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Traindo o meu marido com um garotão

Thursday, May 14th, 2015

Olá, meu nome é Rejane, sou servidora pública. Tenho 41 anos, casada há 20 e moro em Porto Alegre. Adoro ler os contos deste site, alguns são bem apimentados e muito excitantes. Como eu nunca vivenciara algo legal, que merecesse um relato publicado, eu ainda não me atrevera a escrever. Porém, no início de 2011, passei por uma experiência muito agradável e achei por bem compartilhar com os leitores.

Antes, gostaria de situá-los em alguns detalhes de minha pessoa. Sou morena, cabelos pretos e tenho 1,74 de altura. Há cerca de 04 anos, fiz implante de silicone nos seios, o que me permitiu poder usar blusinhas bem decotadas e provocantes. Pratico natação e yoga para me manter em forma e conservar os 63 kg muito bem distribuídos. Modéstia a parte, tenho um corpo muito bonito e me sinto muito satisfeita com ele. Além disso, gosto de usar calças bem justas e sapatos de salto alto, pois valorizam muito meus quadris e, obviamente, meu bumbum. Quando saio, sinto que as pessoas, principalmente o público masculino, me olham quando passo por elas. Gosto disso, pois o fato de eu estar chamando a atenção me faz bem e aumenta a autoestima.

Quanto ao meu casamento, eu e meu marido sempre nos demos muito bem, e nunca houve discussões muito sérias entre nós, apenas bobagens de marido e mulher. Amo o muito e me mantive fiel ao longo desses anos todos. Da parte dele, nunca desconfiei de que algo pudesse estar acontecendo “fora” do nosso casamento. Porém, há algum tempo, o sexo foi ficando cada vez mais raro entre nós. Talvez seja consequencia natural da sua atividade profissional, pois desde que ele abriu uma empresa de representação comercial, ele tem viajado constantemente para visitar clientes, o que o afasta por longos tempos de casa. Dessa forma, passamos a nos “encontrar” muito pouco na cama. Quando ele está em casa, acaba se dedicando integralmente ao trabalho, atendendo aos pedidos dos clientes pelo computador ou pelo telefone. Assim, acabamos por não ter tempo um para o outro. Como toda mulher tem necessidade de carinho, afeto e, lógico, de sexo, eu não sou a exceção dessa regra. Já tentei seduzi-lo com jantares românticos, passei a usar lingeries sexies e, seguindo umas dicas de amigas, comprei alguns brinquedinhos eróticos para animar a nossa relação. Porém, não houve muita empolgação de sua parte. Ainda tentei chamar a sua atenção para os malefícios de se trabalhar demais, pois além de trazer problemas de saúde, poderia prejudica o nosso relacionamento. Para tanto, sugeri-lhe que fizéssemos mais viagens e passeios aos finais de semana somente nós dois. Porém, na opinião dele, “sempre tem um cliente esperando”. Como não poderia deixar de ser, comecei a desconfiar “desses clientes”, mas resolvi não investigar, pois prefiro me manter na ignorância a saber que outra pessoa poderá estar usurpando o meu lugar. Sem contar que ainda o amo e não gostaria de perdê-lo, portanto, resolvi não correr o risco de descobrir uma traição, com medo de que isso pudesse me fazer sofrer.

Sexualmente me considero uma mulher fogosa e com muito tesão. Adoro sexo, apesar de sempre tê-lo praticado nas maneiras convencionais. Nunca quis experimentar sexo anal, por exemplo, apesar de algumas insistências de meu marido. Oral, apenas chupar o pênis, sem deixar que o meu marido gozasse na minha boca, porque eu achava anti-higiênico. Fora isso, sempre me dediquei de corpo e alma à transa. Não há hora nem lugar, muito menos posições, basta bater a vontade, que já fico louquinha para dar. Mas, como já mencionado, eu nunca tivera um outro parceiro além do meu marido, e como fazia algum tempo desde a nossa uma transa, eu já estava numa seca sem tamanho, e a siririca já não estava resolvendo mais o meu problema. Foi então que surgiu uma oportunidade.

Há algum tempo, no meu trabalho, estávamos precisando de alguém que entendesse bem de informática, pois um colega fora transferido e ainda ninguém o substituíra. Como medida emergencial, contratamos um estagiário. Ele se chama Vagner, hoje tem 23 anos (na época 21). É um rapaz de pele branca, não é bonito, mas, dada a sua simpatia, não o considero feio. Tem olhos e cabelos castanhos, e gosta de cortá-los em estilo bem moderninho. Estatura mediana, em torno de 1,70 de altura e magro. Muito carismático, logo se tornou querido pela maioria dos colegas, porém sempre se manteve muito reservado, sem comentar muita coisa sobre a sua vida particular. O pouco que podemos saber sobre ele é resultado apenas da convivência diária. No meu caso, esta convivência desde o início se tornou bem próxima, pois gerencio o sistema de TI da instituição, o que nos obriga a estar em constante comunicação.

Esse contato diário e o meu latente desejo sexual preste a explodir fizeram com que eu passasse a observá-lo como homem. Toda vez que ele se aproximava de mim, eu me excitava apenas ao sentir o seu cheiro ou ao ouvir a sua voz. Em casa, durante o banho ou até mesmo ao acordar, eu começava a desejá-lo e me masturbava pensando em tê-lo comigo, me abraçando, me beijando e sentindo suas mãos percorrendo todo o meu corpo. Aliás, suas mãos eram muito lindas e me chamavam atenção pela firmeza e masculinidade. Nesses momentos, no ápice do desejo, eu o imaginava me pegando com força e me possuindo com volúpia, penetrando-me de forma vulgar e me dizendo obscenidades. Contraditoriamente, eu sofria ante a possibilidade de trair meu amado e tentava esquecer aquela paixão iminente, ou desejo carnal, pois não sabia bem ainda como definir. Porém, a cada dia que eu me sentia ignorada pelo meu marido, mais o desejo de se entregar como uma qualquer para aquele garoto foi aumentando.

Passados algumas semanas desde a sua chegada, numa quinta-feira de janeiro, meu computador de casa estragou. Como meu marido, estava viajando e só voltaria na outra semana, então precisei chamar um técnico. Foi então que me ocorreu de pedir para o Vagner me ajudar. Era a oportunidade que eu estava precisando. Comuniquei-lhe o meu problema e perguntei se ele poderia ir até a minha casa para verificar o defeito do PC e, se possível, concertá-lo. Atenciosamente, ele me disse que iria sem maiores problemas, bastasse apenas eu marcar o horário. Combinamos de ele ir no sábado a tarde, pois estaríamos sozinhos, brinquei. Ele apenas concordou de forma casual e disse que chegaria por volta das 16 horas. Confesso que fiquei um pouco decepcionada, pelo fato de ele não ter demonstrado maiores reações à minha brincadeira. Porém, procurei não me preocupar muito com isso, pois o mais difícil eu já tinha conseguido: fazer o garoto ir até a minha casa, de forma que não levantasse muita suspeita.

Foi então que me dei conta de que eu estava transformando minhas fantasias em realidade. A vontade de ser amada, dominada, submetida às vontades carnais de um estranho era maior que qualquer pudor e convicções morais, pelas quais tantos anos me dedicara. Passei dois dias em conflito comigo mesma, mas estava determinada a ir até o fim. Fora a expectativa de que chegasse logo o dia, a sexta-feira passou sem maiores acontecimentos. Eu e o Vagner trabalhamos normalmente, e no final do dia ele ainda ratificou que iria sem falta verificar o computador.

No sábado, fazia um dia agradável. Havia chovido pela manhã, e à tarde não fazia tanto calor, ao contrário do que ocorre na maioria dos dias nessa época do ano, principalmente em Porto Alegre. Tomei um banho logo após o almoço para esperá-lo. Por volta das três e meia da tarde, um pouquinho antes do combinado, portanto, o Vagner chegou. Fui abrir a porta para recebê-lo. Eu estava trajando um vestidinho de alcinhas, bem levinho e curto, de cor vermelha, e apenas uma tanguinha como peça íntima e da mesma cor. Meus cabelos ainda molhados, exalavam um perfume agradável e perfumado. O meu corpo fervia de desejo.

Quando surgi na porta, notei que a primeira reação dele ao me ver vestida daquela forma, foi olhar para os meus seios, que naquele instante estavam acesos e marcavam o vestido. Constrangido, ficou sem saber o que fazer. Com naturalidade, cumprimentei-o com um beijo no rosto e o abracei, agradecendo-lhe por vir me ajudar com o computador. Procurei me controlar para não me entregar ali mesmo, até porque eu ainda não imaginava qual seria a sua reação se eu cometesse tamanha loucura.

Levei o até o escritório. Enquanto ele inspecionava o equipamento, sentei-me numa poltrona à sua frente, cruzando as pernas vagarosamente, para que ele pudesse perceber as minhas intenções, caso ele ainda não tivesse percebido. Após algum tempo, no qual ele procurou se manter concentrado no seu trabalho, ele disse que precisaria levar o computador, pois não estava conseguindo achar o problema. Quando ele se preparava para se despedir, pedi-lhe para que ficasse mais um pouco, pois eu estava sozinha e estava precisando de alguém para conversar, aleguei. Para minha surpresa e felicidade, ele disse que não tinha mais nenhum outro compromisso para aquele sábado e que gostaria de ficar em ótima companhia, argumentou. Exultei internamente. Seguimos até a sala de estar. Pedi-lhe para se sentar em um dos sofás, enquanto eu iria buscar uma bebidinha para nós na cozinha.

Voltei com uma garrafa de espumante e duas taças. Na sala, Vagner apresentava sinais de nervosismo: esfregava constantemente as mãos pela testa suada e estava sentado de maneira desconfortável no sofá. Apesar de estar ansiosa e apreensiva, eu estava conseguindo me manter calma diante daquela situação inusitada. Perguntei-lhe se o motivo de tamanho nervosismo era por estar sozinho com a sua chefe. Ele procurando se manter mais calmo, deu um sorrisinho meio sem graça, porém safadinho. Sentei-me ao seu lado e lhe pedi para abrir a garrafa, pois essa era a sua obrigação, já que o cavalheiro ali era ele. Prontamente ele abriu o espumante, serviu as taças, então brindamos.

Por breves instantes, ficamos degustando a bebida e conversando sobre coisas banais. Quando terminei de beber, ele me ofereceu mais espumante.

– Assim você vai me deixar tonta – brinquei – está querendo se aproveitar de uma moça indefesa?

Se sentindo mais seguro de si, ele respondeu que não havia moça indefesa alguma, pois ele estava ali para protegê-la. E com bastante atitude, ainda comentou que a moça em questão parecia querer ser “aproveitada”. Estremeci completamente de tesão e senti que chegara o momento que eu estava aguardando.

Tomando a iniciativa, ele colocou sua mão sobre a minha coxa e beijou meu ombro direito. Virei-me e ficamos de frente um para o outro. Ele me abraçou e me beijou calorosamente. A sua boca juvenil e quente e o sabor da bebida me inebriaram os sentidos. Sem força e sem vontade para resistir, entreguei-me completamente àquela paixão proibida. Seus beijos ainda de adolescentes, ardentes e excitantes, despertavam cada parte do meu corpo. Do mesmo modo, eu sentia a sua excitação pelo pulsar de seu membro duro e rijo encostado no meu corpo. Senti-me mulher novamente, pois eu estava naquele momento sendo desejada e amada por um homem jovem e gostoso. Suas mãos ágeis soltaram as alças do meu vestido, que, na queda, roçou de leve meus mamilos intumescidos me fazendo sentir calafrios de tesão. Virou-me de costas, enquanto suas mãos, que eu tanto imaginara nas minhas fantasias, enfim acariciavam todo o meu corpo. Primeiramente pelos seios e acariciando levemente os mamilos, descendo em seguida pela barriga até entrar na minha calcinha, que naquele momento, já estava completamente molhada. Seus dedos, em movimentos circulares, massageavam meu grelo, enquanto sua boca beijava a minha nuca causando arrepios angustiantes em minhas costas, fazendo-me soltar gritos e gemidos de prazer. Ao ouvir seus sussurros em meus ouvidos, dizendo que me queria como mulher e que há tempos estava me observando e desejando, fiquei realizada, pois isso era tudo o que eu estava buscando para me sentir viva novamente.

Tomada pelo desejo, peguei em sua mão e saímos da sala. Sem mais pudores, o Vagner acariciava a minha bunda, enquanto caminhávamos em direção ao quarto. A tanguinha vermelha me deixava extremamente gostosa, observou. Fiquei mais excitada do que já estava com aquele elogio, pois fazia tempo que um homem me tratara com tamanho desejo e tesão.

Afastei as cobertas da cama, tirei a sua camiseta, enquanto ele se livrava dos tênis e se deitava apenas de bermuda, com suas mãos sob a cabeça, no travesseiro do meu marido. Sentei-me por cima dele, comecei beijando o seu peito, e freneticamente, lambia e mordiscava os seus mamilos. Fui descendo com a língua até a altura da sua virilha, meus dedos em forma de garra tentavam perfurar-lhe a pele em torno de suas costelas. Acredito que ele sentia um misto de dor e prazer, pois se contorcia e respirava com sofreguidão. O cheiro da sua pele era agradável, másculo e excitante. Aliás, tudo nele era excitante. Comecei a acariciar sua pernas, sentindo a textura da pele e dos pêlos, num movimento que subia pelas coxas e adentrava o calção, até minhas mãos ficarem sobre a sua cueca. Fui apertando de leve e fazendo carícias nas suas bolas. Ele continuava gemendo baixinho, enquanto minha boca beijava, por sobre a bermuda, o meu objeto de desejo.

Nesta altura, excitada e cheia de tesão, eu estava decidida a agir como uma vagabunda. Livrei-o da bermuda e da cueca, deixando sua pica dura e rija a mostra. A cabecinha já se encontrava toda lambuzada pelo líquido seminal. Sem me importar se iria sentir o gosto da porra na minha boca, comecei lambendo bem devagar, sentindo o gosto daquele cacete que estava babando por mim. Apesar de não ser grande, era grosso o suficiente para me preencher e me dar prazer. Lambendo e sugando cada gotinha que teimava escorrer, de forma bem safada, eu ficava olhando para o Vagner, enquanto eu colocava e tirava apenas a cabecinha vermelha da minha boca. Adorei o gosto daquela “bebida” salgada e viscosa. Ele, tremendo de tesão e puxando pelos meus cabelos, apertava a minha cabeça contra o seu pênis. Quando soltava, aproveitava para dar tapinhas de leve no meu rosto e me chamar de “minha putinha”. Eu estava completamente submissa e entregue àquele macho! Por fim, chupei cada uma das bolas, colocando uma, depois a outra, e por fim as duas ao mesmo tempo na boca, enquanto batia uma punhetinha no seu membro gostoso. Quando ele estava prestes a gozar, pediu-me para parar.

Alucinado, ele me virou sobre a cama, de forma que eu ficasse de quatro com a bunda bem empinada, enquanto que, de pé, afastou um pouco a minha tanguinha, e adentrou furiosamente em minha buceta. Eu gemia alto a cada entrada e saída da sua pica. Ele dava tapas na minha bunda, deixando as marcas dos seus dedos. Mandava eu gemer e implorar pela sua pica cada vez mais. Eu o obedecia passivamente, afinal, eu estava realmente querendo, mais e mais a sua rola dentro de mim. E ademais, naquele momento, ele era o meu macho e tinha total controle sobre mim. Fato comprovado no instante que o Vagner, sem cerimônias, começou a acariciar o meu buraquinho. Tentei impedir-lhe para que não fizesse nada com ele, pois acreditava não estar preparada para uma transa anal. Sem tomar conhecimento do meu apelo, introduziu o dedo indicador lambuzado de saliva no meu cuzinho, enquanto sua pica entrava e saia da minha buceta de forma frenética. Comecei a rebolar naquela pica, enquanto pedia para o Vagner não parar de meter. Ele acelerou cada vez mais os movimentos da pica em minha buceta, enquanto fodia o meu cuzinho com o dedo. O meu ânus foi dilatando a ponto de ele enfiar dois dedos sem que eu sentisse o mínimo de dor, apenas uma sensação gostosa. Gritando de prazer e praguejando contra aquele “filho-da-puta”, eu cheguei ao orgasmo como nunca havia desfrutando nos meus vinte anos de casamento.

Por fim, eu estava exausta, porém satisfeita e aliviada. Sentei-me na beira da cama, enquanto o Vagner, em pé a minha frente, aproveitou para foder os meus seios com a sua pica. Fazendo movimentos de vai e vem entre eles, como se estivesse comendo uma buceta imaginária, ele estava prestes a gozar. Suspendi e segurei os peitos para que ele pudesse aproveitar bem a espanhola. Logo ele começou a gemer alto, e quase urrando, liberou o seu gozo forte e quente sobre o meu peito. Assim, toda lambuzada de esperma, caí sobre a cama ofegante. Num último ato de safadeza, o Vagner subiu na cama, e ajoelhado ao meu lado, ficou passando a sua pica, já meio flácida após o gozo, na minha boca. Por fim, ficamos deitados ao lado um do outro em silêncio, apenas ouvindo o som da nossa respiração.

Mais tarde, após um banho ótimo e relaxante, jantamos. Depois passamos a noite juntos de forma muito agradável. Infelizmente, foi a única vez que transei com o Vagner, pois atualmente ele está trabalhando e morando numa outra cidade e, desde então, não tivemos mais contato. Porém, esta experiência com ele, serviu para reacender a paixão pelo meu marido. Atualmente, nossas transas têm melhorado significativamente. Quanto a permanecer fiel, acho que não é mais necessário, pois agora ando sempre pronta para novas aventuras. Quem quiser se comunicar comigo: rejanesexy@live.com.

Beijo a todos e espero que tenham gostado do meu relato.

Novo Menage

Friday, May 8th, 2015

Olá.

Agora não vou entrar em detalhes e vou direto ao assunto

Dois dias após a transa ” sofrida ” da minha esposa, onde ela teve a experiência de transar com o Bimbo, um angolano super pauzudo, mesmo com algumas restrições dela, acabamos saindo mais uma vez os 4 juntos.

Repetimos a lanchonete da primeira vez, só que nessa, minha esposa bebeu bastante, ficando quase de pileque, mas muito consciente do que aconteceria em seguida.

Nessa vez, eu fui dirigindo até o motel e os três foram no bando de trás. Ao chegar no motel, já podem imaginar como as coisas estavam pegando fogo.

Ao entrarmos no apto, minha esposa já estava totalmente nua. O Sergio e o Bimbo estavam com as calças abertas e os paus de fora.

Nem sequer foram tomar banho, indo diretamente para a cama enorme do apto. Minha esposa estava totalmente liberada e livre de qualquer preconceito ou vergonha. Ela falava um monte de bobagens, dizendo que nesse dia ela queria gozar bastante com os dois pauzudos. O Sergio dotado de 22 cms e grosso e o Bimbo de uns 26 e super grosso.

Minha esposa safada estava bem diferente da primeira vez, tanto que chupava um e depois o outro. No Bimbo, ela não conseguia por o pau na boca, apenas a cabeça, mesmo assim ela dava um jeito de fazer o Bimbo tremer e gemer.

O Sergio e o Bimbo revezavam em chupar a buceta da minha esposa, enquanto ela tentava chupar os seus paus.

Teve o momento que minha esposa ficou de joelhos e abaixada para chupar o pauzão do Bimbo, o Sergio se aproveitou da posição para iniciar a penetração na buceta dela por trás. Foram alguns minutos de meteção nessa posição, quando sem avisar, o Sergio tirou da buceta e começou a enfiar no cu da safada. Minha esposa soltou um grito ao sentir seu cu sendo invadido. Tanto que parou de chupar o Bimbo para se acostumar com o pau na bunda.

Minha esposa adora sexo anal e goza assim, mas a invasão foi meia forte e rápida, fazendo ela gemer alto e gritar com a invasão anal.

Passado o desconforto, foram algumas boas metidas profundas no cu da minha esposa, que em pouco tempo a safada chegou a gozar. Poucas mulheres conseguem gozar fazendo sexo anal e minha esposa adora.

Minha vontade era participar e dar meu pau para minha esposa chupar, mas preferi deixa-los só eles.

Depois da gozada, minha esposa quis montar no pauzão gigante do Bimbo. Nem sequer usou lubrificante nessa vez,, apenas foi encaixando a buceta na cabeça do pauzão do Bimbo e foi descendo, rebolando e falando um monte de palavrões, que vocês podem imaginar. Nessa vez, devido ao estado da bebida, a excitação e a vontade de aproveitar o máximo , minha esposa conseguiu fazer entrar todos os 26 cms dentro da buceta.

Caramba….. ela estava tão aberta e os lábios esticados, que com certeza não passada nem água.

— Filha da puta….. minha nossa,….. caralho. Consegui aguentar tudo na minha buceta. Puta que pariu. Minha buceta está fudida. Sinto a ponta bater lá no fundo do meu útero.

Eram as palavras dela.

O interessante veio em seguida, enquanto minha esposa rebolava, subia e descia, fazendo o super pau sair a metade e entrar tudo em sua buceta detonada, que o Sergio se aproveitou da situação de extrema excitação e luxuria da minha esposa que estava com a bunda empinada e o cuzinho exposto, que ele passou lubrificante no pau dele e se ajeitou atrás da minha esposa, para tentar por seu pau na bunda dela, tentando uma DP.

Quando minha esposa se deu conta do que estava prestes à acontecer, ela tentou alegar que não dava, que ela não suportaria dois ao mesmo tempo.

Com seu jeito de conquistador e algumas palavras carinhosas, o Sergio conseguiu convencer minha esposa a tentar e deixar.

O Bimbo que estava com seu super pau quase todo ele enterrado na buceta da minha esposa, puxou-a contra seu peito e ficou passando as mãos pelas nádegas dela, separando-as um pouco. A safada continuava alegando que não aguentaria nem entraria no cu, mas pela posição que ela se encontrava e sem demostrar convencimento de negativa, ficou com a bunda totalmente arrebitada , deixando o cuzinho que estava muito estreito devido á pressão do outro cacetão na buceta, livre para ser invadido e foi o que aconteceu.

Ela estava paradinha só esperando ser invadida por trás.

– Calma amor, vai de vagar. Tá doendo. Não tem espaço para mais cacete. Aí, ai, ai.. Cachorro. Aiiiii.

Por incrível que pareça, a pau do Sergio conseguiu entrar um pouco na bunda da minha esposa, fazendo ela gritar alto e seguido. Seus gemidos eram fortes, que pareciam de dor. Pudera…

Por sorte dela, o Sergio ficou parado com o que já havia entrado , esperando se minha esposa se acostumasse.

– – Dói amor. Parece que estou sendo rasgada. Para… um pouco, deixa quieto…. Minha nossa. Minha pobre buceta está estourada e cheia e meu pobre cuzinho também. PQP.

Uns dois minutos foram o suficiente para amenizar o sofrimento da minha esposa e ela começar a corresponder aos invasores dentro dela. Aí suas palavras eram outras, chamando-os de cachorros, putos, ordinários e outras coisas.

Estando tudo normalizado, o Sergio acabou por enterrar o resto que faltava na bunda dela, fazendo mais uma vez ela gritar e gemer, só que diferente.

Agora estava bem melhor e o clima era de pura luxuria. Minha esposa estava dando conta dos 2 paus dentro dela numa vez só. O imaginável aconteceu depois de uns 4 ou 5 minutos, quando a safada anunciou que logo gozaria, pedindo para o Sergio e o Bimbo socarem forte.

– Aiaiaiaiaiaiaiai, vou gozar, metam forte seus putos, metam, soca esses paus de cavalo, mais, mais.

– estou gozando

Tanto o Sergio e o Bimbo conseguiram acompanhar minha esposa e gozaram quase juntos. Ambos acabaram gozando dentro dela, deixando a buceta e cu cheios de porra.

Quando os paus amoleceram e saíram de dentro de cada lugar, deu pra ver o estado que ficou os dois buracos. Caracas…. estavam abertos. Da buceta, começou a escapar a porra pra fora, escorrendo na cama .

Minha esposa ficou deitada de olhos fechado, de pernas abertas e bunda pra cima, assim dava pra ver o estado que ela ficou. Depois de uns 7 minutos, ela conseguiu se levantar. Quase nem conseguia caminhar, por estar com as pernas bambas e trêmulas foi no chuveiro se lavar e tomar um bom banho merecido.

Eu havia gozado uma vez, mas pedi para minha esposa me dar uma chupada, porque eu queria gozar mais uma vez. Muito cansada ela só pediu para eu deitar na cama e ela me atendeu. Acabei gozando na boca dela, fazendo ela deixar parado na boca e depois deixar escorrer pelo pau, deixando todo babado.

Na volta pra casa, ela caiu na cama e só acordou no dia seguinte pelas 11:00 da manhã. Ela disse que ainda estava sentindo os ” buracos ” meio doloridos .

mercosuljlle@hotmail.com

A Ex Mulher do Meu Melhor Amigo

Tuesday, April 14th, 2015

O que vou relatar aqui aconteceu na virada do ano de 2010 para 2011. Estava na casa do meu tio curtindo a festa da virada do ano junto com vários amigos e amigas, dentre todas as pessoas estava Josi a ex-mulher do meu melhor amigo Andre. Ela estava com um vestido curto deixando suas coxas à amostra, e que belo par de coxas ela tem, acompanhada de uma bunda nem tão grande nem pequena, digamos que seja uma bunda que agrada a qualquer homem, a parte de cima do vestido é desses que não tem alça deixando seus peitos um pouco mais expostos, enfim, uma bela mulher com seus vinte e poucos anos.

Sempre respeitei Josi como se fosse minha cunhada, já que Andre é como um irmão pra mim, pois bem, estávamos todos curtindo, dançando, bebendo, até que reparei que Josi não parava de me encarar, fiz de conta que não notei e continuei curtindo com a galera.

Amanhecemos naquela curtição e pouco a pouco as pessoas foram embora, até ficarmos eu, meu tio, a Josi e a Daiane. Não demorou muito e Josi já veio se insinuando para mim, pediu para eu colocar a mão no seu peito esquerdo, pois ela dizia que seu coração estava acelerado demais, pois ela estava achando aquilo meio estranho, (estranho achei eu dela vim me pedindo isso), disse a ela para me dar o braço para eu verificar sua pulsação que estava normal é claro, ela me agradeceu com um abraço e um beijo no rosto saiu para fumar um cigarro.

Fui até ela e pedi um para eu fumar, ela disse que aquele era o ultimo, ai eu disse que iria até o posto para comprar uma carteira e ela pediu para ir junto, peguei minha moto e fomos indo em direção ao posto, no caminho ela me abraçou e ficou alisando minha barriga o que me deixou de pau duro na mesma hora, chegamos ao posto e tentei disfarçar minha ereção e é claro que ela percebeu, compramos o cigarro e aproveitei para comprar um bacardi com energético para tomarmos na casa do meu tio.

Ao voltarmos para lá Josi veio fazendo a mesma caricia na minha barriga e teve um certo momento que ela pôs sua mão em cima do meu pinto e deu uma apertadinha, quase caímos da moto devido a sensação gostosa que ela me fez sentir naquele momento, chegamos na casa do meu tio e ela olhou para mim e fez uma carinha de quem estava querendo levar rola e entrou na casa, entrei e para minha surpresa meu tio já estava no quarto metendo a rola na Daiane, pois dava para escutar os gemidos deles na sala aquilo me fez olhar com um puto tesão para Josi e não quis nem saber se ela era ex do meu melhor amigo fui logo pra cima dela pois tinha certeza que ela também queria aquilo,cheguei ao seu lado olhei nos seus olhos e não precisou dizer uma palavra sequer já fui beijando ela pegando em sua cintura se envolvendo num beijo gostoso e demorado, sentei no sofá.

Ela veio para cima de mim e parei de beijar sua boca e fui beijando seu pescoço e em seguida já estava chupando seus peitos que nessa altura estavam com aqueles biquinhos rosados bem durinhos, enquanto chupava seus peitos fui levantando seu vestido e pegando naquela bunda redondinha que estava com uma calcinha preta fio dental enterrada no rabo, aquilo me deixou ainda mais tesudo, tirei seu vestido deixando ela apenas de calcinha e também me despi ficando totalmente nu deixei ela sentada no sofá, peguei no seu cabelo e levei sua cabeça em direção a minha rola, ela ficou chupando tão gostoso que quase me fez gosar na sua boca, ela ficava passando a língua na cabeça e ia descendo a língua até o saco.

Tinha alguns momentos que ela colocava as bolas na boca e punhetava meu pinto só de lembrar fico com o pau duro, ela ficou chupando por uns dez minutos e pedi para ela parar pois seria a minha vez de retribuir a chupada, levei ela pro outro quarto que tinha na casa coloquei ela de quatro na cama puxei sua calcinha de lado e comecei chupando sua bucetinha, ela dava uns gemidos e apertava o lençol da cama e isso fazia com que eu continuasse chupando cada vez mais rápido, comecei a alternar as chupadas passando a chupar seu cu e sua buceta e isso ia deixando ela cada vez mais com tesão ela falava para eu não para que tava gostoso demais que logo ia gozar se eu continuasse assim então resolvi chupar seu cu e colocar um dedo na sua buceta, parece que isso era o que tava faltando para ela gosar pois deu um gemido tão gostoso que lembro até agora.

Aproveitei e enfiei mais um dedo e comecei a acelerar e ela começou a rebolar que dizendo que tava gostoso demais que tava gozando, nossa seus gemidos e palavras deixavam meu pinto até ardendo de tão duro que tava, ela disse que era para eu colocar meu cacete nela que ela queria sentir ele todo dentro, deixei ela na mesma posição, de quatro com a calcinha de lado e comecei a colocar meu pau bem devagar para curtir a sensação daquela bucetinha apertando meu cacete, ela ia rebolando no mesmo ritmo e fui acelerando aos poucos, peguei em sua cintura e comecei a dar umas estocadas firme e forte fazendo ela gemer bem gostoso, comecei a xingar ela e ela disse para eu xingar mais que ela gostava, xingava ela de puta, vagabunda, vadia, cachorra, então com uma mão eu puxava seus cabelos e com a outra eu dava uns tapas e xingava ela, não demorou muito e ela disse que estava gozando e que era muito bom ser tratada como uma puta, ela me pediu para deitar na cama pois queria cavalgar um pouco na minha rola me deitei e ela veio por cima ficou na ponta dos pés e direcionou meu pau até sua buceta e começou num sobe e desce, ela começou devagar e logo foi aumentando o ritmo e eu fui indo no mesmo embalo que ela, que visão maravilhosa ver ela engolindo meu pau, tinha momentos que eu segurava em sua bunda e mesmo por baixo metia rápido fazendo ela gemer muito,logo em seguida ela deitou sobre mim e começou a mexer apenar o quadril e enquanto ela fazia isso eu continuava a xingar e dar uns tapas na sua bunda.

Teve um momento durante a transa que ela disse que fazia tempo que queria dar pra mim que só não tinha se arriscado porque estava com o André e sabia que pelo fato de sermos grandes amigos eu poderia lhe dar um fora, mal sabia ela que sempre a cobicei, enfim continuamos metendo naquela posição até que por intuito coloquei um dedo no seu cu, aquilo acendeu ainda mais a chama que ela estava e ela começou a rebolar ainda mais anunciando outro gozo, me contive para não gozar junto com ela devido ao tesão que estava aquela transa, disse a ela que queria comer seu cuzinho,

E ela se fez um pouco de difícil no começo dizendo que não que ia doer mais no fundo o que ela queria era uma bel a rola enterrada no rego, coloquei ela de quatro tirei sua calcinha e dei uma pincelada no seu cuzinho fazendo ela se arrepiar toda passei saliva na entrada do rego e fui colocando meu pau no seu cuzinho apertadinho, ela dizia para eu ir devagar que tava doendo um pouco, perguntei se ela queria parar e ela disse que não que tava doendo mas que tava gostoso, então falei pra ela relaxar mais e fui colocando ate que entrou tudo, comecei a fazer movimentos leves e ela foi se acostumando com meu pau no seu cu daí ela pediu para eu ir mais rápido o que fiz de imediato comecei a socar forte no seu cu e fui xingando, ela dizia que estava muito gostoso meu pau que era pra mim gozar dentro do seu cu, segurei firme na sua cintura e bombei cada vez mais rápido, comecei a bater novamente em sua bunda e falando que ela era uma vadia que tinha um cu muito gostoso que era pra ela gozar com meu pau enterrado no seu cuzinho, ela mandou eu xingar mais pois ela tava gozando com um pinto dentro do cu, comecei a meter mais rápido anunciando que também tava gozando e que estava enchendo seu cu de porra, que gozada deliciosa tivemos naquele momento, depois de gozarmos chamei ela para irmos tomar um banho e ao chegarmos no banheiro meu tio e Daiane estavam lá,

esperamos um pouco no quarto e depois que eles saíram entramos, comecei a ensaboar as costas de Josi e logo meu pau ficou duro nisso ela se virou e começou um delicioso boquete, ela ficou chupando por um bom tempo arte que ela ficou de pé pedi para ela segurar na parede e empinar bem aquela bundinha e comecei a meter na sua buceta, mudamos de posição e pedi para ela segurar meu pescoço e colocar suas pernas na minha cintura, pequei suas pernas e encaixei ela na parede, pedi para ela colocar meu pau na sua buceta, fiquei metendo e ela ficava gemendo bem gostoso no meu ouvido dizendo que queria que eu gozasse na boca dela, disse a ela que ia gozar ela desceu e ficou de joelhos segurei em seus cabelos e pus meu pau dentro da sua boca gozando bem no fundo da garganta fazendo ela engolir toda minha porra.

Acabamos nosso banho e fomos descansar.

Flagrei meu cunhadinho se masturbando cheirando mi

Tuesday, April 14th, 2015

Meu nome é Ângela, sou morena clara, olhos verdes, 1,65m, 28anos, 58 kg muito bem distribuídos. Só quem é mulher sabe o quanto é difícil manter um corpo quase perfeito, porque, perfeito é impossível não é mesmo? São horas e horas de muito sofrimento em academias e de longas caminhadas, sem contar os regimes e outros truques para disfarçar novos defeitos que o tempo impiedosamente nos ?presenteia?.
Casei muito jovem com Carlos mesmo contra a vontade dos meus pais. Estava começando meu curso de medicina. A construtora como de praxe não cumpriu o prazo de entrega do nosso apartamento, e por insistência da minha sogra fomos morar com ela até o término da obra, sabe como é mãe, não quer ficar longe das suas crias de jeito nenhum.
Confesso que fiquei meio receosa no início, mas aos poucos percebi que dona Anna era uma pessoa maravilhosa. Morávamos na casa Eu, Carlos meu marido, Dinho meu cunhadinho adolescente e minha sogra, já que meu sogro era falecido.
Meu marido e minha sogra saíam cedo pro trabalho e só voltavam à noite. Carlos trabalhava em uma multinacional e minha sogra na época tinha uma loja de artigos femininos em um shopping na cidade.
Dinho e eu estudávamos à tarde, então ficávamos nós dois na casa no período da manhã, salvo duas vezes por semana que vinha uma diarista para fazer a limpeza mais pesada da casa.
Dinho ao contrário do meu marido que era e continua sendo um gato até hoje, na época era um garoto magro, meio franzino, com o rosto cheio de espinhas, super tímido. Dinho era o patinho feio da família, mas era um amor de menino, sempre disposto a me ajudar em tudo que precisava, aliás, naquela casa eu era tratada por todos como uma princesa.
Com o tempo fui percebendo que quando usava minissaia, ou uma camiseta mais cavada onde mostrava parte dos meus seios, ou até mesmo um short de lycra que ressaltava o relevo da minha bucetinha, Dinho sempre ficava me observando pelos cantos da casa.
Cansei de vê-lo tentando esconder o volume que formava sobre sua bermuda e depois disfarçadamente corria pro banheiro se aliviar numa punheta, coisa de meninos, confesso que me divertia com aquilo, e até gostava de ser sua musa inspiradora.
Certo dia estava com uma minissaia bem curtinha e uma camisetinha regata um pouco folgada que peguei do meu marido, notei que meu cunhadinho da sala me cuidava disfarçadamente. Então para dar vazão as suas fantasias, fui até um canto da cozinha, enrolei minha calcinha e enterrei no meu reguinho deixando minha bundinha totalmente livre e parte da minha bucetinha, pois a calcinha entrou no meio separando-a em duas partes. Fingi não percebê-lo, me abaixei na pia da cozinha fazendo de conta que estava arrumando as panelas e empinei minha bundinha o máximo que pude para facilitar sua visão, fiquei um tempo naquela posição imaginando a cara do meu cunhadinho me vendo daquele jeito. Após algum tempo, me levantei sem olhar pra trás, dei alguns segundos para meu cunhadinho se recuperar e voltei pra sala. Meu cunhadinho estava pálido com as mãos sobre o pau tentando esconder sua ereção ainda não acreditando no que tinha visto, e para provocá-lo ainda mais, me ajoelhei na sua frente fingindo procurar umas revistas na mesa de centro e meus seios ficaram totalmente expostos ao seu olhar. Peguei uma revista e sentei no sofá fingindo que estava concentrada na leitura, mas só observando sua reação, não deu outra, meu cunhadinho disfarçadamente correu para a lavanderia que ficava nos fundos da casa, dei um tempo, e sem fazer barulho fui espiar o que meu cunhadinho estava fazendo.
Dinho pensando que eu estava na sala lendo, se descuidou um pouco e pude ver ele de costa se masturbando.
Fiquei num canto da janela, mas de onde eu estava só dava pra ver seus movimentos, não sei por que, mas estava louca de curiosidade para ver seu pauzinho, a qual não foi minha surpresa quando ele se virou de lado e pude ver que de pauzinho não tinha nada, pois era bem maior e mais grosso que o do meu marido que media 16 cm.
Dinho se masturbava cheirando uma de minhas calcinhas que estava para lavar, derrepente Dinho se encolheu e vi várias golfadas de porra saindo do seu pênis enorme, confesso que não pensava que um menino raquítico como ele pudesse ter uma ferramenta tão grande. A partir deste dia, sempre que estava transando com meu marido pensava no pau do meu cunhadinho e gozava como louca.
Sabendo que meu cunhadinho se acabava na punheta cheirando minhas calcinhas, resolvi provocá-lo ainda mais, e toda vez que ia tomar meu banho, antes, me masturbava e deixava minhas calcinhas bem molhadinhas pro meu cunhadinho cheirar e me homenagear.
Estava louca de vontade de dar pro meu cunhadinho, mas isso não passava de uma fantasia, pois naquela época, nunca teria coragem de trair meu marido, e também não sabia qual seria a reação do menino se me oferecesse pra ele, portanto desisti desta idéia, mas sempre que fazia uma chupeta pro meu marido imaginava o pau do Dinho na minha boca.
Com o tempo, fomos pegando intimidade e meu cunhadinho foi se soltando cada vez mais. Agora quando ia recolher as roupas para lavar, percebia que minhas calcinhas estavam meladas de porra no meio, o danadinho gozava e se limpava nelas.
Certo dia quando entrei no banheiro, peguei no flagra meu cunhadinho se masturbando e cheirando uma das minhas calcinhas. Fingi estar indignada com aquilo e disse aos gritos.
– O que é isso Dinho? – Imagine se seu irmão souber que você anda fazendo? – Pensa que não percebi minhas calcinhas todas gozadas quando vou lavá-las? ? O que sua mãe vai fazer com você quando contar a ela ?
O pau do meu cunhadinho murchou na hora com o susto, notei que mesmo mole continuava grande.
Meu cunhadinho trêmulo de cabeça abaixo, só balbuciava umas desculpas quase chorando de vergonha, pedindo pelo amor de Deus para que não contasse pra sua mãe e seu irmão.
Acho que fui muito convincente na minha encenação, e pra acabar de vez com meu cunhadinho, fingi estar inconformada e chorando entrei no meu quarto batendo a porta com força.
Dentro do meu quarto eu ria por dentro lembrando a cara do cunhadinho na hora do flagra.
Deitei na minha cama afastei minha calcinha pro lado e comecei a me masturbar pensando na cena que tinha presenciado a pouco e gozei bem gostoso.
Não demorou meu cunhadinho bateu na porta pedindo pra conversar comigo.
Esfreguei as mãos nos meus olhos, fui até o espelho e vi que estavam bem vermelhos, abri a porta com uma cara de quem tinha chorado muito e disse: – O que você quer de mim?
– Como você acha que estou sentindo vendo você se masturbar cheirando minhas calcinhas?
È sobre isto que quero falar com você! Disse. ? Me desculpe isto não vai mais acontecer, juro por Deus, por favor, não conte pro Carlos e nem pra mãe, eles vão me matar.
Nesta hora percebi o quanto meu cunhadinho estava perturbado, então resolvi amenizar a situação, mas mantendo ele em minhas mãos.
Perguntei a ele: – Não é melhor você transar com sua namoradinha em vez de ficar se masturbando cheirando minhas calcinhas?
– Eu nunca tive uma namorada, e mesmo que tivesse, seria muito difícil pra mim devido meu medo de não conseguir fazer direito, disse meu cunhadinho.
– Então quer dizer que você ainda é virgem? Disse aparentando surpresa. – Você não vai rir de mim, vai? ? Claro que não disse.
– Eu nunca tive com uma mulher, não tenho muita sorte com as meninas, o que sei sobre sexo é o que vejo em revista e filmes pornôs, então quando você veio morar conosco, ao ver suas calcinhas no cesto de roupas sujas não resisti e comecei a bater punheta cheirando elas.
– Você pensa em mim quando está se masturbando? Perguntei.
Gaguejando meu cunhadinho disse que pensava sim, e pediu novamente pelo amor de Deus para não contar pro seu irmão. Me fez jurar que não contaria.
Para ganhar novamente a confiança do meu cunhadinho disse:
– Dinho, a partir de hoje esse vai ser nosso segredo, e se continuar bonzinho comigo, prometo que vou te ajudar a perder o medo de mulher, você só precisa ser confiante, pois material você tem de sobra, portanto, agora quero que continue o que estava fazendo quando entrei no banheiro.
Meu cunhadinho vermelho de vergonha disse: – Agora? – Na sua frente?
– Claro disse! ? Não precisa ter vergonha de mim tá bom? Vai ser nosso segredo lembra?
Como meu cunhadinho estava travado de medo, disse: – Vou te ajudar, mais você não pode me tocar tá bom?
Meu cunhadinho ficou sentado no pé da cama, subi até a cabeceira, sentei-me e abri minhas pernas ficando totalmente exposta ao olhar hipnotizado do Dinho que imaginava o que teria por baixo da minha calcinha. Ele fez uma cara de espanto quando a puxei de lado e pela primeira vez na vida ele via uma bucetinha tão de perto.
Seu pau estava enorme dentro da bermuda, então pedi pra ele tirar pra fora e me acompanhar numa masturbação.
Dinho abaixou a bermuda liberando aquele cacete de dar inveja a muitos homens formados.
Meio tímido ele começou alisando seu pau, enquanto eu gozava com meus dedos atolados na minha bucetinha ao mesmo tempo em que via meu cunhadinho timidamente com aquele pau enorme se masturbando na minha frente.
Quando gozei, retirei minha calcinha lentamente e enfiei parte dela na minha raxinha toda molhada, quando umedeceu, a tirei bem devagar e joguei pro meu cunhadinho que agarrou como um desesperado esfregando no nariz sentindo meu cheiro, e em poucos segundos, lavou minha cama de porra. Para sentir seu gosto, molhei os dedos na sua porra e levei a boca chupando até ficar limpinhos.
Dinho mesmo tendo gozado continuava com o pau duríssimo apontando pra mim e me pediu:
– Me deixa por meu pau pelo menos um pouquinho na sua bucetinha?
– Não Dinho, você não pode por seu pau na minha bucetinha, seria uma traição com seu irmão, e além do mais, estamos sem preservativos, imagina se eu fico grávida?
– Me deixa por na sua bundinha então!
– Você está louco seu safadinho? Disse sorrindo.
– Não agüento com o pau do seu irmão que é menor e mais fino, imagina agüentar essa tora no meu cuzinho? ? E o que vou dizer pro seu irmão quando ele perceber que meu cu está todo arrombado?
– Se controle seu malandrinho tá bom?
Confesso que tive vontade de dar minha bundinha pro meu cunhadinho, mas era uma missão impossível, pois todas as tentativas do seu irmão em comer meu cuzinho acabavam em desistência, pois sentia muita dor.
Dinho continuava alisando seu pau com um olhar pidão na minha bucetinha, pois eu continuava sentada com as pernas escancarada na sua frente.
Deu-me uma peninha dele, então resolvi ceder um pouco já que tinha chegado até ali.
– Dinho você quer tocar na minha bucetinha? Perguntei.
– Claro que sim, disse meu cunhadinho radiante de alegria.
– Preste atenção, vai ser só esta vez tá bom?
Meu cunhadinho parecia hipnotizado na minha bucetinha, começou a me tocar com a mão meio trêmula e foi apalpando até empalmar e apertá-la quase machucando.
– Devagar, disse. – Se quiser agradar as mulheres tem que tratá-las com carinho.
Peguei sua mão e guiei até meu grelinho e fui ensinando a massageá-lo, meu cunhadinho aprendeu rápido e quando ele enfiou os dedos na minha bucetinha e começou a me foder com a mão, não agüentei e tive meu primeiro orgasmo com meu cunhadinho me tocando.
Dinho retirou seus dedos da minha buceta e levou a boca para sentir meu gosto, ele se deliciou tanto com meu néctar que resolvi ceder um pouco mais e perguntei: – Quer chupar minha bucetinha, quer?
– Tudo que eu quero neste momento é chupar sua buceta Ângela. – Deixa vai, por favor!
– Ta bom, então vem experimentar a primeira bucetinha da sua vida, vem! Disse já empurrando sua cabeça pro meio das minhas pernas.
Meu cunhadinho neste momento não lembrava nada daquele menino tímido do começo do conto.
Ele me chupava tão afoito que às vezes pensava que ia me virar aos avessos.
– Vai com calma Dinho, lembra quando falei que mulher gosta com carinho?
– Desculpe-me! Não vou me esquecer mais, prometo.
Agora bem mais calmo, meu cunhadinho me chupava maravilhosamente bem. Enfiava a língua bem fundo na minha bucetinha, e depois mordia carinhosamente meu grelinho, confesso que estava orgulhosa, pois ele estava se mostrando um ótimo aprendiz, e com certeza a partir daquele dia ia se tornar um excelente amante. Eu como uma boa professora, segurava sua cabeça e esfregava minha buceta na boca do cunhadinho que com competência me retribuía em forma de prazer.
Sua língua deliciosa me levava à loucura, estava quebrando todas as barreiras que existia entre nós.
Derrepente uma onda de calor começou a percorrer meu corpo como se tivesse recebendo uma descarga elétrica então comecei a gritar.
– Não para Dinho! Eu vou gozar! Aiiiiii que delícia. Uuuiiiiiii!!!!!
Puxei sua cabeça contra minha buceta e meu corpo não parava de tremer despejando uma cas**ta de líquido na boca do meu cunhadinho que sugou até a última gota do melhor orgasmo que tive até o momento na boca de um homem.
Quando me recuperei, percebi que continuava prensando a cabeça do meu cunhadinho contra minha buceta, então o soltei e comecei acariciar sua cabeça e passando a mão por seu rosto meio assustado, mas ao mesmo tempo realizado.
Não tive muitos namorados antes de me casar com Carlos, mas nem um deles me fez gozar tão gostoso como meu cunhadinho, talvez seja pela forma que aconteceu, talvez seja pelo fruto proibido, só sei que foi maravilhoso pra mim.
Puxei meu cunhadinho pra junto de mim abracei forte seu corpo franzino elogiando seu desempenho, dei um selinho carinhoso em seus lábios e disse que retribuiria da mesma forma o prazer que tinha me proporcionado.
Deslizei-me até seus pés e quando abaixei sua bermuda, percebi que meu cunhadinho tinha gozado sem se tocar, mas seu pau continuava extremamente duro.
– Você gozou enquanto chupava minha buceta safadinho? Disse sorrindo.
– Gozei sim, pela primeira vez com uma mulher disse todo orgulhoso.
– Então agora, vou fazer você gozar novamente tá bom?
Peguei aquele pau enorme todo melado de porra e pus na boca sugando toda a porra que estava nele deixando limpinho.
Comecei lambendo aquela cabeçorra que mal cabia na minha boca, achava desproporcional o tamanho daquele cacete para um garoto franzino como Dinho, a natureza realmente tinha sido generosa com ele naquele quesito.
Meu cunhadinho gemia enquanto sugava seu pau. Brincava com minha língua naquela cabeçorra, depois engolia o quanto podia dando mordidinha no corpo daquele cacete. Engolia novamente ora brincando com seus testículos depois voltava pra cabeça novamente. Quando abocanhei seu pau o Maximo que pude, meu cunhadinho por instinto forçou a entrada do seu pau ainda mais na minha boca atingindo minha garganta, me engasguei e quase vomitei, então com uma mão segurei seu cacete enquanto chupava só a parte que sobrava controlando suas investidas. Descia com a língua até seu saco e chupava levemente. Colocava seus grãos na minha boca brincava um pouco e depois voltava chupando até chegar à cabeça e engolir novamente. Quando novamente abocanhei seu pau, e comecei a punhetá-lo, meu cunhadinho não agüentou e inundou minha boca de porra sem antes me avisar.
Quando pensei que tinha acabado fui reclamar por não ter me avisado e fui surpreendido por mais uma golfada que atingiu meu rosto.
– Desculpe me disse meu cunhadinho: – Não deu tempo de avisar.
Olhei pra ele com a cara e a boca cheio de porra.
Abri a boca para mostrar a quantidade de porra que estava nela e engoli. Limpei com a mão um filete de porra que escorria pelo meu rosto, e levei até minha boca sugando-a deixando limpinha.
Sorri pro meu cunhadinho dizendo que estava desculpado e voltei para limpar os vestígios de porra que restava no seu cacete.
Estava louca de vontade sentir aquele pau dentro de mim, mas na minha cabeça, já tínhamos ido longe de mais.
A partir desse dia Dinho era outra pessoa, não ficava mais escondidos pelos cantos me cuidando.
Sempre que estávamos a sós em casa ele me confidenciava seus segredos. Algum tempo depois Dinho arranjou uma namoradinha no colégio e perdeu a virgindade com ela em um dia que foi fazer trabalho escolar na casa dela e os pais dela tinham saídos.
Enquanto morei com minha sogra, sempre que estava carente, me consolava com a língua deliciosa do meu cunhadinho na minha bucetinha, depois retribuía com uma bela chupada naquela vara que me dava tanto prazer, mesmo sem nunca ter havido penetração entre nós.
Quando nosso apartamento ficou pronto, confesso que senti falta das chupadas que meu cunhadinho me dava e das gozadas que enchia minha boca de porra.
O tempo passou e meu cunhadinho se tornou um homem muito atraente, não lembrava quase nada daquele menino raquítico de tempo atrás.
Dinho casou com Cristina, uma loira lindíssima. Meu marido o Carlos, vivia fazendo brincadeiras com ela. Pra mim eles tinham um caso, e eu remoia de ciúmes por dentro, então comecei a seduzir meu cunhado novamente, e desta vez nossos encontros só não rolava sexo anal porque ainda não agüentava seu pau no meu cuzinho, mas pro meu marido eu liberava de vez em quando.
Sempre que meu marido viajava a negócios, eu me encontrava com Dinho.
No começo nos encontrávamos em motéis, mas com o tempo, passamos a nos encontrar em casa mesmo.
Bastava meu marido viajar e Dinho inventava uma partida de futebol pra sua esposa e ia pra minha casa onde após uma chupada deliciosa, arrombava minha buceta com seu cacete enorme.
Minha bucetinha já não era a mesma depois que comecei a dar pro Dinho, cada sessão de sexo com meu cunhadinho tinha que ficar pelo menos dois dias sem dar pro meu marido pra ele não desconfiar.
Com o tempo fomos ficando descuidados até que um dia meu marido voltou de uma viagem antes do previsto e nos flagrou transando na nossa cama.