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Friday, May 8th, 2015

Olá.

Agora não vou entrar em detalhes e vou direto ao assunto

Dois dias após a transa ” sofrida ” da minha esposa, onde ela teve a experiência de transar com o Bimbo, um angolano super pauzudo, mesmo com algumas restrições dela, acabamos saindo mais uma vez os 4 juntos.

Repetimos a lanchonete da primeira vez, só que nessa, minha esposa bebeu bastante, ficando quase de pileque, mas muito consciente do que aconteceria em seguida.

Nessa vez, eu fui dirigindo até o motel e os três foram no bando de trás. Ao chegar no motel, já podem imaginar como as coisas estavam pegando fogo.

Ao entrarmos no apto, minha esposa já estava totalmente nua. O Sergio e o Bimbo estavam com as calças abertas e os paus de fora.

Nem sequer foram tomar banho, indo diretamente para a cama enorme do apto. Minha esposa estava totalmente liberada e livre de qualquer preconceito ou vergonha. Ela falava um monte de bobagens, dizendo que nesse dia ela queria gozar bastante com os dois pauzudos. O Sergio dotado de 22 cms e grosso e o Bimbo de uns 26 e super grosso.

Minha esposa safada estava bem diferente da primeira vez, tanto que chupava um e depois o outro. No Bimbo, ela não conseguia por o pau na boca, apenas a cabeça, mesmo assim ela dava um jeito de fazer o Bimbo tremer e gemer.

O Sergio e o Bimbo revezavam em chupar a buceta da minha esposa, enquanto ela tentava chupar os seus paus.

Teve o momento que minha esposa ficou de joelhos e abaixada para chupar o pauzão do Bimbo, o Sergio se aproveitou da posição para iniciar a penetração na buceta dela por trás. Foram alguns minutos de meteção nessa posição, quando sem avisar, o Sergio tirou da buceta e começou a enfiar no cu da safada. Minha esposa soltou um grito ao sentir seu cu sendo invadido. Tanto que parou de chupar o Bimbo para se acostumar com o pau na bunda.

Minha esposa adora sexo anal e goza assim, mas a invasão foi meia forte e rápida, fazendo ela gemer alto e gritar com a invasão anal.

Passado o desconforto, foram algumas boas metidas profundas no cu da minha esposa, que em pouco tempo a safada chegou a gozar. Poucas mulheres conseguem gozar fazendo sexo anal e minha esposa adora.

Minha vontade era participar e dar meu pau para minha esposa chupar, mas preferi deixa-los só eles.

Depois da gozada, minha esposa quis montar no pauzão gigante do Bimbo. Nem sequer usou lubrificante nessa vez,, apenas foi encaixando a buceta na cabeça do pauzão do Bimbo e foi descendo, rebolando e falando um monte de palavrões, que vocês podem imaginar. Nessa vez, devido ao estado da bebida, a excitação e a vontade de aproveitar o máximo , minha esposa conseguiu fazer entrar todos os 26 cms dentro da buceta.

Caramba….. ela estava tão aberta e os lábios esticados, que com certeza não passada nem água.

— Filha da puta….. minha nossa,….. caralho. Consegui aguentar tudo na minha buceta. Puta que pariu. Minha buceta está fudida. Sinto a ponta bater lá no fundo do meu útero.

Eram as palavras dela.

O interessante veio em seguida, enquanto minha esposa rebolava, subia e descia, fazendo o super pau sair a metade e entrar tudo em sua buceta detonada, que o Sergio se aproveitou da situação de extrema excitação e luxuria da minha esposa que estava com a bunda empinada e o cuzinho exposto, que ele passou lubrificante no pau dele e se ajeitou atrás da minha esposa, para tentar por seu pau na bunda dela, tentando uma DP.

Quando minha esposa se deu conta do que estava prestes à acontecer, ela tentou alegar que não dava, que ela não suportaria dois ao mesmo tempo.

Com seu jeito de conquistador e algumas palavras carinhosas, o Sergio conseguiu convencer minha esposa a tentar e deixar.

O Bimbo que estava com seu super pau quase todo ele enterrado na buceta da minha esposa, puxou-a contra seu peito e ficou passando as mãos pelas nádegas dela, separando-as um pouco. A safada continuava alegando que não aguentaria nem entraria no cu, mas pela posição que ela se encontrava e sem demostrar convencimento de negativa, ficou com a bunda totalmente arrebitada , deixando o cuzinho que estava muito estreito devido á pressão do outro cacetão na buceta, livre para ser invadido e foi o que aconteceu.

Ela estava paradinha só esperando ser invadida por trás.

– Calma amor, vai de vagar. Tá doendo. Não tem espaço para mais cacete. Aí, ai, ai.. Cachorro. Aiiiii.

Por incrível que pareça, a pau do Sergio conseguiu entrar um pouco na bunda da minha esposa, fazendo ela gritar alto e seguido. Seus gemidos eram fortes, que pareciam de dor. Pudera…

Por sorte dela, o Sergio ficou parado com o que já havia entrado , esperando se minha esposa se acostumasse.

– – Dói amor. Parece que estou sendo rasgada. Para… um pouco, deixa quieto…. Minha nossa. Minha pobre buceta está estourada e cheia e meu pobre cuzinho também. PQP.

Uns dois minutos foram o suficiente para amenizar o sofrimento da minha esposa e ela começar a corresponder aos invasores dentro dela. Aí suas palavras eram outras, chamando-os de cachorros, putos, ordinários e outras coisas.

Estando tudo normalizado, o Sergio acabou por enterrar o resto que faltava na bunda dela, fazendo mais uma vez ela gritar e gemer, só que diferente.

Agora estava bem melhor e o clima era de pura luxuria. Minha esposa estava dando conta dos 2 paus dentro dela numa vez só. O imaginável aconteceu depois de uns 4 ou 5 minutos, quando a safada anunciou que logo gozaria, pedindo para o Sergio e o Bimbo socarem forte.

– Aiaiaiaiaiaiaiai, vou gozar, metam forte seus putos, metam, soca esses paus de cavalo, mais, mais.

– estou gozando

Tanto o Sergio e o Bimbo conseguiram acompanhar minha esposa e gozaram quase juntos. Ambos acabaram gozando dentro dela, deixando a buceta e cu cheios de porra.

Quando os paus amoleceram e saíram de dentro de cada lugar, deu pra ver o estado que ficou os dois buracos. Caracas…. estavam abertos. Da buceta, começou a escapar a porra pra fora, escorrendo na cama .

Minha esposa ficou deitada de olhos fechado, de pernas abertas e bunda pra cima, assim dava pra ver o estado que ela ficou. Depois de uns 7 minutos, ela conseguiu se levantar. Quase nem conseguia caminhar, por estar com as pernas bambas e trêmulas foi no chuveiro se lavar e tomar um bom banho merecido.

Eu havia gozado uma vez, mas pedi para minha esposa me dar uma chupada, porque eu queria gozar mais uma vez. Muito cansada ela só pediu para eu deitar na cama e ela me atendeu. Acabei gozando na boca dela, fazendo ela deixar parado na boca e depois deixar escorrer pelo pau, deixando todo babado.

Na volta pra casa, ela caiu na cama e só acordou no dia seguinte pelas 11:00 da manhã. Ela disse que ainda estava sentindo os ” buracos ” meio doloridos .

mercosuljlle@hotmail.com

Traindo com o moreno da Praia

Sunday, April 26th, 2015

Olá, queridos e queridas,

Abril de 2013, fazia cerca de dois meses que eu estava na seca danada, nem beijinho na boca. Como já sabem, marido sempre viajando a coisa complica, apesar de que as fodas com ele não serem aquelas maravilhas, mas pelo menos ajudam a aliviar o desejo de macho. Para complicar, meu menu de oportunidades masculinas estava fraco. Eu estava numa situação desesperadora, e a perseguida já estava esfolada de tanta siririca e nada de passar o bendito tesão. Nesse período, tirei férias e fui curti-las na casa da minha carioquíssima amiga Andrea. Fui para ficar duas semanas, quando então o meu marido me encontraria lá para retornarmos para Porto Alegre. Férias no RJ dispensam maiores comentários, sol, praia, gente lindíssima e animada não faltam, para quem está pela curtição então, é uma maravilha.

Numa manhã, eu e a Andrea fomos tomar sol na praia do Arpoador, que fica perto do seu AP, portanto, dava para ir e voltar a pé tranquilamente. Vesti apenas um biquininho cortininha floreado, com uma saída de praia branca por cima. Ficamos ao sol até antes do meio-dia, depois fomos a um quiosque próximo para saborear uma água de coco. Nesse tempo, observei um cara correndo que vinha na direção do quiosque em que estávamos. Era moreno, de uma morenice carioca, pele bem bronzeada e marca de sunga bem branca. Trajava apenas uma sunga vermelha e um tênis de corrida e estava com fones de ouvido. Olhos castanhos amarelados, barba bem feita e cabelo estilo militar, bem curtinho e aparado. Não muito alto, algo de 1,75m e corpão definido, principalmente as pernas e coxas, bem torneadas e fortes. Imediatamente me acendeu o desejo de contato com o sexo oposto. Senti meus seios enrijecendo, com os mamilos ficando durinhos e a xana entrar em estado débil, toda úmida e desejosa por sentir o membro rijo do belo espécime masculino e desfrutar do prazer que ele poderia lhe proporcionar.

Comentei com Andrea minhas impressões e para minha surpresa ela o conhecia. Adiantou-me que ele se chama Edu, tem 32 anos, é engenheiro e, o melhor, solteiro. Quando ele se encontrava já próximo a nós, ela o chamou para nos apresentar. Feito isso, voltamos para nossos lugares e ele sentou-se à nossa frente. Não deixei de notar suas pernas afastadas, salientando o volume do pacote do prazer. Confesso que fiquei totalmente alterada, comecei a sorrir e a mexer no cabelo quase que freneticamente. Como um bom carioca, ele estava bem disposto e falante e queria saber tudo sobre mim. Andrea observando as minhas intenções, começou a preparar o terreno, dizendo que eu estava no RJ para diversão e que precisava de alguém disposto a me ciceronear pela Cidade Maravilhosa. Prontamente ele se ofereceu, garantindo-me que eu teria as melhores férias da minha vida. Obviamente não me fiz de rogada e aceitei. “Que é lhe usar, gato gostoso!” – pensei.

Algumas risadas a mais e como já era hora do almoço, a Andrea sugeriu que poderíamos ir os três para a AP do Edu e que ela faria algo para comermos. Logo percebi qual era o plano dela, bastaria eu dar continuidade. No apartamento, Andrea foi para a cozinha, aproveitei para conhecer a sacada, de onde se tinha uma vista do mar e de toda a extensão da praia, e o Edu foi tomar uma ducha para tirar o suor da corrida. Encantada com a vista, fiquei curtindo a deliciosa brisa do mar. Instantes depois, o Edu aparece na sacada, sem camisa, vestindo apenas um calção de futebol e me oferece uma taça de Martini. Brindamos à nossa amizade e dei-lhe os parabéns pela vista maravilhosa, ele agradeceu dando um beijo na minha mão, como um cavalheiro todo galante. Sem soltá-la, ele me puxou levemente para perto de si, enquanto me fazia uma leve carícia, ajeitando os fios dos meus cabelos que estavam sobre os meus olhos. O perfume delicioso que exalava do seu peito, o toque gostoso da sua mão e o som do sotaque que vinha da sua voz reacenderam automaticamente meu desejo por sexo, e o meu corpo ficou em estado de malemolência total, completamente impotente para resistir aos encantos daquele moreno.

Ainda no clima, ele aproximou sua boca perto do meu rosto, e sem hesitar dei-lhe uma bitoquinha, que logo se transformou num delicioso e ardoroso beijo. Enquanto ele me desvencilhava da parte de cima do biquíni, livrei-me da saída de praia, ficando seminua em plena sacada. Foram momentos de puro tesão, nos quais nos acariciamos tresloucadamente. As suas carícias iam de beijos e mordiscadas nos meus seios a massagens no meu clitóris, enquanto que as minhas se resumiam a lhe beijar o pescoço e agarrar vorazmente o seu traseiro gostoso. Quando ele sentiu meus dedos tocarem-lhe o ânus, sua reação foi instantânea, agarrou-me pelos ombros e virou-me de frente para a grade da sacada com certa violência. Segurei-me com força na grade um tanto nervosa, enquanto ele, já livre do calção, afastou o meu biquíni para o lado e começou a relar seu pau na minha bunda.

– Se quer brincar com o cuzinho alheio, bebê, vou lhe mostrar como se faz! – balbuciou ele, com uma voz que transparecia excitação e certo sadismo.

– Vou penetrá-lo todinho – continuou, lubrificando o meu ânus com saliva e com a própria umidade da minha buceta e, com os dedos, o foi alargando levemente para facilitar a entrada.

– Vai Delícia… hum… Come ele gostoso! – implorei aos gemidos, enquanto sentia seus dedos mágicos massageando meu rabinho.

Ânus relaxado, partimos para primeira tentativa. Procurei facilitar arrebitando a bunda, enquanto a cabecinha foi forçando lentamente a penetração. Ávida de desejo por um caralho gostoso aviltando meu corpo, eu não ofereci quase nenhuma resistência para o Edu, que em poucos instantes conseguiu fazer seu membro rijo e pulsante atingir o fundo do meu reto.

– Aiiiii – gritei de dor e prazer, sentindo as bolas bateram na minha bunda.

O entra e sai começou lentamente e aos poucos foi atingindo a velocidade da tortura. Mal consegui respirar, dada a força que o Edu imprimia aos seus movimentos, invadindo-me com tanta força e violência, desequilibrando todos os meus sentidos.

– Soca ele… soca assim… fode esse cu gostoso, carioca viado! – eu berrava, curtindo a sensação gostosa de ser sodomizada em plena luz dia e diante de umas paisagens mais lindas do mundo.

– Toma gostoso no cu, gauchinha putona! – disse-me – sempre quis comer uma gauchinha, pois tenho “mó” tesão nesse sotaque! – confessou.

Como eu estava tão excitada, meu grelo estava como prendendo fogo de tanto tesão, que apenas com uma leve siririca não demorei a gozar. Berrei de prazer como ainda nunca havia feito nas minhas experiências amorosas.

Com o orgasmo, pressionei ainda mais o cuzinho, obrigando o Edu a tirar o pau do meu rabo para não gozar. Assim, sentei-me na espreguiçadeira, e ele me trouxe a rola para um belo e gostoso boquete. Quando então, pude presenciar seu lindo cacete cor de jambo e grosso, com uma cabeça vermelha bem avantajada e, na base, pendendo as bolas bem peludas. Abocanhei primeiramente a cabeça, lambendo, sugando, enfim, me deliciando, sem me importar que ele acabara de sair do cuzinho e vir direto para a minha boca. Suguei gostoso até sentir o sabor salgado dos primeiros líquidos viscosos e transparentes que começaram a sair da boquinha do pau. Chupei, babei e limpei todinho até as bolas, quando finalmente ele afastou a minha cabeça e ordenou:

– Abre a boca, gauchinha!

Foi o tempo de abrir a boca e recepcionar um jorro quente e branco de esperma. Seus jatos fortes e em grande quantidade lambuzaram todo o meu rosto de leite másculo, que escorreu pelo meu pescoço e seios.

– Toma leitinho, toma, safada! – ordenou-me ainda, obrigando-me a limpar o restante de porra que ainda escorria. Obedeci-lhe, chupando e lambendo, até o pau ficar complete inerte e adormecido.

Quando voltamos à realidade, a Andrea estava parada em nossa frente com uma toalha para eu me limpar.

– Presenciei parte da festinha e não me convidaram. “Mui” amigos que vocês são! – protestou – – agora só nos resta almoçar. – disse por fim.

Mal nos recompomos da situação em que encontrávamos, coloquei a outra parte do biquíni e fomos para cozinha.

Depois disso, tivemos outros momentos de luxúria e prazer, que no decorrer do tempo pretendo compartilhar com os leitores. Para comentários, meu email: rejanesexy@live.com

Beijão a todos e todas, Rejane.