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Segunda vez com cadelas e amigo!

Thursday, April 30th, 2015

Olá pessoal, tudo bem?

Eu estou, não que se importem…

Mas ói nois aqui otra veiz! Vim pra contar outra história minha e do Vinícius, o caseiro da minha chácara em Batatais!

Após aquela transa maravilhosa na clareira com a cadela dele eu havia comentado que eu tinha visto mais duas cadelas na casa dele, uma labrador e uma vira-lata! Duas lindas cadelas!

Pois bem, passaram-se uns dois dias desde aquele episódio e eu não falei muito com ele porque estava com a familia e tals… Mas então os meus pais saíram de novo e eu fui pra casa do Vinicius papear e passar o tempo.

Cheguei lá e ele tava fazendo o almoço e vendo tv

Ele tava sem camisa e de calça jeans, pois tinha acabado de chegar da rua.

Ele me convidou pra comer e eu recusei, já tinha almoçado. E começamos a conversar.

“E aí muleque? Como vão as coisas? Aquele dia foi do caralho aquela transa com a Mel foi massa!” Ele disse

“Haha foi muito boa mesmo! Gozei pacas! Da até vontade de repetir haha!”

Nisso a Mel que estava no quarto dele e eu não a tinha visto, veio me cumprimentar! Eu fiz um pouco de carinho nela e falamos umas besteiras, mas naquele dia ela parecia cansada, não deu muita bola pra gente e logo voltou pro quarto pra dormir.

Quando ela saiu eu fiquei meiosem jeito, na verdade eu queria fode-la novamente mas fiquei tímido pra pedir… Apesar dele trabalhar pra minha familia a cadela é dele!

Foi quando ele disse “cara, você se importa de eu ficar só de cueca, não to agüentando mais esse calor” e eu disse ” haha vai nessa, já te vi com muito menos!”

Nisso ele tirou a calça, e eu reparei que ele era realmente peludo hahaha, tipo muito! Ele tava com uma cueca branca normal, que dava pra ver o volume do pau dele flácido.

Depois que ele almoçou eu não tirava minha cabeça aquelas duas cadelas no canil dele! Eu tinha que come-las! Mas tava sem jeito de pedir!

Então eu tive uma idéia! Eu disse “Vinicius. Ta um puta calor, você não quer dar um mergulho na piscina não? Leva as cadelas do canil pra nadar tbm que elas devem tar com muito calor!” Ele respondeu “mas seus pais vão deixar o caseiro nadar? E ainda deixar entrar cachorro na piscina?” Eu disse ” não esquenta! Eles vão demorar, foram resolver uns documentos da chácara!”

E então nos dois subimos pra piscina mais as cadelas! Quando saíram do canil já vieram roçando en nós, eu fiquei durão na hora! Quando chegamos na piscina ele, que nem tinha trocado de roupa, pulou só de cueca e chamou as cadelas que entraram e se esbaldaram na água! Nós brincamos um pouco e então saímos da piscina. Quando ele saiu a cueca dele ficou transparente e deu pra ver não só o pau quanto os pelos e o saco dele. E nos deitamos no chão pra nos secar ao sol, e as cadelas dos nossos lados! Foi então que eu criei coragem e perguntei “Vinicius, vem cá… Você transa com essas cadelas aqui?” E ele ” hahahaha eu tava so esperando você perguntar isso! Depois de provar uma buceta de cadela a gente não volta atrás! Se você quer comer elas é só pedir”

“Quero! E muito! Podemos?” Eu disse e ele respondeu “só se for agora!”

E já tirou o pau pra fora, tava meia-bomba mas as cadelas já vieram lamber! Uma era a Naná, uma vira-lata preta e forte, muito espoleta e gulosa! A outra era a Luci, uma labrador amarela e alta!

Quando elas já vieram lamber o pau do Vinicius eu fiquei duro na hora! E já tirei meu pau pra fora também e chamei a nana pra me lamber! Ela chupava como se estivesse mamando! Enquanto isso eu masturbava a luci com uma mão!

Depois de eu receber uma das melhores mamadas da minha vida, o Vinicius disse que queria comer a nana e ele tirou o pau da boca da luci e veio comer ela! Enquanto isso eu puxei a luci pra mais perto e deitei ela de barriga pra cima e caí de boca na buceta dela! Já tava molhadinha! Parecia que pedia pica!

O Vinicius gemia alto então eu fiquei com vontade de comer a Luci! Pus ela de quatro e fui pra trás dela! E enfiei com tudo de uma vez dessa vez! Senti meu pau ser abocanhado por aquela buceta rosada e latejante! Segurei ela pelo pescoço e bombeei com força! Nos dois gemíamos muito alto! E então gozamos quase que os dois juntos!

Pra mim já estava bom ter comido elas olha-las lambendo nossa porra da bucetinha delas! Foi quando Vinicius me abraçou e falou “maninho, eu quero tentar uma coisa! Acho que você é o cara certo!” Eu não sabia o que era mas topei!

Ele esperou a naná terminar de lamber e pediu pra eu pegar ela e coloca-lá de barriga pra cima em cima de mim! E foi quando eu me surpreendi! Ele então pegou meu pau e cuspiu! Lubrificou e colocou na buceta dela! Eu me assustei porque ele ninguém nunca rinha pego no meu pau, muito menos cuspido e muito menos homem! Mas o cara não é gay, tampouco eu! Ele e eu só queríamos aproveitar aquelas cadelas ao máximo, hahaha!

E então ele pediu pra eu ficar parado, sem bombar. E então cuspiu no próprio pau e penetrou lentamente na buceta dela!

A naná não gostou muito no começo, pois eram dois paus numa boceta só! Mas ela se acostumou! Ele me segurou nas costa e nos giramos pra ficar de lado no chão! E começamos a bombar na buceta dela! A sensação foi única! Era a melhor buceta que eu já tinha entrado, quente e melada, o vai e vem do meu pau roçando no vai e vem do pau do Vinicius foi maravilhoso! Como se não bastasse, a Luci veio por vontade própria lamber tudo aquilo, lambia nossos sacos e a buceta da naná! Ficamos assim uns quinze minutos até que eu não agüentei! Eu ia gozar! Mas não ia gizar no pau de outro cara! Isso já era de mais naquele momento hahaha! E tirei o pau de dentro dela! Apertei o corpo peludo da Naná contra o meu e gritei alto enquanto gozava! Foi gozo no meu corpo e no dela! Gozo que a Luci se prontificou imediatamente a lamber tudo! E então o Vinicius gozou finalmente! Dentro da buceta dela!

Depois disso nos sentamos exaustos e olhamos as cadelas se liparem e nos limpar.

E ficamos uns minutos nos recuperando.

Então eu vi o horário e me assustei! Eram quase quatro horas e meus pais iam chegar logo! Eu pedi desculpas ao Vinicius mas pedi pra ele voltar para a casa dele que eu tinha que arrumas as coisas pros meus pais não desconfiarem de nada!

O Vinicius entendeu completamente mas antes de descer ele me abraçou e disse “ae velhinho! Valeu! Sempre quis tentar dupla penetração nessas cadelas! Foi bacana!” E eu disse ” é cara! Foi sim! Se essa cadela não fosse grande não agüentava não hahaha”

Nos despedimos então!

Mais a noite ele subiu pra tomar um café com minha familia, e nos dois quando mos olhávamos só lembrávamos das cadelas daquela tarde!

Bom foi assim hahaha! Mas tem algumas outras historias também! Varias historias!

Gostaram?

Comentem, perguntem, tudo o que quiserem!

Abraço a todos

Jack

Primeira vez com um amigo e uma cadela

Wednesday, April 29th, 2015

Meu pseudônimo aqui é Jack, tenho 25 anos mas essa história aconteceu quando eu tinha 16, quase 17.

Minha família tem uma chácara no interior, pros lados de Batatais, vamos pouco para lá, e por isso temos de pagar um caseiro para cuidar dela.

Em março de 2005 fomos para lá passar um final de semana, quando chegamos não tinha absolutamente nada para comer, então meus pais foram ao mercado (somos três, só eles e eu). Como lá não tem TV, Internet ou sinal de celular eu fui conversar com o caseiro, um jovem alto de 19 ou 20 anos chamado Vinícius que estudava nas redondezas, forte pelo trabalho braçal que realizava, barba mal feita e de corpo bem peludo, juntou o útil ao agradável, morando na chácara e pagando os estudos com o salário. Ele conhecia bem a região e ele sugeriu que a gente fosse caminhar numas trilhas por perto que eram bem vazias.

Quando saímos a cadela dele nos seguiu, uma vira-lata grande chamada Mel, linda.

Andamos por uns 30 minutos e chegamos a uma pequena clareira em um riacho, e sentamos na sombra para conversar, a Mel do nosso lado.

Ele me perguntou sobre namoradas e sexo, eu disse que nunca tinha tido ou feito e ficamos tendo aquela conversa de homem, recheada de putaria, e fiquei excitado.

Tinha visto coisas sobre zoofilia e enquanto conversávamos reparava da boceta da Mel, e quando achava que o Vinícios não tava olhando adorava passar a mão nela, e surpreendentemente ela deixava.

Meu pau começou a babar de tanto tesão e a Mel foi querendo cheirar e lamber minhas calças, quando viu isso, o Vinícius disse “ah olha só ta interessada Mel?! Você deve ta bem duro mesmo pra ela ta assim toda assanhada!”

Eu me assustei mas levei na brincadeira e disse que era inevitável graças aos andares da conversa.

E foi quando ele disse “Você acha que eu não to vendo você bolinar a bucetinha dela não?! Haha! Eu sei do que você gosta menino, e ta certo, essa aí é ótima no que faz! Quer ver?” ele agachou e tirou o pau pra fora e a Mel começou a lamber imediatamente, eu me assustei e disse que isso não era certo e ele disse que todo mundo no interior faz isso e que quando não tem mulher, bicho serve e faz bem o serviço!

Ele tinha um pau de uns 19,5 ou 20 cm, bem grosso, com os pelos ao natural e atolava ele na garganta da Mel, com força, parecia que ela era treinada pra isso! Devia estar acostumada Ele segurava o focinho dela dos lados mas ela deixava a boca aberta e ele metia na parte da frente enquanto ela lambia e babava!

Ele disse “larga de ser bobo! não vou contar pra ninguém não, eu sei que você gosta, sou teu amigo! Enfia a pica nesse cu! até quando vai ficar com vontade?!”

E eu pensei “quer saber?! Foda-se! eu vou fazer isso!”

abaixei as calças e peguei a mel por trás, levantei o rabo dela e vi aquela bocetinha linda, aberta, rosada, parecia que ela pedia para ser penetrada, cuspi na mão e passei no pau, eu tava super duro, tenho um pau de 17,5 cm bem grosso, e enfiei devagar na buceta dela enquanto o Vinícius metia na boca dela, fui aproveitando cada cm que entrava nela, parecia que a buceta dela encaixava no meu pau, quente, molhada, pulsante e apertada!

Quando atolei meu pau nela, o Vinícius tirou o pau da boca dela e disse “agora mete com força, ta esperando o que?!” e comecei a bombar na xana dela, comecei devagar e fui acelerando, o Vinícius então do lado tirou toda a roupa e ficou do meu lado passando a mão nela e tocando uma punheta! Comecei a gemer alto e o Vinícius incentivava, fiquei bombeando nela por uns cinco minutos e quando tava quase gozando ele disse “pode gozar aí dentro!” e eu gozei, tinha até tirado a cadela do chão, eu segurava na parte da frente da sua coxa.

Me levantei todo suado e o caseiro me abraçou e disse “aí sim, agora da pra ela lamber que é minha vez!”

Tirei toda roupa agora e sentei pra ela terminar o serviço, ela lambeu cada gota de gozo que tinha no meu pau e no meu corpo!

E o Vinícius começou a comer ela agora, mas deitou ela no chão e ficou por cima, e começou a meter, fiquei olhando do lado e me masturbando!

Quando ele gozou até vazou dela pelos lados, tirou o pau de dentro daquela buceta linda ele se sentou do meu lado e colocou o braço por cima no meu ombro, e eu e ele tocamos punheta juntos enquanto assistíamos a Mel lamber da vagina dela a mistura da minha saliva do meu gozo e do gozo dele! Quando estávamos prestes a goza de novo ele me segurou no peito com o braço que estava no meu ombro e gozamos juntos! A Mel veio e lambeu tudo de novo!

Nos levantamos e fomos tomar um banho no riacho da frente!

Quando voltamos pra chácara, estávamos os dois suados, fedidos e com as roupas imundas, ele me chamou para a casa dele e me emprestou algumas roupas, quando estava quase saindo vi de canto que no quintal dele ele tinha construído um canil e lá tinham mais duas cadelas, uma vira-lata e uma Labrador, mas essa é outra história…

Foi com ele que me iniciei na Zoofilia, e foi com ele que tive as mais diversas e prazerosas experiências zoófilas, mas essas também são outras histórias…

Gostaram?

Deixem os comentários e pedidos aí valeu?! Vamos conversando!

Abraço a todos

Jack

Fodendo a ex namorada

Tuesday, April 28th, 2015

Oi sou o Calton de Moçambique, na Africa. Este é o primeiro conto que escrevo por isso poderam existir alguns erros.

Indo ao assunto, eu sou um negrinho, magro, alto e de cintura muita fina que parece de mulher entre aspas. Minha ex namorada é a Maida uma garota que sempre foi linda desde os tempos de menina que se destacou com um bundao enorme. Nós temos a mesma idade (19 anos) e fomos namorados quando tinhamos 18 anitos.

O namoro era daqueles que parecia de novela, porem não existia sexo. Depois de uns cinco meses de namoro e sem nada de foda, acabei nao resistindo e acabei comendo uma de suas amigas, fato este que contribui para a nossa separaçao. Mas mesmo longe um do outro sempre existiu carrinho.

Até que um dia seu primo que era meu brother ia dar uma festa num fim de semana. Ele me convidou mas recusei no inicio porque não queria cruzar com a namorada dele (uma putona que aranja problemas), mas nao precisou muito pra me convecer, foi so ele falar que os pais nao estariam em casa e a Maida estaria la.

No dia da festa fui um dos primeiros a chegar p ajudar a montar o som e o barril de cerveja. Meia hora depois o ambiente tava bom, tavam la os amigos e tinhas um montao de garotas negras, mulatas e so duas branquinhas. Eu ja tava de pegaçao e empolgado rebolando no bum bum de uma garota que parecia muito mais velha que eu, mas isso nao importa bunda é bunda. Tudo indo bem ate que sinto uma mão que veio por tras e tava dentro da minha camisete. Ja havia esquecido que a Maida adorava fzer isso. Mas fiquei feliz quando virei e vi ela ali de vestidinho vermelho bem decotado.

Uau demais ja tinha esquecido que existiam outras garotas.

Enfim a gente ficou conversado sobre o passado e as atuais novidades. Pa acelar o clima eu a entulhava de bebida e usando aquele papo que sentia muito tela traido. Ela riu e fez gracinha dizendo que fui impaciente e deixei de comer uma virgem. Isso me deixou abalado mas não ficou por ai… a convidei para o teraço do predio, e ela recusou por causa do frio e fomos direto pa varanda.

La percebi que o tesão existia pela sua respiraçao ofegante quando passei minha mão na sua bunda. Tava bom de mais porque ela nao recusava e começou a trocarse carinhos.

Deu pa ver que ela tava aparentando ser durona mas tava me querendo com o mesmo fogo de sempre.

Sem demoras a encostei na parede e fui beijando seus peitos que cinceramente nao sao tao grandes como parecem por fora… mas sao gostosos, e rapidamente eu ja enfiava os dedinhos na bubuta (assim como a gente chama uma xoxota aqui).

Ela começpu a contorcer e achei que fosse gozar porque nunca consegiamos passar dessa parte.

Mas naquele dia as coisas tavam diferentes ela tambem tava demais e me punheta dentro das calças.

Pa estragar o clima seu telefone tocou… era o namorado pois tava escrito love. enquanto eles se falam eu a beijavano pescoço.

Mas como o corno nao tava deslingando acelerei mais as coisas aproveitando que ela tava de costas, levantei seu vestido e meu caralho grosso de largura foi ao encontro da bubuta que ja tava molhada.

Tava dificil entrar mas dei um tapa na sua bunda e ela deu um gritinho gostoso e abriu mais as pernas inclinando p frente e apoiou a perna esquerda em cima de uma caixa de cerveja vazia.

Ai tava liberado e comecei a comela lentamente, ai que ela virou e disse com tom de puta, me fode bem forte vai deicha o carinho p quando a gente estiver na cama do meu primo.

Aquilo foi como uma palavra passe e acelerei o ritimo e fui socando forte. Ela tava suando e so respondia nu celular com: hmm, a tah, aham.

Eu tava adorando a situaçao, p melhorar tirei minhas calças por completo e a deichei com o vestido levantado.

Me sentei na cadeira e ela veio sentar de frente no meu pau. Claro q ja tava farto e pessoalmente desliguei o cell.

Ela começo a cavalgar rapido que parecia a filha do zorro.

Nao dava mais. dpois de uns dez minutos fodendo ali eu gozei mesmo dentro da bubuta mesmo.

Fiquei ate com medo porque nao usamos camisinha e foi a primeira vez que fodia sem usar. Ensisti p ela chupar todimho mas ela se esquivou. Na verdade ela nao conseguia olhar direto no meu pau… dizia que a grosura e as feias a asustavam e ate chamava o caralho de Godzila. Enfim nao ensist muito e ja que ela nao quis limpei com sua calcinha que nem lembro como saiu de seu corpo. O pau ja tava dura e encima duma mesinha de madeira velha a deixei de costas com pernas p o ar. Aquela posiçao foi a melhor porque ela gemia mas alto, o pau entrava todinho ela tentava fugir.

Deu um bero e acabou gozando lançando fortes jatos. me empurou e fexou as pernas dizendo que tava com pequenas dores. Como ela é negra de pele clara dava p ver a bubuta um pouco cermelha. Ja que eu ainda dava duro punhetei e despejei tudo na bariga dela e pingou no vestido tambem.

Tive que voltar p dentro e arumar algo p ela vestir. La dentro o clima tava quente so na casa de banho tava acontecento uma outra festa de 4 caras comendo uma gordinha muito preta e peluda. Engraçado que quando voltei p varanda ela tava falando com o namorado ao cell dizendo que tava com colicas.

Valeu pessoal o conto continua, ela confessou que so tinha transado com dois caras dpois da nossa separaçao, mas que gostou de tar comigo e queria voltar.

Deixem seus comentarios para que eu possa melhorar no relato.

Comendo a faxineira na padaria

Monday, April 27th, 2015

Bom galera esse e meu segundo conto pra quem nao me conhece eu me chamo Tiago 26 anos moreno 1,80 de altura 79 kilos olhos e cabelos castanho e servido de um pau de 23 cm,vamos deixar esses fatos de lado e ir ao que interessa ao leitores desse blog….

Bom sou padeiro ha 15 anos e no ano de 2011 trabalha aqui msm em santo andre quando entrou uma faxineira loira da minha altura corpo lindo tudo perfeito e solteira eu ja casado a 5 anos resolvi investir nessa loira chamada Katia pra ver o que dava e joguei o anzou e a sereia caiu na rede primeiro so brincava com ela dizendo que se um aviao daquele cai no meu aeroporto jamais levanta voo ela ria e falava para que voce casado mais um belo dia eu conversando com ela deixei por querer mesmo ela ver meu pau duro de tesao por ela e katia disse que coisa grande e essa eu disse sao meus 23 cm louco por voce ao ela ja disse que nao tinha o tamanho eu disse pra ela eu te mostro voce quer ver ela disse voce e louco e saiu pra fazer seus afazeres e se passou um mes e num belo domingo de manha eu tive que trabalhar sozinho e era bem no dia da faxina geral dela na padaria eu pensei comigo e hj que eu pego esse aviao e furo todas as janelas dele nao deu outra eu com o servico feito e esperando pra assar os paes fui me deitar num canto da padaria onde katia nao tinha limpado ainda tudo de caso pensado quando ela chegou pra limpar la eu estava de pau duro e o volume na calca era claro katia olhou e falou hoje eu quero ver eu olhei pra ela e disse vem ela se ajoelhou e tirou na hora que ela ja viu foi mamando tudo chupou como vc fosse a ultima pica do mundo ficou ali unz vinte minutos e nem ligou quando eu gozei na boca dela que por sua vez engoliu tudo e claro era minha vez de fazer o mesmo por ela claro dei um lindo banho de lingua nela e fiz ela gozar quatro vezes na minha boca e com isso meu pau ja duro de novo quis invadir os outros buracos dela comia buceta e cu revezando lembro de gozar duas vezez no cu uma na buceta e antes de eu ir embora mais uma na boca dela….depois desse dia fodi ela por um ano no banheiro da padaria mais ai parei por que ela ja queria eu pra ela e por mais que eu traia minha esposa nao a largo por mulher nenhuma

Galera espero que gostem do conto e deixem comentario abaixo vai meu e mail pessoal pra quem quizer foto do meu pau

tiagonego2005@gmail.com

bjs e abracos assim que der escrevo mais fuiiiiiiii……

Traindo com o moreno da Praia

Sunday, April 26th, 2015

Olá, queridos e queridas,

Abril de 2013, fazia cerca de dois meses que eu estava na seca danada, nem beijinho na boca. Como já sabem, marido sempre viajando a coisa complica, apesar de que as fodas com ele não serem aquelas maravilhas, mas pelo menos ajudam a aliviar o desejo de macho. Para complicar, meu menu de oportunidades masculinas estava fraco. Eu estava numa situação desesperadora, e a perseguida já estava esfolada de tanta siririca e nada de passar o bendito tesão. Nesse período, tirei férias e fui curti-las na casa da minha carioquíssima amiga Andrea. Fui para ficar duas semanas, quando então o meu marido me encontraria lá para retornarmos para Porto Alegre. Férias no RJ dispensam maiores comentários, sol, praia, gente lindíssima e animada não faltam, para quem está pela curtição então, é uma maravilha.

Numa manhã, eu e a Andrea fomos tomar sol na praia do Arpoador, que fica perto do seu AP, portanto, dava para ir e voltar a pé tranquilamente. Vesti apenas um biquininho cortininha floreado, com uma saída de praia branca por cima. Ficamos ao sol até antes do meio-dia, depois fomos a um quiosque próximo para saborear uma água de coco. Nesse tempo, observei um cara correndo que vinha na direção do quiosque em que estávamos. Era moreno, de uma morenice carioca, pele bem bronzeada e marca de sunga bem branca. Trajava apenas uma sunga vermelha e um tênis de corrida e estava com fones de ouvido. Olhos castanhos amarelados, barba bem feita e cabelo estilo militar, bem curtinho e aparado. Não muito alto, algo de 1,75m e corpão definido, principalmente as pernas e coxas, bem torneadas e fortes. Imediatamente me acendeu o desejo de contato com o sexo oposto. Senti meus seios enrijecendo, com os mamilos ficando durinhos e a xana entrar em estado débil, toda úmida e desejosa por sentir o membro rijo do belo espécime masculino e desfrutar do prazer que ele poderia lhe proporcionar.

Comentei com Andrea minhas impressões e para minha surpresa ela o conhecia. Adiantou-me que ele se chama Edu, tem 32 anos, é engenheiro e, o melhor, solteiro. Quando ele se encontrava já próximo a nós, ela o chamou para nos apresentar. Feito isso, voltamos para nossos lugares e ele sentou-se à nossa frente. Não deixei de notar suas pernas afastadas, salientando o volume do pacote do prazer. Confesso que fiquei totalmente alterada, comecei a sorrir e a mexer no cabelo quase que freneticamente. Como um bom carioca, ele estava bem disposto e falante e queria saber tudo sobre mim. Andrea observando as minhas intenções, começou a preparar o terreno, dizendo que eu estava no RJ para diversão e que precisava de alguém disposto a me ciceronear pela Cidade Maravilhosa. Prontamente ele se ofereceu, garantindo-me que eu teria as melhores férias da minha vida. Obviamente não me fiz de rogada e aceitei. “Que é lhe usar, gato gostoso!” – pensei.

Algumas risadas a mais e como já era hora do almoço, a Andrea sugeriu que poderíamos ir os três para a AP do Edu e que ela faria algo para comermos. Logo percebi qual era o plano dela, bastaria eu dar continuidade. No apartamento, Andrea foi para a cozinha, aproveitei para conhecer a sacada, de onde se tinha uma vista do mar e de toda a extensão da praia, e o Edu foi tomar uma ducha para tirar o suor da corrida. Encantada com a vista, fiquei curtindo a deliciosa brisa do mar. Instantes depois, o Edu aparece na sacada, sem camisa, vestindo apenas um calção de futebol e me oferece uma taça de Martini. Brindamos à nossa amizade e dei-lhe os parabéns pela vista maravilhosa, ele agradeceu dando um beijo na minha mão, como um cavalheiro todo galante. Sem soltá-la, ele me puxou levemente para perto de si, enquanto me fazia uma leve carícia, ajeitando os fios dos meus cabelos que estavam sobre os meus olhos. O perfume delicioso que exalava do seu peito, o toque gostoso da sua mão e o som do sotaque que vinha da sua voz reacenderam automaticamente meu desejo por sexo, e o meu corpo ficou em estado de malemolência total, completamente impotente para resistir aos encantos daquele moreno.

Ainda no clima, ele aproximou sua boca perto do meu rosto, e sem hesitar dei-lhe uma bitoquinha, que logo se transformou num delicioso e ardoroso beijo. Enquanto ele me desvencilhava da parte de cima do biquíni, livrei-me da saída de praia, ficando seminua em plena sacada. Foram momentos de puro tesão, nos quais nos acariciamos tresloucadamente. As suas carícias iam de beijos e mordiscadas nos meus seios a massagens no meu clitóris, enquanto que as minhas se resumiam a lhe beijar o pescoço e agarrar vorazmente o seu traseiro gostoso. Quando ele sentiu meus dedos tocarem-lhe o ânus, sua reação foi instantânea, agarrou-me pelos ombros e virou-me de frente para a grade da sacada com certa violência. Segurei-me com força na grade um tanto nervosa, enquanto ele, já livre do calção, afastou o meu biquíni para o lado e começou a relar seu pau na minha bunda.

– Se quer brincar com o cuzinho alheio, bebê, vou lhe mostrar como se faz! – balbuciou ele, com uma voz que transparecia excitação e certo sadismo.

– Vou penetrá-lo todinho – continuou, lubrificando o meu ânus com saliva e com a própria umidade da minha buceta e, com os dedos, o foi alargando levemente para facilitar a entrada.

– Vai Delícia… hum… Come ele gostoso! – implorei aos gemidos, enquanto sentia seus dedos mágicos massageando meu rabinho.

Ânus relaxado, partimos para primeira tentativa. Procurei facilitar arrebitando a bunda, enquanto a cabecinha foi forçando lentamente a penetração. Ávida de desejo por um caralho gostoso aviltando meu corpo, eu não ofereci quase nenhuma resistência para o Edu, que em poucos instantes conseguiu fazer seu membro rijo e pulsante atingir o fundo do meu reto.

– Aiiiii – gritei de dor e prazer, sentindo as bolas bateram na minha bunda.

O entra e sai começou lentamente e aos poucos foi atingindo a velocidade da tortura. Mal consegui respirar, dada a força que o Edu imprimia aos seus movimentos, invadindo-me com tanta força e violência, desequilibrando todos os meus sentidos.

– Soca ele… soca assim… fode esse cu gostoso, carioca viado! – eu berrava, curtindo a sensação gostosa de ser sodomizada em plena luz dia e diante de umas paisagens mais lindas do mundo.

– Toma gostoso no cu, gauchinha putona! – disse-me – sempre quis comer uma gauchinha, pois tenho “mó” tesão nesse sotaque! – confessou.

Como eu estava tão excitada, meu grelo estava como prendendo fogo de tanto tesão, que apenas com uma leve siririca não demorei a gozar. Berrei de prazer como ainda nunca havia feito nas minhas experiências amorosas.

Com o orgasmo, pressionei ainda mais o cuzinho, obrigando o Edu a tirar o pau do meu rabo para não gozar. Assim, sentei-me na espreguiçadeira, e ele me trouxe a rola para um belo e gostoso boquete. Quando então, pude presenciar seu lindo cacete cor de jambo e grosso, com uma cabeça vermelha bem avantajada e, na base, pendendo as bolas bem peludas. Abocanhei primeiramente a cabeça, lambendo, sugando, enfim, me deliciando, sem me importar que ele acabara de sair do cuzinho e vir direto para a minha boca. Suguei gostoso até sentir o sabor salgado dos primeiros líquidos viscosos e transparentes que começaram a sair da boquinha do pau. Chupei, babei e limpei todinho até as bolas, quando finalmente ele afastou a minha cabeça e ordenou:

– Abre a boca, gauchinha!

Foi o tempo de abrir a boca e recepcionar um jorro quente e branco de esperma. Seus jatos fortes e em grande quantidade lambuzaram todo o meu rosto de leite másculo, que escorreu pelo meu pescoço e seios.

– Toma leitinho, toma, safada! – ordenou-me ainda, obrigando-me a limpar o restante de porra que ainda escorria. Obedeci-lhe, chupando e lambendo, até o pau ficar complete inerte e adormecido.

Quando voltamos à realidade, a Andrea estava parada em nossa frente com uma toalha para eu me limpar.

– Presenciei parte da festinha e não me convidaram. “Mui” amigos que vocês são! – protestou – – agora só nos resta almoçar. – disse por fim.

Mal nos recompomos da situação em que encontrávamos, coloquei a outra parte do biquíni e fomos para cozinha.

Depois disso, tivemos outros momentos de luxúria e prazer, que no decorrer do tempo pretendo compartilhar com os leitores. Para comentários, meu email: rejanesexy@live.com

Beijão a todos e todas, Rejane.

Uma rapidinha com o sobrinho

Saturday, April 25th, 2015

Olá, queridos, estou de volta, hoje vou relatar uma transa muito gostosa que tive com o meu sobrinho Juninho. Espero que gostem.

Há uns dois anos, meu marido e o meu cunhado alugaram um sítio em Santa Catarina para curtimos as férias. Fomos eu, meu marido Zeca, a Nara (minha cunhada e irmã do Zeca), meu cunhado Vinícius e o filho deles, o Juninho. Enquanto, nós quatro tínhamos por volta dos 42 anos de idade cada um, o Juninho tinha apenas 19. Apesar de eles serem do sul, fazia tempo que não nos víamos, pois eles moram em Pernambuco. Tanto que não eu via o Juninho desde quando fomos visitá-los em Recife, há cerca de 15 anos. Minha surpresa foi enorme quando fomos buscá-los no aeroporto, ainda que o acompanhasse por fotos via face e instagram, eu não esperava ver um homem feito, alto, loiro, magro, muito lindo. No momento em que abracei, percebi que teria problemas nesses dias em que passaríamos juntos, pois fico incontrolada quanto sinto que estou na presença de um macho de verdade, ainda que ele seja da família e eu tenha idade para ser mãe dele.

Saímos de Porto Alegre numa sexta-feira pela manhã de sexta-feira e chegamos quase ao final da tarde.

A casa principal do sítio é estilo fazenda, muito ampla com dois pisos. No piso superior, onde ficam os quatro quartos, um living com lareira e com visão panorâmica da serra, possui uma sacada, de onde se pode ver o movimento da piscina. No piso em baixo fica a sala principal, uma cozinha grande e a casa da piscina, com mesa de jogos e churrasqueira.

Os primeiros dias, como não fez muito calor, aproveitamos para conhecer o lugar e as cidades próximas. Visitávamos alguns restaurantes e alguns estabelecimentos durante o dia e à noite ficávamos sentados na varanda da sala conversando, tomando cerveja ou algum outro drinque. Até então o Juninho me parecia muito quieto, ficava mais envolvido com o celular ou dormindo. Eu aproveitava para conversar com a Nara sobre trabalho e outras coisas de mulher. Logo já estávamos bem confidentes uma da outra.

No segundo domingo, estava fazendo um calor maravilhoso. Estava ótimo para se refrescar na piscina. Os homens colocaram suas sungas e logo já estavam nadando. Eu e a Nara fomos trocar de roupa e passar bronzeador. Coloquei meu biquíni branco, de chamar atenção por causa do tamanho. A parte de cima mal conseguia cobrir os mamilos, enquanto que parte de baixo ajudava a evidenciar a minha boa forma física. Modéstia à parte.

No momento que cheguei perto da piscina, senti o olhar guloso do Vini para o meu corpo. Meu marido não esboçou nenhuma reação, o que era de se esperar do corninho. A Nara, que estava com um biquíni muito mais comportado com o meu, demonstrava uma certa insatisfação e um certo pudor. Não me importei com nada disso, o meu objetivo era tentar chamar a atenção do Juninho. Não me frustrei.

Solicitamente ele veio me ajudar a descer a escada da piscina, seus olhos estavam fixos nos meus seios. Durante os mergulhos, ele não sabia mais o que fazer para me chamar a atenção, brincava com o meu marido, dizendo que era o homem mais sortudo que conhecera; jogava água de forma infantil nos demais e outras peripécias. O Vini também parecia meio descontrolado, ajudava o filho com as bobagens, enfim, se comportando tal qual um homem que não pode ver mulher. Eu não os culpava.

Após o mergulho na piscina, sentamos nas espreguiçadeiras e ficamos conversando e curtindo o sol. Talvez fosse o calor ou o efeito dos exercícios na piscina, eu estava me sentindo malemolente. O meu corpo seminu exposto na frente daqueles homens estava me dando tesão gostoso, minha buceta já estava acusando um desejo de macho. Minhas mãos quase que involuntariamente percorriam das pernas, passando por sobre a barriga e indo à altura do colo. Foi quando tive a ideia de fazer umas caipirinhas. Era uma oportunidade de me afastar e levar o Juninho comigo.

– Juninho, você me ajuda a fazer as bebidas? – sem pestanejar, ele aceitou de pronto. Perguntei se alguém queria mais alguma coisa, os homens pediram charuto e a Nara encomendou o livro que estava lendo.

Nos afastamos do grupo em direção a casa. Eu estava ansiosa e excitada. Assim que entramos, o Juninho foi para a cozinha começar o preparo, enquanto fui buscar as outras coisas. Ao voltar, fiquei admirando a beleza máscula do meu sobrinho. Que belo espécime! Definitivamente eu o queria dentro de mim. Senti minha boca ressacada, os batimentos cardíacos acelerados. Enfiei a mão na buceta e senti o grelo inchado e a umidade pegajosa do lubrificante natural. Fiquei louca para sentir a textura daquelas coxas grossas e bronzeadas. Cheguei perto e o abracei pela cintura.

Ele se virou imediatamente, meio surpreso, talvez não esperasse que eu o abordasse tão rapidamente.

– Será que vão nos ver? – perguntou sem muita convicção. Fiquei acariciando o seu tórax, enquanto lambia meus lábios e olhando em seus olhos. Senti o cheiro de sua pele, uma mistura de perfume masculino e suor de homem jovem. Meu tesão só aumentava. Desatei a parte de cima do biquíni, deixando os mamilos intumescidos completamente à mostra. Percebi o volume mais que dobrar embaixo da sunga preta.

Ajoelhei-me no chão da cozinha e baixei a sua sunga. Surge então um belo pau duro, de cor rósea, trazendo consigo um saco bem vermelho com pentelhos aloirados e com cheiro delicioso de almíscar e sarro masculino. Minha boca começa a salivar e parto logo para a degustação. Começo lambendo a base, esfrego a língua nas bolas, sinto os pêlos grudados na língua e vou subindo até a glande. Entre masturbação e lambidas, vou caceteando a minha cara com a piroca já babada.

Lembrando-me que não tínhamos muito tempo, deito-me no chão e arreganho as pernas e me entrego ao abate. Meu sobrinho confirma o que eu esperava. Enfiou sem dificuldades e começou a sovar a minha buceta freneticamente. A fricção das peles exalava um odor forte de sexo pelo ambiente, enlouquecendo-nos e acentuando ainda mais o prazer. Ainda socando, ele me comprimia entre o seu corpo e o piso, fazendo nossos corpos suados se esfregarem um no outro numa perversidade incestuosa.

Para que eu não gritasse ou emitisse algum som de gemidos, Juninho, muito mais forte, tapou a minha boca com uma das mãos, obrigando-me a respirar apenas pelo nariz. Quase sufocada e comprimida como estava, não pude nem me mexer. Completamente dominada, fiquei passivamente sentindo sua respiração sôfrega e o seu cacete me possuindo e usurpando meu corpo. Gozei em instantes.

Os movimentos involuntários do meu orgasmo o fizeram gozar bruscamente e a me penetrar com muito mais força e mais fundo. Ele sussurrava e repetia:

– Quer leitinho, tia putinha? Quer leitinho do sobrinho na bucetinha, quer?

Adorei ouvir isso. É uma sensação muito gostosa ver os homens enfeitiçados pela magia da buceta.

Nem tivemos tempo de nos recompor, ouvimos passos do lado de fora da cozinha. Com o susto, levantei a tempo de me ajeitar o biquíni e fiquei oculta pela geladeira. Enquanto o Juninho disfarçava na pia, fazendo as bebidas. A Nara entra em instantes e nos pergunta por que estávamos demorando. Vendo que a bebida ainda estava por fazer, o gelo já derretido em cima da pia; provavelmente também percebeu a sunga do Juninho salientando o pênis ainda ereto, ou os meus cabelos em desalinho, apesar das minhas tentativas mal sucedidas em tentar arrumá-los, ela desconversou constrangida e saiu, apenas nos recomendando que os demais nos esperavam.

Enfim, terminamos as bebidas e retornamos a curtir o sol e o belo domingo.

Beijo a todos,

rejanesexy@live.com

A APRENDIZ SAPECA!

Friday, April 24th, 2015

Gabriela (mais conhecida como Gabi), adorava sua tia Genésia …, mesmo com esse nome incomum, a tia solteira e independente sempre cativou a sobrinha que via nela mais que uma tia, mas também uma amiga e companheira para qualquer ocasião. Quando estavam juntas, elas frequentavam desde lojas de Shopping Centers até baladas de pegação geral. Com a tia, Gabi podia beber à vontade, flertar a vontade, que Genésia, além de não lhe passar sermão, na maioria das vezes curtia junto com ela tudo que fosse bom e divertido.

E todo o ano era a mesma coisa: nas férias de janeiro, os pais de Gabi iam para a Europa e ela pedia para ficar com a tia, que, por sua vez estava sempre pronta para receber sua única e queridíssima sobrinha. No ano em que essa história se desenrola, não foi diferente; os pais de Gabi foram passar férias na Espanha e ela correu para o telefone, pedindo para ficar com a tia que, prontamente, aceitou a tarefa, que mais se assemelhava a uma diversão sem limites.

A primeira semana foi dedicada às compras; juntas, Gabi e Genésia – que a sobrinha preferia chamar pelo diminutivo Nésinha – percorreram os corredores de vários Shoppings, compraram roupas, sapatos, bijuterias, e tudo mais que lhes desse na telha; almoçavam juntas e depois voltavam para casa a fim de realizar um desfile particular com todas as coisas adquiridas durante o dia. Como eram muito amigas, Nésinha não tinha nenhum pudor em despir-se na frente da sobrinha e ela, por sua vez, também sentia-se a vontade para fazer o mesmo; todavia, Gabi notava o corpo enxuto e bem distribuído da tia que tinha formas muito bem delineadas: seios fartos, bunda firme e roliça, coxas bem torneadas e cintura delgada; isso tudo somado a um rosto limpo e cabelos escuros lisos, que ela teimava em manter curtos.

Ela, jovem e ainda aproveitando as primeiras experiências da vida, sentia uma certa atração pela tia, porém, jamais revelara esse seu lado desconhecido, supondo que, talvez, a tia não simpatizasse com tal inclinação. De qualquer modo, Gabi sentia-se muito bem ao lado da tia, e não escondia o prazer que sentia em usufruir das férias ao lado dela, tendo em Nésinha, muito mais que uma tia, uma amiga e uma confidente.

Bem, fato é que, uma noite de sexta-feira, as duas voltavam de uma balada agitadíssima, onde rolara uma pegação bem gostosa, e, chegando em casa, decidiram tomar um banho; Gabi disse para a tia que ela podia ir, pois, embora os quartos do apartamento de Nésinha fossem suítes, a garota queria ver algumas novidades em sua página do Facebook, bem como atualizar com algumas fotos daquela noite alucinante. Nésinha concordou e correu para o seu quarto, despindo-se durante o trajeto.

Gabi, tomou o celular nas mãos e passou a digitar comentários e postar fotos como era de hábito, mantendo a galera das amigas e amigos informados de suas últimas aventuras. Por algum tempo, a menina foi absorvida pela rede social, esquecendo-se de tudo e de todos …

Subitamente, ela ouviu sua tia chamá-la, pedindo que viesse até o quarto; Gabi foi até lá e ouviu a tia chamá-la novamente, percebendo que ela estava no banheiro; ela entrou e deu com a tia debaixo do chuveiro, deliciando-se com a água que escorria pelo seu corpo nu. Sorridente, convidou a sobrinha para tomar banho junto com ela …, Gabi não ficou surpresa com o convite, mas sentiu um arrepio percorrer-lhe a espinha …, tinha receio de que pudesse deixar escapar seus sentimentos em relação à tia.

Mesmo assim, ela, hesitante, despiu-se e correu para debaixo do chuveiro, sendo abraçada carinhosamente pela tia amiga. Nésinha, tomou uma esponja bem macia e iniciou o ritual de ensaboar o corpo da sobrinha. Gabi sentiu sua pele ficar arrepiada ante o contato macio e quente da esponja, mas deixou que a tia prosseguisse em seu intento.

Nésinha ensaboou todo o lindo corpo viçoso da sobrinha, detendo-se, primeiramente, nos mamilos que ficaram entumescidos com bicos e aureolas durinhos, provocando um forte arrepio na garota, que não foi capaz de segurar um gemidinho de tesão. Encabulada, ela olhou para a tia que sorriu-lhe amavelmente de volta …, havia uma cumplicidade no ar …

E não demorou muito para que os lábios da tia fossem ao encontro dos lábios da sobrinha, encerrando um beijo repleto de desejo reprimido.

Habilidosa, Nésinha aproveitou para acariciar o corpo juvenil da sobrinha, deliciando-se com cada detalhe; acariciou a barriguinha sarada de Gabi e apertou-lhe as nádegas durinhas; mas foi na pequena vagina da sobrinha, que a tia divertiu-se a valer, massageando os grandes lábios e abrindo caminho até o clítoris que estava inchado e pulsando …, Nésinha supunha que a sobrinha não era mais virgem, mas quando ela apertou o pequeno músculo entre os dedos, a reação involuntária de sua sobrinha demonstrou o contrário.

Gabi recuou assustada, dizendo para a tia que aquilo não era certo; Nésinha encarou-a com solenidade, perguntando de forma fraternal se a sobrinha ainda era virgem …, Gabi sorriu encabulada outra vez e abaixou o olhar, sem coragem de encarar a titia. Nésinha tomou o queixinho macio da menina com uma das mãos e forçou o rosto para cima, obrigando-a a encará-la.

Gabi tinha um olhar brilhante e sem malícia, acabando por confessar que já havia “brincado” com alguns namorados, mas que jamais chegou as vias de fato.

-Tia, será que eu sou lésbica? – interpelou Gabi, com a voz carregada de recato e hesitação.

-Quem sabe, minha querida … – respondeu a tia com um tom de voz quase maternal – mas, se você quiser podemos descobrir isso a partir de agora …

-Eu …, eu quero, tia! – respondeu a menina, aninhando-se ainda mais ao corpo da tia.

Imediatamente, saíram do chuveiro e Nésinha ajudou a sobrinha a secar seu corpinho, sendo que a menina fez o mesmo com ela. Correram para o quarto e mal chegaram próximo da cama, Nésinha empurrou delicadamente sua sobrinha sobre ela, atirando-se, em seguida, entre suas pernas, saboreando, faminta, a vagina depilada de Gabi, chupando e lambendo avidamente.

Gabi se contorcia, gemia e sentia vários espasmos percorrerem seu corpo, e não tardando em atingir seu primeiro orgasmo com a tia. Ela gemeu alto e quase gritou para a tia dizendo como aquilo era bom. Nésinha, sentindo-se recompensada, prosseguiu, chupando e lambendo a vagina de sua sobrinha e fazendo com que ela gozasse mais algumas vezes, cada uma mais intensa que a anterior.

-Tia …, deixa eu …, fazer isso …, na senhora …, deixa? – a voz de Gabi saía embargada entrecortada por uma respiração arfante, quase como uma súplica. E imediatamente, Nésinha girou seu corpo, oferecendo sua vagina para os lábios ávidos da sobrinha, que passou a lambê-la cuidadosamente, entreabrindo os grandes lábios com as mãos a fim de permitir que sua língua fosse de encontro ao clítoris da tia. Elas estavam, então, fazendo um delicioso “sessenta e nove”, carregado de gemidos, sibilos, palavras carinhosas e suspiros prolongados.

Aquela diversão prolongou-se por horas, avançando madrugada adentro e sendo interrompida apenas algumas vezes para um descanso merecido que era o prenúncio de uma nova rodada de delícias e orgasmos.

A manhã de sábado chegou e veio ter com tia e sobrinha dormindo um sono pesado, abraçadas como dois namorados sentindo o calor de seus corpos e o odor típico de uma noite de muito sexo. Gabi foia a primeira a acordar, mas não fez nenhum movimento para desenlaçar-se da tia; ficou alguns minutos apreciando o rosto suave de Nésinha e depois sentiu uma vontade enorme de beijar-lhe a face, o que deixou acontecer instintivamente.

Subitamente, os lábios de Nésinha vieram ao encontro dos lábios da sobrinha em um delicioso beijo de bom dia; os corpos se enlaçaram ainda mais e as duas mulheres aproveitaram o calor gostoso de seus corpos nus e satisfeitos.

Gabi não sentia-se envergonhada com o que acontecera, pois além de deliciosa, foi uma experiência nova e agradável. Ainda mais porque sua tia não tratou aquele evento como algo proibido ou preconceituoso; pelo contrário, durante o café da manhã, as duas conversaram muito sobre o que havia acontecido e Nésinha preocupou-se em sanar todas as dúvidas da sobrinha a quem adorava acima de tudo.

A certa altura, Nésinha perguntou sobre as experiências sexuais da sobrinha; Gabi ficou ruborizada, incapaz de responder a pergunta ante a vergonha que isso lhe causava; a tia sorriu para ela e depois de um intervalo para que a sobrinha se recuperasse, ela voltou a carga, porém, agora, com mais tato.

-Conta para a titia … – disse ela em tom pausado e muito calmo – e fique tranquila, que eu não vou contar nada para ninguém …, você já fez sexo com um rapaz?

-Bom, tia … – começou a garota com voz hesitante – com um rapaz …, não …, mas já me diverti um pouquinho …

-Foi, mesmo! Com quem? – tornou a tia, tentando esconder a sua imensa curiosidade.

-Sabe o Lúcio? – prosseguiu a menina sentindo-se mais à vontade – aquele amigo do papai …

-Ah! Sei de quem se trata! – acolheu a tia – foi com ele?

-Não foi sexo para valer – completou a menina – apenas nós brincamos.

-Como assim? Não entendi? – a curiosidade da tia beirava ao descontrole.

-Ah, tia, você sabe …, deixei ele chupar meus biquinhos e ele me deixou brincar com a rola dele, até que ele gozasse …, foi muito legal.

-E isso aconteceu mais de uma vez?

-Algumas – respondeu a jovem empolgadíssima – mas, depois de um tempo ele veio com uma conversa que aquilo não era certo …, que ele era amigo do meu pai …, enfim, ele não quis mais nada.

-E com garotos da sua idade? Não rolou nada?

-Ah, não, tia! – exclamou ela – eles são muito babacas …

-Então, você prefere homens mais experientes, não é? – Nésinha fez uma pausa para depois prosseguir – E será que eu posso te ajudar a tirar todo esse atraso …, você confiaria em mim para isso?

Os olhos da garota faiscaram; embora ela jamais tivesse dito isso a alguém era o que ela mais queria: dar uma trepada bem gostosa.

-Mas é claro que eu confio em você, titia querida.

Ambas sorriram como se selassem uma espécie de acordo tácito; e Nésinha sabia que aquilo seria divertido e excitante!

Após o café da manhã, enquanto Gabi se preparava para sair com a tia, Nésinha aproveitou para fazer uma ligação em seu celular para um número que ela conhecia muito bem. Um pouco mais tarde as duas foram, mais uma vez, à gastança em lojas dos mais variados tipos. Almoçaram e no fim da tarde foram ao cinema.

Quando retornavam para casa, Nésinha confidenciou para a sobrinha que tinha uma surpresa para ela, mas que ela somente saberia quando chegassem em casa. Gabi quase enlouqueceu de tanta curiosidade e no restante do trajeto não deixou a tia em paz, querendo saber qual era a tal surpresa; a tia, por sua vez, divertia-se com a impaciência da sobrinha, mas como seu carinho por ela era enorme, ela manteve a provocação, fingindo que ignorava a sobrinha. Cansada de tanto insistir sem sucesso, Gabi recolheu-se ao silêncio, escondendo aquela palpitação que enchia seu corpo.

Chegaram ao edifício onde a tia residia, e enquanto esperavam o elevador, notória era a careta emburrada da sobrinha denotando que seu estado de ansiedade explodindo pelos poros.

Nésinha divertia-se a valer com a impaciência da sobrinha, e dentro do elevador, segurou-se para não cair na gargalhada, deixando a menina ainda mais arreliada. Gabi, emudecida, desceu primeiro e ficou esperando pela tia para abrir-lhe a porta; mas, qual não foi sua surpresa quando a porta se abriu e um homem lindíssimo cumprimentou-a sorrindo calorosamente.

Imediatamente, Gabi inspecionou o tal sujeito: era um homem de meia-idade, corpo bem definido, sem barriga e com braços malhados; tinha um rosto moreno bronzeado, ornado por belos olhos verdes e uma boca que convidava para delícias puramente obscenas. Todavia, foi Nésinha quem quebrou o gelo que se formara entre eles.

-Ôi, Olavinho! – Cumprimentou-o esfuziante – que surpresa boa …, ainda bem que você pode atender ao meu convite.

-Seria um pecado não fazê-lo, minha querida – respondeu amavelmente – Ainda mais porque não sabia que você estava tão bem acompanhada …

-Oh, me perdoe! – desculpou-se Nésinha com uma ponta de ironia e safadeza – esta é minha sobrinha Gabriela …, Gabi …

Olavo aproximou-se da menina e, segurando-a pelos ombros beijou-lhe o rosto; Gabi ruborizou imediatamente, afinal, Olavo era um belo exemplar masculino e além de tudo era requintado e tinha muita classe. Deixando as cerimônias de lado, Nésinha fez com que todos entrassem. Depois de livrar-se das compras, ela e sua sobrinha retornaram para a sala onde Olavo as aguardava com uma garrafa de vinho chileno. Serviu as taças e depois todos foram sentar-se no sofá.

Gabi estava sem ação, principalmente porque sua tia havia feito com que ela sentasse entre ela e seu convidado. Olavo cheirava bem e seu corpo másculo deixava a menina cheia de calores. Mais uma vez, Nésinha foi quebrar o gelo que persistia no ambiente.

-Olavinho, sabia que minha sobrinha querida ainda não perdeu a virgindade!

Gabi sentiu o sangue congelar nas veias e a respiração perder-se à beira do afogamento instantâneo; como sua tia foi capaz de dizer algo tão estapafúrdio como aquilo! Sem coragem, ela ficou fitando o vazio, pensando em uma forma de escapar dali e esconder-se no primeiro buraco que encontrasse. Todavia, ela podia sentir o olhar de Olavo sobre ela.

Quando, finalmente, teve coragem suficiente para levantar os olhos, foi surpreendida pelo rosto deliciosamente safado do macho que estava ao seu lado. Nésinha, atenta a tudo que acontecia, acariciou os cabelos da sobrinha, buscando tranquilizá-la e inspirar-lhe alguma confiança.

Sutilmente, Nésinha levou uma das mãos à enorme protuberância que se destacava na calça de Olavo, apertando-a como uma provocação. Gabi olhou para aquele volume que parecia pulsar tendo vida própria e, no mesmo instante, sentiu sua calcinha ficar úmida.

-Olavo, meu amor – disse Nésinha com a voz aveludada – porque você não mostra para minha sobrinha o belo exemplar de macho que você é …, mostre a ela seu melhor dote.

Olavo levantou-se com cuidado e sem tirar os olhos da garota, desafivelou o cinto e depois de abrir o botão e descer o zíper, deixou que a gravidade de ocupasse do resto; enquanto a calça do rapaz ia ao chão, Gabi pode apreciar o volume que, agora, estava ousadamente apontado para ela, quase rasgando o tecido da cueca boxer.

Era algo indescritível. Gabi não era a jovem mais experiente do mundo, mas aquilo era uma coisa fantástica. Olavo não perdeu tempo com titubeios, fazendo com que a cueca também descesse, revelando sua rola descomunal. Era grande e grossa e a cabeça estava com o volume redobrado, pulsando em plena provocação. Gabi não conseguia tirar os olhos daquele cacete lindo e vigoroso.

-Vamos, meu amor – incentivou a tia – não tenha medo. Olavo é nosso amigo, e esse seu brinquedinho é nosso …, vai, pode pegar …, sentir – dizendo isso, Nésinha tomou uma das mãos da sobrinha e levou-a até a rola de Olavo.

Gabi pegou naquele lindo pedaço de carne, sentindo sua pujança e seu calor que parecia emanar como se tivesse energia própria. Olavo acariciou os cabelos da menina, e, em seguida, segurou seu queixo, forçando que ela o encarasse.

-Porque você não fica de pé, minha linda …, mas, antes gostaria de vê-la nua …, que tal?

Gabi sentiu-se dominada por aquele macho exuberante, e a vontade de satisfazê-lo somente era superada pela vontade descontrolada de ter aquela rola dentro de suas entranhas, fodendo gostoso. Gabi olhou para a tia, que por sua vez, sorriu-lhe em incentivo, ao mesmo tempo em que, aproximando seus lábios do ouvido da sobrinha, confidenciou-lhe algo.

-Aproveite, minha preciosa …, isso é para você …, meu presente para a sua felicidade.

Dizendo isso, Nésinha ajudou a sobrinha a despir-se, exibindo toda a sua beleza viçosa e cheirosa aos olhos gulosos do macho que tinha sua rola depositada nas mãos da menina. Olavo aproximou seus lábios dos de Gabi e o primeiro beijo carregado de desejo rolou quente, saboroso e macio, criando a atmosfera necessária para que as mãos passassem a explorar os segredos de seus corpos repletos de tesão.

Gabi massageava a rola de Olavo que não perdeu tempo em saborear os mamilos durinhos de sua parceira, fazendo com que ela gemesse e lhe acariciasse os cabelos. Gabi apertou as nádegas durinhas de seu parceiro, sem deixar de dar a devida atenção à sua rola colossal. Transtornada por uma vontade incontrolável, Gabi ajoelhou-se e depois de alguns beijinhos inocentes na glande inchada e rósea, tentou abocanhar aquela benga monumental.

Olavo e Nésinha divertiam-se com o esforço da menina em tentar de todas as formas, acolher aquela maravilha dentro de sua boquinha pequena de lábios finos. Ela chegou mesmo a engasgar dada a dimensão do instrumento, sendo ajudada por sua experiente tia que, ajoelhando-se ao seu lado, tomou a rola com a boca sugando-a com maestria elogiável. Gabi aproveitou para despir a tia, pois queria que ela também participasse da pequena orgia.

Depois de algum tempo, Nésinha fez com que sua sobrinha se deitasse no sofá e ordenou a Olavo que a premiasse com a melhor chupada de sua vida; o rapaz prontamente atendeu ao pedido da amiga, enterrando seu rosto entre as pernas da menina, ora chupando, ora lambendo e ora simulando uma penetração com sua língua adestrada. Gabi gemia como louca, dizendo para a tia como aquilo era gostoso.

Nésinha, que parecia estar no comando de tudo, ordenou que Olavo também chupasse e lambesse o cuzinho de sua sobrinha, levando-a a um novo e delirante estágio de prazer. Gabi estava em um estado de êxtase onde quase chegava a perder os sentidos, pois jamais sentira tanto prazer em toda a sua vida.

-Ai, titia! – dizia ela com voz entrecortada e respiração irregular – isso é muito bom! Delícia! Que macho tesudo é esse!

Nésinha divertia-se com a fala da sobrinha e ordenava que Olavo persistisse em sua tarefa de proporcionar prazer para a menina. Gabi, então, foi surpreendida por uma sequência de orgasmos que faziam seu corpo se contorcer, a respiração acelerar e o coração bater mais rápido. Nésinha tinha o olhar vidrado, como se ela também estivesse gozando junto com a sobrinha, e depois de algum tempo, ela achou que era chegada a hora de sua participação tornar-se mais ativa.

-Agora, Olavo! – ordenou Nésinha com a voz de quem tem o comando da situação – enfia essa rola quente na bocetinha da minha sobrinha e faz ela mulher de uma vez por todas!

Com a cabeça no colo da tia, Gabi viu o macho crescer diante dela, cobrindo-a com seu corpo másculo, enquanto segurava, com uma das mãos, a poderosa rola, apontando-a para a sua vagina.

Todavia, antes que ele pudesse completar o ato, Nésinha o interrompeu, dizendo que a pica precisava ser lubrificada mais uma vez, antes da penetração; ela, então, deitou a cabeça da sobrinha no sofá e aproximou-se da rola de Olavo, cuspindo nela, e lambuzando-a com uma das mãos, até concluir que tudo estava pronto. Retornou a sua posição inicial e ordenou que o rapaz continuasse.

Olavo levou a glande até a entrada da vagina de Gabi e enfiou-a lentamente, até sentir que a primeira resistência havia sido vencida. Gabi deu um gritinho sufocado, e Nésinha perguntou-lhe se desejava parar com aquilo; Gabi balançou a cabeça em negativa, implorando que Olavo prosseguisse. Juntos, tia e rapaz entreolharam-se e deram um risinho malicioso.

O rapaz deixou afundar a sua rola dentro da vagina de Gabi, tomando o cuidado de fazê-lo lentamente, e saboreando cada gemido e gritinho sufocado que a menina deixava escapar de seus lábios. Quando o instrumento descomunal do rapaz concluiu sua tarefa, ele quedou-se inerte por alguns instantes, permitindo que sua parceira se deliciasse com seu total preenchimento; pouco depois ele começou a bombar com movimentos cadenciados que foram tornando-se, pouco a pouco mais intensos e rápidos.

Gabi, que segurava seu parceiro pela cintura, não resistindo ao apelo da carne, levou as mãos até as nádegas firmes do rapaz apertando-as entre os pequenos dedos; Olavo sentiu a carícia e retribuiu-a com movimentos pélvicos ainda mais vigorosos, fazendo sua parceira gritar de tesão.

-Ai, titia – balbuciou a menina afogando-se de desejo – faz ele não parar … está muito bom … por favor … faz ele não parar … eu quero mais … Ahhhhhhhhhh!

Gabi gozou com louca, gritando e contorcendo-se debaixo da rola impoluta de Olavo que entrava e saía de sua boceta com movimentos cada vez mais frenéticos, pressionando todo o corpinho da garota e fazendo com que ela vibrasse debaixo dele. E os orgasmos sucederam-se, uns aos outros, quase enlouquecendo a garota que sentia sua vagina alagada e preenchida por completo.

Olavo anunciou que estava chegando ao seu limite e com certo esforço, perguntou para Nésinha o que fazer.

-Goza na boquinha dela! – gritou a tia, também ensandecida por aquela sessão de sexo sem limites.

Olavo acelerou ainda mais os movimentos e quando sentiu um espasmo percorrer sua espinha, tirou a rola de dentro de Gabi com um movimento que a fez gritar ainda mais alto, para, em seguida, ficar em pé, com a rola pendendo sobre o rosto da garota. Nésinha, incapaz de conter sua vontade de pegar naquele lindo pedaço de carne, tomou-o na mão, masturbando-o violentamente, até que o rapaz gozasse, urrando e ejaculando como um animal.

Os jatos quentes e viscosos projetaram-se para todos os lados e boa parte deles, lambuzou o rosto e o peito de Gabi, assim como também os peitos de Nésinha. Vencido pelo esforço, Olavo caiu de joelhos ao chão, sendo beijado e acariciado por ambas as parceiras.

Descansaram um pouco, até que Nésinha sugeriu um banho; todos correram para o banheiro e deliciaram-se com o jato de água sobre seus corpos, levando consigo o cansaço, o suor e o esforço, premiando-os com os milagres que a natureza revigorante pode proporcionar.

Mais tarde, as garotas se despediram de Olavo que partiu com um enorme sorriso nos lábios. Abraçadas, tia e sobrinha entreolharam-se e sorriram uma para outra.

-Gostou da surpresa da titia? – perguntou Nésinha para a sobrinha que tinha a felicidade estampada no rosto.

-Adorei, tia Né! – respondeu a menina sapeca – e … quando vai ter mais?

As duas caíram na gargalhada e depois de alguns minutos, Nésinha tinha a resposta na ponta da língua.

-Quando você quiser, minha querida … quando você quiser … minha aprendiz sapequinha!

Comendo a puta casada

Thursday, April 23rd, 2015

Boa noite galera esse e meu primeiro conto entao vamos ao que interessa e dar prazer aos leitores.

Tudo aconteceu no ano de 2013 no mes de dezembro eu casado conheci uma mulher que me atraiu mt nessas redes socias acabamos trocando telefone e comecamos a conversar pelo famoso whats assim fomos criando afinidades e com isso as intimidades foram diminuindo trocamos fotos videos de ambos os dois se masturbando fora a putaria que rolava ai dps de quase um mes decidimos nos conhecer o primeiro encontro foi numa estacao de trem aqui em sao paulo passamos um bom tempo dando uns bjs e umas boas pegadas nas partes mais interessantes do nosso corpo eu como nao uso cuecas tive que me conter meu pau de 23cm ja estava estourando minha calca e a safada rebolava mt no meu pau ate cheguei a manchar a calca de porra por conta do tesao que rolava ai como o nosso tempo era curto marcamos no domingo de ir direto pro hotel.O grande dia chegou nos encontramos fomos direto pro hotel entramos no quarto ja nos agarando ela por sua vez.ja foi me despindo e se ajoelhando pra mamar meu cacete chupou parecendo que era a ultima rola do mundo e me fez encher a boca dela de porra na sequencia foi minha vez de retribuir despi ela todinha chupei o corpo dela todo e dps voltei na buceta ja toda ensopada e melada e cai de boca fiz ela gozar varias vezes socando minha lingua na buceta dela a esse ponto eu ja estava de rola dura e fiz ela pular no meu pau como uma puta faz dps fodi ela em todas as posicoes e no final gozei na buceta dela de quatro e cai na cama pra descansar pq ainda no msm dia comeria o cu dela tbm que era virgem e deixei todo aberto e cheio de porra e no banho comeria a buceta dela de novo gozaria nela quando o banho acabasse e deixaria ela ir pra casa toda suja de porra…Ela me disse que deu pro marido dela suja de porra fez ele chupar ela e trepou com ele pensando em mim,isso sem contar no video que eu fiz comendo ela e a propria mostrou pro corno e disse que era de uma menina da vila hj infelizmente nao temos mais contato foi em quanto durou saimos uma cinco vezes e todas as vezes eu nao gozava menos de quatro com ela.

Espero que vcs gostem tenho mais contos pra escrever tive mts aventuras em lugares loucos e com mulheres diferentes

Aquelas pernas me seduziram

Wednesday, April 22nd, 2015

Seguindo o modelo de todos os contos que já li começo falando um pouco da minha vida. Lembrando que tudo que está descrito aqui é a mais pura verdade, por isso não usei nomes para preservar as partes envolvidas.

Sempre fui muito recatada, desde a adolescência sexo era tabu. Casei-me e as coisas não mudaram muito. Sentia que minha sexualidade era apagada. Com a separação, depois de dois anos e meio casada, comecei a perceber as pessoas, foi quando vi aquelas lindas pernas, algo logo surgiu em mim, pois eu precisava fazer alguma coisa que me permitisse contempla-las. Mesmo ainda dividindo o teto com meu ex-marido, aprendi que na condição de separada e em comum acordo, já não estaria o traindo, não seria a esposa adultera e pecadora. Foi ai que surgiu a pessoa que é fonte de inspiração desse conto.

Vamos deixar de conversa e comecemos:

Nem ao menos sabia quem era, apenas conhecia seu nome, não tinha importância alguma, até aquelas pernas atravessarem meu olhar. Tentei disfarçar, mas não resisti, voltei o olhar e não disfarcei mais, queria que ele percebesse minha admiração, olhei demoradamente tentando fazer com que entendesse, ele sorriu, mas não deixou pista de que compreendeu minha maliciosa intenção.

Estava me desconhecendo, desde aquele dia, meus pensamentos eram levados para aquelas lindas pernas, musculosas e lisas. Procurava alguma forma de atraí-lo, precisava daquelas pernas, minhas mãos e minha boca sentiam necessidades. Não me contive e nem fiz esforço para isso, lancei um convite; um filme casual, na minha casa, no meu quarto, na minha cama e uma massagem, a melhor oportunidade para sentir meu objeto desejado. Nem sabia que gostava de pernas… Na verdade acho que gosto daquelas pernas…somente daquelas.

Convite aceito… Um jantar, um vinho, um bom papo, foram os aperitivos da felicidade que estava por vir. O filme era mero coadjuvante, mas ele estava lá pra representar. Assistimos na íntegra, sem pausas, apenas com umas breves traduções simultâneas. Terminado o filme o silêncio pairou, até que o pedido da massagem veio à tona. O coração disparou, chegava a hora dos desejos serem saciados, tocar aquele corpo, aquelas pernas sem nenhuma restrição. Logo ele tirou a roupa, ficando apenas com uma charmosa cueca, que ainda era Box, fui ao delírio, mas disfarcei, tratei com naturalidade, afinal, estava ali apenas um amigo.

Coloquei o creme na mão e comecei a massagem pelos pés, lentamente, mas meu corpo pedia pressa, tentava controlar para que ele se sentisse relaxado, mas meu corpo queria mais. Subi para as pernas e logo estava nas cochas malhadas, lisas e sensuais. Nessa hora não tive pressa, apenas tratei de sentar entre suas pernas pra que sentisse como estava minha calcinha; molhada de tanta excitação. Alisei mais do que massageei, confesso… Subi as mãos para o tronco e a excitação tomou conta do meu corpo, estava a ponto de atacá-lo, mas tinha que manter a postura. Pedi que virasse de costas e pude tocar aquelas cochas por trás, mais momentos de prazer. Já não conseguia mais controlar os desejos, e de súbito parei a massagem e sentei na cama, calada, ao ser interpelada respondi que aquilo estava mexendo com meus sentidos, ele perguntou o que deveria fazer, respondi: seja criativo e faça algo que me agrade. Fui agarrada rapidamente e direcionada para seu membro já duro, nossa que delícia, direcionei a massagem toda para ele. Achei que deveria melhorar, coloquei na boca e chupei demoradamente, alternando entre chupadas rápidas e lentas, por vezes fazendo movimentos circulares com a mão naquela cabeça rosadinha daquele delicioso pau. Escutava seus gemidos, ficava louca e sentia mais vontade de chupar, até que ele me puxou pro seu corpo, acariciando meu bumbum, lambendo meus seios, que tesão…estava puro prazer.

Pediu que eu ficasse de quatro e assim pude senti-lo inteiramente em mim, penetrava com volúpia, com força, bombava com vontade e eu só consegui gemer de prazer, sentindo meu corpo todo ferver, um tesão louco, diferente, como a muito tempo eu não sentia, não aguentei e gozei, mas ele se manteve firme, seguiu bombando, eu estava amando aquela trepada maravilhosa. Quando menos espero sinto sua língua, lambeu loucamente minha boceta, mais uma vez não aguentei e gozei acompanhado de gemidos que entregavam meu prazer. Nunca havia gozado com uma chupada, isso me fez ir as alturas. Dava palmadas na minha bunda, o que fazia com que me sentisse a mais safada das mulheres. Voltou a bombar forte, a posição era maravilhosa, de quatro é minha preferida. Ele parecia incansável, até que me puxou rapidamente para seu pau e me fez sentir seu gosto, o gosto do seu gozo, lambi deliciosamente tudo aquilo e cai na cama exausta e realizada.

Cada vez que lembro daquela trepada me arrepio de tesão. Ainda bem que tivemos outra oportunidade, mas essa relato depois, em outro conto…

Por: SBS

Na viagem

Tuesday, April 21st, 2015

ola AMIGOS!

Eu sou a cicinha sou mulata 1.60, seios médios bumbum arrebitadinho, que carinhosamente é chamado de PRECIOSA!

Eu e o maridão sempre conversamos a respeito de transa a tres e ele adora me ver transando com outro homem, combinamos em viajar e não foi possivel viajamos no mesmo dia um imprevisto que foi o imprevisto mais gostoso.

Então viagei primeiro e dois dias depois ele viajou, aí começa uma TRANSA na VIAGEM!

O maridão me levu no Aeroporto do galeão com destino a Salvador, duas horas depois estava em Salvador, e o maridão somente dois dias depois chegaria, confesso fiquei muito triste ma entendi o imprevisto.

Na viagem sentada na janela, ao meu lado um HOMEM muito BELO e sex por que não dizer.

Ele. Viajando só?

Eu. É o maridão não pode vir , um imprevisto.

Ele. Sorriu e disse: Fosse qual fosse o imprevisto não deixaria uma MULHER como vc viajar só e sorriu.

Eu. na hora entendi que era uma cantada, e disse é mas infelizmente aconteceu.

Ele. e o maridão vem te encontrar quando ?

Eu. Daqui a dois dias.

Ele. dois dias vc vai ficar só esse tempo todo, isso é uma injustiça.

Eu. que cantada mas boba, mas estava gostando, ele era uma TESÃO. disse passa rápido

Ele. não passa mesmo, só tem uma maneira de se passar dois dias rápidos demais.

Eu. como /

Ele . Bem namorando e riu?

Eu. É verdade, passa mesmo. em seguida ouvi para colocar o cinto pois já estariamos descendo.

Ele . viu já chegamos em Salvador, e falou posso colocar seu cinto?

Eu, sim pode sim.

Ele . então colocou o cinto tendo o cuidado de colocar as mãos sobre meu ceio e disse são deliciosos?

Eu. deliciosos? como ? se vc não saboreou e sorri?

Ele. Hum, não saborei mas tenho certeza que são?

Eu, bem o maridão adorar me ver sendo bulinada,?

Ele É mesmo?

Eu . sim é sim?

Ele. então podemos resolver esse caso de seu maridão.

Eu. posso te confessar uma coisa?

Ele. sim

Eu. nao quero nem que ele saiba, pois quero estar com vc e sem ele.

Ele . Sorriu

Chegando em salvador fomos para meu hotel, e lá passamos dois dias maravilhosos e nunca mais vi o HENRIQUE, , quando o maraidão chegou contei pra ele e ele ficou furiosos poque não estava presente, me deu muitas palmadas em meu bumbum, mas mostrei pra ele a marquinha que o HENRIQUE deixou em meu seio.

Quem quiser receber essa foto o maridão deixou ou seja liberou a foto.

Ah! o que o HENRIQUE fez? TUDO, tudinho.

Beijos

CICINHA!