Adorável cunhadinha

Uns seis meses após meu casamento, Talita, a irmã mais nova de minha mulher, veio passar uma temporada conosco em Curitiba. Achei ótimo a sua chegada a minha casa, por dois motivos: o primeiro é que Talita é uma morena linda, 1.70m, 19 aninhos, sexy, sensual e bastante extrovertida. 0 segundo motivo era o fato de minha mulher estar gravida e precisar de companhia - nada melhor do que ter sua irmã por perto. Passei a ir trabalhar mais tranqüilo; inclusive na faculdade, a noite, meu aproveitamento melhorou. Mas, como eu saia muito cedo e voltava tarde, era muito difícil ver minha cunhada durante a semana. Minha mulher é que me dava noticias de sua adorável irmazinha. No máximo, porque a televisão ficava no quarto de Talita, eu, ao lado de Michelle - enquanto assistia a um filme, a via dormindo. E numa dessas noites em que, acompanhado de minha mulher, víamos um bangue-bangue, Talita, virando-se na cama, deixou a mostra suas coxas deliciosas. Aquela visão foi suficiente para me tirar o sono naquela noite. Na noite seguinte, já cheio de malícia, fui para o quarto de minha cunhadinha com o pretexto de "ver um filme".

Sentei-me em algumas almofadas, ao lado de sua cama, e liguei a televisão. Minha mulher veio ao meu encontro e ficou comigo uma meia hora. Não resistindo ao sono, foi se deitar, deixando-me em absoluta liberdade ao lado de Talita. Assim que Michelle me deixou, tomei a iniciativa de descobrir o lençol que escondia aquele corpo magnifico. Fui puxando-o devagar, vendo de pertinho a leve penugem dourada que cobria suas coxas morenas. Mais um pouquinho e sua minúscula calcinha, transparente, me surgiu diante dos olhos. Minhas mãos tremiam; puxei mais o lençol e fiquei doido de ver aquela beleza toda. Sinceramente não sabia o que fazer. Com certeza, aquela altura, minha esposa dormia. Tive vontade de tocar aquela montanhazinha, mas temia que ela acordasse. Resolvi, depois de alguns minutos de hesitação, tocar-1he de leve com a ponta dos dedos. Comecei então a roçar sobre a calcinha da Talita. A cada instante, achando que ela não iria acordar, aprofundava meus movimentos. De repente, já meio fora de mim, percebi que ela se movimentou na cama.

Acordando, olhou-me curiosa. Assustado, com medo de algo errado acontecer, fiquei estático. Ela, então, sorrindo, virou-se para o canto e voltou a dormir. Por muitos dias continuei a praticar aquela loucura deliciosa de bolina-la suavemente. Passei mesmo a amar aqueles momentos. Tinha vontade de lhe falar sobre o assunto, porém, nos finais de semana, não notava no comportamento de Talita nada que me encorajasse a isso. Ao final de dois meses, ela voltou para sua cidade, não sem antes receber o convite, meu e de minha mulher, para vir morar conosco em Curitiba. 'Pra mim será uma grande alegria' - respondeu. Passaram-se alguns meses e recebemos um telegrama avisando da sua chegada. Minha mulher, que já tinha dado a luz uma menina linda, recebeu a noticia com muita alegria. Da minha parte, vocês já podem imaginar: fiquei radiante. Os dois dias que se seguiram custaram a passar até que fui buscá-la no aeroporto. Ao chegarmos em casa, depois de Talita ter se deliciado com a sobrinha, conversamos os três, e ela confessou que a situação não estava legal em casa e, se nos quiséssemos, ficaria morando conosco definitiva- mente. Num arroubo de contenta- mento, a abracei, dizendo-1he que sua presença muito nos agradaria. Novamente ela ocupou seu quarto e tive o prazer de voltar - logo no segundo dia - aos prazeres de visitá-la pela madrugada. Mantive as caricias de outros tempos, pois estava temeroso de suas reações. Porém, levando em conta sua receptividade, resolvi ir mais longe. Uma noite, em que chegara mais tarde da faculdade, fui direto para seu quarto; estava disposto a fazer algo mais do que ficar 1he roçando a vulva. Em gestos leves, comecei a descobrir seu corpo; novamente um torpor tomou conta de mim; um suor frio envolvia-me e eu sentia um certo medo me dominar. Com os movimentos de meus dedos sobre seu sexo, percebi que ela, já molhadinha, começava a se mexer e, gemendo, dava mostras de seu prazer. A proporção que meus dedos se tornavam mais ágeis em sua gruta, ela se contorcia mais, chegando a esfregar sua pelve contra o meu indicador. Sua respiração, ofegante, me deu coragem para lhe beijar o sexo, e assim que minha língua penetrou em sua vagina, ela deu um leve grito e, com as mãos, empurrou minha cabeça mais forte entre suas coxas. Seu triângulo, o mais lindo e perfumado que vira até então, seria o responsável por minha primeira infidelidade. Com avidez, engoli seu clitóris, levando-a quase ao auge do prazer. Parei, por alguns segundos, a minha ousada caricia, vi seu rosto contraído de prazer. Ela, com voz chorosa, implorou-me para penetra-la. Ao mesmo tempo que pedia, puxava meu corpo para cima. Livrou-se da calcinha e fez com que eu tirasse minhas roupas. Meu membro, super ereto, se localizou no meio da abertura de sua vagina. Talita, louca de desejo, puxou-me para ela. A metade de meu pênis fora imediatamente engolido por sua gruta sedenta. Ela gritou, não conteve as lagrimas e os soluços; frenética, rebolou seu corpo sob o meu. Algumas estocadas e ela começou a gozar alucinadamente. Tive que 1he fechar a boca com uma das mãos, caso contrario ela acordaria minha mulher. Gozou uma, duas, três; só quando anunciou, numa gemedeira dos diabos, que ia gozar pela quarta vez foi que consegui atingir o clímax. Ela recebeu meu leite deliciada. Suas pernas, no momento de minha ejaculação, se trançaram sobre minha cintura, me apertando loucamente. Ao fim daquele desvario de prazer, ouvi o choro de nossa filhinha. Corri, pegando minhas roupas, para o banheiro. Fiz, de propósito, barulho no lavatório. Michelle me chamou. Respondi que já estava indo. Entrei no quarto, beijei minha mulher. 0 bebe se acalmara. Deitado, dormi o sono dos justos. Hoje, dois anos após esta minha primeira noite com Talita, somos amantes inseparáveis. Minha mulher jamais suspeitou do que se passa conosco. E assim será, pretendemos, por muitos e muitos anos."

 

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