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Cunhadinha safada |
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Minha mulher, Isabel, não trabalha fora e é fogosa e ardente,
de uma voracidade insaciável. Sempre chego tarde do trabalho e,
por isso, preferimos fazer amor pela manha até nos sentirmos exaustos
e saciados. Só então vou trabalhar. Como trabalho o dia
inteiro, minha mulher sentia-se muito solitária, sem ninguém
para conversar, salvo as visitas que Ihe faziam sua irmã Camila,
um brotinho de 18 aninhos. Numa dessas visitas. Minha mulher pediu a irmã
para vir morar conosco. Não me opus Achei que seria bom para ela
ter com quem conversar e fazer compras. Minha cunhada dormiria no sofá
da sala, sem trazer transtomo ao nosso relacionamento, Certa manhã,
depois de fazer amor com minha mulher, fui tomar banho. Isabel ficou na
cama ainda embriagada pelo prazer. 0 banheiro ficava no fim do corredor,
e, como a porta estava entreaberta, entrei sem bater. Camila saia do banho.
Foi uma surpresa! Ao ver-me, com um movimento rápido dos braços, cobriu os
seios e o triângulo do amor. Sai do banheiro um pouco sem graça
e nervoso com a cena, mas ao mesmo tempo excitado com seu corpinho tesudo.
Imediatamente meu membro ficou duro e indisfarçavel sob o short.
A imagem do corpo novo e molhado ficou gravada em meus olhos. Seus seios, pequenos de mamilos róseos, brilhavam como uma flor
orvalhada, pontiagudos, sobressaindo na pele clara. Seu corpo bem feito
era uma escultura de cames duras. Ela saiu do banheiro e me encontrou
no corredor. Pedi desculpa, e ela deu apenas um sorriso maroto. Entrei
no banheiro e me masturbei. 0 episódio passou sem maior importância. Nem cheguei a comentar
com minha mulher, por ter achado o caso banal e possível de ocorrer
com qualquer pessoa. Quando eu chegava tarde do trabalho, as vezes minha
mulher ainda estava acordada, mas dormia logo após assistir a ultima
novela. Camila, ao contrario, ficava até altas horas da madrugada
assistindo aos filmes da televisão em nosso quarto. Numa dessas
vezes, depois do jantar coloquei um short largo sem nada por baixo para
ficar mais confortável. Minha cunhadinha já estava sentada
ao pé da cama como de habito Deitei e fiquei assistindo ao filme.
Em dado momento levantei uma das pemas e meu calção ficou
meio levantado. Camila mudou de posição. Só então
me dei conta de que ela olhava meu membro. que se mostrava por uma das
pemas do meu calção, através do reflexo do espelho
da penteadeira., onde ficava a televisão. Fiquei louco. Não
era um acidente como quando a surpreendi no banheiro. Ela me olhava propositadamente,
Minhas idéias andaram a mil. Senti o corpo tremer e uma excitação
sem precedentes me invadir o corpo, circulando como meu sangue, cada vez
mais rápido, fazendo com que meu membro fosse ficando duro, a pulsar
e latejar por debaixo do meu short levantada. Meu membro cresceu até
a glande sair do meu calção. Camila estava com o olhar paralisado
no espelho. que mostrava também nos seus olhos de menina toda a
malícia de mulher. Por vezes sua língua umedecia os lábios
finos e vermelhos, que ela mordia vagarosamente, deixando transparecer
todo o seu desejo despertado. Não me movia para evitar que isso
desmanchasse a cena. Isabel dormia por trás de nós dois
sem saber, nem por sonho, a batalha imaginaria que se travava entre mim
e sua irmazinha. Ficávamos naquela maravilhosa tortura de tesões
até as duas da manhã, quando a televisão saiu do
ar. Camila se levantou. Nos olhamos, seus olhos me devoravam, penetravam
em mim com um brilho sedutor de desejo. Desligou a televisão e
fomos dormir. Fui trabalhar pensando no que ocorrera a noite. Seu corpo e o episódio
não me saiam da cabeça. Fiquei até com medo de alguém
no serviço perceber a mudança. Dei uma desculpa ao meu patrão
e voltei para casa mais cedo. Isabel ainda estava acordada. Camila, mais gostosa do que nunca, vestia
uma blusinha branca e um short que deixava transparecer as suas formas
bem feitas com o triângulo estufado na frente. Fomos todos assistir
á televisão. Isabel, como sempre, dormiu antes de terminar
a novela. Eu e Camila ficamos a sós. Meu corpo tremia de excitação.
Fiquei na mesma posição da noite anterior, só que
puxei a ponta do meu short para deixar de fora a metade do meu membro,
que latejava suas veias grossas como um animal arisco. Camila, aos pés da cama, apoiou-se sobre o cotovelo e virou a
cabeça em direção a seu ombro, como se com os dedos
procurasse pequenos cravos. Seu olhos fitavam meu membro já em
ponto de bala, numa pressão que parecia prestes a explodir de tesão.
Isabel dormia profundamente. Com a ponta dos dedos, puxei a pema do calção,
deixando minha lança praticamente de fora. Era a medida do pecado,
como o diabo gosta Podia ver que Camila também já estava
completamente alucinada. Lentamente virou o corpo buscando uma posição
melhor e posse a acariciar meu membro. Suas mãos delicadas e finas,
seus dedos longos e indecisos passaram a masturbar-me vagarosamente, enquanto
seu corpo, como uma serpente, deslizava sobre a cama até conseguir,
num leve bote, abocanhar a presa. Era um sonho. Um delírio de sussurros
silenciosos. Ao mesmo tempo em que, com a mão, fazia suaves movimentos
de vaivém, chupava-me deliciosamente. Sua língua úmida
e quente deslizava sobre a chupeta, até conseguir arrancar de mim
um gozo tão alucinado que só tive tempo de levar a mão
a boca para calar o grito de satisfação que explodiu dentro
de mim. Camila mamou meu liquido até a ultima gota. Sentia me exausto
pelo prazer, que jamais alcançara com minha mulher. Embriagado
de felicidade, relaxei o corpo sobre a cama. Camila levantou-se sem barulho
e foi para a sala. No dia seguinte era sábado e eu não trabalhava.
Isabel acordou cedo e foi fazer compras com a mãe. Logo que saiu
Camila levantou-se. Eu fingi que ainda dormia. Vi quando ela passou pela
porta do quarto em direção ao banheiro, Imediatamente me
desfiz do calção e tirei o lençol de cima, ficando
nu, com o membro completamente duro. Percebi que, ao voltar do banheiro,
Camila parou na porta do quarto e por instantes ficou a me olhar. Em seguida
caminhou silenciosamente até a beira da cama, onde se sentou. Fiz
que acordei. Ela estava com uma camisola vermelha de tecido fino por onde
eu podia ver dois lindos seios sustentando o tecido. Era hora de agradecer
o magnifico prazer que ela me proporcionara. Puxei-a para mim e beijei-a.
Fui beijando-a, vasculhando seu ouvido com minha língua, enquanto
a livrava da camisola e da minúscula calcinha que usava. Pus me
de joelhos e passei a percorrer seu corpo com a língua, passando
do ouvido para os seios tenros, onde fiquei bom tempo chupando e mordiscando
os mamilos endurecidos de desejo. Camila soltava gemidos de satisfação
enquanto suas mãos apertavam minha cabeça contra seu peito,
como se quisesse enfia-los inteiro dentro de minha boca, Deslizei mais
para baixo. Camila delirava. Abri suas pemas roliças, que deixaram
descobrir a perfumada gruta rosada. Introduzi a língua em sua vagina
apertadinha e molhada, fazendo Camila entrar em um louco delírio.
Já não abafava mais os gemidos. Arfava e gemia sem medo.
Trançou as pemas nas minhas costas e mexia deixando fluir com liberdade
o gozo prolongado, enquanto eu sugava, completamente doido de tesão,
aquele suco maravilhoso. Eu estava a ponto de explodir. Mas Camila era
virgem e eu não poderia desfrutar as delicias do seu triângulo.
Ela porém queria que eu gozasse dentro. Puxou-me e me pos deitado
ao seu lado. Em seguida passou a lamber-me o membro, lubrificando-o com
sua língua macia. Deitou se de bruços e pediu-me que metesse
em seu orifício. Rolei para cima dela, que num movimento leve empinou
a bundinha para que eu tivesse melhor posição. Seu corpo
de menina guardava dentro de si uma mulher sedutora. Acomodei meu pênis
em suas nádegas rígidas e passei a introduzir no seu buraquinho
apertado. Vagarosamente fui-me afundando. Senti meu grosso membro abrir
caminho naquelas cames, que se dilatavam guardando-me todo. Com maestria,
Camila ia rebolando e principiava movimentos lentos de vaivém,
intercalados com suspiros de dor e prazer. Seus olhos fechados e suas
feições traduziam a satisfação que sentia
em ser possuída por mim. Aumentava o ritmo rebolando e fazendo
galopar nossos corpos suados. Seus suspiros eram mais fortes quando eu
mordia sua nuca. Queria prolongar aquilo o maior tempo possível, até que
não agüentei mais e gozei como nunca. Camila também alcançara o orgasmo e caímos cansados.
Ficamos deitados por uns quinze minutos, em silencio. Em seguida levantei-me
e fui tomar um banho, Camila voltou para a sala para descansar. Varias
vezes repetimos a cena nos meses que se seguiram, até que os pais
de Isabel se mudaram para o Estado do Paraná e Camila os acompanhou.
Mas todos os anos, em suas férias do trabalho, Camila vem para
São Paulo e fica em minha casa. E sempre conseguimos dar um jeito
de reviver aqueles lindos momentos." Para volver a SEXYCONTOS, haga click aquí |
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