Comendo minha tia Cícera

May 4th, 2015

Olá, meu nome é Lucas. Tenho 21 anos e não sou do tipo gato, sarado que muitos relatam aqui no site, sou magrelo, moreno, 1,78 de altura. Vou contar uma história do dia mais feliz da minha vida até hoje, o dia que comi a minha tia Cícera na casa dela.

Morávamos eu embaixo e ela na casa de cima, ela é casada tem 1, 60 mais ou menos de altura, moreninha, uma bundinha deliciosa e uns peitinhos bem pequenos…uma delícia de mulher…

o marido dela trabalha a noite e ela sempre fica sozinha com o filho pequeno…

Várias vezes ela me pedia pra ir até a casa dela arrumar o computador ja que ela não sabia muita coisa, e eu ia numa boa, mas sempre ficava de olho nela porque sempre tive um enorme tesão por ela, batia punheta todo dia pra ela e talz.

Certo dia ela me chamou já umas 11 horas da noite pra resolver outro problema no PC e eu rapidamente fui. Chegando lá ela estava com um moleton bem justo e uma camiseta velha e sem sutiã, que deixava os biquinhos do peito bem saltados aparecendo de farol aceso…meu pau já deu sinal de vida na hora…mas beleza…fui la e arrumei o computador e não parava de olhar pra ela sentada do meu lado com aquela roupa apertada…acho que ela percebeu pois foi ficando meio sem graça…mas ao mesmo tempo ia passando a mão pelas pernas, pelo pescoço e vinha querendo me mostrar outras coisas no PC e de vez em quando roçava aqueles peitinhos no meu braço e meu tesão só aumentando…

Depois de tudo certo ela me chamou pra tomar um suco na cozinha, e eu fui numa boa,meio que tentando disfarçar o pau duro é verdade mas fui mesmo assim. Eu olhava ela indo na frente e aquela bunda maravilhosa com a calça de moletom enfiada no cu e me deixava louco. quando ela foi abrir a geladeira, pegou o suco, botou na mesa, e voltou a geladeira pra pegar algo pra gente comer…deu aquela abaixada pra pegar algo la embaixo e aí meu tesão não suportou…lasquei a mão no meio das pernas dela e agarrei por trás.

Na hora ela deu um pulo e começou a falar o que eu estava fazendo…mas eu nem ouvia direito, enquanto ia encoxando ela, uma mão segurava uma teta e a outra ja ia por dentro da calça dela e esfregando aquela buceta que já sentia estar ficando toda molhadinha….e aos poucos ela foi se deixando largar. Logo comecei levar ela pro quarto e ia falando no ouvido dela por trás o quanto ela era gostosa e tesuda.

Joguei ela na cama e já tirei a roupa, fui tirando a calça dela e já meti a boca na bucetinha raspadinha e ela gemia de um jeito meio tímido mas bem gostoso…comecei a chupar as tetinhas e fazer uma siririca nela ao mesmo tempo e ai ela não aguentou o tesão e me pediu pra pegar ela de jeito. Botei ela de quatro e comecei a enfiar com força… ela gemia muito, como se estivesse a bastante tempo sem transar… com todo o tesão que eu tinha nela gozei rapidinho…mas o pau continuou duro…virei ela de frente e comecei um papai-mamãe bem devagar mas firme…ela ia ao delírio….e pedia pra eu meter mais e mais…até que ela decidiu tomar as rédeas e me virou e ficou por cima me cavalgando de forma deliciosa…eu lambia os peitinhos enquanto ia apalpando aquela bunda maravilhosa até que ela finalmente gozou….e aí pude gozar a vontade também…Nossa que loucura….que transa…ela ficou la olhando pra mim sem saber o que dizer…então a beijei muito e depois disse que precisava ir…

Depois desse dia sempre que a gente se ve fica um clima meio estranho, mas quem sabe uma hora a gente possa voltar a fazer amor gostoso como foi aquele dia…mesmo ela sendo minha tia.

Traindo o meu marido: meu primeiro ménage.

May 3rd, 2015

Olá pessoal, primeiramente quero agradecer a todos que leram meu último relato e pelos inúmeros elogios. Adorei muito a receptividade do pessoal e não esperava tanta aceitação por parte de vocês. Obrigada!

Agora eu volto com este relato de mais uma experiência vivida por mim, espero que gostem.

Depois do fato ocorrido no conto anterior, a paixão pelo meu marido reacendeu, mas durou algum tempo, depois voltou à mesma rotina. Ele raramente me toca e quando quer transar, normalmente já estamos deitados, ele me vira de costas, fode e goza logo em seguida, sem se preocupar com o meu prazer. Não curte muito preliminares e por fim eu acabo sempre querendo mais. Na verdade, já estamos casados há 17 anos. Casei com 24 anos e ele com 32. Tive o nosso filho com 22 anos e ele com 30. Mas fomos morar juntos somente depois casados, até então fiquei morando sozinha num apartamento que eu tinha naquela época. Por fim, apesar de ainda estar apaixonada pela meu marido, sinto que também estou perdendo um pouquinho o tesão por ele. E isso agravou ainda mais depois que eu transei com o Vagner, que ao contrário, é jovem e tem o que uma mulher na minha idade precisa: tesão e uma rola deliciosa pronta para satisfazê-la.

Quanto à aparência do meu marido, esta nunca fora problema para mim. Ele é alto, por volta 1,83m e pesa 102kg, ou seja, bem acima do peso de uma pessoa considerada esbelta. Bastante peludo e apresenta uma incipiente calvície. Não acho que ele seja lindo, mas sempre foi muito carinhoso comigo e sempre me tratou com muito respeito. Mas pra mim, além disso tudo, o importante é ser satisfeita na cama. Mas, de certa forma eu o compreendo, fica fora de casa por um bom tempo, e tenho certeza que ele se encontra com outras mulheres, e provavelmente também está perdendo o tesão por mim.

Assim sendo, precisei encontrar outras formas de me satisfazer. Desta vez, eu não estava tão grilada como na primeira vez que traí o Zeca, é assim que o chamo. Já que ele é representante comercial, nós recebemos com bastante frequência clientes e vendedores em casa. Muitas vezes eu fico com a responsabilidade de atendê-los sozinha, pois ele está fora viajando. E isso foi a oportunidade que precisava para encontrar alguém para uma transa. Foi numa destas visitas que conheci o César. Ele o meu marido ficaram sócios há pouco tempo, e apesar de ele ter vindo à nossa casa algumas vezes, eu ainda não o tinha conhecido pessoalmente. Por uns tempos, o Zeca ficou muito tempo fora, então precisei tratar dos negócios diretamente com o César mais de uma vez. Conforme íamos entrando em contato, começamos a conversar sobre outros assuntos, e assim fui percebendo que ele estava ficando interessado em mim. Descobri que é casado, tem 52 anos e é policial militar aposentado. Fisicamente ele é magro, cabelos grisalhos, mas tem uma aparência bem jovial e charmosa, que eu acho sexy. Como eu estava numa seca danada novamente, eu logo comecei a me insinuar para ele, que não demorou a perceber as minhas intenções. Começamos a nos encontrar com certa regularidade. As primeiras vezes foram em casa, depois já saíamos para jantar e terminávamos a noite em algum motel. Contudo, o sexo com o César, apesar de ser gostoso e excitante, não acrescenta muita coisa à minha vida. Aliás, às vezes eu o acho um pouco afoito, para um homem maduro isso é chato. Mas ainda assim, é mais dedicado que o meu marido, o que me deixava um pouco satisfeita.

E dessa forma tenho levado a minha sexual. Depois que o Vagner foi morar em outra cidade, eu não tivera mais contato com ele por um bom tempo. No entanto, numa tarde chuvosa, nos encontramos no MSN. Teclamos por um longo tempo. Contou-me que estava namorando e que estava adorando morar na outra cidade. Mas deixou bem claro que ainda pensava em mim e na transa que tivemos juntos. Disse-lhe que assim que ele quisesse, poderíamos “relembrar”. Então ele me confessou que estava planejando me fazer uma surpresa qualquer dia, mas que avisaria com antecedência para eu poder me planejar. Passei-lhe algumas datas que meu marido estaria fora, para ele também poder agendar o melhor dia para ele.

Passaram mais alguns dias, numa quarta-feira a tarde ele me liga e avisa que viria no domingo. A data coincidia exatamente com a saída do Zeca de casa naquele final de semana e com as obrigações do Vagner em Porto Alegre. Então acertamos que ele almoçaria comigo, inclusive ele se propôs a nos fazer um churrasco.

No domingo de manhã, acordei cedo, meu marido já tinha saído no sábado à noite e eu dormira sozinha, pois o César também tinha os compromissos familiares dele. Preparei algumas coisas antecipadamente para ter um tempo livre maior para o meu convidado. Logo em seguida fui tomar banho. Fiz uma depilação mais caprichada, deixei a dita bem aparadinha. Gosto do contraste dos pêlos negros com a pele branca. Terminado o banho, passei creme no corpo para ficar com a pele macia. Coloquei uma lingerie bem sexy, desta vez branca. A parte da frente era uma calcinha normal, mas atrás é bem ousada e fica bem “atoladinha”. Vesti um vestido floreado leve, de certa forma bem comportadinho, pois escondia meu busto, mas era curto o suficiente para valorizar as minhas pernas, e calcei uma sandalinha.

Fiquei aguardando, ouvindo música na sala. Fazia calor, então liguei o ar condicionado para não aparecer toda suada. Eram umas 11 horas, quando ouvi a campanhia tocando. Fui abrir o portão e notei que havia mais uma outra pessoa com o Vagner. Ele desceu do carro, me abraçou e me beijou no rosto. Então ele me disse qual era a surpresa que ele tinha para mim: o seu amigo. Quando ele desceu do carro, o Vagner nos apresentou.

– Prazer, eu sou a Rejane, mas pode me chamar de Rê. É assim que todos meus amigos me chamam – fui logo dizendo, enquanto o abraçava. Senti o cheiro do seu perfume, indiscutivelmente de grife. Era de uma fragrância floral amadeirada, que dava um toque de sensualidade extra àquele homem lindo e de bom gosto.

– O prazer é meu – respondeu-me com um abraço bem forte e com um beijo no rosto pode me chamar de Marcos, é assim que me chamam – concluiu brincando.

E assim já foi ficando um clima legal entre nós.

Gostei imediatamente dele, pois além de ser um homem bonito, bem despojado e espirituoso, ele se destacava em relação ao Vagner tanto pela beleza quanto pelo físico. Alto, por volta de 1,85m, cabelos castanhos escuros. Mãos grandes e fortes. Malhado, mas não chega a ser saradão, mas nenhuma barriga. Percebi que se tratava de um rapaz de bom gosto. Vestia uma bermuda e camiseta de grife. Cabelos bem penteados.

Convidei-os para entrar. Antes porém ajudei-lhes a descarregar as coisas. Colocaram a cerveja no freezer da área de lazer para mantê-las geladas, próximo a churrasqueira e o restante, na pia. Vagner perguntou se já queríamos abrir a cerveja, enquanto o Marcos começava os preparativos do churrasco. Sugeri-lhes que talvez fosse melhor tomarmos um drink antes. Concordaram então fui à cozinha preparar. Voltei logo em seguida e os encontrei conversando sobre a casa, principalmente sobre a piscina.

Bem, a nossa casa é relativamente grande. Possui 03 dormitórios, dos quais usamos apenas um. Um dos quartos é do nosso filho, que mora fora do País, e o ocupa somente quando ele vem passar alguns dias aqui em casa. O outro é de hóspedes. A cozinha é grande e confortável. Da cozinha temos acesso a uma área grande e coberta e climatizada, que também dá acesso à piscina, através de duas portas grandes e transparentes de vidro. Bem ao fundo do terreno, temos outra área, onde fica a churrasqueira e próximo a ela o balcão-pia com demais utensílios. Nesta parte temos um freezer grande para as bebidas. No centro fica uma mesa grande com 08 cadeiras. Algumas espreguiçadeiras ficam em volta da piscina e outras, na área coberta. Para uma festinha, é sensacional.

Voltamos para o local da nossa “festinha”. O Marcos foi terminar de preparar o almoço, enquanto eu e o Vagner ficamos caminhando em volta da piscina. Nesse momento estava soprando um vento agradável, o que dava um clima de prazer e tranquilidade. Então o Vagner começou a me falar da vontade de que ele tinha em me ver novamente de quanto estava com desejo. Peguei em sua mão e nos beijamos como apaixonados. Eu não estava nem um pouquinho ligando se algum vizinho dos prédios próximos pudesse notar alguma coisa. Ele aproximou o meu corpo contra o seu, apertando a minha bunda.

– Estava com saudade deste rabinho gostoso – disse-me pressionando ainda mais a minha bunda com força – vou te comer aqui mesmo.

– Não! – censurei – vamos voltar para debaixo da cobertura, pois aqui os vizinhos podem notar.

Enquanto voltávamos, notei que o Marcos estava nos observando.

– Vi vocês dois aprontando lá fora. E eu, como fico? Não vou ganhar nada? – perguntou.

– Tem que pedir ao Vagner, não pra mim. Isso aqui tudo é dele – respondi com safadeza.

– Não tenho ciúmes – declarou o Vagner me beijando novamente.

Enquanto esperava o almoço ficar pronto, o Marquinhos veio até onde estávamos, levantou o meu vestido e começou a passar a mão na minha bunda. O desejo de ser possuída e amada era latente. Eu beijava o Vagner com força e esfregava a minha bunda contra o corpo do Marquinhos. Afastei-me um pouco deles e, para facilitar a brincadeira, deixei cair o vestido e me sentei apenas vestindo a calcinha numa das espreguiçadeiras. Os dois vieram se sentar ao meu lado, o Vagner ficou à minha direita, enquanto que o Marquinhos, à esquerda.

– Eu não te falei que ela é muito gostosa? Confere aqui para você ver – disse o Vagner para o Marcos, alisando a minha xaninha por sobre a lingerie. Dei uma risadinha safada

– Parem, meninos, vocês estão muito assanhadinhos! Não acredito que vocês ficam comentando sobre as pessoas – fingi surpresa e espanto.

– Não comentamos sobre as pessoas, apenas sobre mulheres gostosas e elegantes.

Marcos, por cima da calcinha, com os dedos foi fazendo uma leve pressão no meu grelinho. No mesmo tempo, o Vagner ficou alisando os meus seios e beliscando de leve os biquinhos, que estavam durinhos de tesão, enquanto ficamos trocando beijos de língua. Ainda brincando com a minha xaninha, o Marcos começou a me beijar na altura do umbigo e foi descendo…

– A minha xoxota está toda molhadinha, esperando pela tua língua – provoquei-o.

Sem empecilhos, ele tira, quase arrancando, a minha calcinha, afasta as minhas pernas, e enfia a sua língua pela minha fenda úmida e quente. Dei um forte gemido quando a senti se contorcendo e adentrando a minha vagina. Foi uma sensação maravilhosa. Dois homens jovens e quentes me possuindo, era um misto de loucura e tesão inexplicável.

– Chupa os meus peitos, Vagner – implorei-lhe apertando a sua cabeça contra os mamilos enrijecidos de tesão.

– Vou te chupar todinha, minha puta.

– Chupa a tua putinha, safado!

A combinação do toque suave dos seus lábios nos meus peitos com a cunilíngua fez o meu corpo explodir em espasmos e atingir o clímax instantaneamente. Eu literalmente berrada de prazer.

– Chupem seus cornos… Que delícia!!

Paramos por um momento. Extenuada, fiquei deitada e ofegante por alguns instantes. O Marquinhos foi terminar e servir o almoço, enquanto o Vagner foi dar um mergulho na piscina. Levantei-me, fui ao banheiro fazer uma higiene rápida, vesti um roupão e voltei para terminar de ajudar o Marquinhos com o almoço. Servimos o almoço, o Vagner veio apenas de sunga almoçar.

Como fazia calor, mais bebemos do que comemos. Eu comi apenas uma salada e pouquíssima carne. Os meninos aproveitaram mais, mas mesmo assim preferiram beber mais a comer. Em dado momento estávamos bem “altos”, então lhes convidei para irmos para o quarto “descansar” um pouquinho.

Tirei o roupão e o Vagner tirou a sunga e ficamos pelados.

– Falta você, Marquinhos – falei enquanto lhe ajudava a tirar a camiseta.

Afrouxei a fivela do cinto e desabotoei a bermuda. Levei a mão por dentro da cueca e alisei o seu pau. Senti que não era pouca coisa. Eu nunca tinha visto um pau lindo assim, aliás, eu conhecia apenas três até aquele momento. Era perfeito, reto, grande e grosso, com uma cabeça perfeita e bem larga para pô-la todinha na boca e depois ir bem devagar até o fundo, bem gostoso.

– Marquinhos, você tem um pau maravilhoso! Acho que vou adorar sentir você dentro da minha buceta. Vem cá, gostoso – puxei-o pela mão e me ajoelhei para chupá-lo todinho.

Segurando pela base daquele enorme membro, comecei lambendo a cabeça e descendo até a base até deixá-lo todo babado. Enquanto eu pagava o boquete para o Marcos, o Vagner permaneceu deitado, batendo uma punhetinha. Degustei cada centímetro daquela rola maravilhosa. Suguei cada gotinha de esperma que começava a escorrer daquele mastro.

Como eu ainda não tinha tido a experiência de sentir uma pica de verdade no meu rabinho, apenas os dedos do Vagner no encontro anterior, eu ainda mantinha certa apreensão por esse momento. Porém, eu já estava psicologicamente preparada para o que viesse acontecer. Sem contar que eu já estava muito excitada.

– Vem cá, minha linda, agora vai ser a minha vez de comer a tua xaninha – falou o Vagner.

Subi em cima dele e encaixei a minha buceta no seu pau melado. Como ela estava toda molhadinha, nem percebi a entrada. Comecei cavalgando de leve, apenas sentindo a sensação.

– Come essa buceta, come gostoso! Deixa eu sentir toda essa piroca gostosa dentro de mim – implorei.

– Empina esse rabão pra mim – pediu-me o safado do Marquinhos.

Enquanto eu fazia um “upa-upa” gostoso no Vagner, tentei atender o Marquinhos empinando o máximo que podia a minha bunda. Ele aproveitou e começou a lamber o meu cuzinho até deixá-lo bem relaxadinho.

– Que pau gostoso! Fode assim, fode! – implorei gritanto.

Enquanto fodia a minha bucetinha, o Vagner ainda chupava e mordiscava os meus mamilos.

– Que delícia, morde o biquinho deles, seu cachorro!

– Que puta safada, vou gozar. Vou encher de leite esta buceta gostosa.

Rebolei freneticamente até que o Vagner não aguentou mais e estremeceu todo o corpo.

– Que buceta deliciosa, porra! Vou gozar, sua puta!

Todo suado e vermelho, ele gozou aos gemidos e eu pude sentir todo o seu prazer quente jorrando dentro de mim.

Ainda por cima do Vagner, tirei o seu pau da minha buceta, arrebitei a bunda e chamei o Marquinhos:

– Vem, gostoso, soca agora esse pau lindo no cu desta tua puta… Vai devagar que ainda está zerinho.

Ajudando o amigo, o Vagner abriu a minha bunda para que o Marcos pudesse “trabalhar” mais a vontade. Senti quando ele começou a massagear o meu anelzinho com o indicador, introduzindo levemente a ponta do dedo.

– Caralho, Marcos, viu só que cusão tem a Rejane.

– É lindo! Veja o contraste da cor da pele com a tonalidade rósea desse cuzinho. Não sei como tu ainda não comeu.

– Não comi, porque ainda era virgenzinho e ela não deixava – respondeu.

Eu procurava relaxar o anelzinho, para que eu não sentisse tanta dor. Sempre ouvi comentários de outras mulheres que para dar o rabinho elas têm que estar muito excitadas, apaixonadas, tem que ser com o cara certo senão dói muito. Confesso que é mais ou menos isso. Eu estava tão gamada no Marcos, que eu estava completamente inebriada. Ele é o tipo de homem que a maioria das mulheres fariam “tudo” por ele. E no meu caso, o pequeno sacrifício era liberar o meu preciosinho. E ele não estava nenhum pouquinho se fazendo de rogado, foi massageando até o meu ânus ficar flexível e, com as duas mãos grandes, ele segurou pelos meus quadris e posicionou a minha bunda na melhor posição para ele.

– Fica bem tranquila, Rê. – ele me confortou. – Não vai doer nada, pelo menos em mim.

– Safado! – pensei.

Com a habilidade, ele colocou a camisinha, deixou-a bem lubrificada, e encostou na minha entradinha. Quando tentou a primeira vez, a primeira reação que eu tive foi retrair o máximo que pude o ânus. Deu mais uma massageada, e tentou a segunda vez. Ajudada pelo Vagner que mantinha a minha bunda completamente exposta, resolvi ficar mais calma, relaxar e acreditar que era possível, lembrar ainda que eu não era a primeira e nem a última mulher a fazer aquilo. Senti que ele fazia uma leve pressão, mas não forçava a ponto de doer. Dei uma reboladinha para ver se facilitava. Ele sentiu que era o momento ideal e apenas com uma única e forte pressão seca, entrou. Senti uma dor lancinante. A minha primeira reação foi apertar o pau dentro e berrei. Quase rasguei o lençol com as minhas unhas.

– Calma, Rê – disse o Marcos, tentando me acalmar – aos poucos ele vai se acostumando.

– Só se for o seu cu que se acalma, seu puto!

– Deixou a tigresa furiosa – disse o Vagner rindo – cuidado que ela morde.

– Vou deixar essa tigresa mansinha como uma gatinha.

Ele continuou pressionando levemente. Enquanto meu ânus ia relaxando, eu ia sentindo o Marcos deslizando suavemente seu mastro para dentro do meu ânus, até sumir, até me deixar completamente introduzida, enrabada e confortável com aquele monstro antes tão ameaçador. Massageando o clitóris, comecei a rebolar bem lentamente e assim fui curtindo as primeiras sensações de prazer. Já acostumada, supliquei:

– Come meu cuzinho, come, safado.

– Ainda está doendo?

– Com certeza. – menti apenas por capricho, pois já não sentia mais a dor forte. Era apenas uma sensação de dormência misturada com tesão, provavelmente da minha buceta encharcada.

– Está gostando, Rê?

– Com certeza, amor. Fode mais. Bem gostoso, fode.

As estocadas começaram a ficar mais frequentes e mais fortes. O homem realmente sabia como fazer a coisa direito. Ele ia até o fundo, parava e pressionava o máximo que podia. Voltava para novamente repetir os movimentos. Não contei o tempo, mas presumo que fiquei uns vinte minutos sendo enrabada. Eu já tinha gozado umas três vezes, enquanto que o Marcos continuava incansável. Estava numa forma física invejável e de uma virilidade soberana.

– Por favor, gato, estou exausta – implorei.

– Agora está do jeitinho que eu gosto: calminha e dominada. Então, para terminar, vem chupar gostoso o meu pau, vem. Quero gozar na tua boca, sua putinha.

Ele tirou a camisinha e trouxe aquele pau todo “babado” para eu chupar. O que antigamente era estranho para mim, agora eu fazia com prazer.

– Que piroca gostosa! Está bom, assim? – perguntei-lhe, lambendo e chupando aquela rola enorme.

Não demorou nenhum instante e senti seu pau pulsar freneticamente. Segurando a minha cabeça, ele gozou um jorro quente e salgado na minha boca.

– Toma o leitinho, gata, toma! – determinou urrando de prazer.

– Olha como ficou a boquinha dela – disse ele para o Vagner ainda sacudindo aquela rola na minha boca – adorei a tua putinha, muito tesuda. E que cu apertadinho!

– Eu te disse, e tu ainda não queria vir comigo à Porto Alegre.

Terminada a cerimônia da minha iniciação anal, eu sentia meu cuzinho todo aberto. As duas pirocas estavam prostradas, se recuperando do trabalho exaustivo que tiveram, enquanto que os meus machos cochilaram, ainda suados e exaustos. Havia um forte cheiro de sexo no quarto. Confesso que transar com dois homens foi uma sensações incrível e maravilhosa.

Por volta das 4 horas da tarde, saímos do quarto e fomos dar um mergulho na piscina até escurecer. E assim, termina mais este relato, espero que tenham gostado e se quiserem entrar em contato comigo, o email é: rejanesexy@live.com. Beijos.

Ajudando um colega do trabalho

May 2nd, 2015

Queridos leitores e leitoras, vou relatar brevemente um fato ocorrido comigo há poucos dias.

No meu trabalho, tenho um colega, o Cláudio, que já tem seus cinquenta e poucos anos, é baixinho, meio calvo e é um legítimo banana, sem contar que eu o acho muito feio. Como eu sou muito carismática, ele me considera sua amiga e me conta algumas coisas íntimas, principalmente sobre o seu casamento. Numa dessas conversas, fiquei sabendo que sua mulher é extremamente autoritária e eles não transam faz mais de quatro anos. E, segundo ele, desde então ele não tem feito sexo. Resumindo, é um fraco. Apesar de não sentir nenhum pouquinho de tesão por ele, acabei ficando penalizada com a sua situação, pois ninguém merece ficar tanto tempo na seca.

Então, num desses dias de confidências, fazia um pouco de calor e eu estava com a periquita fervendo, pois meus “contatos” andavam ocupados nos seus afazeres. Então pensei “vou dar uma chance pra esse cara” e lancei a seguinte sugestão:

– Cláudio, hoje está fazendo calor e está bom pra um chopinho. O que você acha?

Como era de se esperar, ele nem desconfiou das minhas intenções e deu uma resposta evasiva. Não aceitei e me posicionei de pronto:

– Vamos fazer o seguinte. A gente sai umas duas horas antes do final do expediente, faremos o nosso happy hour, e ninguém se complica em casa.

Sem alternativa, pois sou a chefe dele também, ele acabou aceitando.

Na hora combinada, saímos. No estacionamento, concordamos de ir no meu carro, depois eu o traria de volta. Já no trânsito, falei:

– Cara, hoje tu vai ter a maior surpresa da tua vida.

– Como assim? – perguntou surpreso.

– Vou te levar às nuvens! Quero dar pra ti bem gostoso. Vou esfolar essa tua rola…

Fiquei analisando a reação dele. Começou a ficar nervoso e a suar. Fiz questão de acalmá-lo. Mesmo dirigindo, coloquei a mão sobre a sua coxa e fui subindo em direção à altura do seu pau.

– Calma, querido. Vai ser gostoso pra nós dois. Tira ele pra fora.

Ainda sem muita iniciativa, ele acabou abrindo a calça e colocou o pau pra fora.

– E se alguém nos parar? – argumentou.

– Relaxa!

Dirigindo devagar, fui punhetando o pau mole do Cláudio até o motel.

Já no quarto, ele ainda não sabia o que fazer. Procurei deixá-lo mais a vontade, afinal, éramos dois adultos e livres para fazermos o quiséssemos.

Liguei a hidro, tirei a roupa e convidei-o para relaxar na banheira, pois a água estava deliciosa. Ele também tirou a roupa, mas o otário entrou de cueca.

– E aí, Cláudio, que está achando do nosso happy hour? – falei com uma carinha de safada, enquanto eu esfregava o meu pé no seu pau, procurando deixá-lo em ponto de bala.

– Estou adorando – respondeu já mais a vontade.

Fiquei em pé, de costas para ele, comecei a rebolar a bunda na sua cara.

– Beija a minha bunda, safado! – ordenei.

Além de beijá-la, ele começou a dar tapas.

– Mais forte, seu puto! Se é pra bater, bate com força na tua putinha.

Saí da banheira e o puxei pela mão. Tirei sua cueca, e sua pica estava completamente dura. Não é muito grande, mas tem uma cabeça enorme, que naquele momento, estava completamente inchada e reluzente. Para abocanhá-la, sentei no chão, abri bem a boca e levemente dei a primeira sugada. Ele gemeu de tesão.

Chupei bem gostoso, como se estivesse chupando um sorvete, colocando o máximo a língua pra fora e lambendo toda a extensão do membro. Quando a coloquei todinha na boca e fui tirando devagar, o filho da puta não aguentou e gozou. Como fazia tempo desde sua última foda, ele estava com muita porra acumulada, que lambuzou a minha boca e escorreu pelo meu queixo, pescoço e por entre os meus seios.

– Não acredito que tu vai me deixar assim, seu corno! – fiquei furiosa – tu vai erguer esse negócio novamente, nem que eu tenha que enviar um vibrador nesse teu rabo.

Limpei-me na banheira e fui pra cama. O pau dele estava inerte e babado.

– Vem me chupar! – determinei, abrindo as pernas e expondo a minha buceta.

Para minha satisfação, o Cláudio gostava de sentir o gosto da couve.

Chupou a minha xaninha por um bom tempo, que gozei umas três vezes consecutivas. Não consegui falar nada nesse tempo, apenas gemia, urrava e tremia de tesão. Confesso que ninguém ainda havia me chupado daquela forma. Isso o filho da puta sabia fazer gostoso.

Voltei para a sua rola, e boqueteei novamente para endurecê-lo. Não demorou muito, levantei a ferramenta.

Ele deitou na cama, e sentei bem gostoso naquele cacete. Cavalguei feito uma cadela naquela pica, uma vez que eu estava numa tara violenta.

– Me fode, filho da puta. Fode gostoso! – comecei a gritar, apesar de que era eu mesma que estava liderando a transa.

O Cláudio apenas gemia e pedia:

– Continua, continua que está gostoso.

– Tua mulher não fode assim, fode? – provoquei.

– Não… não fode – balbuciou.

Como ele tinha me chupado, eu estava com a buceta encharcada de saliva e líquido dela própria, que aproveitei para lubrificar o meu cuzinho. Deixei o anelzinho no ponto, fiquei de quatro, com os peitos encostados na cama e deixei a bunda bem arrebitada.

– Mete no cu, puto! Mete!

Sem dó, nem piedade, ele afundou o caralho no meu rabo. Meteu como um adolescente virgem. Eu estava com muito tesão, não senti dor alguma, apenas a sensação do entra e sai frenético.

A cada estocada ele me puxava pela cintura e enterrava o cacete até o fundo, ficando apenas as bolas de fora.

– Que delícia de cuzinho. Que delícia, você! Está gostando? – o putinho queria papo aquela altura do campeonato.

– Cala a boca e soca, viado! Soca forte!

De olhos fechados, com o rosto no travesseiro, eu estava entregue:

– Aiiiii, mete, mete… Ahhhh, assim! Hummmmm – eu apenas arfava, sentindo aquele cabeça enorme indo e voltando no meu reto.

– Vou gozar!

– Arromba meu cuzinho e goza nele. Enche ele de porra, enche!

Nisso, as estocadas ficaram mais rápidas e violentas, e logo em seguida ele gozou.

– Toma, safada! Toma leitinho no cu, puta! cadela! – insultou-me, sentido-se o garanhão.

Depois do gozo, ele ainda permaneceu com o pau socado no meu rabinho até começar a amolecer.

Após um banho a dois, peguei uma bebida no frigobar, e brindamos a nossa foda. Ele quis me beijar, mas eu não estava mais me sentido a vontade com ele e não deixei.

Comecei a sentir um misto de culpa e nojo por ter transado com um cara nada a ver como o Cláudio, apesar de me sentir completamente realizada sexualmente. A culpa se dava mais por não saber como ele reagiria no trabalho, pois ele poderia espalhar pro pessoal que estávamos saindo ou coisa do tipo, mas até o momento, ele tem se comportado como um ótimo cavalheiro. Sinto que ele se sente extremamente grato pela minha atitude com ele. Menos mal!

Mais tarde, naquele dia, voltamos aonde ele deixara o seu carro e nos despedimos.

Gostaria de pedir a vocês, meus leitores, que deem a nota que acharem válida e, se possível, deixem algum recadinho nos comentários.

Beijo a todos,

Rê.

Um réveillon especial

May 1st, 2015

Um dia desses, uma amiga me perguntou por que resolvi trair o meu marido com outros homens? Porque ele não pode me dar orgasmos e outros homens pode, é simples assim. Não me interpretem mal, eu tentei muito duro com o Zeca, mas ele não me excita como antigamente. Apesar de ele ser bom com a língua, isso quando ele está a fim, mas uma mulher precisa ter sua buceta preenchida de vez em quando. Não é verdade?

É claro que eu sabia que ele não era um grande amante, quando me casei com ele, mas eu pensei que ele iria melhorar com a idade. Sem sorte. Ele ainda vem muito rápido, goza logo em seguida e diz que é porque eu o deixo completamente animado, por isso é a culpa minha. Não me separo dele, pois somos muito amigos como casal, e por vários motivos não compensa nos separarmos. Infelizmente, na cama não conseguimos acender a antiga paixão. Por outro lado, estou adorando essa nova vida que estou levando, fazendo sexo casual quando eu bem entender às escondidas do meu marido. Isso me deixa completamente excitada, sem contar que me dá um pouquinho de medo de ser descoberta, o que aumenta ainda mais o tesão. Nesse sentido, sempre procurei sair para as minhas aventuras quando ele estivesse viajando, evitando assim ao máximo a possibilidade de ser descoberta.

No entanto, nesse réveillon, a família do Zeca resolveu se reunir num sítio aqui no interior do Rio Grande do Sul. Éramos em torno de umas 30 pessoas. A família estava toda reunida para comemorarmos a vidada de 2012 paraa das irmãs do Zeca, a Célia, estava acompanhada dos três filhos e do marido, o Paulinho. De pequeno, ele só tem o nome. É um negro alto – mais alto que o meu marido, inclusive, deve ter em torno de 1,90m – musculatura bem definida, principalmente os seus braços, e é militar do Exército. Não é muito bonito, mas é extremamente charmoso, seja pela sua aparência máscula de um homem de quarenta anos ou seja por sua voz grave. Sempre achei que ele fosse fiel a Célia, dada a sua postura sempre gentil e educada com ela. Portanto, nunca pensei que ele fosse um cara fácil de seduzir, além do mais, nunca me senti atraída por homens negros. Quanto a isso, é um contraste bem interessante ele e a Célia, pois ela é de origem alemã e tem a pele muito branca. Deve ser bonito vê-los transarem.

De outra maneira, eu também não esperava aprontar para a Célia, pois nós somos amigas desde o colégio, foi ela inclusive que me apresentou ao Zeca. Mas as coisas às vezes ocorrem de forma inesperada. Eu tinha ido para essa reunião de família sabendo que não rolaria nada de sexo. Mas mesmo assim me vesti de forma sensual. Coloquei um vestidinho branco curto e justíssimo, apesar da contrariedade do Zeca, que alegou que toda a família estaria lá, e não seria legal eu me vestir de forma mais ousada. Mandei-o se calar, pois “o que é bonito é para ser mostrado” – aleguei. Calcei um sapato de salto alto, o que valorizou ainda mais as minhas pernas. Para não marcar o vestido, coloquei uma tanguinha bem pequenininha. Logo que chegamos, notei os olhares se voltarem para o meu corpo, a maioria masculina. Adorei ser o alvo das atenções naquele momento. Um dos poucos que não estavam olhando era exatamente o Paulinho.

Os preparativos para a ceia transcorreram normalmente, com os empregados servindo os drinks, enquanto os homens conversavam na área externa da casa principal do sítio, e as mulheres dentro da casa, na sala de estar. Mais tarde, saí para observar a paisagem, que por sinal tem uma vista fantástica. Meu marido e o Paulinho vieram me fazer companhia. Caminhamos e conversamos sobre banalidades, sobre o clima e o sobre o ar do interior. Quando chegamos a uma parte mais afastada da casa, meu marido se prontificou para voltar e buscar uma bebida. Aceitamos. Para minha surpresa, o Paulinho perguntou se eu estava querendo alguma coisa a mais vestida daquela forma. Não titubeei e respondi de pronto:

– Estou com tesão, querido. Está a fim?

Num gesto rápido, ele me puxou de encontro a si e me beijou na boca. Sua enorme mão sacana percorreu a extensão da minha coxa, levantou o meu vestido e expos a minha bunda, que ele a apertou com força e desejo. Sua língua quente e úmida se enrolava na minha me tirando o fôlego. Tentei me afastar daquele assédio repentino:

– Paulinho, o que é isso. A Célia ou Zeca poderão aparecer a qualquer momento.

– Safadinha, sabe que eu venho te observando há muito tempo e percebo os teus olhares para o negão aqui – falou ainda me segurando contra si.

– Convencido! – retruquei sem muita convicção.

Ele estava vestindo uma cálça cáqui, sandálias e camisa azul celeste de mangas longas, dobradas nos punhos e com as primeiras casas desabotoadas, deixando seu peito à mostra. O perfume que exalava daquele corpo negro era enebriante e excitante, minha buceta começou a latejar de tesão. Ainda sob o seu controle, fui obrigada a me virar de costas para ele, que aproveitou para me encoxar, enquanto suas mãos fortes buscaram os meus seios, tirando-os para fora do vestido. Senti o seu pau endurecendo em face do contato com o meu corpo. Beijou o meu pescoço e, ao sentir o cheiro da minha pele, mordiscou a minha orelha de leve, me deixando completamente arrepiada. Ficamos num arreto gostoso até que percebemos o Zeca voltando. Recompus-me rapidamente e ficamos conversando como se nada tivesse acontecido.

Mais tarde, a refeição transcorreu sem incidentes, e então todos se retiraram para a sala de estar para esperar a hora dos brindes. Colocou-se um pouco de música, e alguns casais começaram a dançar. Convidei o Zeca, mas ele rejeitou o convite alegando mau jeito para a dança. Então a Célia, pediu para o Paulinho fazer par comigo, pois ela também não gostava muito de dançar. Uma vez que a música ficou mais lenta, o Paulinho fez questão de puxar o meu corpo contra o seu. Procurei ter cuidado para não haver muito contato entre os nossos corpos, pois estávamos na frente de todos. Fiquei mais desconcentrada ainda quando a Célia passou por mim e deu um tapinha na minha bunda e disse para eu não passar dos limites, pois ela estaria de olho. Sem demostrar surpresa alguma, o Paulinho não vacilou, mesmo quando comecei a me afastar para encerrarmos a dança, em vez disso, ele deixou cair uma mão da minha cintura para a minha bunda. Para evitar maiores problemas, desisti da dança, mas sussurrei para ele que mais tarde a gente poderia se encontrar novamente.

Fui procurar a Célia para tirar uma onda com a cara dela e, quando eu a encontrei, falei em tom de brincadeira:

– Na próxima, posso beijar a boca do seu marido, querida?

Ela sorriu despreocupadamente e disse:

– Claro, desde que se eu possa beijar a sua agora.

Por essa eu não esperava. Eu nunca beijara uma mulher na boca antes e nunca beijaria, ainda mais sendo a minha cunhada.

– O que é isso, Célia, não está falando sério? – perguntei assustada.

– Claro que estou. Eu sempre tive vontade de provar um beijo seu. Na escola eu tinha um amor platônico por ti. Tentei demonstrar algumas vezes, mas tu nunca percebeste. E agora não estamos mais com idade de ficarmos com medinhos bobos. E afinal, não estou pedindo para transar comigo, mas apenas um beijo.

– Nunca tinha percebido que tu fosses lésbica.

– Não sou. Apenas tenho tesão por ti, apenas isso. Se não for contigo, não será com nenhuma outra.

Aproveitando meu momento de hesitação, ela me pegou pela mão e me conduziu até um dos quartos e fechou a porta.

– Relaxa, querida. Depois pode fazer o que quiser com o Paulinho, sei o quanto ele está a fim de ti, e não o culpo. O que não entendo é o Zeca, como pode desperdiçar um material tão lindo desse? – disse admirando o meu corpo.

Nisso ela me deu um celinho de leve, em seguida foi beijando o meu pescoço e foi descendo até os meus seios, que foram ficando com os biquinhos durinhos, não sei se por causa da bebida ou pela própria situação em si, mas isso levou a Célia mordiscá-los ainda mais por cima do tecido do vestido. Tirei-o e fiquei apenas com a tanguinha e me deitei na cama.

– Célia, vem, sou toda tua.

Ela se jogou por cima de mim e me beijou com sofreguidão como se fosse uma adolescente.

– Rê, como tu é gostosa. Te adoro.

Beijando os meus seios, ela enfiou a mão por dentro da calcinha e começou a massagear o meu grelinho. Fiquei me contorcendo de prazer por um bom tempo.

Nós mudamos de posição, e eu ataquei a sua boca com a minha língua esfomeada. Não demorou nenhum instante, bateram na porta chamando-nos para o brinde. Arrumamos-nos rapidamente, ajeitamos o cabelo e saímos.

Após o brinde e as felicitações de ano novo, ficamos todos conversando na parte externa da casa. Em seguidas alguns começaram a se recolher para os seus quartos ou a voltarem para suas casas. Meu marido estava completamente bêbado, então eu sabia que dormiria como uma pedra o resto da noite. Então avisei o Paulinho, que estaria no quarto, caso ele quisesse me encontrar. Antes, porém, fui tomar um banho, vesti apenas uma calcinha e me deitei. Fiquei esperando. Os únicos barulhos que eu ouvia eram os ruídos do vídeo-game, que vinham da sala, pois alguns sobrinhos tinham combinado de virarem a noite jogando. O quarto estava apenas em penumbra com a luz do abajur, e já era perto de uma e meia da manhã, quando vi a porta se abrindo de leve. Era o Paulinho. Levantei-me rapidamente e falei:

– Porra, demorou! Achei que não vinha mais.

– Calma – disse ele – eu tive que aguardar um tempo, para não dar na vista. Eu tenho sonhado com isso há muito tempo e agora é uma realidade.

Enquanto sussurrava em meu ouvido, suas mãos apanharam a minha bunda, puxando contra ele. Também não perdi tempo e comecei a acariciar a frente de suas calças, que já estava saliente. Percebi que o material era maior do que eu imaginava. Era qualquer coisa! Percebi que a noite ficaria séria para o meu lado.

– E eu queria você, Paulinho – respondi, abrindo a braguilha e puxando o seu pênis. Era pelo menos o dobro do tamanho do pau do meu marido, mas não muito grosso. Senti-me privilegiada em tê-lo em minha mão, acariciando-o, sentindo sua ascensão e divertindo-me com a sua potência. Eu dei uma olhada para o meu marido. Ele apenas roncava. Poderíamos fazer o barulho que quiséssemos, que ele não acordaria.

Feliz que as coisas estavam indo muito bem até aquele momento, caí de joelhos e minha língua correu por toda a extensão do eixo de Paulinho. Ele soltou um gemido suave e colocou as mãos na minha cabeça para me incentivar.

– Você tem um cacete gostoso, Paulo – elogiei antes de enfiar a cabeça em minha boca molhada e quente. A sucção forte em sua glande fez com que agarrasse a minha cabeça com força e começasse a forçar o seu pênis para dentro e para fora da minha boca. Eu não estava acostumado a ter uma peça tão grande em minha boca, ou talvez ele estivesse apenas ávido de tesão, porém ele socou tão forte que atingiu a minha garganta, me sufocando. Ele imediatamente se desculpou e levantou-me de pé, inclinou o meu corpo para frente e passou a estimular meu cuzinho com a língua deliciosamente. Sorrindo para mim, ele lambia a minha vagina que estava bem aparadinha, com poucos pelinhos logo acima do grelinho. A variedade de movimento de sua língua em torno da minha buceta me deixou em êxtase.

Fui até uma poltrona, me inclinei com mãos apoiadas no encosto, empinei a bunda e chamei:

– Vem foder a tua cunhada putinha… vem negão gostoso!

A visão da minha bunda arrebitada teve o efeito que eu estava querendo. Ele veio, bateu no meu bumbum e colocou a ponta do seu pênis na entrada da minha buça. Sem mais delongas, ele me puxou pela cintura com força, fazendo-me gritar de dor assim que a rola entrou de uma vez só. Felizmente, eu estava bastante lubrificada, pois estava excitada desde o início da tarde, e dessa forma amenizou consideravelmente a dor. Paulinho, ainda agarrado em meus quadris, começou a me foder ritmicamente. Olhei mais uma vez para o meu marido, para ver se ele tinha ouvido alguma coisa, mas ele ainda continuava na mesma. Tentamos ficar o máximo em silêncio, eu apenas gemia e ele dava grunhidos em baixo tom. Os sons das bolas se chocando em meu traseiro eram os únicos sons audíveis naquele quarto, além do ressonar do meu marido. Para minha felicidade, o Paulinho era um belo espécime masculino, forte e de um vigor absoluto.

– Vou encher você de porra, Rejaninha!

– Vá em frente, seu safado – respondi. Porém, ele me virou e começou a me foder na posição “papai e mamãe”. Com a possibilidade e um outro homem ejacular dentro de mim, ainda mais na frente do meu marido, comecei a rebolar como uma vadia naquela tora negra e a soltar gritinhos de tesão.

– Minha nossa, Paulinho, soca gostoso!

Ele, por outro lado, atacou a minha pobre buceta como um maníaco, enquanto suas mãos apertavam os meus peitos com força. Olhei para aquele negro enorme e suado, dominando-me e bufando, e não pude deixar de ficar encantada com tanta virilidade e tive um dos melhores orgasmos da minha vida.

– Me dá rola no cuzinho – encorajei – faça isso, mete esse pau enorme no meu buraquinho.

Ainda na mesma posição, ele levantou um pouco as minhas pernas, esfregou o pau na minha buceta para lubrificá-lo com os fluidos da minha vagina, esfregou os dedos no meu anelzinho e apontou aquela jeba em sua direção. Desta vez não teve jeito. Rugi de dor! Senti que perdia a respiração. Milagrosamente aguentei, pois ele não parou de me foder e continuou bombeando. Para minha recompensa comecei a sentir tesão novamente, enquanto ele trabalhava o meu cuzinho, eu tocava uma siririca maravilhosa e finalmente ouvi o seu rugido ao atingir o clímax.

– Posso gozar na sua boca? – ele perguntou, enquanto seu suor pingava em meu ventre.

– De jeito nenhum. Quero sentir sua porra no meu cuzinho.

Não teve tempo para mais nada, porque ele deu uma poderosa estocada até o fundo do meu reto e gozou fenomenalmente. Devem ter sido litros de esperma, pois escoou para fora do meu ânus, ao redor do seu pênis. Continuei na siririca até gozar novamente, agora com o pau cravado no meu rabinho.

Ficamos nessa posição, enquanto tentávamos recobrar as forças. Assim que ele tirou sua jeba já mole do meu ânus, sua porra escorreu incrivelmente, lambuzando toda a poltrona em que estávamos. Ele me ajudou a levantar, pois minhas pernas estavam tão moles, se eu tentasse ficar em pé sozinha, com certeza cairia no chão sem forças. Enquanto me segurava, ele me deu um delicioso beijo de boa noite e, em seguida, foi para o seu quarto. Limpei a poltrona com o vestido que estava próximo e fui me deitar exausta e aliviada.

Pela manhã, cada um de nós retornou para suas casas, eu com as lembranças de um final de ano feliz e cheio de sexo. A sorte que meu marido nem desconfiou. Por outro lado, ainda estou na dúvida se a Célia realmente concordou em ceder o seu marido para minhas aventuras amorosas ou estava agindo pelos efeitos do álcool. De qualquer forma, foi uma experiência incrível, com possíveis possibilidades de se repetir.

Espero que todos tenham gostado de mais esse relato, aguardo os contatos e os votos de vocês. Beijo a todos.

rejanesexy@live.com

Segunda vez com cadelas e amigo!

April 30th, 2015

Olá pessoal, tudo bem?

Eu estou, não que se importem…

Mas ói nois aqui otra veiz! Vim pra contar outra história minha e do Vinícius, o caseiro da minha chácara em Batatais!

Após aquela transa maravilhosa na clareira com a cadela dele eu havia comentado que eu tinha visto mais duas cadelas na casa dele, uma labrador e uma vira-lata! Duas lindas cadelas!

Pois bem, passaram-se uns dois dias desde aquele episódio e eu não falei muito com ele porque estava com a familia e tals… Mas então os meus pais saíram de novo e eu fui pra casa do Vinicius papear e passar o tempo.

Cheguei lá e ele tava fazendo o almoço e vendo tv

Ele tava sem camisa e de calça jeans, pois tinha acabado de chegar da rua.

Ele me convidou pra comer e eu recusei, já tinha almoçado. E começamos a conversar.

“E aí muleque? Como vão as coisas? Aquele dia foi do caralho aquela transa com a Mel foi massa!” Ele disse

“Haha foi muito boa mesmo! Gozei pacas! Da até vontade de repetir haha!”

Nisso a Mel que estava no quarto dele e eu não a tinha visto, veio me cumprimentar! Eu fiz um pouco de carinho nela e falamos umas besteiras, mas naquele dia ela parecia cansada, não deu muita bola pra gente e logo voltou pro quarto pra dormir.

Quando ela saiu eu fiquei meiosem jeito, na verdade eu queria fode-la novamente mas fiquei tímido pra pedir… Apesar dele trabalhar pra minha familia a cadela é dele!

Foi quando ele disse “cara, você se importa de eu ficar só de cueca, não to agüentando mais esse calor” e eu disse ” haha vai nessa, já te vi com muito menos!”

Nisso ele tirou a calça, e eu reparei que ele era realmente peludo hahaha, tipo muito! Ele tava com uma cueca branca normal, que dava pra ver o volume do pau dele flácido.

Depois que ele almoçou eu não tirava minha cabeça aquelas duas cadelas no canil dele! Eu tinha que come-las! Mas tava sem jeito de pedir!

Então eu tive uma idéia! Eu disse “Vinicius. Ta um puta calor, você não quer dar um mergulho na piscina não? Leva as cadelas do canil pra nadar tbm que elas devem tar com muito calor!” Ele respondeu “mas seus pais vão deixar o caseiro nadar? E ainda deixar entrar cachorro na piscina?” Eu disse ” não esquenta! Eles vão demorar, foram resolver uns documentos da chácara!”

E então nos dois subimos pra piscina mais as cadelas! Quando saíram do canil já vieram roçando en nós, eu fiquei durão na hora! Quando chegamos na piscina ele, que nem tinha trocado de roupa, pulou só de cueca e chamou as cadelas que entraram e se esbaldaram na água! Nós brincamos um pouco e então saímos da piscina. Quando ele saiu a cueca dele ficou transparente e deu pra ver não só o pau quanto os pelos e o saco dele. E nos deitamos no chão pra nos secar ao sol, e as cadelas dos nossos lados! Foi então que eu criei coragem e perguntei “Vinicius, vem cá… Você transa com essas cadelas aqui?” E ele ” hahahaha eu tava so esperando você perguntar isso! Depois de provar uma buceta de cadela a gente não volta atrás! Se você quer comer elas é só pedir”

“Quero! E muito! Podemos?” Eu disse e ele respondeu “só se for agora!”

E já tirou o pau pra fora, tava meia-bomba mas as cadelas já vieram lamber! Uma era a Naná, uma vira-lata preta e forte, muito espoleta e gulosa! A outra era a Luci, uma labrador amarela e alta!

Quando elas já vieram lamber o pau do Vinicius eu fiquei duro na hora! E já tirei meu pau pra fora também e chamei a nana pra me lamber! Ela chupava como se estivesse mamando! Enquanto isso eu masturbava a luci com uma mão!

Depois de eu receber uma das melhores mamadas da minha vida, o Vinicius disse que queria comer a nana e ele tirou o pau da boca da luci e veio comer ela! Enquanto isso eu puxei a luci pra mais perto e deitei ela de barriga pra cima e caí de boca na buceta dela! Já tava molhadinha! Parecia que pedia pica!

O Vinicius gemia alto então eu fiquei com vontade de comer a Luci! Pus ela de quatro e fui pra trás dela! E enfiei com tudo de uma vez dessa vez! Senti meu pau ser abocanhado por aquela buceta rosada e latejante! Segurei ela pelo pescoço e bombeei com força! Nos dois gemíamos muito alto! E então gozamos quase que os dois juntos!

Pra mim já estava bom ter comido elas olha-las lambendo nossa porra da bucetinha delas! Foi quando Vinicius me abraçou e falou “maninho, eu quero tentar uma coisa! Acho que você é o cara certo!” Eu não sabia o que era mas topei!

Ele esperou a naná terminar de lamber e pediu pra eu pegar ela e coloca-lá de barriga pra cima em cima de mim! E foi quando eu me surpreendi! Ele então pegou meu pau e cuspiu! Lubrificou e colocou na buceta dela! Eu me assustei porque ele ninguém nunca rinha pego no meu pau, muito menos cuspido e muito menos homem! Mas o cara não é gay, tampouco eu! Ele e eu só queríamos aproveitar aquelas cadelas ao máximo, hahaha!

E então ele pediu pra eu ficar parado, sem bombar. E então cuspiu no próprio pau e penetrou lentamente na buceta dela!

A naná não gostou muito no começo, pois eram dois paus numa boceta só! Mas ela se acostumou! Ele me segurou nas costa e nos giramos pra ficar de lado no chão! E começamos a bombar na buceta dela! A sensação foi única! Era a melhor buceta que eu já tinha entrado, quente e melada, o vai e vem do meu pau roçando no vai e vem do pau do Vinicius foi maravilhoso! Como se não bastasse, a Luci veio por vontade própria lamber tudo aquilo, lambia nossos sacos e a buceta da naná! Ficamos assim uns quinze minutos até que eu não agüentei! Eu ia gozar! Mas não ia gizar no pau de outro cara! Isso já era de mais naquele momento hahaha! E tirei o pau de dentro dela! Apertei o corpo peludo da Naná contra o meu e gritei alto enquanto gozava! Foi gozo no meu corpo e no dela! Gozo que a Luci se prontificou imediatamente a lamber tudo! E então o Vinicius gozou finalmente! Dentro da buceta dela!

Depois disso nos sentamos exaustos e olhamos as cadelas se liparem e nos limpar.

E ficamos uns minutos nos recuperando.

Então eu vi o horário e me assustei! Eram quase quatro horas e meus pais iam chegar logo! Eu pedi desculpas ao Vinicius mas pedi pra ele voltar para a casa dele que eu tinha que arrumas as coisas pros meus pais não desconfiarem de nada!

O Vinicius entendeu completamente mas antes de descer ele me abraçou e disse “ae velhinho! Valeu! Sempre quis tentar dupla penetração nessas cadelas! Foi bacana!” E eu disse ” é cara! Foi sim! Se essa cadela não fosse grande não agüentava não hahaha”

Nos despedimos então!

Mais a noite ele subiu pra tomar um café com minha familia, e nos dois quando mos olhávamos só lembrávamos das cadelas daquela tarde!

Bom foi assim hahaha! Mas tem algumas outras historias também! Varias historias!

Gostaram?

Comentem, perguntem, tudo o que quiserem!

Abraço a todos

Jack

Primeira vez com um amigo e uma cadela

April 29th, 2015

Meu pseudônimo aqui é Jack, tenho 25 anos mas essa história aconteceu quando eu tinha 16, quase 17.

Minha família tem uma chácara no interior, pros lados de Batatais, vamos pouco para lá, e por isso temos de pagar um caseiro para cuidar dela.

Em março de 2005 fomos para lá passar um final de semana, quando chegamos não tinha absolutamente nada para comer, então meus pais foram ao mercado (somos três, só eles e eu). Como lá não tem TV, Internet ou sinal de celular eu fui conversar com o caseiro, um jovem alto de 19 ou 20 anos chamado Vinícius que estudava nas redondezas, forte pelo trabalho braçal que realizava, barba mal feita e de corpo bem peludo, juntou o útil ao agradável, morando na chácara e pagando os estudos com o salário. Ele conhecia bem a região e ele sugeriu que a gente fosse caminhar numas trilhas por perto que eram bem vazias.

Quando saímos a cadela dele nos seguiu, uma vira-lata grande chamada Mel, linda.

Andamos por uns 30 minutos e chegamos a uma pequena clareira em um riacho, e sentamos na sombra para conversar, a Mel do nosso lado.

Ele me perguntou sobre namoradas e sexo, eu disse que nunca tinha tido ou feito e ficamos tendo aquela conversa de homem, recheada de putaria, e fiquei excitado.

Tinha visto coisas sobre zoofilia e enquanto conversávamos reparava da boceta da Mel, e quando achava que o Vinícios não tava olhando adorava passar a mão nela, e surpreendentemente ela deixava.

Meu pau começou a babar de tanto tesão e a Mel foi querendo cheirar e lamber minhas calças, quando viu isso, o Vinícius disse “ah olha só ta interessada Mel?! Você deve ta bem duro mesmo pra ela ta assim toda assanhada!”

Eu me assustei mas levei na brincadeira e disse que era inevitável graças aos andares da conversa.

E foi quando ele disse “Você acha que eu não to vendo você bolinar a bucetinha dela não?! Haha! Eu sei do que você gosta menino, e ta certo, essa aí é ótima no que faz! Quer ver?” ele agachou e tirou o pau pra fora e a Mel começou a lamber imediatamente, eu me assustei e disse que isso não era certo e ele disse que todo mundo no interior faz isso e que quando não tem mulher, bicho serve e faz bem o serviço!

Ele tinha um pau de uns 19,5 ou 20 cm, bem grosso, com os pelos ao natural e atolava ele na garganta da Mel, com força, parecia que ela era treinada pra isso! Devia estar acostumada Ele segurava o focinho dela dos lados mas ela deixava a boca aberta e ele metia na parte da frente enquanto ela lambia e babava!

Ele disse “larga de ser bobo! não vou contar pra ninguém não, eu sei que você gosta, sou teu amigo! Enfia a pica nesse cu! até quando vai ficar com vontade?!”

E eu pensei “quer saber?! Foda-se! eu vou fazer isso!”

abaixei as calças e peguei a mel por trás, levantei o rabo dela e vi aquela bocetinha linda, aberta, rosada, parecia que ela pedia para ser penetrada, cuspi na mão e passei no pau, eu tava super duro, tenho um pau de 17,5 cm bem grosso, e enfiei devagar na buceta dela enquanto o Vinícius metia na boca dela, fui aproveitando cada cm que entrava nela, parecia que a buceta dela encaixava no meu pau, quente, molhada, pulsante e apertada!

Quando atolei meu pau nela, o Vinícius tirou o pau da boca dela e disse “agora mete com força, ta esperando o que?!” e comecei a bombar na xana dela, comecei devagar e fui acelerando, o Vinícius então do lado tirou toda a roupa e ficou do meu lado passando a mão nela e tocando uma punheta! Comecei a gemer alto e o Vinícius incentivava, fiquei bombeando nela por uns cinco minutos e quando tava quase gozando ele disse “pode gozar aí dentro!” e eu gozei, tinha até tirado a cadela do chão, eu segurava na parte da frente da sua coxa.

Me levantei todo suado e o caseiro me abraçou e disse “aí sim, agora da pra ela lamber que é minha vez!”

Tirei toda roupa agora e sentei pra ela terminar o serviço, ela lambeu cada gota de gozo que tinha no meu pau e no meu corpo!

E o Vinícius começou a comer ela agora, mas deitou ela no chão e ficou por cima, e começou a meter, fiquei olhando do lado e me masturbando!

Quando ele gozou até vazou dela pelos lados, tirou o pau de dentro daquela buceta linda ele se sentou do meu lado e colocou o braço por cima no meu ombro, e eu e ele tocamos punheta juntos enquanto assistíamos a Mel lamber da vagina dela a mistura da minha saliva do meu gozo e do gozo dele! Quando estávamos prestes a goza de novo ele me segurou no peito com o braço que estava no meu ombro e gozamos juntos! A Mel veio e lambeu tudo de novo!

Nos levantamos e fomos tomar um banho no riacho da frente!

Quando voltamos pra chácara, estávamos os dois suados, fedidos e com as roupas imundas, ele me chamou para a casa dele e me emprestou algumas roupas, quando estava quase saindo vi de canto que no quintal dele ele tinha construído um canil e lá tinham mais duas cadelas, uma vira-lata e uma Labrador, mas essa é outra história…

Foi com ele que me iniciei na Zoofilia, e foi com ele que tive as mais diversas e prazerosas experiências zoófilas, mas essas também são outras histórias…

Gostaram?

Deixem os comentários e pedidos aí valeu?! Vamos conversando!

Abraço a todos

Jack

Fodendo a ex namorada

April 28th, 2015

Oi sou o Calton de Moçambique, na Africa. Este é o primeiro conto que escrevo por isso poderam existir alguns erros.

Indo ao assunto, eu sou um negrinho, magro, alto e de cintura muita fina que parece de mulher entre aspas. Minha ex namorada é a Maida uma garota que sempre foi linda desde os tempos de menina que se destacou com um bundao enorme. Nós temos a mesma idade (19 anos) e fomos namorados quando tinhamos 18 anitos.

O namoro era daqueles que parecia de novela, porem não existia sexo. Depois de uns cinco meses de namoro e sem nada de foda, acabei nao resistindo e acabei comendo uma de suas amigas, fato este que contribui para a nossa separaçao. Mas mesmo longe um do outro sempre existiu carrinho.

Até que um dia seu primo que era meu brother ia dar uma festa num fim de semana. Ele me convidou mas recusei no inicio porque não queria cruzar com a namorada dele (uma putona que aranja problemas), mas nao precisou muito pra me convecer, foi so ele falar que os pais nao estariam em casa e a Maida estaria la.

No dia da festa fui um dos primeiros a chegar p ajudar a montar o som e o barril de cerveja. Meia hora depois o ambiente tava bom, tavam la os amigos e tinhas um montao de garotas negras, mulatas e so duas branquinhas. Eu ja tava de pegaçao e empolgado rebolando no bum bum de uma garota que parecia muito mais velha que eu, mas isso nao importa bunda é bunda. Tudo indo bem ate que sinto uma mão que veio por tras e tava dentro da minha camisete. Ja havia esquecido que a Maida adorava fzer isso. Mas fiquei feliz quando virei e vi ela ali de vestidinho vermelho bem decotado.

Uau demais ja tinha esquecido que existiam outras garotas.

Enfim a gente ficou conversado sobre o passado e as atuais novidades. Pa acelar o clima eu a entulhava de bebida e usando aquele papo que sentia muito tela traido. Ela riu e fez gracinha dizendo que fui impaciente e deixei de comer uma virgem. Isso me deixou abalado mas não ficou por ai… a convidei para o teraço do predio, e ela recusou por causa do frio e fomos direto pa varanda.

La percebi que o tesão existia pela sua respiraçao ofegante quando passei minha mão na sua bunda. Tava bom de mais porque ela nao recusava e começou a trocarse carinhos.

Deu pa ver que ela tava aparentando ser durona mas tava me querendo com o mesmo fogo de sempre.

Sem demoras a encostei na parede e fui beijando seus peitos que cinceramente nao sao tao grandes como parecem por fora… mas sao gostosos, e rapidamente eu ja enfiava os dedinhos na bubuta (assim como a gente chama uma xoxota aqui).

Ela começpu a contorcer e achei que fosse gozar porque nunca consegiamos passar dessa parte.

Mas naquele dia as coisas tavam diferentes ela tambem tava demais e me punheta dentro das calças.

Pa estragar o clima seu telefone tocou… era o namorado pois tava escrito love. enquanto eles se falam eu a beijavano pescoço.

Mas como o corno nao tava deslingando acelerei mais as coisas aproveitando que ela tava de costas, levantei seu vestido e meu caralho grosso de largura foi ao encontro da bubuta que ja tava molhada.

Tava dificil entrar mas dei um tapa na sua bunda e ela deu um gritinho gostoso e abriu mais as pernas inclinando p frente e apoiou a perna esquerda em cima de uma caixa de cerveja vazia.

Ai tava liberado e comecei a comela lentamente, ai que ela virou e disse com tom de puta, me fode bem forte vai deicha o carinho p quando a gente estiver na cama do meu primo.

Aquilo foi como uma palavra passe e acelerei o ritimo e fui socando forte. Ela tava suando e so respondia nu celular com: hmm, a tah, aham.

Eu tava adorando a situaçao, p melhorar tirei minhas calças por completo e a deichei com o vestido levantado.

Me sentei na cadeira e ela veio sentar de frente no meu pau. Claro q ja tava farto e pessoalmente desliguei o cell.

Ela começo a cavalgar rapido que parecia a filha do zorro.

Nao dava mais. dpois de uns dez minutos fodendo ali eu gozei mesmo dentro da bubuta mesmo.

Fiquei ate com medo porque nao usamos camisinha e foi a primeira vez que fodia sem usar. Ensisti p ela chupar todimho mas ela se esquivou. Na verdade ela nao conseguia olhar direto no meu pau… dizia que a grosura e as feias a asustavam e ate chamava o caralho de Godzila. Enfim nao ensist muito e ja que ela nao quis limpei com sua calcinha que nem lembro como saiu de seu corpo. O pau ja tava dura e encima duma mesinha de madeira velha a deixei de costas com pernas p o ar. Aquela posiçao foi a melhor porque ela gemia mas alto, o pau entrava todinho ela tentava fugir.

Deu um bero e acabou gozando lançando fortes jatos. me empurou e fexou as pernas dizendo que tava com pequenas dores. Como ela é negra de pele clara dava p ver a bubuta um pouco cermelha. Ja que eu ainda dava duro punhetei e despejei tudo na bariga dela e pingou no vestido tambem.

Tive que voltar p dentro e arumar algo p ela vestir. La dentro o clima tava quente so na casa de banho tava acontecento uma outra festa de 4 caras comendo uma gordinha muito preta e peluda. Engraçado que quando voltei p varanda ela tava falando com o namorado ao cell dizendo que tava com colicas.

Valeu pessoal o conto continua, ela confessou que so tinha transado com dois caras dpois da nossa separaçao, mas que gostou de tar comigo e queria voltar.

Deixem seus comentarios para que eu possa melhorar no relato.

Comendo a faxineira na padaria

April 27th, 2015

Bom galera esse e meu segundo conto pra quem nao me conhece eu me chamo Tiago 26 anos moreno 1,80 de altura 79 kilos olhos e cabelos castanho e servido de um pau de 23 cm,vamos deixar esses fatos de lado e ir ao que interessa ao leitores desse blog….

Bom sou padeiro ha 15 anos e no ano de 2011 trabalha aqui msm em santo andre quando entrou uma faxineira loira da minha altura corpo lindo tudo perfeito e solteira eu ja casado a 5 anos resolvi investir nessa loira chamada Katia pra ver o que dava e joguei o anzou e a sereia caiu na rede primeiro so brincava com ela dizendo que se um aviao daquele cai no meu aeroporto jamais levanta voo ela ria e falava para que voce casado mais um belo dia eu conversando com ela deixei por querer mesmo ela ver meu pau duro de tesao por ela e katia disse que coisa grande e essa eu disse sao meus 23 cm louco por voce ao ela ja disse que nao tinha o tamanho eu disse pra ela eu te mostro voce quer ver ela disse voce e louco e saiu pra fazer seus afazeres e se passou um mes e num belo domingo de manha eu tive que trabalhar sozinho e era bem no dia da faxina geral dela na padaria eu pensei comigo e hj que eu pego esse aviao e furo todas as janelas dele nao deu outra eu com o servico feito e esperando pra assar os paes fui me deitar num canto da padaria onde katia nao tinha limpado ainda tudo de caso pensado quando ela chegou pra limpar la eu estava de pau duro e o volume na calca era claro katia olhou e falou hoje eu quero ver eu olhei pra ela e disse vem ela se ajoelhou e tirou na hora que ela ja viu foi mamando tudo chupou como vc fosse a ultima pica do mundo ficou ali unz vinte minutos e nem ligou quando eu gozei na boca dela que por sua vez engoliu tudo e claro era minha vez de fazer o mesmo por ela claro dei um lindo banho de lingua nela e fiz ela gozar quatro vezes na minha boca e com isso meu pau ja duro de novo quis invadir os outros buracos dela comia buceta e cu revezando lembro de gozar duas vezez no cu uma na buceta e antes de eu ir embora mais uma na boca dela….depois desse dia fodi ela por um ano no banheiro da padaria mais ai parei por que ela ja queria eu pra ela e por mais que eu traia minha esposa nao a largo por mulher nenhuma

Galera espero que gostem do conto e deixem comentario abaixo vai meu e mail pessoal pra quem quizer foto do meu pau

tiagonego2005@gmail.com

bjs e abracos assim que der escrevo mais fuiiiiiiii……

Traindo com o moreno da Praia

April 26th, 2015

Olá, queridos e queridas,

Abril de 2013, fazia cerca de dois meses que eu estava na seca danada, nem beijinho na boca. Como já sabem, marido sempre viajando a coisa complica, apesar de que as fodas com ele não serem aquelas maravilhas, mas pelo menos ajudam a aliviar o desejo de macho. Para complicar, meu menu de oportunidades masculinas estava fraco. Eu estava numa situação desesperadora, e a perseguida já estava esfolada de tanta siririca e nada de passar o bendito tesão. Nesse período, tirei férias e fui curti-las na casa da minha carioquíssima amiga Andrea. Fui para ficar duas semanas, quando então o meu marido me encontraria lá para retornarmos para Porto Alegre. Férias no RJ dispensam maiores comentários, sol, praia, gente lindíssima e animada não faltam, para quem está pela curtição então, é uma maravilha.

Numa manhã, eu e a Andrea fomos tomar sol na praia do Arpoador, que fica perto do seu AP, portanto, dava para ir e voltar a pé tranquilamente. Vesti apenas um biquininho cortininha floreado, com uma saída de praia branca por cima. Ficamos ao sol até antes do meio-dia, depois fomos a um quiosque próximo para saborear uma água de coco. Nesse tempo, observei um cara correndo que vinha na direção do quiosque em que estávamos. Era moreno, de uma morenice carioca, pele bem bronzeada e marca de sunga bem branca. Trajava apenas uma sunga vermelha e um tênis de corrida e estava com fones de ouvido. Olhos castanhos amarelados, barba bem feita e cabelo estilo militar, bem curtinho e aparado. Não muito alto, algo de 1,75m e corpão definido, principalmente as pernas e coxas, bem torneadas e fortes. Imediatamente me acendeu o desejo de contato com o sexo oposto. Senti meus seios enrijecendo, com os mamilos ficando durinhos e a xana entrar em estado débil, toda úmida e desejosa por sentir o membro rijo do belo espécime masculino e desfrutar do prazer que ele poderia lhe proporcionar.

Comentei com Andrea minhas impressões e para minha surpresa ela o conhecia. Adiantou-me que ele se chama Edu, tem 32 anos, é engenheiro e, o melhor, solteiro. Quando ele se encontrava já próximo a nós, ela o chamou para nos apresentar. Feito isso, voltamos para nossos lugares e ele sentou-se à nossa frente. Não deixei de notar suas pernas afastadas, salientando o volume do pacote do prazer. Confesso que fiquei totalmente alterada, comecei a sorrir e a mexer no cabelo quase que freneticamente. Como um bom carioca, ele estava bem disposto e falante e queria saber tudo sobre mim. Andrea observando as minhas intenções, começou a preparar o terreno, dizendo que eu estava no RJ para diversão e que precisava de alguém disposto a me ciceronear pela Cidade Maravilhosa. Prontamente ele se ofereceu, garantindo-me que eu teria as melhores férias da minha vida. Obviamente não me fiz de rogada e aceitei. “Que é lhe usar, gato gostoso!” – pensei.

Algumas risadas a mais e como já era hora do almoço, a Andrea sugeriu que poderíamos ir os três para a AP do Edu e que ela faria algo para comermos. Logo percebi qual era o plano dela, bastaria eu dar continuidade. No apartamento, Andrea foi para a cozinha, aproveitei para conhecer a sacada, de onde se tinha uma vista do mar e de toda a extensão da praia, e o Edu foi tomar uma ducha para tirar o suor da corrida. Encantada com a vista, fiquei curtindo a deliciosa brisa do mar. Instantes depois, o Edu aparece na sacada, sem camisa, vestindo apenas um calção de futebol e me oferece uma taça de Martini. Brindamos à nossa amizade e dei-lhe os parabéns pela vista maravilhosa, ele agradeceu dando um beijo na minha mão, como um cavalheiro todo galante. Sem soltá-la, ele me puxou levemente para perto de si, enquanto me fazia uma leve carícia, ajeitando os fios dos meus cabelos que estavam sobre os meus olhos. O perfume delicioso que exalava do seu peito, o toque gostoso da sua mão e o som do sotaque que vinha da sua voz reacenderam automaticamente meu desejo por sexo, e o meu corpo ficou em estado de malemolência total, completamente impotente para resistir aos encantos daquele moreno.

Ainda no clima, ele aproximou sua boca perto do meu rosto, e sem hesitar dei-lhe uma bitoquinha, que logo se transformou num delicioso e ardoroso beijo. Enquanto ele me desvencilhava da parte de cima do biquíni, livrei-me da saída de praia, ficando seminua em plena sacada. Foram momentos de puro tesão, nos quais nos acariciamos tresloucadamente. As suas carícias iam de beijos e mordiscadas nos meus seios a massagens no meu clitóris, enquanto que as minhas se resumiam a lhe beijar o pescoço e agarrar vorazmente o seu traseiro gostoso. Quando ele sentiu meus dedos tocarem-lhe o ânus, sua reação foi instantânea, agarrou-me pelos ombros e virou-me de frente para a grade da sacada com certa violência. Segurei-me com força na grade um tanto nervosa, enquanto ele, já livre do calção, afastou o meu biquíni para o lado e começou a relar seu pau na minha bunda.

– Se quer brincar com o cuzinho alheio, bebê, vou lhe mostrar como se faz! – balbuciou ele, com uma voz que transparecia excitação e certo sadismo.

– Vou penetrá-lo todinho – continuou, lubrificando o meu ânus com saliva e com a própria umidade da minha buceta e, com os dedos, o foi alargando levemente para facilitar a entrada.

– Vai Delícia… hum… Come ele gostoso! – implorei aos gemidos, enquanto sentia seus dedos mágicos massageando meu rabinho.

Ânus relaxado, partimos para primeira tentativa. Procurei facilitar arrebitando a bunda, enquanto a cabecinha foi forçando lentamente a penetração. Ávida de desejo por um caralho gostoso aviltando meu corpo, eu não ofereci quase nenhuma resistência para o Edu, que em poucos instantes conseguiu fazer seu membro rijo e pulsante atingir o fundo do meu reto.

– Aiiiii – gritei de dor e prazer, sentindo as bolas bateram na minha bunda.

O entra e sai começou lentamente e aos poucos foi atingindo a velocidade da tortura. Mal consegui respirar, dada a força que o Edu imprimia aos seus movimentos, invadindo-me com tanta força e violência, desequilibrando todos os meus sentidos.

– Soca ele… soca assim… fode esse cu gostoso, carioca viado! – eu berrava, curtindo a sensação gostosa de ser sodomizada em plena luz dia e diante de umas paisagens mais lindas do mundo.

– Toma gostoso no cu, gauchinha putona! – disse-me – sempre quis comer uma gauchinha, pois tenho “mó” tesão nesse sotaque! – confessou.

Como eu estava tão excitada, meu grelo estava como prendendo fogo de tanto tesão, que apenas com uma leve siririca não demorei a gozar. Berrei de prazer como ainda nunca havia feito nas minhas experiências amorosas.

Com o orgasmo, pressionei ainda mais o cuzinho, obrigando o Edu a tirar o pau do meu rabo para não gozar. Assim, sentei-me na espreguiçadeira, e ele me trouxe a rola para um belo e gostoso boquete. Quando então, pude presenciar seu lindo cacete cor de jambo e grosso, com uma cabeça vermelha bem avantajada e, na base, pendendo as bolas bem peludas. Abocanhei primeiramente a cabeça, lambendo, sugando, enfim, me deliciando, sem me importar que ele acabara de sair do cuzinho e vir direto para a minha boca. Suguei gostoso até sentir o sabor salgado dos primeiros líquidos viscosos e transparentes que começaram a sair da boquinha do pau. Chupei, babei e limpei todinho até as bolas, quando finalmente ele afastou a minha cabeça e ordenou:

– Abre a boca, gauchinha!

Foi o tempo de abrir a boca e recepcionar um jorro quente e branco de esperma. Seus jatos fortes e em grande quantidade lambuzaram todo o meu rosto de leite másculo, que escorreu pelo meu pescoço e seios.

– Toma leitinho, toma, safada! – ordenou-me ainda, obrigando-me a limpar o restante de porra que ainda escorria. Obedeci-lhe, chupando e lambendo, até o pau ficar complete inerte e adormecido.

Quando voltamos à realidade, a Andrea estava parada em nossa frente com uma toalha para eu me limpar.

– Presenciei parte da festinha e não me convidaram. “Mui” amigos que vocês são! – protestou – – agora só nos resta almoçar. – disse por fim.

Mal nos recompomos da situação em que encontrávamos, coloquei a outra parte do biquíni e fomos para cozinha.

Depois disso, tivemos outros momentos de luxúria e prazer, que no decorrer do tempo pretendo compartilhar com os leitores. Para comentários, meu email: rejanesexy@live.com

Beijão a todos e todas, Rejane.

Uma rapidinha com o sobrinho

April 25th, 2015

Olá, queridos, estou de volta, hoje vou relatar uma transa muito gostosa que tive com o meu sobrinho Juninho. Espero que gostem.

Há uns dois anos, meu marido e o meu cunhado alugaram um sítio em Santa Catarina para curtimos as férias. Fomos eu, meu marido Zeca, a Nara (minha cunhada e irmã do Zeca), meu cunhado Vinícius e o filho deles, o Juninho. Enquanto, nós quatro tínhamos por volta dos 42 anos de idade cada um, o Juninho tinha apenas 19. Apesar de eles serem do sul, fazia tempo que não nos víamos, pois eles moram em Pernambuco. Tanto que não eu via o Juninho desde quando fomos visitá-los em Recife, há cerca de 15 anos. Minha surpresa foi enorme quando fomos buscá-los no aeroporto, ainda que o acompanhasse por fotos via face e instagram, eu não esperava ver um homem feito, alto, loiro, magro, muito lindo. No momento em que abracei, percebi que teria problemas nesses dias em que passaríamos juntos, pois fico incontrolada quanto sinto que estou na presença de um macho de verdade, ainda que ele seja da família e eu tenha idade para ser mãe dele.

Saímos de Porto Alegre numa sexta-feira pela manhã de sexta-feira e chegamos quase ao final da tarde.

A casa principal do sítio é estilo fazenda, muito ampla com dois pisos. No piso superior, onde ficam os quatro quartos, um living com lareira e com visão panorâmica da serra, possui uma sacada, de onde se pode ver o movimento da piscina. No piso em baixo fica a sala principal, uma cozinha grande e a casa da piscina, com mesa de jogos e churrasqueira.

Os primeiros dias, como não fez muito calor, aproveitamos para conhecer o lugar e as cidades próximas. Visitávamos alguns restaurantes e alguns estabelecimentos durante o dia e à noite ficávamos sentados na varanda da sala conversando, tomando cerveja ou algum outro drinque. Até então o Juninho me parecia muito quieto, ficava mais envolvido com o celular ou dormindo. Eu aproveitava para conversar com a Nara sobre trabalho e outras coisas de mulher. Logo já estávamos bem confidentes uma da outra.

No segundo domingo, estava fazendo um calor maravilhoso. Estava ótimo para se refrescar na piscina. Os homens colocaram suas sungas e logo já estavam nadando. Eu e a Nara fomos trocar de roupa e passar bronzeador. Coloquei meu biquíni branco, de chamar atenção por causa do tamanho. A parte de cima mal conseguia cobrir os mamilos, enquanto que parte de baixo ajudava a evidenciar a minha boa forma física. Modéstia à parte.

No momento que cheguei perto da piscina, senti o olhar guloso do Vini para o meu corpo. Meu marido não esboçou nenhuma reação, o que era de se esperar do corninho. A Nara, que estava com um biquíni muito mais comportado com o meu, demonstrava uma certa insatisfação e um certo pudor. Não me importei com nada disso, o meu objetivo era tentar chamar a atenção do Juninho. Não me frustrei.

Solicitamente ele veio me ajudar a descer a escada da piscina, seus olhos estavam fixos nos meus seios. Durante os mergulhos, ele não sabia mais o que fazer para me chamar a atenção, brincava com o meu marido, dizendo que era o homem mais sortudo que conhecera; jogava água de forma infantil nos demais e outras peripécias. O Vini também parecia meio descontrolado, ajudava o filho com as bobagens, enfim, se comportando tal qual um homem que não pode ver mulher. Eu não os culpava.

Após o mergulho na piscina, sentamos nas espreguiçadeiras e ficamos conversando e curtindo o sol. Talvez fosse o calor ou o efeito dos exercícios na piscina, eu estava me sentindo malemolente. O meu corpo seminu exposto na frente daqueles homens estava me dando tesão gostoso, minha buceta já estava acusando um desejo de macho. Minhas mãos quase que involuntariamente percorriam das pernas, passando por sobre a barriga e indo à altura do colo. Foi quando tive a ideia de fazer umas caipirinhas. Era uma oportunidade de me afastar e levar o Juninho comigo.

– Juninho, você me ajuda a fazer as bebidas? – sem pestanejar, ele aceitou de pronto. Perguntei se alguém queria mais alguma coisa, os homens pediram charuto e a Nara encomendou o livro que estava lendo.

Nos afastamos do grupo em direção a casa. Eu estava ansiosa e excitada. Assim que entramos, o Juninho foi para a cozinha começar o preparo, enquanto fui buscar as outras coisas. Ao voltar, fiquei admirando a beleza máscula do meu sobrinho. Que belo espécime! Definitivamente eu o queria dentro de mim. Senti minha boca ressacada, os batimentos cardíacos acelerados. Enfiei a mão na buceta e senti o grelo inchado e a umidade pegajosa do lubrificante natural. Fiquei louca para sentir a textura daquelas coxas grossas e bronzeadas. Cheguei perto e o abracei pela cintura.

Ele se virou imediatamente, meio surpreso, talvez não esperasse que eu o abordasse tão rapidamente.

– Será que vão nos ver? – perguntou sem muita convicção. Fiquei acariciando o seu tórax, enquanto lambia meus lábios e olhando em seus olhos. Senti o cheiro de sua pele, uma mistura de perfume masculino e suor de homem jovem. Meu tesão só aumentava. Desatei a parte de cima do biquíni, deixando os mamilos intumescidos completamente à mostra. Percebi o volume mais que dobrar embaixo da sunga preta.

Ajoelhei-me no chão da cozinha e baixei a sua sunga. Surge então um belo pau duro, de cor rósea, trazendo consigo um saco bem vermelho com pentelhos aloirados e com cheiro delicioso de almíscar e sarro masculino. Minha boca começa a salivar e parto logo para a degustação. Começo lambendo a base, esfrego a língua nas bolas, sinto os pêlos grudados na língua e vou subindo até a glande. Entre masturbação e lambidas, vou caceteando a minha cara com a piroca já babada.

Lembrando-me que não tínhamos muito tempo, deito-me no chão e arreganho as pernas e me entrego ao abate. Meu sobrinho confirma o que eu esperava. Enfiou sem dificuldades e começou a sovar a minha buceta freneticamente. A fricção das peles exalava um odor forte de sexo pelo ambiente, enlouquecendo-nos e acentuando ainda mais o prazer. Ainda socando, ele me comprimia entre o seu corpo e o piso, fazendo nossos corpos suados se esfregarem um no outro numa perversidade incestuosa.

Para que eu não gritasse ou emitisse algum som de gemidos, Juninho, muito mais forte, tapou a minha boca com uma das mãos, obrigando-me a respirar apenas pelo nariz. Quase sufocada e comprimida como estava, não pude nem me mexer. Completamente dominada, fiquei passivamente sentindo sua respiração sôfrega e o seu cacete me possuindo e usurpando meu corpo. Gozei em instantes.

Os movimentos involuntários do meu orgasmo o fizeram gozar bruscamente e a me penetrar com muito mais força e mais fundo. Ele sussurrava e repetia:

– Quer leitinho, tia putinha? Quer leitinho do sobrinho na bucetinha, quer?

Adorei ouvir isso. É uma sensação muito gostosa ver os homens enfeitiçados pela magia da buceta.

Nem tivemos tempo de nos recompor, ouvimos passos do lado de fora da cozinha. Com o susto, levantei a tempo de me ajeitar o biquíni e fiquei oculta pela geladeira. Enquanto o Juninho disfarçava na pia, fazendo as bebidas. A Nara entra em instantes e nos pergunta por que estávamos demorando. Vendo que a bebida ainda estava por fazer, o gelo já derretido em cima da pia; provavelmente também percebeu a sunga do Juninho salientando o pênis ainda ereto, ou os meus cabelos em desalinho, apesar das minhas tentativas mal sucedidas em tentar arrumá-los, ela desconversou constrangida e saiu, apenas nos recomendando que os demais nos esperavam.

Enfim, terminamos as bebidas e retornamos a curtir o sol e o belo domingo.

Beijo a todos,

rejanesexy@live.com