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Ajudando um colega do trabalho

Saturday, May 2nd, 2015

Queridos leitores e leitoras, vou relatar brevemente um fato ocorrido comigo há poucos dias.

No meu trabalho, tenho um colega, o Cláudio, que já tem seus cinquenta e poucos anos, é baixinho, meio calvo e é um legítimo banana, sem contar que eu o acho muito feio. Como eu sou muito carismática, ele me considera sua amiga e me conta algumas coisas íntimas, principalmente sobre o seu casamento. Numa dessas conversas, fiquei sabendo que sua mulher é extremamente autoritária e eles não transam faz mais de quatro anos. E, segundo ele, desde então ele não tem feito sexo. Resumindo, é um fraco. Apesar de não sentir nenhum pouquinho de tesão por ele, acabei ficando penalizada com a sua situação, pois ninguém merece ficar tanto tempo na seca.

Então, num desses dias de confidências, fazia um pouco de calor e eu estava com a periquita fervendo, pois meus “contatos” andavam ocupados nos seus afazeres. Então pensei “vou dar uma chance pra esse cara” e lancei a seguinte sugestão:

– Cláudio, hoje está fazendo calor e está bom pra um chopinho. O que você acha?

Como era de se esperar, ele nem desconfiou das minhas intenções e deu uma resposta evasiva. Não aceitei e me posicionei de pronto:

– Vamos fazer o seguinte. A gente sai umas duas horas antes do final do expediente, faremos o nosso happy hour, e ninguém se complica em casa.

Sem alternativa, pois sou a chefe dele também, ele acabou aceitando.

Na hora combinada, saímos. No estacionamento, concordamos de ir no meu carro, depois eu o traria de volta. Já no trânsito, falei:

– Cara, hoje tu vai ter a maior surpresa da tua vida.

– Como assim? – perguntou surpreso.

– Vou te levar às nuvens! Quero dar pra ti bem gostoso. Vou esfolar essa tua rola…

Fiquei analisando a reação dele. Começou a ficar nervoso e a suar. Fiz questão de acalmá-lo. Mesmo dirigindo, coloquei a mão sobre a sua coxa e fui subindo em direção à altura do seu pau.

– Calma, querido. Vai ser gostoso pra nós dois. Tira ele pra fora.

Ainda sem muita iniciativa, ele acabou abrindo a calça e colocou o pau pra fora.

– E se alguém nos parar? – argumentou.

– Relaxa!

Dirigindo devagar, fui punhetando o pau mole do Cláudio até o motel.

Já no quarto, ele ainda não sabia o que fazer. Procurei deixá-lo mais a vontade, afinal, éramos dois adultos e livres para fazermos o quiséssemos.

Liguei a hidro, tirei a roupa e convidei-o para relaxar na banheira, pois a água estava deliciosa. Ele também tirou a roupa, mas o otário entrou de cueca.

– E aí, Cláudio, que está achando do nosso happy hour? – falei com uma carinha de safada, enquanto eu esfregava o meu pé no seu pau, procurando deixá-lo em ponto de bala.

– Estou adorando – respondeu já mais a vontade.

Fiquei em pé, de costas para ele, comecei a rebolar a bunda na sua cara.

– Beija a minha bunda, safado! – ordenei.

Além de beijá-la, ele começou a dar tapas.

– Mais forte, seu puto! Se é pra bater, bate com força na tua putinha.

Saí da banheira e o puxei pela mão. Tirei sua cueca, e sua pica estava completamente dura. Não é muito grande, mas tem uma cabeça enorme, que naquele momento, estava completamente inchada e reluzente. Para abocanhá-la, sentei no chão, abri bem a boca e levemente dei a primeira sugada. Ele gemeu de tesão.

Chupei bem gostoso, como se estivesse chupando um sorvete, colocando o máximo a língua pra fora e lambendo toda a extensão do membro. Quando a coloquei todinha na boca e fui tirando devagar, o filho da puta não aguentou e gozou. Como fazia tempo desde sua última foda, ele estava com muita porra acumulada, que lambuzou a minha boca e escorreu pelo meu queixo, pescoço e por entre os meus seios.

– Não acredito que tu vai me deixar assim, seu corno! – fiquei furiosa – tu vai erguer esse negócio novamente, nem que eu tenha que enviar um vibrador nesse teu rabo.

Limpei-me na banheira e fui pra cama. O pau dele estava inerte e babado.

– Vem me chupar! – determinei, abrindo as pernas e expondo a minha buceta.

Para minha satisfação, o Cláudio gostava de sentir o gosto da couve.

Chupou a minha xaninha por um bom tempo, que gozei umas três vezes consecutivas. Não consegui falar nada nesse tempo, apenas gemia, urrava e tremia de tesão. Confesso que ninguém ainda havia me chupado daquela forma. Isso o filho da puta sabia fazer gostoso.

Voltei para a sua rola, e boqueteei novamente para endurecê-lo. Não demorou muito, levantei a ferramenta.

Ele deitou na cama, e sentei bem gostoso naquele cacete. Cavalguei feito uma cadela naquela pica, uma vez que eu estava numa tara violenta.

– Me fode, filho da puta. Fode gostoso! – comecei a gritar, apesar de que era eu mesma que estava liderando a transa.

O Cláudio apenas gemia e pedia:

– Continua, continua que está gostoso.

– Tua mulher não fode assim, fode? – provoquei.

– Não… não fode – balbuciou.

Como ele tinha me chupado, eu estava com a buceta encharcada de saliva e líquido dela própria, que aproveitei para lubrificar o meu cuzinho. Deixei o anelzinho no ponto, fiquei de quatro, com os peitos encostados na cama e deixei a bunda bem arrebitada.

– Mete no cu, puto! Mete!

Sem dó, nem piedade, ele afundou o caralho no meu rabo. Meteu como um adolescente virgem. Eu estava com muito tesão, não senti dor alguma, apenas a sensação do entra e sai frenético.

A cada estocada ele me puxava pela cintura e enterrava o cacete até o fundo, ficando apenas as bolas de fora.

– Que delícia de cuzinho. Que delícia, você! Está gostando? – o putinho queria papo aquela altura do campeonato.

– Cala a boca e soca, viado! Soca forte!

De olhos fechados, com o rosto no travesseiro, eu estava entregue:

– Aiiiii, mete, mete… Ahhhh, assim! Hummmmm – eu apenas arfava, sentindo aquele cabeça enorme indo e voltando no meu reto.

– Vou gozar!

– Arromba meu cuzinho e goza nele. Enche ele de porra, enche!

Nisso, as estocadas ficaram mais rápidas e violentas, e logo em seguida ele gozou.

– Toma, safada! Toma leitinho no cu, puta! cadela! – insultou-me, sentido-se o garanhão.

Depois do gozo, ele ainda permaneceu com o pau socado no meu rabinho até começar a amolecer.

Após um banho a dois, peguei uma bebida no frigobar, e brindamos a nossa foda. Ele quis me beijar, mas eu não estava mais me sentido a vontade com ele e não deixei.

Comecei a sentir um misto de culpa e nojo por ter transado com um cara nada a ver como o Cláudio, apesar de me sentir completamente realizada sexualmente. A culpa se dava mais por não saber como ele reagiria no trabalho, pois ele poderia espalhar pro pessoal que estávamos saindo ou coisa do tipo, mas até o momento, ele tem se comportado como um ótimo cavalheiro. Sinto que ele se sente extremamente grato pela minha atitude com ele. Menos mal!

Mais tarde, naquele dia, voltamos aonde ele deixara o seu carro e nos despedimos.

Gostaria de pedir a vocês, meus leitores, que deem a nota que acharem válida e, se possível, deixem algum recadinho nos comentários.

Beijo a todos,

Rê.

Um réveillon especial

Friday, May 1st, 2015

Um dia desses, uma amiga me perguntou por que resolvi trair o meu marido com outros homens? Porque ele não pode me dar orgasmos e outros homens pode, é simples assim. Não me interpretem mal, eu tentei muito duro com o Zeca, mas ele não me excita como antigamente. Apesar de ele ser bom com a língua, isso quando ele está a fim, mas uma mulher precisa ter sua buceta preenchida de vez em quando. Não é verdade?

É claro que eu sabia que ele não era um grande amante, quando me casei com ele, mas eu pensei que ele iria melhorar com a idade. Sem sorte. Ele ainda vem muito rápido, goza logo em seguida e diz que é porque eu o deixo completamente animado, por isso é a culpa minha. Não me separo dele, pois somos muito amigos como casal, e por vários motivos não compensa nos separarmos. Infelizmente, na cama não conseguimos acender a antiga paixão. Por outro lado, estou adorando essa nova vida que estou levando, fazendo sexo casual quando eu bem entender às escondidas do meu marido. Isso me deixa completamente excitada, sem contar que me dá um pouquinho de medo de ser descoberta, o que aumenta ainda mais o tesão. Nesse sentido, sempre procurei sair para as minhas aventuras quando ele estivesse viajando, evitando assim ao máximo a possibilidade de ser descoberta.

No entanto, nesse réveillon, a família do Zeca resolveu se reunir num sítio aqui no interior do Rio Grande do Sul. Éramos em torno de umas 30 pessoas. A família estava toda reunida para comemorarmos a vidada de 2012 paraa das irmãs do Zeca, a Célia, estava acompanhada dos três filhos e do marido, o Paulinho. De pequeno, ele só tem o nome. É um negro alto – mais alto que o meu marido, inclusive, deve ter em torno de 1,90m – musculatura bem definida, principalmente os seus braços, e é militar do Exército. Não é muito bonito, mas é extremamente charmoso, seja pela sua aparência máscula de um homem de quarenta anos ou seja por sua voz grave. Sempre achei que ele fosse fiel a Célia, dada a sua postura sempre gentil e educada com ela. Portanto, nunca pensei que ele fosse um cara fácil de seduzir, além do mais, nunca me senti atraída por homens negros. Quanto a isso, é um contraste bem interessante ele e a Célia, pois ela é de origem alemã e tem a pele muito branca. Deve ser bonito vê-los transarem.

De outra maneira, eu também não esperava aprontar para a Célia, pois nós somos amigas desde o colégio, foi ela inclusive que me apresentou ao Zeca. Mas as coisas às vezes ocorrem de forma inesperada. Eu tinha ido para essa reunião de família sabendo que não rolaria nada de sexo. Mas mesmo assim me vesti de forma sensual. Coloquei um vestidinho branco curto e justíssimo, apesar da contrariedade do Zeca, que alegou que toda a família estaria lá, e não seria legal eu me vestir de forma mais ousada. Mandei-o se calar, pois “o que é bonito é para ser mostrado” – aleguei. Calcei um sapato de salto alto, o que valorizou ainda mais as minhas pernas. Para não marcar o vestido, coloquei uma tanguinha bem pequenininha. Logo que chegamos, notei os olhares se voltarem para o meu corpo, a maioria masculina. Adorei ser o alvo das atenções naquele momento. Um dos poucos que não estavam olhando era exatamente o Paulinho.

Os preparativos para a ceia transcorreram normalmente, com os empregados servindo os drinks, enquanto os homens conversavam na área externa da casa principal do sítio, e as mulheres dentro da casa, na sala de estar. Mais tarde, saí para observar a paisagem, que por sinal tem uma vista fantástica. Meu marido e o Paulinho vieram me fazer companhia. Caminhamos e conversamos sobre banalidades, sobre o clima e o sobre o ar do interior. Quando chegamos a uma parte mais afastada da casa, meu marido se prontificou para voltar e buscar uma bebida. Aceitamos. Para minha surpresa, o Paulinho perguntou se eu estava querendo alguma coisa a mais vestida daquela forma. Não titubeei e respondi de pronto:

– Estou com tesão, querido. Está a fim?

Num gesto rápido, ele me puxou de encontro a si e me beijou na boca. Sua enorme mão sacana percorreu a extensão da minha coxa, levantou o meu vestido e expos a minha bunda, que ele a apertou com força e desejo. Sua língua quente e úmida se enrolava na minha me tirando o fôlego. Tentei me afastar daquele assédio repentino:

– Paulinho, o que é isso. A Célia ou Zeca poderão aparecer a qualquer momento.

– Safadinha, sabe que eu venho te observando há muito tempo e percebo os teus olhares para o negão aqui – falou ainda me segurando contra si.

– Convencido! – retruquei sem muita convicção.

Ele estava vestindo uma cálça cáqui, sandálias e camisa azul celeste de mangas longas, dobradas nos punhos e com as primeiras casas desabotoadas, deixando seu peito à mostra. O perfume que exalava daquele corpo negro era enebriante e excitante, minha buceta começou a latejar de tesão. Ainda sob o seu controle, fui obrigada a me virar de costas para ele, que aproveitou para me encoxar, enquanto suas mãos fortes buscaram os meus seios, tirando-os para fora do vestido. Senti o seu pau endurecendo em face do contato com o meu corpo. Beijou o meu pescoço e, ao sentir o cheiro da minha pele, mordiscou a minha orelha de leve, me deixando completamente arrepiada. Ficamos num arreto gostoso até que percebemos o Zeca voltando. Recompus-me rapidamente e ficamos conversando como se nada tivesse acontecido.

Mais tarde, a refeição transcorreu sem incidentes, e então todos se retiraram para a sala de estar para esperar a hora dos brindes. Colocou-se um pouco de música, e alguns casais começaram a dançar. Convidei o Zeca, mas ele rejeitou o convite alegando mau jeito para a dança. Então a Célia, pediu para o Paulinho fazer par comigo, pois ela também não gostava muito de dançar. Uma vez que a música ficou mais lenta, o Paulinho fez questão de puxar o meu corpo contra o seu. Procurei ter cuidado para não haver muito contato entre os nossos corpos, pois estávamos na frente de todos. Fiquei mais desconcentrada ainda quando a Célia passou por mim e deu um tapinha na minha bunda e disse para eu não passar dos limites, pois ela estaria de olho. Sem demostrar surpresa alguma, o Paulinho não vacilou, mesmo quando comecei a me afastar para encerrarmos a dança, em vez disso, ele deixou cair uma mão da minha cintura para a minha bunda. Para evitar maiores problemas, desisti da dança, mas sussurrei para ele que mais tarde a gente poderia se encontrar novamente.

Fui procurar a Célia para tirar uma onda com a cara dela e, quando eu a encontrei, falei em tom de brincadeira:

– Na próxima, posso beijar a boca do seu marido, querida?

Ela sorriu despreocupadamente e disse:

– Claro, desde que se eu possa beijar a sua agora.

Por essa eu não esperava. Eu nunca beijara uma mulher na boca antes e nunca beijaria, ainda mais sendo a minha cunhada.

– O que é isso, Célia, não está falando sério? – perguntei assustada.

– Claro que estou. Eu sempre tive vontade de provar um beijo seu. Na escola eu tinha um amor platônico por ti. Tentei demonstrar algumas vezes, mas tu nunca percebeste. E agora não estamos mais com idade de ficarmos com medinhos bobos. E afinal, não estou pedindo para transar comigo, mas apenas um beijo.

– Nunca tinha percebido que tu fosses lésbica.

– Não sou. Apenas tenho tesão por ti, apenas isso. Se não for contigo, não será com nenhuma outra.

Aproveitando meu momento de hesitação, ela me pegou pela mão e me conduziu até um dos quartos e fechou a porta.

– Relaxa, querida. Depois pode fazer o que quiser com o Paulinho, sei o quanto ele está a fim de ti, e não o culpo. O que não entendo é o Zeca, como pode desperdiçar um material tão lindo desse? – disse admirando o meu corpo.

Nisso ela me deu um celinho de leve, em seguida foi beijando o meu pescoço e foi descendo até os meus seios, que foram ficando com os biquinhos durinhos, não sei se por causa da bebida ou pela própria situação em si, mas isso levou a Célia mordiscá-los ainda mais por cima do tecido do vestido. Tirei-o e fiquei apenas com a tanguinha e me deitei na cama.

– Célia, vem, sou toda tua.

Ela se jogou por cima de mim e me beijou com sofreguidão como se fosse uma adolescente.

– Rê, como tu é gostosa. Te adoro.

Beijando os meus seios, ela enfiou a mão por dentro da calcinha e começou a massagear o meu grelinho. Fiquei me contorcendo de prazer por um bom tempo.

Nós mudamos de posição, e eu ataquei a sua boca com a minha língua esfomeada. Não demorou nenhum instante, bateram na porta chamando-nos para o brinde. Arrumamos-nos rapidamente, ajeitamos o cabelo e saímos.

Após o brinde e as felicitações de ano novo, ficamos todos conversando na parte externa da casa. Em seguidas alguns começaram a se recolher para os seus quartos ou a voltarem para suas casas. Meu marido estava completamente bêbado, então eu sabia que dormiria como uma pedra o resto da noite. Então avisei o Paulinho, que estaria no quarto, caso ele quisesse me encontrar. Antes, porém, fui tomar um banho, vesti apenas uma calcinha e me deitei. Fiquei esperando. Os únicos barulhos que eu ouvia eram os ruídos do vídeo-game, que vinham da sala, pois alguns sobrinhos tinham combinado de virarem a noite jogando. O quarto estava apenas em penumbra com a luz do abajur, e já era perto de uma e meia da manhã, quando vi a porta se abrindo de leve. Era o Paulinho. Levantei-me rapidamente e falei:

– Porra, demorou! Achei que não vinha mais.

– Calma – disse ele – eu tive que aguardar um tempo, para não dar na vista. Eu tenho sonhado com isso há muito tempo e agora é uma realidade.

Enquanto sussurrava em meu ouvido, suas mãos apanharam a minha bunda, puxando contra ele. Também não perdi tempo e comecei a acariciar a frente de suas calças, que já estava saliente. Percebi que o material era maior do que eu imaginava. Era qualquer coisa! Percebi que a noite ficaria séria para o meu lado.

– E eu queria você, Paulinho – respondi, abrindo a braguilha e puxando o seu pênis. Era pelo menos o dobro do tamanho do pau do meu marido, mas não muito grosso. Senti-me privilegiada em tê-lo em minha mão, acariciando-o, sentindo sua ascensão e divertindo-me com a sua potência. Eu dei uma olhada para o meu marido. Ele apenas roncava. Poderíamos fazer o barulho que quiséssemos, que ele não acordaria.

Feliz que as coisas estavam indo muito bem até aquele momento, caí de joelhos e minha língua correu por toda a extensão do eixo de Paulinho. Ele soltou um gemido suave e colocou as mãos na minha cabeça para me incentivar.

– Você tem um cacete gostoso, Paulo – elogiei antes de enfiar a cabeça em minha boca molhada e quente. A sucção forte em sua glande fez com que agarrasse a minha cabeça com força e começasse a forçar o seu pênis para dentro e para fora da minha boca. Eu não estava acostumado a ter uma peça tão grande em minha boca, ou talvez ele estivesse apenas ávido de tesão, porém ele socou tão forte que atingiu a minha garganta, me sufocando. Ele imediatamente se desculpou e levantou-me de pé, inclinou o meu corpo para frente e passou a estimular meu cuzinho com a língua deliciosamente. Sorrindo para mim, ele lambia a minha vagina que estava bem aparadinha, com poucos pelinhos logo acima do grelinho. A variedade de movimento de sua língua em torno da minha buceta me deixou em êxtase.

Fui até uma poltrona, me inclinei com mãos apoiadas no encosto, empinei a bunda e chamei:

– Vem foder a tua cunhada putinha… vem negão gostoso!

A visão da minha bunda arrebitada teve o efeito que eu estava querendo. Ele veio, bateu no meu bumbum e colocou a ponta do seu pênis na entrada da minha buça. Sem mais delongas, ele me puxou pela cintura com força, fazendo-me gritar de dor assim que a rola entrou de uma vez só. Felizmente, eu estava bastante lubrificada, pois estava excitada desde o início da tarde, e dessa forma amenizou consideravelmente a dor. Paulinho, ainda agarrado em meus quadris, começou a me foder ritmicamente. Olhei mais uma vez para o meu marido, para ver se ele tinha ouvido alguma coisa, mas ele ainda continuava na mesma. Tentamos ficar o máximo em silêncio, eu apenas gemia e ele dava grunhidos em baixo tom. Os sons das bolas se chocando em meu traseiro eram os únicos sons audíveis naquele quarto, além do ressonar do meu marido. Para minha felicidade, o Paulinho era um belo espécime masculino, forte e de um vigor absoluto.

– Vou encher você de porra, Rejaninha!

– Vá em frente, seu safado – respondi. Porém, ele me virou e começou a me foder na posição “papai e mamãe”. Com a possibilidade e um outro homem ejacular dentro de mim, ainda mais na frente do meu marido, comecei a rebolar como uma vadia naquela tora negra e a soltar gritinhos de tesão.

– Minha nossa, Paulinho, soca gostoso!

Ele, por outro lado, atacou a minha pobre buceta como um maníaco, enquanto suas mãos apertavam os meus peitos com força. Olhei para aquele negro enorme e suado, dominando-me e bufando, e não pude deixar de ficar encantada com tanta virilidade e tive um dos melhores orgasmos da minha vida.

– Me dá rola no cuzinho – encorajei – faça isso, mete esse pau enorme no meu buraquinho.

Ainda na mesma posição, ele levantou um pouco as minhas pernas, esfregou o pau na minha buceta para lubrificá-lo com os fluidos da minha vagina, esfregou os dedos no meu anelzinho e apontou aquela jeba em sua direção. Desta vez não teve jeito. Rugi de dor! Senti que perdia a respiração. Milagrosamente aguentei, pois ele não parou de me foder e continuou bombeando. Para minha recompensa comecei a sentir tesão novamente, enquanto ele trabalhava o meu cuzinho, eu tocava uma siririca maravilhosa e finalmente ouvi o seu rugido ao atingir o clímax.

– Posso gozar na sua boca? – ele perguntou, enquanto seu suor pingava em meu ventre.

– De jeito nenhum. Quero sentir sua porra no meu cuzinho.

Não teve tempo para mais nada, porque ele deu uma poderosa estocada até o fundo do meu reto e gozou fenomenalmente. Devem ter sido litros de esperma, pois escoou para fora do meu ânus, ao redor do seu pênis. Continuei na siririca até gozar novamente, agora com o pau cravado no meu rabinho.

Ficamos nessa posição, enquanto tentávamos recobrar as forças. Assim que ele tirou sua jeba já mole do meu ânus, sua porra escorreu incrivelmente, lambuzando toda a poltrona em que estávamos. Ele me ajudou a levantar, pois minhas pernas estavam tão moles, se eu tentasse ficar em pé sozinha, com certeza cairia no chão sem forças. Enquanto me segurava, ele me deu um delicioso beijo de boa noite e, em seguida, foi para o seu quarto. Limpei a poltrona com o vestido que estava próximo e fui me deitar exausta e aliviada.

Pela manhã, cada um de nós retornou para suas casas, eu com as lembranças de um final de ano feliz e cheio de sexo. A sorte que meu marido nem desconfiou. Por outro lado, ainda estou na dúvida se a Célia realmente concordou em ceder o seu marido para minhas aventuras amorosas ou estava agindo pelos efeitos do álcool. De qualquer forma, foi uma experiência incrível, com possíveis possibilidades de se repetir.

Espero que todos tenham gostado de mais esse relato, aguardo os contatos e os votos de vocês. Beijo a todos.

rejanesexy@live.com

Depoimentos de uma Ninfomaníaca 2 – Primeiro Anal

Tuesday, April 14th, 2015

Todos os contos que escrevereis são sequencia, então o ideal é que leiam desde o primeiro para entender a história.
Depois do dia em que perdi a virgindade com meu irmão, mal podia esperar pela próxima transa, então no dia seguinte assim que meus pais saíram para o trabalho, saí do meu quarto apenas de calcinha e fui para o quarto de meu irmão, ele estava dormindo, então começei a punhetar pra tentar acorda-lo, e logo comecei a chupar, não demorou muito e senti ele agarrando meu cabelo com força, parei de chupar e deitei sobre ele, nos beijamos e enquanto nos beijava-mos ele colocou minha calcinha para o lado e sem perder tempo ja ia metendo na minha bucetinha, disse que teria que sair em uma hora para a faculdade, mas antes queria terminar o que havíamos começado. Eu por cima fiquei rebolando com aquele pau duro dentro de mim, então senti o dedo de meu irmão forçando para entrar no meu cuzinho, fiquei louca e comecei a cavalgar mais rápido, não foi muito difícil pra ele fazer seu dedo entrar no meu cuzinho, e já estava eu gritando de tesão quando ele mandou eu sair de cima dele.Obedeci, ele foi até a gaveta e pegou um tubo parecido com pasta de dente, era lubrificante, passou um pouco no pau e depois tambem na entrada do meu cu, falou que ia doer no inicio mas depois eu ia gostar, e foi isso mesmo, o dedo tinha entrado facil, mas o pau era muito mais grosso que o dedo, e doeu muito, só entrou graças ao lubrificante e mesmo assim quase não aguentei. Ele foi metendo bem devagar, pouco a pouco, como eu estava deitada nao tinha como fugir então só o que fazia era deixar ele comer meu cuzinho, ao mesmo tempo que sentia dor, sentia muito prazer, quando ele terminou de colocar tudo pra dentro ficou um tempo parado antes de começar a bombar, falou no meu ouvido que sempre teve vontade de comer meu cuzinho, perguntou se podia começar, ainda estava doendo, mas falei que sim… Ele começou um vai e vem devagar, mas logo foi aumentando o ritimo, eu gritava e gemia, era muito gostoso, cheguei a gozar varias vezes.Depois de um bom tempo metendo ele parou e disse que infelizmente não podia perder a aula daquele dia, mas a noite era ee que ia invadir meu quarto para continuar-mos.Tomamos um banho juntos, eu ainda com dor no meu cuzinho, doia quando eu andava, mas valeu a pena, agora sim, já tinha perdido completamente a virgindade, levei rola na boca, na buceta, no cu, e pra começar a manhã com chave de ouro ainda chupei ele durante o banho e ganhei uma gozada na boca. Saímos do banho, meu irmão se arrumou e foi pra aula e eu como teria aula só a tarde fui descansar um pouco antes de ligar pro meu namorado que nem imaginava o que eu havia feito nos ultimos dias…
Desde já agradeço por lerem, comentem se quiserem saber mais sobre minhas transas, são seus comentários que me incentivam a escrever mais.
Beijos a todos

Como ensinei meu filho a transar

Tuesday, April 14th, 2015

Nunca imaginei que um dia pudesse virar uma mulher e mãe tão depravada. Eu; Dulce, com meus 39 anos me considerava uma mulher ainda muito gostosona; procurava manter meu corpo com tudo em cima com muito sacrifício: Academia; massagens; natação (sócia de um clube); salão de beleza, etc… Mas, apesar disso eu tinha uma vida de casada bem pacata; sentia falta de algo que pudesse me fazer sentir mais mulher; pois meu marido apesar de ser um bom homem, já não me procurava em relação a sexo tantas vezes como eu gostaria… Só que nunca tinha passado pela minha cabeça ter uma relação extraconjugal; sempre me mantive fiel ao casamento. De tudo, o que me causava preocupação era o meu filho Junior. Junior estava com 17 anos e era um belo rapaz: bem alto pra sua idade; magro falso e muito nerd… Só se preocupava em estudar e não procurava em se divertir como seus amigos (que eram poucos). Por mais que eu e se pai o incentivávamos a sair mais e procurar seus amigos; ele vivia dentro de casa estudando… De diferente ele gostava de músicas clássicas e assistir filmes antigos. Ficamos felizes quando ele começou a aparecer em casa com uma colega do colégio: Anita; 19 anos (2 mais velha); bonita e muito simpática. Sentíamos que Junior estava sentindo algo pela menina; percebíamos quando ela ia procurá-lo em casa. Começaram a sair pra irem ao cinema; assistir peças de teatro ou simplesmente passearem na cidade. Porém, dois meses depois as coisas mudaram… Quando Anita aparecia em casa, Junior a tratava bem; mas já não demonstrava aquela alegria costumeira; até que Anita sumiu. Ao encontrá-la no shopping e conversarmos, Anita acabou se abrindo pra mim… Disse que gostava muito do Junior, mas que ela estava percebendo que ele já não estava mais gostando de sua presença. Preocupada com meu filho, comecei a fazer certas perguntas até um pouco íntimas e Anita acabou falando que tudo mudou quando ela confessou a ele que já não era mais virgem. Pedi ao meu marido que conversasse com nosso filho sobre a Anita, sobre sexo e sobre as moças de hoje que perdem a virgindade muito cedo e que lhe explicasse que era normal; mas ele tirou o corpo fora dizendo uma coisa que me deixou arrasada: – Acho que nosso filho não gosta de mulher; se ele gostasse ia querer tirar proveito dela já que não é mais virgem!… Muitos dias aquelas palavras ficaram martelando na minha cabeça; até que eu mesma resolvi ter uma conversa com Junior. Com muito custo; depois de tanto tocar no assunto, Junior me deixou mais preocupada ainda quando me falou que era porque achava que Anita já tinha experiência em sexo e ele era inexperiente, e que logo ela ia querer fazer sexo com ele e ele tinha medo. Disse-lhe que sexo era uma coisa tão simples de se fazer quando se sentia desejo e que ele não devia ficar preocupado, que isso ia acontecer naturalmente. Eu como mãe, resolvi que tinha que fazer alguma coisa pra que meu filho encarasse com mais naturalidade uma relação entre um homem e uma mulher. Ele estava na sala estudando; entrei no banheiro, tirei toda a roupa e colocando somente o rosto pela porta o chamei e pedi se ele podia pegar minha toalha de banho que estava pendurada na área. Quando ele se aproximava com a toalha na mão, abri a porta o suficiente pra deixar a metade do meu copo aparecendo: Meu seio esquerdo e minha perna; esticando a mão: – Obrigada filho!… Notei que Junior arregalou os olhos me entregando a toalha com as mãos trêmulas. Depois do banho, sai enrolada na toalha e me aproximei da mesa onde ele estudava… Por mais alguns centímetros minha xoxota ia aparecer: – Quer que eu lhe faça um lanche?… Ele deu uma boa olhada pras minhas coxas roliças e disse que gostaria de tomar só um copo de suco. Fui pra cozinha enrolada na toalha e Junior entrou atrás de mim sentando na cadeira. Enquanto espremia as laranjas, sentia que meu filho estava olhando pro meu traseiro e provavelmente vendo a polpa da minha bunda que aparecia quando movimentava meu braço sobre o espremedor. Estava nervosa; minhas pernas até tremiam, por estar daquele jeito perto do meu filho. Quando lhe entreguei o copo, fiquei surpresa quando ele falou: – Sabe que você é muito bonita, mãe?… : – É filho? Você acha?… : – Acho; você é a mãe mais bonita que existe!… Começamos a rir e quando ia sair da cozinha Junior me chamou tocando no assunto da Anita: – Você sabe que eu gosto da Anita, não é?… : – Sei filho; só acho que você devia procurá-la; ela também gosta muito de você!… : – Sei lá mãe! Acho que não estou preparado pra ter um relacionamento mais sério com ela!… : – Você quer dizer em relação a sexo?… Ele ficou corado: – É mãe! Sou muito novo pra fazer essas coisas!… : – Não é não Junior; é nessa idade que os rapazes começam a ter relações com as mulheres!… Junior, sem nem olhar pra mim: – É que eu não sei nem por onde se começa!… : – Olha Junior; sou sua mãe e tudo que você tiver dúvida sobre isso pode me perguntar, tá bom?… : – Ele me olhou e sorriu: – Tá bom mãe! Vou tentar!… Sentei numa cadeira perto dele; acho que ele chegou até a ver a testa da minha xoxota: – Vamos fazer um trato? Nada de um ter vergonha do outro, combinado?… Ele concordou. Alguns dias se passaram, até que ele chegou do colégio e eu tinha acabado de entrar no banho. Junior bateu na porta e começamos a conversar até que ele disse que tinha combinado de se encontrar com a Anita: – Que bom filho! Vai sim; ela é uma ótima menina!… : – Depois que você sair, eu vou tomar um banho e preciso te pedir uns conselhos!… Não sei de onde tirei tanta coragem pra fazer o que eu fiz. Saí do box e abrindo a porta: – Entra aqui filho, vamos aproveitar então pra conversarmos enquanto eu tomo meu banho!… Junior entrou e notei todo seu nervosismo em estar me vendo totalmente nua. Voltei pro chuveiro e sem fechar o box: – O que você quer me pedir?… Ele nem piscava: – É que a Anita quer que eu vá à casa dela pra conhecer os seus pais; estou muito nervoso mãe!… : – Nervoso porque filho?… : – Sei lá mãe!… Pra fazer com que meu filho perdesse todo seu acanhamento em relação às pessoas, acabei tendo uma idéia bem radical: – Tire a sua roupa e entre aqui pra tomar o seu banho de uma vez!… Ele abriu um largo sorriso, mas disse: – Eu tomo depois mãe!… : – Olha o que nós combinamos Junior; nada de vergonha um do outro!… Senti que ele estava com vontade; mas sem coragem: – Eu fico de costas pra que você tire a sua roupa!… : – Então tá mãe! Mas não olha, heim?… Fiquei com meu bundão virado pra ele, até que senti ele entrando no box: – Posso me virar Junior?… Ele consentiu e fui virando e vendo cobrindo seu pinto com as duas mãos. Saí pro lado: – Entra filho, molha o seu corpo!… Ele entrou sem soltar suas mãos: – Tá com vergonha da mamãe ver seu pintinho?… : – É claro né mãe!… Com as minhas fiz que ele soltasse as mãos e foi a minha vez de arregalar os olhos. Junior estava de pau duro… Mas era o tamanho que me deixou até sem fôlego… Como um menino daquele podia ter um pinto com aquele tamanho e tão grosso? (bem maior do que o do seu pai): – Desculpa mãe! Não consegui me controlar!… Respirei fundo sem tirar os olhos: – Desculpa porque filho? Por que está com ele assim?… : – É mãe; estou com vergonha!… Sem resistir, coloquei a mão naquela tora dura igual a uma madeira: – Vergonha? Nada disse Junior, mamãe já é uma mulher bem experiente e pode te ajudar perder esse medo em relação a sexo!… : – É mãe? Como?… Não toquei nenhuma punheta pro meu filho; simplesmente fiquei acariciando levemente minha mão em seu pinto que em poucos segundos estava esguichando esperma… Junior ao invés de mostrar satisfação, fez uma carinha triste: – Tá vendo mãe, a disso que eu tenho medo; eu não consigo me controlar!… : – Isso é normal filho, com o tempo você aprende a se controlar; o seu medo é que faz você gozar muito rápido, procure relaxar o máximo quando estiver com uma mulher como estamos agora!… Ele: – Só se você me ajudar!… Eu o abracei, apertando meu corpo nú ao seu (estava com minha buceta pegando fogo): – Claro que eu ajudo filho; faço tudo pra te ver feliz!… Procurei sair logo antes que eu me oferecesse mais para o meu próprio filho. A noite; longe do seu pai, Junior me contou que os pais de Anita o tinham recebido muito bem. Só que no dia seguinte; quando ele chegou do colégio, me perguntou se eu não gostaria de tomar banho novamente com ele… Senti novamente aquela coisa estranha percorrer meu corpo; mas acabei aceitando. Já pelados; ele com aquele imenso pau duro que estava deixando minha xoxota toda saliente, acabei pedindo: – Você quer abraçar a mamãe?… Ele me abraçou até com certa delicadeza; perguntando: – Hoje você vai me ajudar?… : – Vou filho! Se sentir vontade; pode passar a mão em mim onde quiser!… Junior começou a passar pelas minhas costas lentamente até chegar nas minhas nádegas: – Isso filho! É assim mesmo; pode apertar mais a mamãe!… Suas mãos começaram a ficar ávidas apertando minha bunda: – Como isso é gostoso mãe!… Afastei dele me oferecendo mais ainda: – Quer brincar com os peitos da mamãe!… Suas mãos foram para os meus seios apalpando-os: – Se quiser poder mamar na mamãe!… Sua boca foi pra um dos meus peitos e começou a chupar o bico que estava estufado pra frente: – Ohhhh Junior! Chupa! Chupa bastante meus peitos!… Eu procurava não demonstrar toda a minha satisfação evitando soltar meus gemidos entalados na minha garganta; mas quando ele, sem que eu pedisse, levou a mão na minha xoxota alisando-a; não agüentei: – Que delicia filho! Vai! Pode mexer na xoxota da mamãe!… Seus dedos nervosos começaram a alisar minha racha que já estava até pingando de tesão me fazendo suspirar cada vez mais: – Hummmm! Hummmmm! Mais filho! Mais! Enfio o dedo na mamãe, enfia!… Junior socou um dedo que minhas pernas chegaram até a vacilar. Segurei sua pica e comecei dessa vez a tocar uma punheta: – Não mãe, não faça isso; não quero gozar ainda!… Fiquei somente segurando: – Calma filho! Tenta retardar o máximo a sua vontade de gozar; você consegue!… Seu dedo socava minha buceta e eu alisava carinhosamente seu pinto até que inexplicavelmente comecei a sentir vindo: – Acho que sou eu que vou gozar filho! Vai; enfia mais um dedo na mamãe!… Quando ele enfiou mais um dedo e começou a socar: – Aiiiii! Aiiii! Me segura filho! Me segura que eu estou gozaaannnnndo!… Minha mão tinha perdido o controle que eu punhetava meu filho com vontade fazendo-o também gozar praticamente ao mesmo tempo que eu. Passávamos a tomar banho praticamente todos os dias… Fazendo aquelas besteirinhas com meu filho; fui me transformando numa tarada em potencial que um dia resolvi fazer uma coisa que sempre tive vontade e nunca tinha feito… De joelhos na frente do meu filho e segurando sua vara: – Fecha os olhos e procure retardar o máximo o seu gozo!… Abocanhei aquele delicioso membro e comecei a chupar: – Que isso mãe? O que você está fazendo?… Tirei a boca pra responder: – Faz de conta que você está transando com a Anita; só me avisa quando não conseguir segurar mais!… Voltei a chupar a piroca do meu filho fazendo minha boca ser a xoxota da menina que ele um dia ia comer. Junior segurava minha cabeça enquanto minha boca ávida deslizava em seu membro e minha língua ficava passando na cabeça: – Ohhhh mãe! Como isso é bom!… Só que quando ele gritou que ia gozar; nem tive tempo de tirar a boca direito… Caiu um pouco dentro da minha boca e depois recebi um torpedo sobre meus olhos: – Desculpa mãe! Não deu tempo!… Levantei com a cara toda lambuzada de porra e rindo: – Larga de ser bobo filho; adorei, e isso não faz nenhum mal!… Dei-lhe um abraço e ele me fez um pedido: – Você podia deixar transar de verdade com você!… Já tinha matado o meu desejo de um dia chupar uma piroca e adorei; mas aquele pedido me deixou numa dúvida cruel: – Não filho! Acho que isso eu não posso deixar você fazer!… : – Pode sim mãe! Só assim que eu vou ter certeza que vou poder me relacionar com a Anita ou com outra menina qualquer!… Passei eu a ficar trêmula, aconselhando: – Só vou lhe fazer um pedido; quando você transar com outra, você vai ter que usar camisinha sempre, promete?… : – Tá bom mãe, prometo! Mas então você vai deixar?… Fui puxando-o pela mão pro seu quarto: – Como é você que está me pedindo; eu vou! Mas vai ter que guardar esse segredo pra sempre!… Deitei em sua cama e Junior já estava novamente com sua coisa dura. Abri as pernas: – Vem filho; vem que a mamãe vai te ensinar tudo o que você precisa!… Nem precisou eu lhe explicar mais nada; acho que por instinto, Junior já veio com sua vara colocando-a no lugar certinho e empurrando; só pedi: – Calma Junior! Calma! Vai mais devagar; você tem que deixar a mulher sentir a penetração!… Ele foi enfiando com todo o cuidado que dava pra sentir aquele tronco roçando as paredes da minha buceta. Quando ficou só o saco pra fora, Junior começou o vai-e-vem ritmado me fazendo sentir como se fosse a minha primeira trepada… Só que sentindo cada vez mais prazer não agüentei ficar calada: – Vai filho! Vai! Vai! Está muito gostoso! Mete com mais força filho, mais! Mais! Mais! Aiii meu Deus! Aiii! Aiii! Vou gozar! Vou gozar! Ohhh! Oooooooooh!… Junior puxava seu pau e voltava com toda a força que eu sentia a ponta do seu pinto bater lá no meu útero… Travei minhas pernas em sua cintura e fui relaxando sentindo o meu mais prazeroso orgasmo até então… : – Vou gozar também mãe! Vou gozar!!!!!… Travei mais as minhas pernas: – Não tira filho! Não tira! Goza dentro da mamãe, goza!… Senti seu pau esguichando toda sua porra dentro da minha buceta. Ele deitou do meu lado, e mesmo sentindo as porras escorrendo da minha buceta, deitei sobre seu corpo: – Pô filho! Você hoje me fez a mulher mais feliz do mundo!… Ele me puxou me abraçando: – Fiz direito mãe?… Respondi antes de descaradamente encostar meus lábios no dele: – Você é um macho que toda mulher gostaria de ter!… Bastou encostar pra ele colocar uma de duas mãos na minha nuca e corresponder meu beijo como se já beijasse a muito tempo. Junior começou a namorar firme a Anita e não houve mais a necessidade de lhe perguntar se os dois estavam transando; descobri na gaveta do seu criado mudo várias camisinhas que com o tempo ia diminuindo a quantidade. Júnior virou um taradinho também pela sua mãe que; muitas vezes estava distraída quando ele me agarrava por trás apertando meus seios… Eu me entregava toda e deixava que ele me despisse e muitas vezes ele me dava uma boa trepada ali mesmo na cozinha… Bastava sentir aquele gostoso pau na buceta pra me derreter toda e gozar feito uma menininha cheia de tesão. Com o tempo; Junior já não queria só a minha buceta, começou a me implorar pra que deixasse comer a minha bunda… No início achei um absurdo, nunca fui mulher de dar a bunda; se ele estava comendo a da sua namorada o problema era dela. Até que um dia estávamos na cama pra mais uma trepada quando ele me pediu pra ficar de quatro: – Pra quê Junior; não vai me dizer que ainda está com aquela idéia fixa de querer me comer também por trás?… : – Estou mãe; acho que você tem uma bunda tão bonita que não vou sossegar enquanto você não deixar!… Mesmo com muito receio, fui deixando com que ele fosse me ajeitando na posição de uma cachorra. Junior salivou bastante sobre meu ânus e depois de molhar também a ponta do seu pinto veio me agarrando pela cintura com um dos seus braços e com a outra mão colocando seu pinto duro sobre meu buraquinho: – Vai com calma filho; mamãe nunca fez isso antes!… : – Pode deixar mãe; eu já sei como fazer com bastante cuidado!… O filho da puta estava praticamente confessando que já andava comendo o rabo da namorada. Mas bastou ele dar uma empurrada pra dentro pra que eu perdesse até o fôlego… Seu pinto arregaçou meu ânus me fazendo sentir uma fisgada que foi parar lá na minha nuca. Junior enfiou mais um pouco e parando: – Vai mãe! Aperta seu cuzinho e sente meu pau que já está quase todo dentro!… Nem precisava apertar nada pra sentir aquele tronco enfiado no meu rabo… Senti empurrando mais e apesar da dorzinha que estava sentindo, aquilo foi é me dando um prazer totalmente diferente… Quando ele encostou seu corpo na minha bunda começou a bombar… Iniciou lentamente e a cada bombada ia aumentando a velocidade das pirocadas no meu cuzinho: Oh mãe! Como você é gostosa! Que cuzinho delicioso você tem!… Meu líquido vaginal já escorria pelas minhas coxas, chegando nos joelhos quando senti Junior enchendo meu rabo com seu esperma. Já se passaram quase dois anos; Junior e Anita continuam o namoro, e eu a foder com meu filho pelo menos umas duas vezes por semana.