais, queria que ele percebesse minha admiração, olhei demoradamente tentando fazer com que entendesse, ele sorriu, mas não deixou pista de que compreendeu minha maliciosa intenção.

Estava me desconhecendo, desde aquele dia, meus pensamentos eram levados para aquelas lindas pernas, musculosas e lisas. Procurava alguma forma de atraí-lo, precisava daquelas pernas, minhas mãos e minha boca sentiam necessidades. Não me contive e nem fiz esforço para isso, lancei um convite; um filme casual, na minha casa, no meu quarto, na minha cama e uma massagem, a melhor oportunidade para sentir meu objeto desejado. Nem sabia que gostava de pernas… Na verdade acho que gosto daquelas pernas…somente daquelas.

Convite aceito… Um jantar, um vinho, um bom papo, foram os aperitivos da felicidade que estava por vir. O filme era mero coadjuvante, mas ele estava lá pra representar. Assistimos na íntegra, sem pausas, apenas com umas breves traduções simultâneas. Terminado o filme o silêncio pairou, até que o pedido da massagem veio à tona. O coração disparou, chegava a hora dos desejos serem saciados, tocar aquele corpo, aquelas pernas sem nenhuma restrição. Logo ele tirou a roupa, ficando apenas com uma charmosa cueca, que ainda era Box, fui ao delírio, mas disfarcei, tratei com naturalidade, afinal, estava ali apenas um amigo.

Coloquei o creme na mão e comecei a massagem pelos pés, lentamente, mas meu corpo pedia pressa, tentava controlar para que ele se sentisse relaxado, mas meu corpo queria mais. Subi para as pernas e logo estava nas cochas malhadas, lisas e sensuais. Nessa hora não tive pressa, apenas tratei de sentar entre suas pernas pra que sentisse como estava minha calcinha; molhada de tanta excitação. Alisei mais do que massageei, confesso… Subi as mãos para o tronco e a excitação tomou conta do meu corpo, estava a ponto de atacá-lo, mas tinha que manter a postura. Pedi que virasse de costas e pude tocar aquelas cochas por trás, mais momentos de prazer. Já não conseguia mais controlar os desejos, e de súbito parei a massagem e sentei na cama, calada, ao ser interpelada respondi que aquilo estava mexendo com meus sentidos, ele perguntou o que deveria fazer, respondi: seja criativo e faça algo que me agrade. Fui agarrada rapidamente e direcionada para seu membro já duro, nossa que delícia, direcionei a massagem toda para ele. Achei que deveria melhorar, coloquei na boca e chupei demoradamente, alternando entre chupadas rápidas e lentas, por vezes fazendo movimentos circulares com a mão naquela cabeça rosadinha daquele delicioso pau. Escutava seus gemidos, ficava louca e sentia mais vontade de chupar, até que ele me puxou pro seu corpo, acariciando meu bumbum, lambendo meus seios, que tesão…estava puro prazer.

Pediu que eu ficasse de quatro e assim pude senti-lo inteiramente em mim, penetrava com volúpia, com força, bombava com vontade e eu só consegui gemer de prazer, sentindo meu corpo todo ferver, um tesão louco, diferente, como a muito tempo eu não sentia, não aguentei e gozei, mas ele se manteve firme, seguiu bombando, eu estava amando aquela trepada maravilhosa. Quando menos espero sinto sua língua, lambeu loucamente minha boceta, mais uma vez não aguentei e gozei acompanhado de gemidos que entregavam meu prazer. Nunca havia gozado com uma chupada, isso me fez ir as alturas. Dava palmadas na minha bunda, o que fazia com que me sentisse a mais safada das mulheres. Voltou a bombar forte, a posição era maravilhosa, de quatro é minha preferida. Ele parecia incansável, até que me puxou rapidamente para seu pau e me fez sentir seu gosto, o gosto do seu gozo, lambi deliciosamente tudo aquilo e cai na cama exausta e realizada.

Cada vez que lembro daquela trepada me arrepio de tesão. Ainda bem que tivemos outra oportunidade, mas essa relato depois, em outro conto…

Por: SBS

Na viagem

April 21st, 2015

ola AMIGOS!

Eu sou a cicinha sou mulata 1.60, seios médios bumbum arrebitadinho, que carinhosamente é chamado de PRECIOSA!

Eu e o maridão sempre conversamos a respeito de transa a tres e ele adora me ver transando com outro homem, combinamos em viajar e não foi possivel viajamos no mesmo dia um imprevisto que foi o imprevisto mais gostoso.

Então viagei primeiro e dois dias depois ele viajou, aí começa uma TRANSA na VIAGEM!

O maridão me levu no Aeroporto do galeão com destino a Salvador, duas horas depois estava em Salvador, e o maridão somente dois dias depois chegaria, confesso fiquei muito triste ma entendi o imprevisto.

Na viagem sentada na janela, ao meu lado um HOMEM muito BELO e sex por que não dizer.

Ele. Viajando só?

Eu. É o maridão não pode vir , um imprevisto.

Ele. Sorriu e disse: Fosse qual fosse o imprevisto não deixaria uma MULHER como vc viajar só e sorriu.

Eu. na hora entendi que era uma cantada, e disse é mas infelizmente aconteceu.

Ele. e o maridão vem te encontrar quando ?

Eu. Daqui a dois dias.

Ele. dois dias vc vai ficar só esse tempo todo, isso é uma injustiça.

Eu. que cantada mas boba, mas estava gostando, ele era uma TESÃO. disse passa rápido

Ele. não passa mesmo, só tem uma maneira de se passar dois dias rápidos demais.

Eu. como /

Ele . Bem namorando e riu?

Eu. É verdade, passa mesmo. em seguida ouvi para colocar o cinto pois já estariamos descendo.

Ele . viu já chegamos em Salvador, e falou posso colocar seu cinto?

Eu, sim pode sim.

Ele . então colocou o cinto tendo o cuidado de colocar as mãos sobre meu ceio e disse são deliciosos?

Eu. deliciosos? como ? se vc não saboreou e sorri?

Ele. Hum, não saborei mas tenho certeza que são?

Eu, bem o maridão adorar me ver sendo bulinada,?

Ele É mesmo?

Eu . sim é sim?

Ele. então podemos resolver esse caso de seu maridão.

Eu. posso te confessar uma coisa?

Ele. sim

Eu. nao quero nem que ele saiba, pois quero estar com vc e sem ele.

Ele . Sorriu

Chegando em salvador fomos para meu hotel, e lá passamos dois dias maravilhosos e nunca mais vi o HENRIQUE, , quando o maraidão chegou contei pra ele e ele ficou furiosos poque não estava presente, me deu muitas palmadas em meu bumbum, mas mostrei pra ele a marquinha que o HENRIQUE deixou em meu seio.

Quem quiser receber essa foto o maridão deixou ou seja liberou a foto.

Ah! o que o HENRIQUE fez? TUDO, tudinho.

Beijos

CICINHA!

Encontro com CHEFE em casa

April 20th, 2015

Olá!

Tudo isso se deu, Foi aquele ANO NOVO!

Onde me tornei CORNINHO.

Amigos quero aqui contar a TRANSA de minha DELICIOSA ESPOSA co o chefe dela em nossa casa.

Sempre em nossas transas falávamos em uma terceira pessoa em nossas transas, sempre que estávamos transando e que criávamos uma terceira pessoa a nossa transa ficava muito deliciosa.

Compramos um vibra e em nossa brincadeiras o JUNIOR assim o vibra ficou batizado faria o papel de uma terceira pessoa.

Bem minha delicinha vamos chamar aqui de CICINHA pois é assim que seu chefe a chama.

Mulata,kg, cabelos cabelos cacheados olhos negros, Seios médios, bumbum Arrebitadinho.

Bem certo dia nossa transa estava como sempre uma delicia, perguntei vc queria que esse vibra fosse real, ela sorriu e disse queria sim, perguntei e quem vc queria que fosse? ela sorriu e não disse quem ela queria que fosse.

Em todas nossas transas perguntava quem ela queria que estive ali, para gozar quentinho dentro dela? e um belo dia en uma dessas transas ela disse, queria que fosse o ARA? Abreviatura do nome de seu chefe disse é mesmo, ela disse sim!

Continuamos e em seguida deitado ficamos conversando sobre o assunto.

Ela – Tenho tesão por ele

Eu – poxa legal. ele dá em cima de vc.

Ela – sempre .

Eu – e vc,

Ela – sempre saio pela tangente.

Eu – Vc gostaria mesmo?

Ela – Sim gostaria sim!

Eu – Então vamos ver isso para realizar essa fantasia?

Ela – Tenho medo.

Eu – do que vc tem medo?

Ela – de comentar com outras pessoas.

Eu – compreendo, mas vc quer?

Ela – Sim quero sim

Eu – como é essas investidas dele.

Ela – sempre me convida para almoçar.

Eu – vc sempre dá uma desculpas.

Ela – já almoçamos juntos com os colegas da seçaõ, ele sempre senta perto de mim.

Eu – então vc vai ter que facilitar um desses convites

Ela – eu sei!

Eu – Quando ele te convidar vc aceita e diz é só almoço sem sobremesa, ele vai entender que não terá que sair para outra coisa, ele ficará com muito tesão por vc.

Ela – Ok!

E em nossas transas o Ara passou seu a terceira pessoa, até que um dia ela disse para pegar o Ara na gaveta, não mais chamando de Junior. Alguns dias depois ela chegou dizendo que ele a tinha convidado para almoçar,

Ara – Vamos sair para Alomoçar Cicinha.

Ela – Não sei, acho melhor não.

Ara – Insistiu no convite

Ela disso disse melhor não, vamos combinar outro dia ok?

Ara – Amanhã o que vc me diz?

Ela – quem sabe depois de amnhã?

Ara – Combinado.

Ela – falei quem sabe/ e é sem sobremesa só almoço ok?

Ara – Sabe depois de um bom almoço uma bela sobremesa vai muito bem.

Ela – Sorriu e disse sei, sem sobremesa.

Chegando em casa ela disse tenho noticias do Ara. É mesmo, ela mesmo ele me convidou para almoçar amanhã, disse que não mas disse quem sabe depois de amanhã, ele entendo que era sim e disse ok? , falei que era sem sobremesa.

Nessa noite transamos como nunca tínhamos transado.

Bem ela me pediu para que eu a DEPILASSE, o perguntou como deveria se vestir.

Bem a DEPILEI, e ela no dia colocou um Blase com saia de cor BRANCA e uma blusa cor da pele transparente.

Na Empresa ele não deixou de tecer comentários elogiosos, e disse hoje então vamos almoçar?

Ela disse , podemos sim, mas só almoçar ok?

Então no horário era costume alguns funcionários sair para almoçar.

Ela – que restaurante vamos?

Ara – Bem vc quem sabe, se vc quiser podemos ir em um bem reservado, vc quer?

Ela – Não quero, quero ir só almoçar e conversar ok?

Ara – Ok.

Entao no Restaurante ele rasgou elogio e disse vc está uma GATA!

Ela – sorriu e fez um som de miado

Ara – Gostei desse miado e continuou e disse vc costuma miar assim sempre?

Ela – Sorrindo disse, só em momentos especiais que faço isso.

Ara – Se vc tirar esse blase o que acontece?

Ela – Vai aparecer meus seios e vc sabe disso.

Ara – eu sei que vai , e gostaria muito de velos,

Ela – vc não é fácil? e sorriu, e disse hoje nós vamos almoçar ok?

Ara – Hoje é só almoço?

Ela – sim só almoço.

Ara então vc estar dizendo que outro dia poderá alem do almoço ter uma boa sobremesa?

Ela – Não disse isso, falei que era só almoço. e em dados momentos ele colocava as mãos em minhas pernas e eu sempre tirando.

Ara – Tira um pouquinho só esse blase?

Ela – se eu tirar nada vai acontecer ok?

Ara – Ok.

Ela – Tira por alguns segundos o blase e logo coloca de volta.

Ara – São belos, muito belo seus seios.

Ela – pronto, agora vamos para a empresa ok?

Ara – Sim ok?

Bem chegando de volta a empresa no estacionamento ele pergunta: Cicinha vamos almoçar outro dia? não sei.

Bem chegando em casa ela me contando disse, que na realidade queria muito ter saído , pois estava toda molhadinha de tesão, o Homem que ela sentia tesão estava diante dela com autorização do maridão.

Mas a nossa fantasia era que a transa fosse em nossa casa onde nós três participaríamos.

Então dias após esse almoço ele sempre a convidando para sair, ela disse: Sabe vc quer comer uma sobremesa, não quer?

Ara – Sim eu quero sim.

Ela – Então será em minha casa ok?

Ara – e seu marido?

Ela – O que tem meu marido? ele não vai se incomodar.

Ara – Não?

Ela – Não.

Ara – mas ele não estará em casa .

Ela – Lógico que não seu bobo.

Ara e quando então?

Ela – Sábado ele não estará em casa , vc leva alguns papeis para os vizinhos não perceber nada ok?

Ara – Sim vou levar um Envelope.

Ela – sim estarei te aguardando então

Ara – Ok.

Bem chegando em casa a Cicinha me contou o que tinha combinado, tínhamos quatro dias para combinar como fazer, no dia seguinte do combinado o Ara falta tres dias, ele disse vou fazer uma contagem regressiva, ela sorrindo eu também estarei fazendo essa contagem.

Chegando no Sábado na hora marcada tocou o Interfone, mas antes tínhamos combinado que ela colocaria a roupa que ela fora almoçar com o ARA. Não atendi o interfone e fui direto no portão, quando ele me viu, ficou mudo por instante e disse vim trazer uns documentos que a Cicinha pediu, sem problema, entra , ele relutando disse não e continuei entra camarada, e Cicinha vem te atender oK?

Na sala disse espera aí um pouquinho só ok?

Ara – Disse sim.

Eu – dei uma saída e peguei uma garrafa de vinho e abrimos e servi a ele e relutando dizia , naõ quero , mas servi e brindamos.

Ara – eu só quero entregar esse envelope a CICINHA.

Eu – ela já vem, um minuto vou falar com ela ok?

Ara – tá ok?

Então fui no quarto ela estava se aprontando e perguntou como ele estava, disse nervoso, mas estou servindo um vinho a ele e daqui a pouco ele vai ficar mas a vontade, na realidade, nós três estávamos tensos rsssss. E eu disse a cicinha vou dar mas vinho para ele, ela me disse quando ele estiver mas tranquilo me diga.

Retornando a sala falei para o Ara, ela esta se aprontando, estava no banho.

Depois de duas taças e meia de vinho fui ao quarto e disse eu acho que ele esta mais calmo, e ela me perguntou vc vaqi ver como foi no almoço , vou tentar reproduzir. eu disse estou ANCIOSO, ela sorriu e disse quero muito transar com esse homem, eu disse vc transar sim

Já na sala bebendo, a porta se abriu e ele acompanhando a sua vinda pelo corredor, a Cicinha sentou ao seu lado deu um beijo em seu rosto e falou vc trouxe os documentos?

Ara – disse sim! entregou e disse já vou.

Ela – Não porque? Me oferece um taça de vinho, só vcs dois vão beber

Ara – eu te sirvo.

Eu – Não deixa que eu a sirvo ok? Então de pé oferecemos um Brinde.

Ela – A sua vinda aqui.

Ara – Sim.

Bem após brindarmos a Cicinha colocou a sua mão direita em sua coxa esquerda e disse, vc lembra dessa roupa?

Ara – Bem vc sempre coloca roupas diferentes para ir para empresa?

Ela – Nãoessa aqui passou ser especial para mim? sabia?

Ara – é engolindo em seco disse é mesmo?

Ela – Sim quando saimos para almoçar , então ela pediu para segurar sua taça de vinho , se levantou e tirou a blase, e falou vc queria muito que eu a tira-se, me lembro quando vc disse seus seios são belos, e pegou a taça de vinho de sua mão e colocou na mesa de centro e pegou em suas mãos e colocou em seus seios, ele ficou me olhando e ela disse nós queríamos que fosse aqui, pois essa é nossa fantasia, sempre tive um GRANDE TESÃO por vc, e vc está realizando essa nossa fantasia.

Bem a parti daí transamos muito gostoso, e eu não preciso dizer detalhes de nossa transa como foi, pois eu sei que vcs entenderam tudo que rolou, apresentamos o Junior ao Ara que depois passou a ser chamado de ARA , e até hoje transamos gostoso, já fazem 10 anos, hoje estamos com 51, 51 e 55 anos

Espero que tenha gostado de nosso conto!

Abraço aguardo comentários.

Fotos através do email lombardby_rio@hotmail.com

Relatos dos tempos da escravidão

April 19th, 2015

Sou descendente de uma família de brancos que tinha/tem várias propriedades no interior do país, especialmente nos estados de SP e MG. E é por isso que não vou me identificar para evitar quaisquer constrangimentos com minha família. Meus antepassados chegaram ao Brasil por volta de 1750, no início do ciclo do ouro e rapidamente fizeram fortuna, compraram várias propriedades, minas e, consequentemente, escravos. Quando eu tinha 13 anos meus pais resolveram reformar uma das sedes das fazendas de MG para que se transformasse em atração turística, pretendendo lucrar um pouco com a história do Brasil atraindo turistas. E foi num dia em que estávamos visitando as obras que me deparei com algo que me intrigou: encravado na parede do quarto principal da sede, um pequeno caderno estava escondido. Apesar do tempo que ficou lá escondido, ainda estava em condições de ser manuseado e lido. Era o diário do meu bisavô onde havia vários relatos do dia a dia da fazenda e, entre eles, suas “experiências sexuais” com as escravas da senzala. O caderno acabou ficando com a minha família e hoje está em meu poder. Transcrevo, agora, parte do que está escrito. Claro que vou usar nossa linguagem atual, porque ninguém merece sofrer tanto para ler como eu sofri para aprender e entender o que está escrito no diário. Por isso, peço desculpas de antemão pelo palavreado usado, visto que são fatos ocorridos em pleno auge da escravidão. Vamos lá:

Data 23 de fevereiro de 1800

“Dia normal na sede. O negrinho esteve na sede e informou da morte de mais um maldito crioulo. Era o Nestor, preto forte, carregava pra mais de 3 sacas no lombo. O prejuízo é de 1200 réis. O negrinho me falou que o Nestor estava engraçado de uma crioulinha da senzala e que pode ter sido envenenado pelo pai da neguinha, o Eulálio. Se foi isso mesmo, arrebento esse preto no tronco. Mando chamar o Eulálio até o parlatório. O Eulálio negou tudo, mas disse que o Nestor queria desonrar a neguinha que diz ser dele. Mando ele embora e ordeno o feitor me trazer a neguinha. Quero ver se é boa reprodutora.

A neguinha chegou olhando para baixo. Acho que deve ter uns 16 anos. Mandei ela me olhar na cara e vi que a pretinha tinha cara de menina ainda. Mandei tirar os trapos para ver a anca. A menina não quis. Mandei de novo. Ela não quis. Na terceira acertei-lhe um tapa no rosto e a joguei no chão. Ela caiu de quatro e do jeito que estava, rasguei aquele trapo. O que vi foi uma bundinha pequena com uma buceta sem pelos. De quatro, como estava, ela ficou. Senti meu pinto mexer por debaixo da calça. Ainda que minha senhora estivesse em casa, há muito tempo havia me obrigado a prometer não descabaçar mais nenhuma negra. E já estava sentindo falta de fazê-las chorar no meu colo. O relógio ainda marcava cinco horas da tarde. Ainda tinha tempo.

A negrinha, de quatro e pelada, chorava. Tranquei a porta do parlatório e ordenei que ninguém me incomodasse. Sentei-me na cadeira, tirei o pinto para fora e chamei e crioulinha. Mandei que viesse rastejando como uma cadela, porque é isso que ela era. Ela veio e apontei meu pinto para sua boca. Chorando, começou a chupar. A crioula já devia ter feito isso antes na senzala ou nas festas da capoeira. Antes que eu gozasse, mandei que abrisse bem a pernas. Se não fosse cabaço, ia para o tronco. Para sorte dela, o cabacinho ainda estava lá.

Ainda sentado, mandei que encaixasse aquela boceta fedida no meu pau e me fizesse gozar. Ela não se moveu. Mais um tapa na cara, agora do outro lado. O olho esquerdo inchou. Mandei novamente e ela, relutando, encaixou aquela boceta apertada na cabeça do meu pau e começou a descer. Desceu um pouco e subiu, gritando de dor. Segurei nas ancas, forte e em uma estocada só, cravei-lhe meu pinto em suas entranhas. Ela gritou, alto, e o sangue escorreu pelo meu pau. A cada grito, mais forte estocava. Na quinta estocada, enchi-lhe a boceta de porra. Fiz com que saísse do colo e me limpasse com a boca. Eu não colocaria a mão naquela sujeira feita pela crioula. Olhei para o relógio. Seis horas. A senhora já me chamaria para o jantar. Ordenei que a crioula saísse e que me encontrasse amanhã no mesmo horário para que eu pudesse descabaçar seu cu. Me levantei e fui jantar. A noite, fodi com minha senhora novamente.”

Minha negra Maravilhosa

April 18th, 2015

Olá pessoal

Este é meu primeiro conto, a muitos anos sou leitor da Sexycontos, Hoje decidi relatar o que aconteceu comigo,

Sou branco, olhos verdes, 70 kg, 30 anos, 1,74 altura, não sou do tipo malhado, porque não frequento academia, mas ainda assim sou muito admirado pelas mulheres.

Vamos ao que interessa, adoro mulheres mais velhas, e desde que pensem Mulheres como objeto de desejo sempre quis as mais velhas e mais fortes, a aproximadamente 5 anos atrás, comecei a conversar numa sala de bate papo uol com uma mulher que se dizia seria e não queria nada com ninguém na sala, quando ela disse isso fiquei mais interessado ainda nela, comecei a conversar com ela e pegar confiança depois de uma semana entrado todo dia com mesmo nick e na mesma sala consegui a descrição dela, ela é negra, 1,75 alt, 80 kg, 39 anos, nossa ai já fiquei doidinho pra conseguir mais dela, ai mais alguns dias e descobri que ela morava aqui a minha cidade, o que me deixou mais interessado ainda nela ,era época de fim de ano estávamos no mês de novembro e eu ainda so estava conversando com ela pela sala de bate papo ela dizia que eu era muito novinho pra ela e que não teria chance de nos conhecermos mesmo porque ela tinha acabado de sair de um relacionamento de 5 anos e não estava muito bem pra novos relacionamentos, pedi pra ela me add no msn dela que e queria pelo menos ter a oportunidade de conhece-la por foto e para minha alegria ela aceito quando vi suas fotos literalmente babei era uma coroa maravilhosa cm tudo em cima, peitos durinhos boca carnuda e uma bunda grande e deliciosa, a partir dai fiz mil elogios pra ela, fui conquistado a amizade e cada dia mais a confiança daquela negra maravilhosa, foi passando o tempo e cada dia eu estava mais perto de encontra-la pessoalmente finalzinho de dezembro finalmente ela cedeu e aceitou marcar um encontro marcamos para 01 de janeiro , ainda faltava uma semana que parecia uma eternidade, mas enfim chegou o dia quando cheguei no endereço combinado era a casa dela apertei a campainha e ela veio abrir o portão me convidou pra entrar, que mulher maravilhosa ela realmente é estava toda cheirosa com o corpo meio molhado por ter saído do banho as pressas, não resisti aguarei ela colei o corpo dela ao meu e dei-lhe um longo beijo que ela não resistiu apesar do susto inicial ao meu ataque, uns amassos e uma bela alisada em todo o corpo daquela negra deliciosa, e logo estávamos na cama dela onde apreciei cada pedacinho do seu corpo ambos estávamos loucos um pelo outro, descobri nela uma mulher capaz de tudo a cama e eu como adoro chupar uma mulher por inteiro não poderia deixa passar essas delicia passamos horas de puro prazer satisfazendo nossas fantasias um o outro no primeiro dia daquele ano.

Comendo a Feia.

April 17th, 2015

Olá eu sou o Calton… O negão Africano, mas podem me tratar por Seven. Este é o segundo conto que publico.

Indo direto ao assunto: Era uma sexta feira normal, sair com amigos e tomar uns copos.

Eramos tres amigos que do nada recebemos um convite de um amigo em comun que tava dando uma festa em casa.

Foi só falar que tinha mulher la que a gente topou logo.

Chegamos la o ambiente tava bom, alcool e um mix de mulheres, porem a maior parte tava aconpanhada, outras eram daquelas putas taradas que so dao pra quem tem caro ou muita grana.

Nós eramos carta fora do baralho, tres negrinhos que dividem grana p abastecer o carro.kkk…

Auto estima elevada nos misturamos, e nos demos bem por saber dançar e ser bm sociais. Amizade a parte cada um acha sua putona e come. Nao demorou e vi um dos meus amigos beijando uma garota que nao lembro bem como era, so prestei atençao no enorme bum bum avantajado.

Acho que ele trepeu…. voltando a mim eu tava, dançando com uma gostosa muito estravagante.

Ja nao lembro do nome, mas era Clara, coxas grossas, labios carmudos que so de velos da vontade de fode-los, a tatuagem no pescoço chamava atençao juntamente com o corte de cabelo Estilo Rock(Pink) e as permudas que marcavam a bubuta (vagina), decotando um grande V. Acho que se eu fosse mulher iria querer come-la tbm.

Enfim Procuramos um cantinho bem escurinho da casa, onde nos beijavamos fogosamente, Na verdade ela beijava mal. Mas o tesao era demais. P nao deixar que a chama esfria-se fui metendo os dedos na sua bubuta que como imaginava tava enxarcada.

Ela me surprendeu quando tirou a bermuda e afastou a calcinha fio dental do caminho e ja punhetava meu caralho com um ar safado de admiração pela grossura.

Eu ja tava de short baixado e logo que ia colocando o preservativo, estranhei quando ela deitou fora e insistiu que queria ser comida sem casca. Recusei, mas logo que comecou o boquete eu ja nao falava nada.

Tava bem dsconfiado pois somente nos vimos tres vezes e na primeira foda ela nao quer camisinha. Comecei a fode-la gostoso na boca enterando ate o gargalho e gozei la mesmo.

Ela me chingou e tossiu mas engolio boa parte.

Ficamos dscutindo sobre fuder com a camisinha q ela imsistiu tanto p comer sem, que a deixei la mesmo… foi dficil mas foi o certo( aqui ta cheio de doenças do sexo) nao da p ariscar.

Enfim voltei p festa chreio de tesao e querendo comer algurm. Tentei uma outra garota mas o papo nao colou.

Depois de mais cerveja fui usar o banheiro que tava trancado e com fila enorme. Como tava muito apertado sai de fininho e fui fazer uma mijada num local isolado atras da casa. Chegando la vi uma garota inclinada que terminado de urinar…

Parei fingindo que nao vi nada. Ela disse, deixe de ser bobo vce pode olhar. Aproximei e vi que ela tava falando serio. Aquilo me deixo bem teso mesmo, iluminei com o celular e vi uma buceta muita escura, depilada e no meio de pernas tao claras que pareciam camarao frito.

Aproveitei p ver a cara, e vi que era a vizinha do dono da festa. Uma garota que tem um rosto bonito, mas todo corpo nada que se aproveita… magrela demais.

Enfim era feia excluindo o rosto. Tava resando p que ninguem me visse ali. Ela deitou-se no relvaldo e de tao bebado que tava so dizia me fode vai. Mete o bicho aqui puto.

Do resto foi facil, foi simplesmente subir e começar a bombar… Fudi a garota com tanta força que parecia que a violava, ela tava adorando acmpanhava a foda com movimentos curvos que nunca havia visto. dava gemidos baixos como se estivesse gritando para dentro. Quis come-la na posiçao dog-style, mas ela me jogou e veio por cima me dando pulos gostosos que quase me faziam gozar.

Mas tinha que dar mais de mim pois so havia restado a camisinha que vestia. A joguei e fui comendo com a minha famosa rapidez apoiando-a o murro.

Estocadas rapidas e fortes a fizeram gozar. Sem demoras me livrei da casca e fiz questao de esporar no seu corpo magrelo. Nem fodi os peitos de tanto serem pequenos. Mas gostei da foda tanto que meu caralho cntinuava duro e foi acalmado com punhetas e boquete naquela boca pequena mas que entrava tudo uau.

Depois das fodas limpo o esperma dos nossos corpos com as calcinhas…amo fzer isso.

Abrasos amigos e amigonOlá eu sou o Calton… O negão Africano, mas podem me tratar por Seven. Este é o segundo conto que publico, obrigado no feedback no conto anterior.

Indo direto ao assunto: Era uma sexta feira normal, sair com amigos e tomar uns copos.

Eramos tres amigos que do nada recebemos um convite de um amigo em comun que tava dando uma festa em casa.

Foi só falar que tinha mulher la que a gente topou logo.

Chegamos la o ambiente tava bom, alchool e um mix de mulheres, porem a maior parte tava aconpanhada, outras eram daquelas putas taradas que so dao pra quem tem caro ou muita grana.

Nós eramos carta fora do baralho, tres negrinhos que dividem grana p abastecer o carro.kkk…

Auto estima elevada nos misturamos, e nos demos bem por saber dançar e ser bm sociais. Amizade a parte cada um acha sua putona e come. Nao demorou e vi um dos meus amigos beijando uma garota que nao lembro bem como era, so prestei atençao no enorme bum bum avantajado.

Acho que ele trepeu…. voltando a mim eu tava, dançando com uma gostosa muito estravagante.

Ja nao lembro do nome, mas era Clara, coxas grossas, labios carmudos que so de velos da vontade de fode-los, a tatuagem no pescoço chamava atençao juntamente com o corte de cabelo Estilo Rock(Pink) e as permudas que marcavam a bubuta (vagina), decotando um grande V. Acho que se eu fosse mulher iria querer come-la tbm.

Enfim Procuramos um cantinho bem escurinho da casa, onde nos beijavamos fogosamente, Na verdade ela beijava mal. Mas o tesao era demais. P nao deixar que a chama esfria-se fui metendo os dedos na sua bubuta que como imaginava tava enxarcada.

Ela me surprendeu quando tirou a bermuda e afastou a calcinha fio dental do caminho e ja punhetava meu caralho com um ar safado de admiração pela grossura.

Eu ja tava de short baixado e logo que ia colocando o preservativo, estranhei quando ela deitou foraas.

Nao dscriminem as feias, mas valorizem as gostosas….fui.

Minha esposa se libertou e agora quer engravidar

April 16th, 2015

Ola, este e meu primeiro conto aqui neste site. Relutei muito pra contar mas dessa vez depois de muito ler eu vou contar minha experiência com minha esposa. Tenho 43 anos, 1,75 e 85kg…minha mulher, 46 anos, 1,63 e 61kg. Ela sempre chamou muito atenção devido aos seios fartos e sua bunda. Percebia alguns anos atras que os homens olhavam para ela desejando e focando sempre nos seios, ela ficava sem graça mas ao mesmo tempo deixava olhar mais. Pois bem, no começo fiquei bravo mas ao longo do tempo aquilo começou a me excitar. Sendo assim, comecei a presentear ela com blusas decotadas e saias cada vez mais curtas. Ela não entendia mas ao mesmo tempo não relutava em usar. Foram anos vendo ela sendo devorada com os olhos por outros homens. Aquilo me deixava louco! Depois disso comprei um vibrador e quando transávamos eu percebia q ela sempre procurava o vibrador pra usar junto. Um dia eu perguntei se ela tinha vontade de outro homem. Sua resposta foi não, mas ao mesmo tempo senti q ela ficou excitada. Entao, comecei a falar em nossas transas que gostaria de ver ela sendo pega por outros homens…aquilo a excitava demais. Ate que entao, depois de muito pedir, ela topou. Disse que tinha um cara que sempre ficava olhando pra ela na rua de casa quando passava pra comprar algo na padaria. Quando soube quem era fiquei excitadissimo. Era um negro, 1,87 aproximadamente. Na hora queria ver minha mulher branquinha, pequena, sendo enrabada por um negro. Apos muito ensaiar, um dia ela saiu sem sutiã e sem calcinha. Fiquei olhando de longe ela passando e propositalmente ela começou a provocar o negro. Ele ficou sem ação e ao mesmo tempo começou a passar a mao no pau mostrando pra ela. Não tive duvidas, ela ia dar pra ele naquele dia! Voltei pra casa e depois de algum tempo entra ela e o negro juntos. Sem nenhuma palavra, ela foi beijada, cheirada, apalpada e depois de alguns minutos ja estava de joelho com um pau negro e grande na boca. (depois ela me disse q foi o maior pau que chupou ate hoje). O negro pegava ela como se fosse uma boneca…..meteu a rola na buceta dela e quando olhei me assustei pois ele estava sem camisinha. Como ela era inexperiente na mesma hora eu reclamei mas ela mesma pediu pra deixar ele fuder sem camisinha. Eu sabia que ela tomava pilula mas ao mesmo tempo tinha medo de algo dar errado. Tarde demais! O negro encheu a buceta dela de porra 3x. Depois que estava toda gozada, ele virou ela e disse que queria o cu dela. Prontamente ela empinou a bunda e disse: Vem gostoso, mete essa rola preta no meu cu que ja ta piscando de vontade. Fiquei alucinado, vendo minha esposa sendo vadia de outro. Durante horas ele meteu no cu dela e me mostrava como estava inchado, vermelho e arrombado. Ela em nenhum momento reclamou. Depois dessa foda, eles saíram varias vezes comigo e sozinhos. Um dia ela volta pra casa as 3 da manha, me acorda e diz que o negro tinha levado ela pra fuder com mais 4 amigos. A primeira pergunta foi se tinham machucado ela, com o não como resposta ela apenas tirou a roupa e mostrou que arrombaram ela como nunca. Também disse que tinha 1 dos caras que havia chamado a atenção dela e que sairia com ele novamente. Depois de algumas semanas, eles marcaram e saíram sozinhos. Na volta ela me disse que ele era muito gostoso e que queria ele como amante fixo pedindo minha permissão. Disse que sim e que poderiam trepar na nossa casa mesmo. Varias vezes cheguei em casa e peguei ela de 4 gemendo com a rola do G. na buceta ou no cu. Ate que um dia ela me disse q tinha parado de tomar pílulas e que estava tentando engravidar do G. Não acreditei no que estava ouvindo, mas aceitei! Queria ver minha esposa correndo o risco de ficar gravida do amante. Ate hoje tentam mas ainda não conseguiram. Ela passou a trepar com ele diariamente e as vezes ele traz alguns amigos pra fuder ela junto. Espero que no próximo conto ela ja esteja gravida pra contar pra vocês.