Archive for the ‘Uncategorized’ Category

TRANSA PERIGOSA

Friday, May 15th, 2015

Mais uma transa da minha mulher e seu amante.

Todas as que já haviam acontecidas, foram em motéis, mas a que contarei agora, foi diferente e em local, digamos público.

Era de noite. Eu, minha mulher e o Sergio, fomos em um bar para beliscarmos um aperitivo e bebermos. Nem um de nós, é de beber muito, apenas o normal, mas nesse dia, minha mulher resolveu tomar caipirinha de vinho, bebida que ela adora. Provavelmente ela estava pretendendo algo, mas não falou nada. Minha esposa tomou 3 caipirinhas e ficou bem alegrinha.

Depois de umas duas horas no bar, saímos e ficamos dando voltas na cidade. Eu dirigia, minha esposa ao meu lado e o Sergio no banco traseiro. Por sugestão da minha mulher, me dirigi até a BR. Como o movimento da estrada estava relativamente fraco e a escuridão, a safada da minha mulher pulou para o banco de trás, para ficar junto com o Sergio. Aí a coisa começo à esquentar. Os dois se beijavam e se amassavam. Em poucos minutos, percebi que a ordinária da minha mulher, estava abrindo a calça do Sergio, tirando seu pau pra fora e começou a chupa-lo. Eu só ouvia o barulho das chupadas e o Sergio gemer.

Minha mulher estava de saia, assim a safada só tirou a calcinha e foi se ajeitando no colo do Sergio.

Eu quase nem conseguia dirigir, de tanto tesão em ouvir os sons no banco de trás e sabendo o que acontecia, mesmo sendo bastante escuro, clareando com a passagem dos carros por nós.

Minha esposa cravou o cacetão do Sergio em sua buceta e ficou cavalgando nele. Os dois não paravam de gemer, principalmente minha mulher, pelo fato do pau do Sergio ser grande. Acho que andamos mais de 40 kms, onde os dois só fodendo.

Em certa altura, já no auge da trepada, minha mulher gozou a 1ª vez. Nem 3 minutos depois, veio o 2º gozo dela. O Sergio só metendo e judiando da buceta dela.

Quando minha mulher disse ao Sergio, que era para ele gozar dentro da buceta, tentei a todo custo encontrar um local mais seguro para parar o carro. Fiquei a uns 300 mts de um posto de combustível, debaixo de algumas árvores.

Deixei o carro ligado mesmo, para uma eventual saída rápida. Liguei a luzinha interna do carro, assim podia visualizar melhor. Mesmo com pouco espaço, minha mulher cavalgava forte no cacetão do Sergio. Ele, aproveitava a posição favorável que tinha, enfiando um dedo no rabinho da safada. Assim ela gemia mais ainda. Foi no momento que o Sergio meteu dois dedos no cuzinho e minha esposa atolou de vez o pau na buceta, foi que que o Sergio começou a gozar dentro da buceta. Eu fiquei maluco de tesão, por saber que a buceta da minha mulher ficaria cheia de porra.

Eu olhava pros lados para me certificar que estava tudo bem, mas não queria perder de ver quando o pau do Sergio saísse pra fora.

Minha esposa havia deixado sua própria calcinha para limpar, se necessário. Quando o cacetão já mole foi saindo de dentro da buceta toda gozada, saiu também uma boa quantidade de porra, deixando a buceta toda melada e esbranquiçada.

Refeito um pouco do cansaço, ela usou a calcinha para se limpar. Assim que ela sentou, em menos de meio minuto, a safada fez questão de mostrar ao Sergio e principalmente pra mim, mais um tanto de porra que estava dentro da buceta e escorreu pra fora. Atitude de puta mesmo, mas muito excitante.

Na volta pra casa, pedi ao Sergio que voltasse dirigindo. Aí foi minha vez de ter minha recompensa. Minha mulher ficou chupando meu pau, até eu gozar na boca dela. Meu tesão era tanto, que os jatos que soltei por primeiro atingiram a garganta dela, que minha esposa se engasgou, fazendo aquele barulho típico de boca cheia de porra.

Foi uma foda muito boa e diferente, que valeu à pena o risco que corremos.

Traindo o meu marido com um garotão

Thursday, May 14th, 2015

Olá, meu nome é Rejane, sou servidora pública. Tenho 41 anos, casada há 20 e moro em Porto Alegre. Adoro ler os contos deste site, alguns são bem apimentados e muito excitantes. Como eu nunca vivenciara algo legal, que merecesse um relato publicado, eu ainda não me atrevera a escrever. Porém, no início de 2011, passei por uma experiência muito agradável e achei por bem compartilhar com os leitores.

Antes, gostaria de situá-los em alguns detalhes de minha pessoa. Sou morena, cabelos pretos e tenho 1,74 de altura. Há cerca de 04 anos, fiz implante de silicone nos seios, o que me permitiu poder usar blusinhas bem decotadas e provocantes. Pratico natação e yoga para me manter em forma e conservar os 63 kg muito bem distribuídos. Modéstia a parte, tenho um corpo muito bonito e me sinto muito satisfeita com ele. Além disso, gosto de usar calças bem justas e sapatos de salto alto, pois valorizam muito meus quadris e, obviamente, meu bumbum. Quando saio, sinto que as pessoas, principalmente o público masculino, me olham quando passo por elas. Gosto disso, pois o fato de eu estar chamando a atenção me faz bem e aumenta a autoestima.

Quanto ao meu casamento, eu e meu marido sempre nos demos muito bem, e nunca houve discussões muito sérias entre nós, apenas bobagens de marido e mulher. Amo o muito e me mantive fiel ao longo desses anos todos. Da parte dele, nunca desconfiei de que algo pudesse estar acontecendo “fora” do nosso casamento. Porém, há algum tempo, o sexo foi ficando cada vez mais raro entre nós. Talvez seja consequencia natural da sua atividade profissional, pois desde que ele abriu uma empresa de representação comercial, ele tem viajado constantemente para visitar clientes, o que o afasta por longos tempos de casa. Dessa forma, passamos a nos “encontrar” muito pouco na cama. Quando ele está em casa, acaba se dedicando integralmente ao trabalho, atendendo aos pedidos dos clientes pelo computador ou pelo telefone. Assim, acabamos por não ter tempo um para o outro. Como toda mulher tem necessidade de carinho, afeto e, lógico, de sexo, eu não sou a exceção dessa regra. Já tentei seduzi-lo com jantares românticos, passei a usar lingeries sexies e, seguindo umas dicas de amigas, comprei alguns brinquedinhos eróticos para animar a nossa relação. Porém, não houve muita empolgação de sua parte. Ainda tentei chamar a sua atenção para os malefícios de se trabalhar demais, pois além de trazer problemas de saúde, poderia prejudica o nosso relacionamento. Para tanto, sugeri-lhe que fizéssemos mais viagens e passeios aos finais de semana somente nós dois. Porém, na opinião dele, “sempre tem um cliente esperando”. Como não poderia deixar de ser, comecei a desconfiar “desses clientes”, mas resolvi não investigar, pois prefiro me manter na ignorância a saber que outra pessoa poderá estar usurpando o meu lugar. Sem contar que ainda o amo e não gostaria de perdê-lo, portanto, resolvi não correr o risco de descobrir uma traição, com medo de que isso pudesse me fazer sofrer.

Sexualmente me considero uma mulher fogosa e com muito tesão. Adoro sexo, apesar de sempre tê-lo praticado nas maneiras convencionais. Nunca quis experimentar sexo anal, por exemplo, apesar de algumas insistências de meu marido. Oral, apenas chupar o pênis, sem deixar que o meu marido gozasse na minha boca, porque eu achava anti-higiênico. Fora isso, sempre me dediquei de corpo e alma à transa. Não há hora nem lugar, muito menos posições, basta bater a vontade, que já fico louquinha para dar. Mas, como já mencionado, eu nunca tivera um outro parceiro além do meu marido, e como fazia algum tempo desde a nossa uma transa, eu já estava numa seca sem tamanho, e a siririca já não estava resolvendo mais o meu problema. Foi então que surgiu uma oportunidade.

Há algum tempo, no meu trabalho, estávamos precisando de alguém que entendesse bem de informática, pois um colega fora transferido e ainda ninguém o substituíra. Como medida emergencial, contratamos um estagiário. Ele se chama Vagner, hoje tem 23 anos (na época 21). É um rapaz de pele branca, não é bonito, mas, dada a sua simpatia, não o considero feio. Tem olhos e cabelos castanhos, e gosta de cortá-los em estilo bem moderninho. Estatura mediana, em torno de 1,70 de altura e magro. Muito carismático, logo se tornou querido pela maioria dos colegas, porém sempre se manteve muito reservado, sem comentar muita coisa sobre a sua vida particular. O pouco que podemos saber sobre ele é resultado apenas da convivência diária. No meu caso, esta convivência desde o início se tornou bem próxima, pois gerencio o sistema de TI da instituição, o que nos obriga a estar em constante comunicação.

Esse contato diário e o meu latente desejo sexual preste a explodir fizeram com que eu passasse a observá-lo como homem. Toda vez que ele se aproximava de mim, eu me excitava apenas ao sentir o seu cheiro ou ao ouvir a sua voz. Em casa, durante o banho ou até mesmo ao acordar, eu começava a desejá-lo e me masturbava pensando em tê-lo comigo, me abraçando, me beijando e sentindo suas mãos percorrendo todo o meu corpo. Aliás, suas mãos eram muito lindas e me chamavam atenção pela firmeza e masculinidade. Nesses momentos, no ápice do desejo, eu o imaginava me pegando com força e me possuindo com volúpia, penetrando-me de forma vulgar e me dizendo obscenidades. Contraditoriamente, eu sofria ante a possibilidade de trair meu amado e tentava esquecer aquela paixão iminente, ou desejo carnal, pois não sabia bem ainda como definir. Porém, a cada dia que eu me sentia ignorada pelo meu marido, mais o desejo de se entregar como uma qualquer para aquele garoto foi aumentando.

Passados algumas semanas desde a sua chegada, numa quinta-feira de janeiro, meu computador de casa estragou. Como meu marido, estava viajando e só voltaria na outra semana, então precisei chamar um técnico. Foi então que me ocorreu de pedir para o Vagner me ajudar. Era a oportunidade que eu estava precisando. Comuniquei-lhe o meu problema e perguntei se ele poderia ir até a minha casa para verificar o defeito do PC e, se possível, concertá-lo. Atenciosamente, ele me disse que iria sem maiores problemas, bastasse apenas eu marcar o horário. Combinamos de ele ir no sábado a tarde, pois estaríamos sozinhos, brinquei. Ele apenas concordou de forma casual e disse que chegaria por volta das 16 horas. Confesso que fiquei um pouco decepcionada, pelo fato de ele não ter demonstrado maiores reações à minha brincadeira. Porém, procurei não me preocupar muito com isso, pois o mais difícil eu já tinha conseguido: fazer o garoto ir até a minha casa, de forma que não levantasse muita suspeita.

Foi então que me dei conta de que eu estava transformando minhas fantasias em realidade. A vontade de ser amada, dominada, submetida às vontades carnais de um estranho era maior que qualquer pudor e convicções morais, pelas quais tantos anos me dedicara. Passei dois dias em conflito comigo mesma, mas estava determinada a ir até o fim. Fora a expectativa de que chegasse logo o dia, a sexta-feira passou sem maiores acontecimentos. Eu e o Vagner trabalhamos normalmente, e no final do dia ele ainda ratificou que iria sem falta verificar o computador.

No sábado, fazia um dia agradável. Havia chovido pela manhã, e à tarde não fazia tanto calor, ao contrário do que ocorre na maioria dos dias nessa época do ano, principalmente em Porto Alegre. Tomei um banho logo após o almoço para esperá-lo. Por volta das três e meia da tarde, um pouquinho antes do combinado, portanto, o Vagner chegou. Fui abrir a porta para recebê-lo. Eu estava trajando um vestidinho de alcinhas, bem levinho e curto, de cor vermelha, e apenas uma tanguinha como peça íntima e da mesma cor. Meus cabelos ainda molhados, exalavam um perfume agradável e perfumado. O meu corpo fervia de desejo.

Quando surgi na porta, notei que a primeira reação dele ao me ver vestida daquela forma, foi olhar para os meus seios, que naquele instante estavam acesos e marcavam o vestido. Constrangido, ficou sem saber o que fazer. Com naturalidade, cumprimentei-o com um beijo no rosto e o abracei, agradecendo-lhe por vir me ajudar com o computador. Procurei me controlar para não me entregar ali mesmo, até porque eu ainda não imaginava qual seria a sua reação se eu cometesse tamanha loucura.

Levei o até o escritório. Enquanto ele inspecionava o equipamento, sentei-me numa poltrona à sua frente, cruzando as pernas vagarosamente, para que ele pudesse perceber as minhas intenções, caso ele ainda não tivesse percebido. Após algum tempo, no qual ele procurou se manter concentrado no seu trabalho, ele disse que precisaria levar o computador, pois não estava conseguindo achar o problema. Quando ele se preparava para se despedir, pedi-lhe para que ficasse mais um pouco, pois eu estava sozinha e estava precisando de alguém para conversar, aleguei. Para minha surpresa e felicidade, ele disse que não tinha mais nenhum outro compromisso para aquele sábado e que gostaria de ficar em ótima companhia, argumentou. Exultei internamente. Seguimos até a sala de estar. Pedi-lhe para se sentar em um dos sofás, enquanto eu iria buscar uma bebidinha para nós na cozinha.

Voltei com uma garrafa de espumante e duas taças. Na sala, Vagner apresentava sinais de nervosismo: esfregava constantemente as mãos pela testa suada e estava sentado de maneira desconfortável no sofá. Apesar de estar ansiosa e apreensiva, eu estava conseguindo me manter calma diante daquela situação inusitada. Perguntei-lhe se o motivo de tamanho nervosismo era por estar sozinho com a sua chefe. Ele procurando se manter mais calmo, deu um sorrisinho meio sem graça, porém safadinho. Sentei-me ao seu lado e lhe pedi para abrir a garrafa, pois essa era a sua obrigação, já que o cavalheiro ali era ele. Prontamente ele abriu o espumante, serviu as taças, então brindamos.

Por breves instantes, ficamos degustando a bebida e conversando sobre coisas banais. Quando terminei de beber, ele me ofereceu mais espumante.

– Assim você vai me deixar tonta – brinquei – está querendo se aproveitar de uma moça indefesa?

Se sentindo mais seguro de si, ele respondeu que não havia moça indefesa alguma, pois ele estava ali para protegê-la. E com bastante atitude, ainda comentou que a moça em questão parecia querer ser “aproveitada”. Estremeci completamente de tesão e senti que chegara o momento que eu estava aguardando.

Tomando a iniciativa, ele colocou sua mão sobre a minha coxa e beijou meu ombro direito. Virei-me e ficamos de frente um para o outro. Ele me abraçou e me beijou calorosamente. A sua boca juvenil e quente e o sabor da bebida me inebriaram os sentidos. Sem força e sem vontade para resistir, entreguei-me completamente àquela paixão proibida. Seus beijos ainda de adolescentes, ardentes e excitantes, despertavam cada parte do meu corpo. Do mesmo modo, eu sentia a sua excitação pelo pulsar de seu membro duro e rijo encostado no meu corpo. Senti-me mulher novamente, pois eu estava naquele momento sendo desejada e amada por um homem jovem e gostoso. Suas mãos ágeis soltaram as alças do meu vestido, que, na queda, roçou de leve meus mamilos intumescidos me fazendo sentir calafrios de tesão. Virou-me de costas, enquanto suas mãos, que eu tanto imaginara nas minhas fantasias, enfim acariciavam todo o meu corpo. Primeiramente pelos seios e acariciando levemente os mamilos, descendo em seguida pela barriga até entrar na minha calcinha, que naquele momento, já estava completamente molhada. Seus dedos, em movimentos circulares, massageavam meu grelo, enquanto sua boca beijava a minha nuca causando arrepios angustiantes em minhas costas, fazendo-me soltar gritos e gemidos de prazer. Ao ouvir seus sussurros em meus ouvidos, dizendo que me queria como mulher e que há tempos estava me observando e desejando, fiquei realizada, pois isso era tudo o que eu estava buscando para me sentir viva novamente.

Tomada pelo desejo, peguei em sua mão e saímos da sala. Sem mais pudores, o Vagner acariciava a minha bunda, enquanto caminhávamos em direção ao quarto. A tanguinha vermelha me deixava extremamente gostosa, observou. Fiquei mais excitada do que já estava com aquele elogio, pois fazia tempo que um homem me tratara com tamanho desejo e tesão.

Afastei as cobertas da cama, tirei a sua camiseta, enquanto ele se livrava dos tênis e se deitava apenas de bermuda, com suas mãos sob a cabeça, no travesseiro do meu marido. Sentei-me por cima dele, comecei beijando o seu peito, e freneticamente, lambia e mordiscava os seus mamilos. Fui descendo com a língua até a altura da sua virilha, meus dedos em forma de garra tentavam perfurar-lhe a pele em torno de suas costelas. Acredito que ele sentia um misto de dor e prazer, pois se contorcia e respirava com sofreguidão. O cheiro da sua pele era agradável, másculo e excitante. Aliás, tudo nele era excitante. Comecei a acariciar sua pernas, sentindo a textura da pele e dos pêlos, num movimento que subia pelas coxas e adentrava o calção, até minhas mãos ficarem sobre a sua cueca. Fui apertando de leve e fazendo carícias nas suas bolas. Ele continuava gemendo baixinho, enquanto minha boca beijava, por sobre a bermuda, o meu objeto de desejo.

Nesta altura, excitada e cheia de tesão, eu estava decidida a agir como uma vagabunda. Livrei-o da bermuda e da cueca, deixando sua pica dura e rija a mostra. A cabecinha já se encontrava toda lambuzada pelo líquido seminal. Sem me importar se iria sentir o gosto da porra na minha boca, comecei lambendo bem devagar, sentindo o gosto daquele cacete que estava babando por mim. Apesar de não ser grande, era grosso o suficiente para me preencher e me dar prazer. Lambendo e sugando cada gotinha que teimava escorrer, de forma bem safada, eu ficava olhando para o Vagner, enquanto eu colocava e tirava apenas a cabecinha vermelha da minha boca. Adorei o gosto daquela “bebida” salgada e viscosa. Ele, tremendo de tesão e puxando pelos meus cabelos, apertava a minha cabeça contra o seu pênis. Quando soltava, aproveitava para dar tapinhas de leve no meu rosto e me chamar de “minha putinha”. Eu estava completamente submissa e entregue àquele macho! Por fim, chupei cada uma das bolas, colocando uma, depois a outra, e por fim as duas ao mesmo tempo na boca, enquanto batia uma punhetinha no seu membro gostoso. Quando ele estava prestes a gozar, pediu-me para parar.

Alucinado, ele me virou sobre a cama, de forma que eu ficasse de quatro com a bunda bem empinada, enquanto que, de pé, afastou um pouco a minha tanguinha, e adentrou furiosamente em minha buceta. Eu gemia alto a cada entrada e saída da sua pica. Ele dava tapas na minha bunda, deixando as marcas dos seus dedos. Mandava eu gemer e implorar pela sua pica cada vez mais. Eu o obedecia passivamente, afinal, eu estava realmente querendo, mais e mais a sua rola dentro de mim. E ademais, naquele momento, ele era o meu macho e tinha total controle sobre mim. Fato comprovado no instante que o Vagner, sem cerimônias, começou a acariciar o meu buraquinho. Tentei impedir-lhe para que não fizesse nada com ele, pois acreditava não estar preparada para uma transa anal. Sem tomar conhecimento do meu apelo, introduziu o dedo indicador lambuzado de saliva no meu cuzinho, enquanto sua pica entrava e saia da minha buceta de forma frenética. Comecei a rebolar naquela pica, enquanto pedia para o Vagner não parar de meter. Ele acelerou cada vez mais os movimentos da pica em minha buceta, enquanto fodia o meu cuzinho com o dedo. O meu ânus foi dilatando a ponto de ele enfiar dois dedos sem que eu sentisse o mínimo de dor, apenas uma sensação gostosa. Gritando de prazer e praguejando contra aquele “filho-da-puta”, eu cheguei ao orgasmo como nunca havia desfrutando nos meus vinte anos de casamento.

Por fim, eu estava exausta, porém satisfeita e aliviada. Sentei-me na beira da cama, enquanto o Vagner, em pé a minha frente, aproveitou para foder os meus seios com a sua pica. Fazendo movimentos de vai e vem entre eles, como se estivesse comendo uma buceta imaginária, ele estava prestes a gozar. Suspendi e segurei os peitos para que ele pudesse aproveitar bem a espanhola. Logo ele começou a gemer alto, e quase urrando, liberou o seu gozo forte e quente sobre o meu peito. Assim, toda lambuzada de esperma, caí sobre a cama ofegante. Num último ato de safadeza, o Vagner subiu na cama, e ajoelhado ao meu lado, ficou passando a sua pica, já meio flácida após o gozo, na minha boca. Por fim, ficamos deitados ao lado um do outro em silêncio, apenas ouvindo o som da nossa respiração.

Mais tarde, após um banho ótimo e relaxante, jantamos. Depois passamos a noite juntos de forma muito agradável. Infelizmente, foi a única vez que transei com o Vagner, pois atualmente ele está trabalhando e morando numa outra cidade e, desde então, não tivemos mais contato. Porém, esta experiência com ele, serviu para reacender a paixão pelo meu marido. Atualmente, nossas transas têm melhorado significativamente. Quanto a permanecer fiel, acho que não é mais necessário, pois agora ando sempre pronta para novas aventuras. Quem quiser se comunicar comigo: rejanesexy@live.com.

Beijo a todos e espero que tenham gostado do meu relato.

Presente de natal perfeito(sexo com a cunhada)

Friday, May 8th, 2015

Ola amigos estou de volta para relatar o que aconteceu no natal.

Bom vamos aos fatos na manha do dia 24 de dezembro Vivian e eu estavamos preparando as coisas para o amigo secreto que seria aqui em casa, quando chegam Sibelly e Cesar pois iriam passar o natal conosco, na empolgaçao nao se foi planejado ou nao, Sibelly fala que havia esquecido algo em casa e pede pro Cesar ir buscar.

Como ainda faltavam algumas coisas minha esposa vai junto pra comprar e ficamos sós Sibelly e eu, continuamos organizando tudo Sibelly entra em casa e volta com uma cerveja e me oferece um gole que tomo lambendo o lugar por onde aquela boca havia passado.

Depois de algumas latinhas ela chega perto de mim e fala: eu percebi; eu dando uma de bobo pergunto: o que; ela responde: o jeito que lambeu a latinha e como sempre me olhou, nao sei do esta falando retruquei, ela insiste a sabe sim, nao precisa fingir estamos sozinhos e vai chegando perto com aquele jeitinho que nao resistir e larguei o que tava fazendo tasquei-le um beijo, gente que boca maravilhosa quando percebi ja estava com ela em cima da mesa e nos beijando loucamente a deitei e fui arrancando sua saia e pra minha surpresa a cachorra tava sem calcinha nao resisti e cai de boca naquela delicia e a chupei como nunca havia chupado uma boceta e a deixei molhadinha( pedi pra tirar fotos mais ela so deixou tirar uma) depois de a fazer gozar ela falou agora é minha vez e baixou minha bermuda e ja foi atolando meu pau em sua garganta e chupou com maestria ate que gozei em sua boca a cadela engoliu toda a porra, quando ja ia subir a bermuda ela impediu e perguntou: o que pensa que ta fazendo? eu respondo ta doida tua irma e teu marido estao pra chegar ela responde negativo eu esperei muito por esse pauzao torto no meu rabo e ja foi descendo minha bermuda novamente.

A levei pro quarto e joguei na cama fizemos um delicioso 69 ate que ela falou anda enfia logo essa porra no meu rabo eu obedeci nossa como estava quente e molhada aquela boceta que por muitas vezes eu bati punhetas estava ali engolindo minha pica, ela pediu pra sentar em cima e pra minha surpresa ela giuou ate o cu e falou com cara safada: esfola meu cu aquilo me levou as nuvens e metir com força, ela deu um gritinho e falou isso arromba meu cu seu cachorro, faz como sei que fazia cheirando minhas calcinhas ou tu acha que nao percebia o fundo das minhas calcinhas melados de gala, eu sabia que um dia ia ter essa porra escorrendo dentro do meu cu por isso mete safado arromba esse cu. Eu perguntei e o Cesar nao come teu cu nao ela respondeu: aquele mané tem nojo por isso to pedindo pra tu arrombar ele agora, para de perguntar e mete nesse cu aquilo me deixava com mais tezao mas, sabia que nao poderia demorar gozar pois Vivian e Cesar poderiam chegar a qualquer momento, depois de alguns minutos falei que queria gozar em sua boca novamente ela virou a cara pra tras e falou: ja falei que quero essa porra escorrendo dentro do meu cu caralho, eu a obedeci e enchi o cu dela de gala nos limpamos quer dizer eu me limpei pq nao poderia tomar banho pra nao da bandeira e ela queria ficar com a gala no cu ao chegarmos na sala ela fala: fui eu que te tirei e esse foi meu presente.

Bom é isso pessoal espero que gostem e comentem( agora é serio quem comentar e deixar e-mail eu envio a foto q tirei mais so pra quem comentar nao adianta so deixar e-mail. Dessa vez ja fiz ate copia da foto pra nao perder como as outras)

Novo Menage

Friday, May 8th, 2015

Olá.

Agora não vou entrar em detalhes e vou direto ao assunto

Dois dias após a transa ” sofrida ” da minha esposa, onde ela teve a experiência de transar com o Bimbo, um angolano super pauzudo, mesmo com algumas restrições dela, acabamos saindo mais uma vez os 4 juntos.

Repetimos a lanchonete da primeira vez, só que nessa, minha esposa bebeu bastante, ficando quase de pileque, mas muito consciente do que aconteceria em seguida.

Nessa vez, eu fui dirigindo até o motel e os três foram no bando de trás. Ao chegar no motel, já podem imaginar como as coisas estavam pegando fogo.

Ao entrarmos no apto, minha esposa já estava totalmente nua. O Sergio e o Bimbo estavam com as calças abertas e os paus de fora.

Nem sequer foram tomar banho, indo diretamente para a cama enorme do apto. Minha esposa estava totalmente liberada e livre de qualquer preconceito ou vergonha. Ela falava um monte de bobagens, dizendo que nesse dia ela queria gozar bastante com os dois pauzudos. O Sergio dotado de 22 cms e grosso e o Bimbo de uns 26 e super grosso.

Minha esposa safada estava bem diferente da primeira vez, tanto que chupava um e depois o outro. No Bimbo, ela não conseguia por o pau na boca, apenas a cabeça, mesmo assim ela dava um jeito de fazer o Bimbo tremer e gemer.

O Sergio e o Bimbo revezavam em chupar a buceta da minha esposa, enquanto ela tentava chupar os seus paus.

Teve o momento que minha esposa ficou de joelhos e abaixada para chupar o pauzão do Bimbo, o Sergio se aproveitou da posição para iniciar a penetração na buceta dela por trás. Foram alguns minutos de meteção nessa posição, quando sem avisar, o Sergio tirou da buceta e começou a enfiar no cu da safada. Minha esposa soltou um grito ao sentir seu cu sendo invadido. Tanto que parou de chupar o Bimbo para se acostumar com o pau na bunda.

Minha esposa adora sexo anal e goza assim, mas a invasão foi meia forte e rápida, fazendo ela gemer alto e gritar com a invasão anal.

Passado o desconforto, foram algumas boas metidas profundas no cu da minha esposa, que em pouco tempo a safada chegou a gozar. Poucas mulheres conseguem gozar fazendo sexo anal e minha esposa adora.

Minha vontade era participar e dar meu pau para minha esposa chupar, mas preferi deixa-los só eles.

Depois da gozada, minha esposa quis montar no pauzão gigante do Bimbo. Nem sequer usou lubrificante nessa vez,, apenas foi encaixando a buceta na cabeça do pauzão do Bimbo e foi descendo, rebolando e falando um monte de palavrões, que vocês podem imaginar. Nessa vez, devido ao estado da bebida, a excitação e a vontade de aproveitar o máximo , minha esposa conseguiu fazer entrar todos os 26 cms dentro da buceta.

Caramba….. ela estava tão aberta e os lábios esticados, que com certeza não passada nem água.

— Filha da puta….. minha nossa,….. caralho. Consegui aguentar tudo na minha buceta. Puta que pariu. Minha buceta está fudida. Sinto a ponta bater lá no fundo do meu útero.

Eram as palavras dela.

O interessante veio em seguida, enquanto minha esposa rebolava, subia e descia, fazendo o super pau sair a metade e entrar tudo em sua buceta detonada, que o Sergio se aproveitou da situação de extrema excitação e luxuria da minha esposa que estava com a bunda empinada e o cuzinho exposto, que ele passou lubrificante no pau dele e se ajeitou atrás da minha esposa, para tentar por seu pau na bunda dela, tentando uma DP.

Quando minha esposa se deu conta do que estava prestes à acontecer, ela tentou alegar que não dava, que ela não suportaria dois ao mesmo tempo.

Com seu jeito de conquistador e algumas palavras carinhosas, o Sergio conseguiu convencer minha esposa a tentar e deixar.

O Bimbo que estava com seu super pau quase todo ele enterrado na buceta da minha esposa, puxou-a contra seu peito e ficou passando as mãos pelas nádegas dela, separando-as um pouco. A safada continuava alegando que não aguentaria nem entraria no cu, mas pela posição que ela se encontrava e sem demostrar convencimento de negativa, ficou com a bunda totalmente arrebitada , deixando o cuzinho que estava muito estreito devido á pressão do outro cacetão na buceta, livre para ser invadido e foi o que aconteceu.

Ela estava paradinha só esperando ser invadida por trás.

– Calma amor, vai de vagar. Tá doendo. Não tem espaço para mais cacete. Aí, ai, ai.. Cachorro. Aiiiii.

Por incrível que pareça, a pau do Sergio conseguiu entrar um pouco na bunda da minha esposa, fazendo ela gritar alto e seguido. Seus gemidos eram fortes, que pareciam de dor. Pudera…

Por sorte dela, o Sergio ficou parado com o que já havia entrado , esperando se minha esposa se acostumasse.

– – Dói amor. Parece que estou sendo rasgada. Para… um pouco, deixa quieto…. Minha nossa. Minha pobre buceta está estourada e cheia e meu pobre cuzinho também. PQP.

Uns dois minutos foram o suficiente para amenizar o sofrimento da minha esposa e ela começar a corresponder aos invasores dentro dela. Aí suas palavras eram outras, chamando-os de cachorros, putos, ordinários e outras coisas.

Estando tudo normalizado, o Sergio acabou por enterrar o resto que faltava na bunda dela, fazendo mais uma vez ela gritar e gemer, só que diferente.

Agora estava bem melhor e o clima era de pura luxuria. Minha esposa estava dando conta dos 2 paus dentro dela numa vez só. O imaginável aconteceu depois de uns 4 ou 5 minutos, quando a safada anunciou que logo gozaria, pedindo para o Sergio e o Bimbo socarem forte.

– Aiaiaiaiaiaiaiai, vou gozar, metam forte seus putos, metam, soca esses paus de cavalo, mais, mais.

– estou gozando

Tanto o Sergio e o Bimbo conseguiram acompanhar minha esposa e gozaram quase juntos. Ambos acabaram gozando dentro dela, deixando a buceta e cu cheios de porra.

Quando os paus amoleceram e saíram de dentro de cada lugar, deu pra ver o estado que ficou os dois buracos. Caracas…. estavam abertos. Da buceta, começou a escapar a porra pra fora, escorrendo na cama .

Minha esposa ficou deitada de olhos fechado, de pernas abertas e bunda pra cima, assim dava pra ver o estado que ela ficou. Depois de uns 7 minutos, ela conseguiu se levantar. Quase nem conseguia caminhar, por estar com as pernas bambas e trêmulas foi no chuveiro se lavar e tomar um bom banho merecido.

Eu havia gozado uma vez, mas pedi para minha esposa me dar uma chupada, porque eu queria gozar mais uma vez. Muito cansada ela só pediu para eu deitar na cama e ela me atendeu. Acabei gozando na boca dela, fazendo ela deixar parado na boca e depois deixar escorrer pelo pau, deixando todo babado.

Na volta pra casa, ela caiu na cama e só acordou no dia seguinte pelas 11:00 da manhã. Ela disse que ainda estava sentindo os ” buracos ” meio doloridos .

mercosuljlle@hotmail.com

Design de interiores

Thursday, May 7th, 2015

Olá meu nome é Monica tenho 25 anos e sou uma loira digamos que muito gostosa tenho 1,61 de altura, uma bunda bem empinada muito redondinha e durinha e peitos médios. Eu moro sozinha no meu apartamento e quase nunca tenho problemas mas pelo fato de eu querer uma nova decoração resolvi contratar um design de interiores, ele se chamava Eduardo um quarentão lindo de olhos verde que foi até a minha casa. Chegando lá eu estava à vontade em casa de short e uma blusa leve. Quando ele chegou não resistir à tamanha beleza e meus olhos foram parar diretamente em sua calça, era um volume e tanto. Ele entrou e começou a falar sobre as possibilidades de aproveitamento de espaços. Não resistir e comecei a provocá-lo disse que ia trocar de blusa, quando voltei ele estava sentado no sofá cheirando uma calcinha minha que por acaso eu avia esquecido de guardar. Fiquei envergonhada ele me vendo ali ficou me devorando com os olhos, então ele se levanto e veio em minha direção quando ele parou na minha frente fui ao delírio com aqueles braços fortes olhei pra ele e disse: como você é safadinho seu tarado cheirando minha calcinha isso é uma coisa tão feia , ele me disse! Você acha é! Fiquei em silencio.

Quando voltei do transe, disse pra ele o que desejava e que ele já podia ir, mas ele disse que antes de começar o serviço gostaria de discutir seus honorários e que poderia fazer um bom desconto se eu pudesse ser boazinha com ele. Eu disse a ele: você acha que vai conseguir me seduzir, ele disse claro e me atirou com força no sofá eu disse para ele que ia gritar e ele disse que se eu gritasse, ele me beijaria. Então ele resgou a minha blusa e começou a chupar meus peitos e sussurrava no meu ouvido: que vadia gostosa ele tiro meu short e começo a chupar minha buceta com delicadeza, gozei na boca dele devido à situação ele se põem em pé e tirou o pau pra fora uma coisa extremamente grande devia ter uns 20cm grosso parecia um tronco disse agora me chupa gostoso . Eu não gosto muito de fazer sexo oral, mas não resistir aquele pauzão, então comecei a lamber e aos pouco enchi minha boca. Depois ele me pegou pelos braços e me jogo no chão abriu minhas pernas e meteu seu pauzão na minha bucetinha me rasgando toda. Mesmo sendo taradinha, só tinha pegado caras com pinto médio ou pequeno mas dessa vez encarei o maior pau da minha vida. Adorei aquele homem lindo me rasgando metendo com força, me comeu de quatro, de lado, de todo jeito ate que ele quis comer meu cu. Não deixei! Então, ele continuou metendo na xaninha até gozar dentro enchendo-a de porra, nunca tinha visto tanta porra assim. Fiquei desfalecida com toda aquela porra escorrendo pelas minhas pernas. Ele se levantou, foi ao banheiro e quando voltou disse que ia voltar no outro dia para tirar as medidas e assim começar o serviço. Fiquei ali deitada sem ação.

No outro dia não deixe ele subir, pois tinha certeza que ele me comeria de novo. Acabei contratando outro decorador que me cobrou horrores, mas até hoje sinto saudades daquele pau imenso gozando dentro de mim. Infelizmente nunca mais o vi. Não gosto de repetir homem, mas no caso dele abriria uma exceção. Caso alguém queira entra em contato comigo o endereço é moniqua_cezar@yahoo.com.br

Esposa transando em casa

Wednesday, May 6th, 2015

Nessa vez, serei mais direto no assunto.

Na sexta-feira, dia 11, minha mulher me disse que o Sergio estava em nossa cidade e que voltaria pra casa no sábado à tarde. Ela queria saber que podia convida-lo para almoçar na nossa casa nesse mesmo dia. Confirmei, apenas disse que eu deveria chegar por volta das 11:00, e pra ela recepciona-lo bem, até que eu voltasse. Nem precisava dizer isso, porque com certeza ela faria muito bem. Nesse dia, nossas filhas estavam na casa das amiguinhas.

Cheguei um pouco passado das 11:00. Entrei fazendo o barulho normal de abrir porta. Os dois estavam no sofá da sala, só que não sentados apenas conversando, mas já nas preliminares. O Sergio estava sentado no sofá, com as calças abaixo dos joelhos e a ordinária da minha mulher estava chupando o pau dele. Ela estava usando um shorts de cotton bem justo, deixando a papada da bunda pra fora. Puta que pariu…… Não perderam tempo e aproveitaram para começar a festa antes da minha chegada.

Minha putinha chupava com gosto o cacetão do Sergio, até que ela resolveu tirar o shorts. Nem calcinha a safada estava usando.

O Sergio permaneceu na mesma posição e minha esposa ficando de costas pra ele, foi encaixando o cacetão na buceta, até enterrar tudo. Eu já estava pelado e de pau duto. Fui na frente da minha mulher e dei meu pau pra ela chupar. Como chupava e babava, em quanto ela tinha a buceta invadida pelo pau do Sergio. Depois dela me chupar um pouco, pedi para minha esposa se encostar no Sergio, ficando com as pernas dobradas sobre o sofá, assim ficou toda arreganhada. Me posicionei na frente, entre as pernas dela, para tentar por meu pau na buceta junto com o pau do Sergio. Por estarmos em nossa casa, ela não podia gemer alto, muito menos gritar, para que nem um vizinho pudesse escutar. Quando meu pau entrou na buceta, o espaço ficou super apertado. Agora eram dois paus num só lugar. Ela gemia baixinho e dizia que não estava aguentando os dois na buceta.

Como eu já estava praticamente gozando, tirei e ofereci para ela chupar. Gozei na boca, rosto e seios dela. Agora só restava o cacetão na buceta. Minha esposa estava de deliciando em receber as metidas no fundo, tanto que em menos de 3 minutos gozou.

Quando o Sergio avisou que também gozaria, minha esposa pulou de cima dele, caindo de boca no pau. Além dela sentir seu próprio gosto, recebeu a gozada na boca e engoliu tudo.

Uma hora depois, almoçamos. Havia se passado umas duas horas e restava ainda uma hora para o Sergio permanecer com a gente. Minha esposa, puta safada, quis aproveitar o máximo a presença do Sergio. Resolveu atiçar e deixa-lo de pau duto novamente. Deu uma boa chupada, deu a buceta por uns 15 minutos, gozando 2 vezes. Aí para fechar com chave de ouro, foi em nosso quarto pegar o lubrificante. Ela mesmo passou no cacetão do Sergio e no seu próprio cú, ficando pronta para levar pau.

A ordinária ficou de 4 ajoelhada no sofá e o Sergio começou a enfiar seu cacetão do rabo da safada. Ela gemia muito, mas baixinho. Eu via de perto o pau entrar em sair, ficando todo preenchido de nervo. O Sergio fodeu a safada com força, fazendo minha esposa gozar mais duas vezes com o pau na bunda. Dessa vez, o Sergio gozou no cú, bem pertinho da saída. Quando o pau escapou, saiu junto um pouco de porra.

Agora não restava mais nada, a não ser esperar o horário do Sergio ir embora e nós irmos descansar um pouco, principalmente minha esposa, que havia gozado 5 vezes e estava acabada.

Comendo minha tia Cícera

Monday, May 4th, 2015

Olá, meu nome é Lucas. Tenho 21 anos e não sou do tipo gato, sarado que muitos relatam aqui no site, sou magrelo, moreno, 1,78 de altura. Vou contar uma história do dia mais feliz da minha vida até hoje, o dia que comi a minha tia Cícera na casa dela.

Morávamos eu embaixo e ela na casa de cima, ela é casada tem 1, 60 mais ou menos de altura, moreninha, uma bundinha deliciosa e uns peitinhos bem pequenos…uma delícia de mulher…

o marido dela trabalha a noite e ela sempre fica sozinha com o filho pequeno…

Várias vezes ela me pedia pra ir até a casa dela arrumar o computador ja que ela não sabia muita coisa, e eu ia numa boa, mas sempre ficava de olho nela porque sempre tive um enorme tesão por ela, batia punheta todo dia pra ela e talz.

Certo dia ela me chamou já umas 11 horas da noite pra resolver outro problema no PC e eu rapidamente fui. Chegando lá ela estava com um moleton bem justo e uma camiseta velha e sem sutiã, que deixava os biquinhos do peito bem saltados aparecendo de farol aceso…meu pau já deu sinal de vida na hora…mas beleza…fui la e arrumei o computador e não parava de olhar pra ela sentada do meu lado com aquela roupa apertada…acho que ela percebeu pois foi ficando meio sem graça…mas ao mesmo tempo ia passando a mão pelas pernas, pelo pescoço e vinha querendo me mostrar outras coisas no PC e de vez em quando roçava aqueles peitinhos no meu braço e meu tesão só aumentando…

Depois de tudo certo ela me chamou pra tomar um suco na cozinha, e eu fui numa boa,meio que tentando disfarçar o pau duro é verdade mas fui mesmo assim. Eu olhava ela indo na frente e aquela bunda maravilhosa com a calça de moletom enfiada no cu e me deixava louco. quando ela foi abrir a geladeira, pegou o suco, botou na mesa, e voltou a geladeira pra pegar algo pra gente comer…deu aquela abaixada pra pegar algo la embaixo e aí meu tesão não suportou…lasquei a mão no meio das pernas dela e agarrei por trás.

Na hora ela deu um pulo e começou a falar o que eu estava fazendo…mas eu nem ouvia direito, enquanto ia encoxando ela, uma mão segurava uma teta e a outra ja ia por dentro da calça dela e esfregando aquela buceta que já sentia estar ficando toda molhadinha….e aos poucos ela foi se deixando largar. Logo comecei levar ela pro quarto e ia falando no ouvido dela por trás o quanto ela era gostosa e tesuda.

Joguei ela na cama e já tirei a roupa, fui tirando a calça dela e já meti a boca na bucetinha raspadinha e ela gemia de um jeito meio tímido mas bem gostoso…comecei a chupar as tetinhas e fazer uma siririca nela ao mesmo tempo e ai ela não aguentou o tesão e me pediu pra pegar ela de jeito. Botei ela de quatro e comecei a enfiar com força… ela gemia muito, como se estivesse a bastante tempo sem transar… com todo o tesão que eu tinha nela gozei rapidinho…mas o pau continuou duro…virei ela de frente e comecei um papai-mamãe bem devagar mas firme…ela ia ao delírio….e pedia pra eu meter mais e mais…até que ela decidiu tomar as rédeas e me virou e ficou por cima me cavalgando de forma deliciosa…eu lambia os peitinhos enquanto ia apalpando aquela bunda maravilhosa até que ela finalmente gozou….e aí pude gozar a vontade também…Nossa que loucura….que transa…ela ficou la olhando pra mim sem saber o que dizer…então a beijei muito e depois disse que precisava ir…

Depois desse dia sempre que a gente se ve fica um clima meio estranho, mas quem sabe uma hora a gente possa voltar a fazer amor gostoso como foi aquele dia…mesmo ela sendo minha tia.

Traindo o meu marido: meu primeiro ménage.

Sunday, May 3rd, 2015

Olá pessoal, primeiramente quero agradecer a todos que leram meu último relato e pelos inúmeros elogios. Adorei muito a receptividade do pessoal e não esperava tanta aceitação por parte de vocês. Obrigada!

Agora eu volto com este relato de mais uma experiência vivida por mim, espero que gostem.

Depois do fato ocorrido no conto anterior, a paixão pelo meu marido reacendeu, mas durou algum tempo, depois voltou à mesma rotina. Ele raramente me toca e quando quer transar, normalmente já estamos deitados, ele me vira de costas, fode e goza logo em seguida, sem se preocupar com o meu prazer. Não curte muito preliminares e por fim eu acabo sempre querendo mais. Na verdade, já estamos casados há 17 anos. Casei com 24 anos e ele com 32. Tive o nosso filho com 22 anos e ele com 30. Mas fomos morar juntos somente depois casados, até então fiquei morando sozinha num apartamento que eu tinha naquela época. Por fim, apesar de ainda estar apaixonada pela meu marido, sinto que também estou perdendo um pouquinho o tesão por ele. E isso agravou ainda mais depois que eu transei com o Vagner, que ao contrário, é jovem e tem o que uma mulher na minha idade precisa: tesão e uma rola deliciosa pronta para satisfazê-la.

Quanto à aparência do meu marido, esta nunca fora problema para mim. Ele é alto, por volta 1,83m e pesa 102kg, ou seja, bem acima do peso de uma pessoa considerada esbelta. Bastante peludo e apresenta uma incipiente calvície. Não acho que ele seja lindo, mas sempre foi muito carinhoso comigo e sempre me tratou com muito respeito. Mas pra mim, além disso tudo, o importante é ser satisfeita na cama. Mas, de certa forma eu o compreendo, fica fora de casa por um bom tempo, e tenho certeza que ele se encontra com outras mulheres, e provavelmente também está perdendo o tesão por mim.

Assim sendo, precisei encontrar outras formas de me satisfazer. Desta vez, eu não estava tão grilada como na primeira vez que traí o Zeca, é assim que o chamo. Já que ele é representante comercial, nós recebemos com bastante frequência clientes e vendedores em casa. Muitas vezes eu fico com a responsabilidade de atendê-los sozinha, pois ele está fora viajando. E isso foi a oportunidade que precisava para encontrar alguém para uma transa. Foi numa destas visitas que conheci o César. Ele o meu marido ficaram sócios há pouco tempo, e apesar de ele ter vindo à nossa casa algumas vezes, eu ainda não o tinha conhecido pessoalmente. Por uns tempos, o Zeca ficou muito tempo fora, então precisei tratar dos negócios diretamente com o César mais de uma vez. Conforme íamos entrando em contato, começamos a conversar sobre outros assuntos, e assim fui percebendo que ele estava ficando interessado em mim. Descobri que é casado, tem 52 anos e é policial militar aposentado. Fisicamente ele é magro, cabelos grisalhos, mas tem uma aparência bem jovial e charmosa, que eu acho sexy. Como eu estava numa seca danada novamente, eu logo comecei a me insinuar para ele, que não demorou a perceber as minhas intenções. Começamos a nos encontrar com certa regularidade. As primeiras vezes foram em casa, depois já saíamos para jantar e terminávamos a noite em algum motel. Contudo, o sexo com o César, apesar de ser gostoso e excitante, não acrescenta muita coisa à minha vida. Aliás, às vezes eu o acho um pouco afoito, para um homem maduro isso é chato. Mas ainda assim, é mais dedicado que o meu marido, o que me deixava um pouco satisfeita.

E dessa forma tenho levado a minha sexual. Depois que o Vagner foi morar em outra cidade, eu não tivera mais contato com ele por um bom tempo. No entanto, numa tarde chuvosa, nos encontramos no MSN. Teclamos por um longo tempo. Contou-me que estava namorando e que estava adorando morar na outra cidade. Mas deixou bem claro que ainda pensava em mim e na transa que tivemos juntos. Disse-lhe que assim que ele quisesse, poderíamos “relembrar”. Então ele me confessou que estava planejando me fazer uma surpresa qualquer dia, mas que avisaria com antecedência para eu poder me planejar. Passei-lhe algumas datas que meu marido estaria fora, para ele também poder agendar o melhor dia para ele.

Passaram mais alguns dias, numa quarta-feira a tarde ele me liga e avisa que viria no domingo. A data coincidia exatamente com a saída do Zeca de casa naquele final de semana e com as obrigações do Vagner em Porto Alegre. Então acertamos que ele almoçaria comigo, inclusive ele se propôs a nos fazer um churrasco.

No domingo de manhã, acordei cedo, meu marido já tinha saído no sábado à noite e eu dormira sozinha, pois o César também tinha os compromissos familiares dele. Preparei algumas coisas antecipadamente para ter um tempo livre maior para o meu convidado. Logo em seguida fui tomar banho. Fiz uma depilação mais caprichada, deixei a dita bem aparadinha. Gosto do contraste dos pêlos negros com a pele branca. Terminado o banho, passei creme no corpo para ficar com a pele macia. Coloquei uma lingerie bem sexy, desta vez branca. A parte da frente era uma calcinha normal, mas atrás é bem ousada e fica bem “atoladinha”. Vesti um vestido floreado leve, de certa forma bem comportadinho, pois escondia meu busto, mas era curto o suficiente para valorizar as minhas pernas, e calcei uma sandalinha.

Fiquei aguardando, ouvindo música na sala. Fazia calor, então liguei o ar condicionado para não aparecer toda suada. Eram umas 11 horas, quando ouvi a campanhia tocando. Fui abrir o portão e notei que havia mais uma outra pessoa com o Vagner. Ele desceu do carro, me abraçou e me beijou no rosto. Então ele me disse qual era a surpresa que ele tinha para mim: o seu amigo. Quando ele desceu do carro, o Vagner nos apresentou.

– Prazer, eu sou a Rejane, mas pode me chamar de Rê. É assim que todos meus amigos me chamam – fui logo dizendo, enquanto o abraçava. Senti o cheiro do seu perfume, indiscutivelmente de grife. Era de uma fragrância floral amadeirada, que dava um toque de sensualidade extra àquele homem lindo e de bom gosto.

– O prazer é meu – respondeu-me com um abraço bem forte e com um beijo no rosto pode me chamar de Marcos, é assim que me chamam – concluiu brincando.

E assim já foi ficando um clima legal entre nós.

Gostei imediatamente dele, pois além de ser um homem bonito, bem despojado e espirituoso, ele se destacava em relação ao Vagner tanto pela beleza quanto pelo físico. Alto, por volta de 1,85m, cabelos castanhos escuros. Mãos grandes e fortes. Malhado, mas não chega a ser saradão, mas nenhuma barriga. Percebi que se tratava de um rapaz de bom gosto. Vestia uma bermuda e camiseta de grife. Cabelos bem penteados.

Convidei-os para entrar. Antes porém ajudei-lhes a descarregar as coisas. Colocaram a cerveja no freezer da área de lazer para mantê-las geladas, próximo a churrasqueira e o restante, na pia. Vagner perguntou se já queríamos abrir a cerveja, enquanto o Marcos começava os preparativos do churrasco. Sugeri-lhes que talvez fosse melhor tomarmos um drink antes. Concordaram então fui à cozinha preparar. Voltei logo em seguida e os encontrei conversando sobre a casa, principalmente sobre a piscina.

Bem, a nossa casa é relativamente grande. Possui 03 dormitórios, dos quais usamos apenas um. Um dos quartos é do nosso filho, que mora fora do País, e o ocupa somente quando ele vem passar alguns dias aqui em casa. O outro é de hóspedes. A cozinha é grande e confortável. Da cozinha temos acesso a uma área grande e coberta e climatizada, que também dá acesso à piscina, através de duas portas grandes e transparentes de vidro. Bem ao fundo do terreno, temos outra área, onde fica a churrasqueira e próximo a ela o balcão-pia com demais utensílios. Nesta parte temos um freezer grande para as bebidas. No centro fica uma mesa grande com 08 cadeiras. Algumas espreguiçadeiras ficam em volta da piscina e outras, na área coberta. Para uma festinha, é sensacional.

Voltamos para o local da nossa “festinha”. O Marcos foi terminar de preparar o almoço, enquanto eu e o Vagner ficamos caminhando em volta da piscina. Nesse momento estava soprando um vento agradável, o que dava um clima de prazer e tranquilidade. Então o Vagner começou a me falar da vontade de que ele tinha em me ver novamente de quanto estava com desejo. Peguei em sua mão e nos beijamos como apaixonados. Eu não estava nem um pouquinho ligando se algum vizinho dos prédios próximos pudesse notar alguma coisa. Ele aproximou o meu corpo contra o seu, apertando a minha bunda.

– Estava com saudade deste rabinho gostoso – disse-me pressionando ainda mais a minha bunda com força – vou te comer aqui mesmo.

– Não! – censurei – vamos voltar para debaixo da cobertura, pois aqui os vizinhos podem notar.

Enquanto voltávamos, notei que o Marcos estava nos observando.

– Vi vocês dois aprontando lá fora. E eu, como fico? Não vou ganhar nada? – perguntou.

– Tem que pedir ao Vagner, não pra mim. Isso aqui tudo é dele – respondi com safadeza.

– Não tenho ciúmes – declarou o Vagner me beijando novamente.

Enquanto esperava o almoço ficar pronto, o Marquinhos veio até onde estávamos, levantou o meu vestido e começou a passar a mão na minha bunda. O desejo de ser possuída e amada era latente. Eu beijava o Vagner com força e esfregava a minha bunda contra o corpo do Marquinhos. Afastei-me um pouco deles e, para facilitar a brincadeira, deixei cair o vestido e me sentei apenas vestindo a calcinha numa das espreguiçadeiras. Os dois vieram se sentar ao meu lado, o Vagner ficou à minha direita, enquanto que o Marquinhos, à esquerda.

– Eu não te falei que ela é muito gostosa? Confere aqui para você ver – disse o Vagner para o Marcos, alisando a minha xaninha por sobre a lingerie. Dei uma risadinha safada

– Parem, meninos, vocês estão muito assanhadinhos! Não acredito que vocês ficam comentando sobre as pessoas – fingi surpresa e espanto.

– Não comentamos sobre as pessoas, apenas sobre mulheres gostosas e elegantes.

Marcos, por cima da calcinha, com os dedos foi fazendo uma leve pressão no meu grelinho. No mesmo tempo, o Vagner ficou alisando os meus seios e beliscando de leve os biquinhos, que estavam durinhos de tesão, enquanto ficamos trocando beijos de língua. Ainda brincando com a minha xaninha, o Marcos começou a me beijar na altura do umbigo e foi descendo…

– A minha xoxota está toda molhadinha, esperando pela tua língua – provoquei-o.

Sem empecilhos, ele tira, quase arrancando, a minha calcinha, afasta as minhas pernas, e enfia a sua língua pela minha fenda úmida e quente. Dei um forte gemido quando a senti se contorcendo e adentrando a minha vagina. Foi uma sensação maravilhosa. Dois homens jovens e quentes me possuindo, era um misto de loucura e tesão inexplicável.

– Chupa os meus peitos, Vagner – implorei-lhe apertando a sua cabeça contra os mamilos enrijecidos de tesão.

– Vou te chupar todinha, minha puta.

– Chupa a tua putinha, safado!

A combinação do toque suave dos seus lábios nos meus peitos com a cunilíngua fez o meu corpo explodir em espasmos e atingir o clímax instantaneamente. Eu literalmente berrada de prazer.

– Chupem seus cornos… Que delícia!!

Paramos por um momento. Extenuada, fiquei deitada e ofegante por alguns instantes. O Marquinhos foi terminar e servir o almoço, enquanto o Vagner foi dar um mergulho na piscina. Levantei-me, fui ao banheiro fazer uma higiene rápida, vesti um roupão e voltei para terminar de ajudar o Marquinhos com o almoço. Servimos o almoço, o Vagner veio apenas de sunga almoçar.

Como fazia calor, mais bebemos do que comemos. Eu comi apenas uma salada e pouquíssima carne. Os meninos aproveitaram mais, mas mesmo assim preferiram beber mais a comer. Em dado momento estávamos bem “altos”, então lhes convidei para irmos para o quarto “descansar” um pouquinho.

Tirei o roupão e o Vagner tirou a sunga e ficamos pelados.

– Falta você, Marquinhos – falei enquanto lhe ajudava a tirar a camiseta.

Afrouxei a fivela do cinto e desabotoei a bermuda. Levei a mão por dentro da cueca e alisei o seu pau. Senti que não era pouca coisa. Eu nunca tinha visto um pau lindo assim, aliás, eu conhecia apenas três até aquele momento. Era perfeito, reto, grande e grosso, com uma cabeça perfeita e bem larga para pô-la todinha na boca e depois ir bem devagar até o fundo, bem gostoso.

– Marquinhos, você tem um pau maravilhoso! Acho que vou adorar sentir você dentro da minha buceta. Vem cá, gostoso – puxei-o pela mão e me ajoelhei para chupá-lo todinho.

Segurando pela base daquele enorme membro, comecei lambendo a cabeça e descendo até a base até deixá-lo todo babado. Enquanto eu pagava o boquete para o Marcos, o Vagner permaneceu deitado, batendo uma punhetinha. Degustei cada centímetro daquela rola maravilhosa. Suguei cada gotinha de esperma que começava a escorrer daquele mastro.

Como eu ainda não tinha tido a experiência de sentir uma pica de verdade no meu rabinho, apenas os dedos do Vagner no encontro anterior, eu ainda mantinha certa apreensão por esse momento. Porém, eu já estava psicologicamente preparada para o que viesse acontecer. Sem contar que eu já estava muito excitada.

– Vem cá, minha linda, agora vai ser a minha vez de comer a tua xaninha – falou o Vagner.

Subi em cima dele e encaixei a minha buceta no seu pau melado. Como ela estava toda molhadinha, nem percebi a entrada. Comecei cavalgando de leve, apenas sentindo a sensação.

– Come essa buceta, come gostoso! Deixa eu sentir toda essa piroca gostosa dentro de mim – implorei.

– Empina esse rabão pra mim – pediu-me o safado do Marquinhos.

Enquanto eu fazia um “upa-upa” gostoso no Vagner, tentei atender o Marquinhos empinando o máximo que podia a minha bunda. Ele aproveitou e começou a lamber o meu cuzinho até deixá-lo bem relaxadinho.

– Que pau gostoso! Fode assim, fode! – implorei gritanto.

Enquanto fodia a minha bucetinha, o Vagner ainda chupava e mordiscava os meus mamilos.

– Que delícia, morde o biquinho deles, seu cachorro!

– Que puta safada, vou gozar. Vou encher de leite esta buceta gostosa.

Rebolei freneticamente até que o Vagner não aguentou mais e estremeceu todo o corpo.

– Que buceta deliciosa, porra! Vou gozar, sua puta!

Todo suado e vermelho, ele gozou aos gemidos e eu pude sentir todo o seu prazer quente jorrando dentro de mim.

Ainda por cima do Vagner, tirei o seu pau da minha buceta, arrebitei a bunda e chamei o Marquinhos:

– Vem, gostoso, soca agora esse pau lindo no cu desta tua puta… Vai devagar que ainda está zerinho.

Ajudando o amigo, o Vagner abriu a minha bunda para que o Marcos pudesse “trabalhar” mais a vontade. Senti quando ele começou a massagear o meu anelzinho com o indicador, introduzindo levemente a ponta do dedo.

– Caralho, Marcos, viu só que cusão tem a Rejane.

– É lindo! Veja o contraste da cor da pele com a tonalidade rósea desse cuzinho. Não sei como tu ainda não comeu.

– Não comi, porque ainda era virgenzinho e ela não deixava – respondeu.

Eu procurava relaxar o anelzinho, para que eu não sentisse tanta dor. Sempre ouvi comentários de outras mulheres que para dar o rabinho elas têm que estar muito excitadas, apaixonadas, tem que ser com o cara certo senão dói muito. Confesso que é mais ou menos isso. Eu estava tão gamada no Marcos, que eu estava completamente inebriada. Ele é o tipo de homem que a maioria das mulheres fariam “tudo” por ele. E no meu caso, o pequeno sacrifício era liberar o meu preciosinho. E ele não estava nenhum pouquinho se fazendo de rogado, foi massageando até o meu ânus ficar flexível e, com as duas mãos grandes, ele segurou pelos meus quadris e posicionou a minha bunda na melhor posição para ele.

– Fica bem tranquila, Rê. – ele me confortou. – Não vai doer nada, pelo menos em mim.

– Safado! – pensei.

Com a habilidade, ele colocou a camisinha, deixou-a bem lubrificada, e encostou na minha entradinha. Quando tentou a primeira vez, a primeira reação que eu tive foi retrair o máximo que pude o ânus. Deu mais uma massageada, e tentou a segunda vez. Ajudada pelo Vagner que mantinha a minha bunda completamente exposta, resolvi ficar mais calma, relaxar e acreditar que era possível, lembrar ainda que eu não era a primeira e nem a última mulher a fazer aquilo. Senti que ele fazia uma leve pressão, mas não forçava a ponto de doer. Dei uma reboladinha para ver se facilitava. Ele sentiu que era o momento ideal e apenas com uma única e forte pressão seca, entrou. Senti uma dor lancinante. A minha primeira reação foi apertar o pau dentro e berrei. Quase rasguei o lençol com as minhas unhas.

– Calma, Rê – disse o Marcos, tentando me acalmar – aos poucos ele vai se acostumando.

– Só se for o seu cu que se acalma, seu puto!

– Deixou a tigresa furiosa – disse o Vagner rindo – cuidado que ela morde.

– Vou deixar essa tigresa mansinha como uma gatinha.

Ele continuou pressionando levemente. Enquanto meu ânus ia relaxando, eu ia sentindo o Marcos deslizando suavemente seu mastro para dentro do meu ânus, até sumir, até me deixar completamente introduzida, enrabada e confortável com aquele monstro antes tão ameaçador. Massageando o clitóris, comecei a rebolar bem lentamente e assim fui curtindo as primeiras sensações de prazer. Já acostumada, supliquei:

– Come meu cuzinho, come, safado.

– Ainda está doendo?

– Com certeza. – menti apenas por capricho, pois já não sentia mais a dor forte. Era apenas uma sensação de dormência misturada com tesão, provavelmente da minha buceta encharcada.

– Está gostando, Rê?

– Com certeza, amor. Fode mais. Bem gostoso, fode.

As estocadas começaram a ficar mais frequentes e mais fortes. O homem realmente sabia como fazer a coisa direito. Ele ia até o fundo, parava e pressionava o máximo que podia. Voltava para novamente repetir os movimentos. Não contei o tempo, mas presumo que fiquei uns vinte minutos sendo enrabada. Eu já tinha gozado umas três vezes, enquanto que o Marcos continuava incansável. Estava numa forma física invejável e de uma virilidade soberana.

– Por favor, gato, estou exausta – implorei.

– Agora está do jeitinho que eu gosto: calminha e dominada. Então, para terminar, vem chupar gostoso o meu pau, vem. Quero gozar na tua boca, sua putinha.

Ele tirou a camisinha e trouxe aquele pau todo “babado” para eu chupar. O que antigamente era estranho para mim, agora eu fazia com prazer.

– Que piroca gostosa! Está bom, assim? – perguntei-lhe, lambendo e chupando aquela rola enorme.

Não demorou nenhum instante e senti seu pau pulsar freneticamente. Segurando a minha cabeça, ele gozou um jorro quente e salgado na minha boca.

– Toma o leitinho, gata, toma! – determinou urrando de prazer.

– Olha como ficou a boquinha dela – disse ele para o Vagner ainda sacudindo aquela rola na minha boca – adorei a tua putinha, muito tesuda. E que cu apertadinho!

– Eu te disse, e tu ainda não queria vir comigo à Porto Alegre.

Terminada a cerimônia da minha iniciação anal, eu sentia meu cuzinho todo aberto. As duas pirocas estavam prostradas, se recuperando do trabalho exaustivo que tiveram, enquanto que os meus machos cochilaram, ainda suados e exaustos. Havia um forte cheiro de sexo no quarto. Confesso que transar com dois homens foi uma sensações incrível e maravilhosa.

Por volta das 4 horas da tarde, saímos do quarto e fomos dar um mergulho na piscina até escurecer. E assim, termina mais este relato, espero que tenham gostado e se quiserem entrar em contato comigo, o email é: rejanesexy@live.com. Beijos.

Ajudando um colega do trabalho

Saturday, May 2nd, 2015

Queridos leitores e leitoras, vou relatar brevemente um fato ocorrido comigo há poucos dias.

No meu trabalho, tenho um colega, o Cláudio, que já tem seus cinquenta e poucos anos, é baixinho, meio calvo e é um legítimo banana, sem contar que eu o acho muito feio. Como eu sou muito carismática, ele me considera sua amiga e me conta algumas coisas íntimas, principalmente sobre o seu casamento. Numa dessas conversas, fiquei sabendo que sua mulher é extremamente autoritária e eles não transam faz mais de quatro anos. E, segundo ele, desde então ele não tem feito sexo. Resumindo, é um fraco. Apesar de não sentir nenhum pouquinho de tesão por ele, acabei ficando penalizada com a sua situação, pois ninguém merece ficar tanto tempo na seca.

Então, num desses dias de confidências, fazia um pouco de calor e eu estava com a periquita fervendo, pois meus “contatos” andavam ocupados nos seus afazeres. Então pensei “vou dar uma chance pra esse cara” e lancei a seguinte sugestão:

– Cláudio, hoje está fazendo calor e está bom pra um chopinho. O que você acha?

Como era de se esperar, ele nem desconfiou das minhas intenções e deu uma resposta evasiva. Não aceitei e me posicionei de pronto:

– Vamos fazer o seguinte. A gente sai umas duas horas antes do final do expediente, faremos o nosso happy hour, e ninguém se complica em casa.

Sem alternativa, pois sou a chefe dele também, ele acabou aceitando.

Na hora combinada, saímos. No estacionamento, concordamos de ir no meu carro, depois eu o traria de volta. Já no trânsito, falei:

– Cara, hoje tu vai ter a maior surpresa da tua vida.

– Como assim? – perguntou surpreso.

– Vou te levar às nuvens! Quero dar pra ti bem gostoso. Vou esfolar essa tua rola…

Fiquei analisando a reação dele. Começou a ficar nervoso e a suar. Fiz questão de acalmá-lo. Mesmo dirigindo, coloquei a mão sobre a sua coxa e fui subindo em direção à altura do seu pau.

– Calma, querido. Vai ser gostoso pra nós dois. Tira ele pra fora.

Ainda sem muita iniciativa, ele acabou abrindo a calça e colocou o pau pra fora.

– E se alguém nos parar? – argumentou.

– Relaxa!

Dirigindo devagar, fui punhetando o pau mole do Cláudio até o motel.

Já no quarto, ele ainda não sabia o que fazer. Procurei deixá-lo mais a vontade, afinal, éramos dois adultos e livres para fazermos o quiséssemos.

Liguei a hidro, tirei a roupa e convidei-o para relaxar na banheira, pois a água estava deliciosa. Ele também tirou a roupa, mas o otário entrou de cueca.

– E aí, Cláudio, que está achando do nosso happy hour? – falei com uma carinha de safada, enquanto eu esfregava o meu pé no seu pau, procurando deixá-lo em ponto de bala.

– Estou adorando – respondeu já mais a vontade.

Fiquei em pé, de costas para ele, comecei a rebolar a bunda na sua cara.

– Beija a minha bunda, safado! – ordenei.

Além de beijá-la, ele começou a dar tapas.

– Mais forte, seu puto! Se é pra bater, bate com força na tua putinha.

Saí da banheira e o puxei pela mão. Tirei sua cueca, e sua pica estava completamente dura. Não é muito grande, mas tem uma cabeça enorme, que naquele momento, estava completamente inchada e reluzente. Para abocanhá-la, sentei no chão, abri bem a boca e levemente dei a primeira sugada. Ele gemeu de tesão.

Chupei bem gostoso, como se estivesse chupando um sorvete, colocando o máximo a língua pra fora e lambendo toda a extensão do membro. Quando a coloquei todinha na boca e fui tirando devagar, o filho da puta não aguentou e gozou. Como fazia tempo desde sua última foda, ele estava com muita porra acumulada, que lambuzou a minha boca e escorreu pelo meu queixo, pescoço e por entre os meus seios.

– Não acredito que tu vai me deixar assim, seu corno! – fiquei furiosa – tu vai erguer esse negócio novamente, nem que eu tenha que enviar um vibrador nesse teu rabo.

Limpei-me na banheira e fui pra cama. O pau dele estava inerte e babado.

– Vem me chupar! – determinei, abrindo as pernas e expondo a minha buceta.

Para minha satisfação, o Cláudio gostava de sentir o gosto da couve.

Chupou a minha xaninha por um bom tempo, que gozei umas três vezes consecutivas. Não consegui falar nada nesse tempo, apenas gemia, urrava e tremia de tesão. Confesso que ninguém ainda havia me chupado daquela forma. Isso o filho da puta sabia fazer gostoso.

Voltei para a sua rola, e boqueteei novamente para endurecê-lo. Não demorou muito, levantei a ferramenta.

Ele deitou na cama, e sentei bem gostoso naquele cacete. Cavalguei feito uma cadela naquela pica, uma vez que eu estava numa tara violenta.

– Me fode, filho da puta. Fode gostoso! – comecei a gritar, apesar de que era eu mesma que estava liderando a transa.

O Cláudio apenas gemia e pedia:

– Continua, continua que está gostoso.

– Tua mulher não fode assim, fode? – provoquei.

– Não… não fode – balbuciou.

Como ele tinha me chupado, eu estava com a buceta encharcada de saliva e líquido dela própria, que aproveitei para lubrificar o meu cuzinho. Deixei o anelzinho no ponto, fiquei de quatro, com os peitos encostados na cama e deixei a bunda bem arrebitada.

– Mete no cu, puto! Mete!

Sem dó, nem piedade, ele afundou o caralho no meu rabo. Meteu como um adolescente virgem. Eu estava com muito tesão, não senti dor alguma, apenas a sensação do entra e sai frenético.

A cada estocada ele me puxava pela cintura e enterrava o cacete até o fundo, ficando apenas as bolas de fora.

– Que delícia de cuzinho. Que delícia, você! Está gostando? – o putinho queria papo aquela altura do campeonato.

– Cala a boca e soca, viado! Soca forte!

De olhos fechados, com o rosto no travesseiro, eu estava entregue:

– Aiiiii, mete, mete… Ahhhh, assim! Hummmmm – eu apenas arfava, sentindo aquele cabeça enorme indo e voltando no meu reto.

– Vou gozar!

– Arromba meu cuzinho e goza nele. Enche ele de porra, enche!

Nisso, as estocadas ficaram mais rápidas e violentas, e logo em seguida ele gozou.

– Toma, safada! Toma leitinho no cu, puta! cadela! – insultou-me, sentido-se o garanhão.

Depois do gozo, ele ainda permaneceu com o pau socado no meu rabinho até começar a amolecer.

Após um banho a dois, peguei uma bebida no frigobar, e brindamos a nossa foda. Ele quis me beijar, mas eu não estava mais me sentido a vontade com ele e não deixei.

Comecei a sentir um misto de culpa e nojo por ter transado com um cara nada a ver como o Cláudio, apesar de me sentir completamente realizada sexualmente. A culpa se dava mais por não saber como ele reagiria no trabalho, pois ele poderia espalhar pro pessoal que estávamos saindo ou coisa do tipo, mas até o momento, ele tem se comportado como um ótimo cavalheiro. Sinto que ele se sente extremamente grato pela minha atitude com ele. Menos mal!

Mais tarde, naquele dia, voltamos aonde ele deixara o seu carro e nos despedimos.

Gostaria de pedir a vocês, meus leitores, que deem a nota que acharem válida e, se possível, deixem algum recadinho nos comentários.

Beijo a todos,

Rê.

Um réveillon especial

Friday, May 1st, 2015

Um dia desses, uma amiga me perguntou por que resolvi trair o meu marido com outros homens? Porque ele não pode me dar orgasmos e outros homens pode, é simples assim. Não me interpretem mal, eu tentei muito duro com o Zeca, mas ele não me excita como antigamente. Apesar de ele ser bom com a língua, isso quando ele está a fim, mas uma mulher precisa ter sua buceta preenchida de vez em quando. Não é verdade?

É claro que eu sabia que ele não era um grande amante, quando me casei com ele, mas eu pensei que ele iria melhorar com a idade. Sem sorte. Ele ainda vem muito rápido, goza logo em seguida e diz que é porque eu o deixo completamente animado, por isso é a culpa minha. Não me separo dele, pois somos muito amigos como casal, e por vários motivos não compensa nos separarmos. Infelizmente, na cama não conseguimos acender a antiga paixão. Por outro lado, estou adorando essa nova vida que estou levando, fazendo sexo casual quando eu bem entender às escondidas do meu marido. Isso me deixa completamente excitada, sem contar que me dá um pouquinho de medo de ser descoberta, o que aumenta ainda mais o tesão. Nesse sentido, sempre procurei sair para as minhas aventuras quando ele estivesse viajando, evitando assim ao máximo a possibilidade de ser descoberta.

No entanto, nesse réveillon, a família do Zeca resolveu se reunir num sítio aqui no interior do Rio Grande do Sul. Éramos em torno de umas 30 pessoas. A família estava toda reunida para comemorarmos a vidada de 2012 paraa das irmãs do Zeca, a Célia, estava acompanhada dos três filhos e do marido, o Paulinho. De pequeno, ele só tem o nome. É um negro alto – mais alto que o meu marido, inclusive, deve ter em torno de 1,90m – musculatura bem definida, principalmente os seus braços, e é militar do Exército. Não é muito bonito, mas é extremamente charmoso, seja pela sua aparência máscula de um homem de quarenta anos ou seja por sua voz grave. Sempre achei que ele fosse fiel a Célia, dada a sua postura sempre gentil e educada com ela. Portanto, nunca pensei que ele fosse um cara fácil de seduzir, além do mais, nunca me senti atraída por homens negros. Quanto a isso, é um contraste bem interessante ele e a Célia, pois ela é de origem alemã e tem a pele muito branca. Deve ser bonito vê-los transarem.

De outra maneira, eu também não esperava aprontar para a Célia, pois nós somos amigas desde o colégio, foi ela inclusive que me apresentou ao Zeca. Mas as coisas às vezes ocorrem de forma inesperada. Eu tinha ido para essa reunião de família sabendo que não rolaria nada de sexo. Mas mesmo assim me vesti de forma sensual. Coloquei um vestidinho branco curto e justíssimo, apesar da contrariedade do Zeca, que alegou que toda a família estaria lá, e não seria legal eu me vestir de forma mais ousada. Mandei-o se calar, pois “o que é bonito é para ser mostrado” – aleguei. Calcei um sapato de salto alto, o que valorizou ainda mais as minhas pernas. Para não marcar o vestido, coloquei uma tanguinha bem pequenininha. Logo que chegamos, notei os olhares se voltarem para o meu corpo, a maioria masculina. Adorei ser o alvo das atenções naquele momento. Um dos poucos que não estavam olhando era exatamente o Paulinho.

Os preparativos para a ceia transcorreram normalmente, com os empregados servindo os drinks, enquanto os homens conversavam na área externa da casa principal do sítio, e as mulheres dentro da casa, na sala de estar. Mais tarde, saí para observar a paisagem, que por sinal tem uma vista fantástica. Meu marido e o Paulinho vieram me fazer companhia. Caminhamos e conversamos sobre banalidades, sobre o clima e o sobre o ar do interior. Quando chegamos a uma parte mais afastada da casa, meu marido se prontificou para voltar e buscar uma bebida. Aceitamos. Para minha surpresa, o Paulinho perguntou se eu estava querendo alguma coisa a mais vestida daquela forma. Não titubeei e respondi de pronto:

– Estou com tesão, querido. Está a fim?

Num gesto rápido, ele me puxou de encontro a si e me beijou na boca. Sua enorme mão sacana percorreu a extensão da minha coxa, levantou o meu vestido e expos a minha bunda, que ele a apertou com força e desejo. Sua língua quente e úmida se enrolava na minha me tirando o fôlego. Tentei me afastar daquele assédio repentino:

– Paulinho, o que é isso. A Célia ou Zeca poderão aparecer a qualquer momento.

– Safadinha, sabe que eu venho te observando há muito tempo e percebo os teus olhares para o negão aqui – falou ainda me segurando contra si.

– Convencido! – retruquei sem muita convicção.

Ele estava vestindo uma cálça cáqui, sandálias e camisa azul celeste de mangas longas, dobradas nos punhos e com as primeiras casas desabotoadas, deixando seu peito à mostra. O perfume que exalava daquele corpo negro era enebriante e excitante, minha buceta começou a latejar de tesão. Ainda sob o seu controle, fui obrigada a me virar de costas para ele, que aproveitou para me encoxar, enquanto suas mãos fortes buscaram os meus seios, tirando-os para fora do vestido. Senti o seu pau endurecendo em face do contato com o meu corpo. Beijou o meu pescoço e, ao sentir o cheiro da minha pele, mordiscou a minha orelha de leve, me deixando completamente arrepiada. Ficamos num arreto gostoso até que percebemos o Zeca voltando. Recompus-me rapidamente e ficamos conversando como se nada tivesse acontecido.

Mais tarde, a refeição transcorreu sem incidentes, e então todos se retiraram para a sala de estar para esperar a hora dos brindes. Colocou-se um pouco de música, e alguns casais começaram a dançar. Convidei o Zeca, mas ele rejeitou o convite alegando mau jeito para a dança. Então a Célia, pediu para o Paulinho fazer par comigo, pois ela também não gostava muito de dançar. Uma vez que a música ficou mais lenta, o Paulinho fez questão de puxar o meu corpo contra o seu. Procurei ter cuidado para não haver muito contato entre os nossos corpos, pois estávamos na frente de todos. Fiquei mais desconcentrada ainda quando a Célia passou por mim e deu um tapinha na minha bunda e disse para eu não passar dos limites, pois ela estaria de olho. Sem demostrar surpresa alguma, o Paulinho não vacilou, mesmo quando comecei a me afastar para encerrarmos a dança, em vez disso, ele deixou cair uma mão da minha cintura para a minha bunda. Para evitar maiores problemas, desisti da dança, mas sussurrei para ele que mais tarde a gente poderia se encontrar novamente.

Fui procurar a Célia para tirar uma onda com a cara dela e, quando eu a encontrei, falei em tom de brincadeira:

– Na próxima, posso beijar a boca do seu marido, querida?

Ela sorriu despreocupadamente e disse:

– Claro, desde que se eu possa beijar a sua agora.

Por essa eu não esperava. Eu nunca beijara uma mulher na boca antes e nunca beijaria, ainda mais sendo a minha cunhada.

– O que é isso, Célia, não está falando sério? – perguntei assustada.

– Claro que estou. Eu sempre tive vontade de provar um beijo seu. Na escola eu tinha um amor platônico por ti. Tentei demonstrar algumas vezes, mas tu nunca percebeste. E agora não estamos mais com idade de ficarmos com medinhos bobos. E afinal, não estou pedindo para transar comigo, mas apenas um beijo.

– Nunca tinha percebido que tu fosses lésbica.

– Não sou. Apenas tenho tesão por ti, apenas isso. Se não for contigo, não será com nenhuma outra.

Aproveitando meu momento de hesitação, ela me pegou pela mão e me conduziu até um dos quartos e fechou a porta.

– Relaxa, querida. Depois pode fazer o que quiser com o Paulinho, sei o quanto ele está a fim de ti, e não o culpo. O que não entendo é o Zeca, como pode desperdiçar um material tão lindo desse? – disse admirando o meu corpo.

Nisso ela me deu um celinho de leve, em seguida foi beijando o meu pescoço e foi descendo até os meus seios, que foram ficando com os biquinhos durinhos, não sei se por causa da bebida ou pela própria situação em si, mas isso levou a Célia mordiscá-los ainda mais por cima do tecido do vestido. Tirei-o e fiquei apenas com a tanguinha e me deitei na cama.

– Célia, vem, sou toda tua.

Ela se jogou por cima de mim e me beijou com sofreguidão como se fosse uma adolescente.

– Rê, como tu é gostosa. Te adoro.

Beijando os meus seios, ela enfiou a mão por dentro da calcinha e começou a massagear o meu grelinho. Fiquei me contorcendo de prazer por um bom tempo.

Nós mudamos de posição, e eu ataquei a sua boca com a minha língua esfomeada. Não demorou nenhum instante, bateram na porta chamando-nos para o brinde. Arrumamos-nos rapidamente, ajeitamos o cabelo e saímos.

Após o brinde e as felicitações de ano novo, ficamos todos conversando na parte externa da casa. Em seguidas alguns começaram a se recolher para os seus quartos ou a voltarem para suas casas. Meu marido estava completamente bêbado, então eu sabia que dormiria como uma pedra o resto da noite. Então avisei o Paulinho, que estaria no quarto, caso ele quisesse me encontrar. Antes, porém, fui tomar um banho, vesti apenas uma calcinha e me deitei. Fiquei esperando. Os únicos barulhos que eu ouvia eram os ruídos do vídeo-game, que vinham da sala, pois alguns sobrinhos tinham combinado de virarem a noite jogando. O quarto estava apenas em penumbra com a luz do abajur, e já era perto de uma e meia da manhã, quando vi a porta se abrindo de leve. Era o Paulinho. Levantei-me rapidamente e falei:

– Porra, demorou! Achei que não vinha mais.

– Calma – disse ele – eu tive que aguardar um tempo, para não dar na vista. Eu tenho sonhado com isso há muito tempo e agora é uma realidade.

Enquanto sussurrava em meu ouvido, suas mãos apanharam a minha bunda, puxando contra ele. Também não perdi tempo e comecei a acariciar a frente de suas calças, que já estava saliente. Percebi que o material era maior do que eu imaginava. Era qualquer coisa! Percebi que a noite ficaria séria para o meu lado.

– E eu queria você, Paulinho – respondi, abrindo a braguilha e puxando o seu pênis. Era pelo menos o dobro do tamanho do pau do meu marido, mas não muito grosso. Senti-me privilegiada em tê-lo em minha mão, acariciando-o, sentindo sua ascensão e divertindo-me com a sua potência. Eu dei uma olhada para o meu marido. Ele apenas roncava. Poderíamos fazer o barulho que quiséssemos, que ele não acordaria.

Feliz que as coisas estavam indo muito bem até aquele momento, caí de joelhos e minha língua correu por toda a extensão do eixo de Paulinho. Ele soltou um gemido suave e colocou as mãos na minha cabeça para me incentivar.

– Você tem um cacete gostoso, Paulo – elogiei antes de enfiar a cabeça em minha boca molhada e quente. A sucção forte em sua glande fez com que agarrasse a minha cabeça com força e começasse a forçar o seu pênis para dentro e para fora da minha boca. Eu não estava acostumado a ter uma peça tão grande em minha boca, ou talvez ele estivesse apenas ávido de tesão, porém ele socou tão forte que atingiu a minha garganta, me sufocando. Ele imediatamente se desculpou e levantou-me de pé, inclinou o meu corpo para frente e passou a estimular meu cuzinho com a língua deliciosamente. Sorrindo para mim, ele lambia a minha vagina que estava bem aparadinha, com poucos pelinhos logo acima do grelinho. A variedade de movimento de sua língua em torno da minha buceta me deixou em êxtase.

Fui até uma poltrona, me inclinei com mãos apoiadas no encosto, empinei a bunda e chamei:

– Vem foder a tua cunhada putinha… vem negão gostoso!

A visão da minha bunda arrebitada teve o efeito que eu estava querendo. Ele veio, bateu no meu bumbum e colocou a ponta do seu pênis na entrada da minha buça. Sem mais delongas, ele me puxou pela cintura com força, fazendo-me gritar de dor assim que a rola entrou de uma vez só. Felizmente, eu estava bastante lubrificada, pois estava excitada desde o início da tarde, e dessa forma amenizou consideravelmente a dor. Paulinho, ainda agarrado em meus quadris, começou a me foder ritmicamente. Olhei mais uma vez para o meu marido, para ver se ele tinha ouvido alguma coisa, mas ele ainda continuava na mesma. Tentamos ficar o máximo em silêncio, eu apenas gemia e ele dava grunhidos em baixo tom. Os sons das bolas se chocando em meu traseiro eram os únicos sons audíveis naquele quarto, além do ressonar do meu marido. Para minha felicidade, o Paulinho era um belo espécime masculino, forte e de um vigor absoluto.

– Vou encher você de porra, Rejaninha!

– Vá em frente, seu safado – respondi. Porém, ele me virou e começou a me foder na posição “papai e mamãe”. Com a possibilidade e um outro homem ejacular dentro de mim, ainda mais na frente do meu marido, comecei a rebolar como uma vadia naquela tora negra e a soltar gritinhos de tesão.

– Minha nossa, Paulinho, soca gostoso!

Ele, por outro lado, atacou a minha pobre buceta como um maníaco, enquanto suas mãos apertavam os meus peitos com força. Olhei para aquele negro enorme e suado, dominando-me e bufando, e não pude deixar de ficar encantada com tanta virilidade e tive um dos melhores orgasmos da minha vida.

– Me dá rola no cuzinho – encorajei – faça isso, mete esse pau enorme no meu buraquinho.

Ainda na mesma posição, ele levantou um pouco as minhas pernas, esfregou o pau na minha buceta para lubrificá-lo com os fluidos da minha vagina, esfregou os dedos no meu anelzinho e apontou aquela jeba em sua direção. Desta vez não teve jeito. Rugi de dor! Senti que perdia a respiração. Milagrosamente aguentei, pois ele não parou de me foder e continuou bombeando. Para minha recompensa comecei a sentir tesão novamente, enquanto ele trabalhava o meu cuzinho, eu tocava uma siririca maravilhosa e finalmente ouvi o seu rugido ao atingir o clímax.

– Posso gozar na sua boca? – ele perguntou, enquanto seu suor pingava em meu ventre.

– De jeito nenhum. Quero sentir sua porra no meu cuzinho.

Não teve tempo para mais nada, porque ele deu uma poderosa estocada até o fundo do meu reto e gozou fenomenalmente. Devem ter sido litros de esperma, pois escoou para fora do meu ânus, ao redor do seu pênis. Continuei na siririca até gozar novamente, agora com o pau cravado no meu rabinho.

Ficamos nessa posição, enquanto tentávamos recobrar as forças. Assim que ele tirou sua jeba já mole do meu ânus, sua porra escorreu incrivelmente, lambuzando toda a poltrona em que estávamos. Ele me ajudou a levantar, pois minhas pernas estavam tão moles, se eu tentasse ficar em pé sozinha, com certeza cairia no chão sem forças. Enquanto me segurava, ele me deu um delicioso beijo de boa noite e, em seguida, foi para o seu quarto. Limpei a poltrona com o vestido que estava próximo e fui me deitar exausta e aliviada.

Pela manhã, cada um de nós retornou para suas casas, eu com as lembranças de um final de ano feliz e cheio de sexo. A sorte que meu marido nem desconfiou. Por outro lado, ainda estou na dúvida se a Célia realmente concordou em ceder o seu marido para minhas aventuras amorosas ou estava agindo pelos efeitos do álcool. De qualquer forma, foi uma experiência incrível, com possíveis possibilidades de se repetir.

Espero que todos tenham gostado de mais esse relato, aguardo os contatos e os votos de vocês. Beijo a todos.

rejanesexy@live.com