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No carro ao final da tarde…

Thursday, May 28th, 2015

Passou-se um final de Verão início de Outono, os dias já não estavam grandes, mas a temperatura ainda era muito agradável. Sexta-feira, o dia decorria normal, sem grandes ansiedades ou expectativas.
Voltei do almoço, instalei-me em frente a o meu computador e… Opá, e-mail, está em baixo, servidor está em baixo também. Bonito, vai ser uma tarde bonita vai… Internet, claro que também está em baixo. A secretaria informa que há um problema no servidor, a informática está tratar do assunto mas não sabe quando estará resolvido. Que grande gaita! Estar completamente dependente da tecnologia dá nisto. Mas graças à tecnologia, enviei uma mensagem a uma amiga, para passar tempo e saber como estava. Estava de folga naquele dia e apetecia-lhe ir beber um chá, mas queria companhia. E agora? Fico aqui fechado à hora de sair? Não, vou mas é já dar de frosques, vou aproveitar o sol e beber um chá com ela. Assim foi e combinamos o local e hora.
Encontramo-nos no sítio indicado, pedimos o nosso chá e conversamos o que costumamos conversar. As novidades, os desenvolvimentos, conversa fiada. Mas estava difícil manter-me concentrado, pois o seu decote gritava por mim. Era impossível deixar de espreitar para o vale daquelas duas firmes mamocas. E aquele formigueiro lá em baixo começou a despontar.
Acabou o chá, e demos uma volta a pé pela zona que assim proporciona.
Tinhamos os carros estacionados lado a lado e para lá nos dirigimos quando o quarteirão estava esgotado. lá entrou no seu carro e eu, ao invés de entrar no meu, entrei no lado do pendura. Afinal ainda não me tinha despedido. Ainda falamos um pouco, mas a tensão entre nós já era demasiada e evidente. O seu vestidinho curto deixava ver as suas sedosas pernas. Já sem resistir mais pousei-lhe a mão nas pernas, gesto qual não foi contrariado. A mão foi subindo devagar, assim como devagar nos aproximamos até os nossos lábios se tocarem e nos envolvermos num longo e extasiado beijo. As línguas brincavam uma com a outra, mordíamos os lábios um do outro; a minha mão exploradora foi subindo, subindo, detendo-se só quando tocou nas suas cuequinhas de renda. Mas também não me fiquei por aí. Explorei a sua coninha bem molhadinha que já estava. Acariciei-a, massajei-a com suavidade mas firmeza, sentido o estremecer do seu corpo e escutando os seus gemidos. Os meus dedos queriam explorar mais, mas aquele pedaço de tecido era um estorvo… “Tira as quecas!” disse-lhe ao ouvido de forma afirmativa. Como menina bem comportada, assim o fez. Com o caminho facilitado continuei a exploração, as carícias e a massagem, mas agora estas também já se faziam no interior da sua coninha molhada. Sentia-a completamente molhada quando os meus dedos a penetravam. Apertava-a com firmeza, penetrando-a e massajando-a. Ela contorcia-se e gemia como doida. De forma rápida e deliberada, enfiou a sua mão nas minhas calças e agarrou o meu pau, duro e também ele já molhado. Apertou-o e massajou-o com lascívia e luxuria.
Mas o local não era o mais indicado para este tipo de espetáculo publico, e como a coisa não iria ficar por ali, sugeri que fossemos para um local mais tranquilo e fomos…

E assim foi. Apertados os cintos, fomos para um local próximo, mas que fosse mais discreto. Observado o local, calmo e discreto, lá estacionamos. Fomos conversando e rindo, como dois miúdos tontos. Trancamos as portas e abrimos um pouco as janelas para não embaciar!…
Debrucei-me sobre ela e começou a dança das línguas. Entravam e saíam de uma boca para a outra de forma sôfrega e a****l. Estava uma delícia, e não tarda a minha mão exploradora, desapareceu debaixo do vestido dela, para encontra outra vez a coninha, ensopada nos seus fluídos. Sem esforço deslizei-lhe dois dedos, com a mão voltada para cima comecei de novo a massaja-la por dentro enquanto o polegar massajava o seu clitóris. Senti o seu fluido quente a escorrer-me pela mão enquanto ela se contorcia como uma enguia fora de água. Esta doida!
Mas a posição não era a mais confortável. Reclinamos os bancos. Ela apoiou a cabeça contra a coluna das portas do carro, fletiu a perna direita e apoiou o pé esquerdo sobre o volante. Expôs as suas pernas; eu sem grande cerimónia subi-lhe o vestido expondo a sua linda coninha, exemplarmente depilada. Tinha com um aspecto delicioso. O seu fluido fazia os seus lábios rosa brilhar e reluzir. Não resisti, e não era para resistir e mergulhei, literalmente, de cabeça em direcção àquela visão.
Passei as minhas mãos pelo lado de fora das pernas, pousando-as na zona anterior, como que se a puxa-se para mim. Beijei o interior das coxas, a púbis suave, desprovida de qualquer pelo. Finalmente beijei-lhe o clitóris e os lábios. Comecei a lamber, a saborear o seu mel. Delicioso, suave, delicado, excitante, viciante.
Passei a língua ao de leve sobre o clitóris, e ela reagiu imediatamente, contorcendo-se. Continuei a passar-lhe a língua, para cima, para baixo, suavemente, quase mal lhe tocando. Entraram na lista, agora, os lábios que receberam o mesmo tratamento. Com as mãos ia mantendo aquela enguia mais ou menos controlada. Subi e desci a língua por entre os seu lábios, desci mais e acariciei-lhe também o cuzinho.
O seu êxtase era contagiante, e já não conseguia controlar muito mais o meu desejo de chupar com força aquela coninha rosinha e molhada. A língua deu lugar aos lábios, como se um beijo se trata-se, lábios com lábios, chupei luxuriosamente e sorvi o mel que fluía de tão deliciosa coninha. Chupei com força o clitóris, os lábios, enquanto ia enfiando a língua coninha a dentro. Os seus gemidos iam subindo de tom, mas continuei o meu manjar.
Fiz uma pausa, enfie dois dedos na sua coninha quente como um forno, massajei, masturbei-a com vigor. Voltei a mergulhar e chupa-la com intensidade. A sua respiração estava já bastante ofegante, antevendo já o climax. Não parei, intensifiquei e não se fez esperar mais e veio-se. Uma onda de mel quente inundou-me a boca, enquanto a chupava. Escorreu suavemente garganta a baixo, e continuei sem parar o meu beijo, intensificando-o ainda mais. Uma outra onda fluiu da sua coninha e mais uma vez fiquei contente por o sorver por completo. Assim mesmo, e sentindo a total entrega e total êxtase da parceira, continuei o mesmo ritmo a****lesco até uma vez mais receber um tsunami de mel que me escorreu pela cara e pela boca. As suas pernas já tremiam de forma descontrolada, a respiração estava profundamente ofegante, pelo que resolvi parar e olhei para ela. Estava fora de si, num outro mundo só seu. Mais uns segundos e recuperou…

Depois de se ter recomposto e de se ter posto a rir, depois de conseguir controlar as suas próprias pernas, sentou-se de forma mais ortodoxa e trocamos mais uns beijos. Estava com um ar plácido e tranquilo, com um sorrisinho tolo mas maroto.
A sua mão desceu, bem dirigida para o meu colo, e entrou devagar de forma decidida para dentro das minhas calças. Era agora a minha vez de ser alvo das atenções. Reclinei o banco, e ela desapertou-me o cinto e os botões das calças. Saltou logo cá para fora o pau hirto, qual coelho saltando da toca. Sem grandes demoras ou mais comodidades, agarrou-me o pau com firmeza e abocanhou-o com intensão absoluta.
No meu da comoção lá desci por completo as calças e as cuecas, expondo-me completamente e facilitando-lhe o serviço. Acabei por desapertar a camisa para poder apreciar do primeiro balcão aquele espetáculo.
Depois da primeira chupadela, concentrou-se na cabeça do bicho, chupando-a com cuidado. Massajando, o pau, foi passando a língua à volta da cabeça, com grande minucia e detalhe, não deixando nenhum pedacinho por lamber. Passou da cabeça para a haste, lambendo-a de cima a baixo, chupando e mordiscando ao longo de todo o comprimento.
Desceu a mão e massajou-me os dois amigos, enquanto abocanhava definitivamente o pau, subindo de descendo a cabeça de forma ritmada e contínua. Agarrou a base do pau com força e engoli-o todo até não conseguir mais, deixou-o, engoliu-o todo outra vez, uma e outra vez com afinco e esmero. Fez uma pausa e olho para mim e sorriu, olhar maroto com só ela faz.
Chupou mais um pouco e levantou-se. Agarrou o pau e começou a massaja-lo, subindo a mão e descendo-a ao longo da haste, masturbando-me cuidadosamente. Mas olha-o com atenção, deleitando-se com que estava a fazer e escutando os meus ligeiros gemidos. Acelerou o movimento vertical, complementando com pequenos movimentos de rotação do pulso, de forma suave, de forma divinal.
Olhou outra vez para mim, e sorriu, malandra, como quem diz estás a gostar, não estás? E agora ainda vais gostar mais? E começa a bater de forma mais lenta mas forte, fazendo um estalo quando a mão estancava ao bater na base do pau, deixando-o hirto, teso, esticado. Toda aquela acção tinha-me levado ao limite da minha resistência e a minha respiração começou a ficar mais ofegante. Estás-te a vir? Perguntou-me ela. Sim, quase, quase. Com mais um sorriso, baixou-se a abocanho-o, mantendo o movimento da mão, coadjuvado com a sucção da sua boca. De forma quase instintiva maneie a bacia, como que a penetrando-lhe a boca. Sem grande controlo, senti um arrepio pela espinha e senti total aquela onde de luxuria a percorre-me o corpo, assim como o meu leite a percorrer toda a haste e a explodi na sua boca. E deve ter sido uma explosão quase cataclísmica. Contorci-me, arquei completamente as costas em uníssono com os espasmos genitais. Durante tudo isto, ela manteve-se fiel ao pau, nunca o largou por um segundo e deliciou-se com o meu leite quente. Uma gota que se escapava foi prontamente recolhida pela sua língua ágil. Garantiu que tinha espremido todo o leite que lhe podia oferecer, provocando-me uma série de arrepios de luxuria.
Estava completamente extasiado, sem conseguir articular palavra ou pensamento. Mas recompus-me. Ajeitamos as roupas, trocamos mais uns beijos e lá fomos nós de volta às nossas vidas.
Ficou a memória de uma maravilhosa tarde de sexta-feira à tarde, de um dia de Outono, que partilho convosco.

Uma rapidinha com o sobrinho

Saturday, April 25th, 2015

Olá, queridos, estou de volta, hoje vou relatar uma transa muito gostosa que tive com o meu sobrinho Juninho. Espero que gostem.

Há uns dois anos, meu marido e o meu cunhado alugaram um sítio em Santa Catarina para curtimos as férias. Fomos eu, meu marido Zeca, a Nara (minha cunhada e irmã do Zeca), meu cunhado Vinícius e o filho deles, o Juninho. Enquanto, nós quatro tínhamos por volta dos 42 anos de idade cada um, o Juninho tinha apenas 19. Apesar de eles serem do sul, fazia tempo que não nos víamos, pois eles moram em Pernambuco. Tanto que não eu via o Juninho desde quando fomos visitá-los em Recife, há cerca de 15 anos. Minha surpresa foi enorme quando fomos buscá-los no aeroporto, ainda que o acompanhasse por fotos via face e instagram, eu não esperava ver um homem feito, alto, loiro, magro, muito lindo. No momento em que abracei, percebi que teria problemas nesses dias em que passaríamos juntos, pois fico incontrolada quanto sinto que estou na presença de um macho de verdade, ainda que ele seja da família e eu tenha idade para ser mãe dele.

Saímos de Porto Alegre numa sexta-feira pela manhã de sexta-feira e chegamos quase ao final da tarde.

A casa principal do sítio é estilo fazenda, muito ampla com dois pisos. No piso superior, onde ficam os quatro quartos, um living com lareira e com visão panorâmica da serra, possui uma sacada, de onde se pode ver o movimento da piscina. No piso em baixo fica a sala principal, uma cozinha grande e a casa da piscina, com mesa de jogos e churrasqueira.

Os primeiros dias, como não fez muito calor, aproveitamos para conhecer o lugar e as cidades próximas. Visitávamos alguns restaurantes e alguns estabelecimentos durante o dia e à noite ficávamos sentados na varanda da sala conversando, tomando cerveja ou algum outro drinque. Até então o Juninho me parecia muito quieto, ficava mais envolvido com o celular ou dormindo. Eu aproveitava para conversar com a Nara sobre trabalho e outras coisas de mulher. Logo já estávamos bem confidentes uma da outra.

No segundo domingo, estava fazendo um calor maravilhoso. Estava ótimo para se refrescar na piscina. Os homens colocaram suas sungas e logo já estavam nadando. Eu e a Nara fomos trocar de roupa e passar bronzeador. Coloquei meu biquíni branco, de chamar atenção por causa do tamanho. A parte de cima mal conseguia cobrir os mamilos, enquanto que parte de baixo ajudava a evidenciar a minha boa forma física. Modéstia à parte.

No momento que cheguei perto da piscina, senti o olhar guloso do Vini para o meu corpo. Meu marido não esboçou nenhuma reação, o que era de se esperar do corninho. A Nara, que estava com um biquíni muito mais comportado com o meu, demonstrava uma certa insatisfação e um certo pudor. Não me importei com nada disso, o meu objetivo era tentar chamar a atenção do Juninho. Não me frustrei.

Solicitamente ele veio me ajudar a descer a escada da piscina, seus olhos estavam fixos nos meus seios. Durante os mergulhos, ele não sabia mais o que fazer para me chamar a atenção, brincava com o meu marido, dizendo que era o homem mais sortudo que conhecera; jogava água de forma infantil nos demais e outras peripécias. O Vini também parecia meio descontrolado, ajudava o filho com as bobagens, enfim, se comportando tal qual um homem que não pode ver mulher. Eu não os culpava.

Após o mergulho na piscina, sentamos nas espreguiçadeiras e ficamos conversando e curtindo o sol. Talvez fosse o calor ou o efeito dos exercícios na piscina, eu estava me sentindo malemolente. O meu corpo seminu exposto na frente daqueles homens estava me dando tesão gostoso, minha buceta já estava acusando um desejo de macho. Minhas mãos quase que involuntariamente percorriam das pernas, passando por sobre a barriga e indo à altura do colo. Foi quando tive a ideia de fazer umas caipirinhas. Era uma oportunidade de me afastar e levar o Juninho comigo.

– Juninho, você me ajuda a fazer as bebidas? – sem pestanejar, ele aceitou de pronto. Perguntei se alguém queria mais alguma coisa, os homens pediram charuto e a Nara encomendou o livro que estava lendo.

Nos afastamos do grupo em direção a casa. Eu estava ansiosa e excitada. Assim que entramos, o Juninho foi para a cozinha começar o preparo, enquanto fui buscar as outras coisas. Ao voltar, fiquei admirando a beleza máscula do meu sobrinho. Que belo espécime! Definitivamente eu o queria dentro de mim. Senti minha boca ressacada, os batimentos cardíacos acelerados. Enfiei a mão na buceta e senti o grelo inchado e a umidade pegajosa do lubrificante natural. Fiquei louca para sentir a textura daquelas coxas grossas e bronzeadas. Cheguei perto e o abracei pela cintura.

Ele se virou imediatamente, meio surpreso, talvez não esperasse que eu o abordasse tão rapidamente.

– Será que vão nos ver? – perguntou sem muita convicção. Fiquei acariciando o seu tórax, enquanto lambia meus lábios e olhando em seus olhos. Senti o cheiro de sua pele, uma mistura de perfume masculino e suor de homem jovem. Meu tesão só aumentava. Desatei a parte de cima do biquíni, deixando os mamilos intumescidos completamente à mostra. Percebi o volume mais que dobrar embaixo da sunga preta.

Ajoelhei-me no chão da cozinha e baixei a sua sunga. Surge então um belo pau duro, de cor rósea, trazendo consigo um saco bem vermelho com pentelhos aloirados e com cheiro delicioso de almíscar e sarro masculino. Minha boca começa a salivar e parto logo para a degustação. Começo lambendo a base, esfrego a língua nas bolas, sinto os pêlos grudados na língua e vou subindo até a glande. Entre masturbação e lambidas, vou caceteando a minha cara com a piroca já babada.

Lembrando-me que não tínhamos muito tempo, deito-me no chão e arreganho as pernas e me entrego ao abate. Meu sobrinho confirma o que eu esperava. Enfiou sem dificuldades e começou a sovar a minha buceta freneticamente. A fricção das peles exalava um odor forte de sexo pelo ambiente, enlouquecendo-nos e acentuando ainda mais o prazer. Ainda socando, ele me comprimia entre o seu corpo e o piso, fazendo nossos corpos suados se esfregarem um no outro numa perversidade incestuosa.

Para que eu não gritasse ou emitisse algum som de gemidos, Juninho, muito mais forte, tapou a minha boca com uma das mãos, obrigando-me a respirar apenas pelo nariz. Quase sufocada e comprimida como estava, não pude nem me mexer. Completamente dominada, fiquei passivamente sentindo sua respiração sôfrega e o seu cacete me possuindo e usurpando meu corpo. Gozei em instantes.

Os movimentos involuntários do meu orgasmo o fizeram gozar bruscamente e a me penetrar com muito mais força e mais fundo. Ele sussurrava e repetia:

– Quer leitinho, tia putinha? Quer leitinho do sobrinho na bucetinha, quer?

Adorei ouvir isso. É uma sensação muito gostosa ver os homens enfeitiçados pela magia da buceta.

Nem tivemos tempo de nos recompor, ouvimos passos do lado de fora da cozinha. Com o susto, levantei a tempo de me ajeitar o biquíni e fiquei oculta pela geladeira. Enquanto o Juninho disfarçava na pia, fazendo as bebidas. A Nara entra em instantes e nos pergunta por que estávamos demorando. Vendo que a bebida ainda estava por fazer, o gelo já derretido em cima da pia; provavelmente também percebeu a sunga do Juninho salientando o pênis ainda ereto, ou os meus cabelos em desalinho, apesar das minhas tentativas mal sucedidas em tentar arrumá-los, ela desconversou constrangida e saiu, apenas nos recomendando que os demais nos esperavam.

Enfim, terminamos as bebidas e retornamos a curtir o sol e o belo domingo.

Beijo a todos,

rejanesexy@live.com