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Encontro marcado |
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Confesso que estava bastante nervoso, por desconhecer quase que totalmente
a pessoa com quem iria me encontrar naquela noite.Na portaria do Flat,
perguntei ao funcionário do balcão se o Sr. Rodrigo, do
415, já havia retornado. Uma breve consulta no painel das chaves
dos apartamentos foi suficiente para confirmar: - "Ele está sim. Quem deseja falar com ele?" Após uma breve pausa, disse o porteiro: - "Por favor, queira subir pelo elevador da direita. O Sr. Rodrigo
o aguarda. Ele de fato estava me aguardando, pois a um leve toque na porta, quase inaudível, ela foi aberta e... lá estava ele! Um pouco diferente da pessoa que eu havia mentalizado, mas bem mais bonito do que sua auto-descrição havia indicado. Mas era ele, sem a menor dúvida. E mentalmente o agradeci por sua modéstia ao descrever-se, que havia resultado numa surpresa bem maior do que a minha expectativa. Era evidente que ambos estávamos embaraçados, como bem
denunciava o perto de mãos meio trêmulo, meio desajeitado,
que se seguiu. Também não foi possível evitar que
ambos ficássemos, por um período de tempo que me pareceu
interminável, parados, olhando cada um no fundo dos olhos do outro,
sem qualquer iniciativa. Afinal, éramos, na prática, pouco
mais que dois estranhos. Mas, para que se leitor se insira melhor na minha narrativa, convém retroceder alguns dias, até a origem do nosso encontro. Tão logo publiquei na Internet alguns contos eróticos,
passei a receber um grande número de e-mails de leitores, com todo
o tipo de comentários e perguntas sobre os contos em si e sobre
a minha pessoa. Uma correspondência, no entanto, proveniente de uma cidade do Espírito
Santo, me chamou a atenção. Seu autor (vamos chamá-lo
aqui de Rodrigo), tendo gostado de uma das estórias que escrevi,
me propunha o início de uma amizade "sem compromissos, para
troca de informações e experiências". O inusitado
da mensagem era o seu flagrante interesse em saber se eu era, de fato,
repetindo suas palavras tudo aquilo que o conto mostrava. Em resposta, apressei-me em responder que muito me agradaria iniciar
com ele uma amizade, mas que quanto a ser ou não tudo aquilo
que ele imaginava, nada poderia dizer, até por uma questão
de modéstia, e que a resposta somente ele próprio, no devido
tempo, poderia concluir. Disse também, repetindo a descrição
que já havia feito no conto que ele lera, denominado O Hotel,
que me chamava Eduardo, um engenheiro de 53 anos, casado, pai de dois
filhos, moreno, 92 kg, 1,78 de altura, olhos e cabelos castanhos, já
grisalhos, sem barba ou bigode. Quanto à minha vida sexual, frisei
que era uma pessoa que aprendeu a conviver com a sua bissexualidade, reprimindo-a
bastante, em função das exigências sociais, liberando-a
apenas eventualmente, em condições de muita segurança
e sigilosidade. A partir deste e-mail, nossa troca de mensagens se intensificou. Tive então a oportunidade de conhecer melhor meu novo amigo, que também era casado, há 7 anos, mas sem filhos. Era moreno claro, com 33 anos, 1,69 de altura, 62 kg de peso, cabelos castanhos, lisos e olhos também castanhos. Sexualmente, tinha plena consciência de sua atração
pelo mesmo sexo, o que muitas vezes lhe angustiava e lhe sufocava o espírito.
Mesmo assim, amava a mulher e tinha uma vida íntima normal, com
o casal tentando o primeiro filho. Jamais tivera qualquer experiência
homo mais concreta. Na verdade, sua única tentativa de relacionamento
ocorrera há alguns anos, com um médico que havia conhecido
por acaso. Contudo, ao tentarem uma intimidade maior, sentira uma forte
repulsa. E o que deveria ter sido sua primeira transa, não passara
de alguns apertos e carícias frustrantes. Voltando ao nosso contato, o fato é que bastaram poucos e-mails para que ambos passássemos a sentir uma enorme atração recíproca, fruto de um grande afinidade gerada pelo nosso modo comum de pensar e de agir, assim como pela semelhança de nossos problemas, gostos e carências. E em poucos dias, o relacionamento incipiente dera lugar a uma amizade sólida, em que cada um sentia a liberdade e a necessidade de expor ao outro seus segredos mais íntimos, seus anseios, mágoas, angústias e, sobretudo, a enorme fome de carinho e de sexo masculino, comum a ambos. Fato curioso era a consciência que tínhamos de que o desejo
entre nós ia aumentando violentamente, a cada dia, sem que fosse
necessário qualquer conhecimento físico maior, ou qualquer
troca de fotografias, como condicionante a um futuro relacionamento mais
íntimo. Também a diferença de idade parecia não
causar qualquer tipo de embaraço. O único fato que realmente
importava, e que ambos lamentávamos profundamente, era a consciência
de que a distância geográfica que nos separava, aliada ao
fato de sermos casados, cada qual se dedicando à sua própria
vida familiar, se constituía numa barreira quase intransponível,
que na prática inviabilizava um eventual encontro. Mas a vida tem suas surpresas. Mesmo agora, quando pensamos mais friamente sobre o que aconteceu, não podemos deixar de nos espantados com a feliz coincidência que se seguiu. É que Rodrigo, funcionário de uma empresa capixaba de grande porte, foi repentinamente escalado, sem que tivesse qualquer expectativa nesse sentido, para participar de um treinamento. E sabem onde? Em Curitiba. Decididamente, a sorte estava do nosso lado. Cheio de felicidade, tratou
logo de me comunicar a sua vinda, que ocorreria dois dias depois. E o
tempo era tão curto, que somente lhe foi possível me enviar
um e-mail, informando sobre a viagem, me repassando o nome do hotel em
que se hospedaria e solicitando, mesmo sem ter muita certeza de que eu
estaria em Curitiba, que fizesse todo o esforço possível
para contatá-lo. E agora, apenas 7 dias depois de nosso primeiro contato, estávamos
ali, um diante do outro, prontos para o que desse e viesse. Como já disse, não pude deixar de me surpreender com a figura de Rodrigo. Era um tipo atraente, jovem, bronzeado, cabelos escuros, quase negros, e corpo extremamente bem proporcionado, embora a estatura pequena. Também não pude deixar de reparar, sem poder esconder o
meu olhar de cobiça, nos pelos negros e suaves que lhe recobriam
os braços, e que também podiam ser vistos ornando a parte
superior do tórax, visível sob a camisa levemente aberta
ao peito. O resultado de tudo isso, obviamente, foi o começo de uma enorme ereção, provocada pela figura bonita e sensual de Rodrigo e pela consciência de nossa intimidade e do objetivo do nosso encontro. Apertadas as mãos e passado o primeiro momento de embaraço,
Rodrigo convidou-me para sentar ao seu lado, na confortável poltrona
da sala. Já mais à vontade, começamos uma conversa, de início
trivial, mas que aos poucos foi se transformando num papo mais íntimo.
O interesse recíproco era visível, mas senti que o meu interlocutor
era pessoa bastante tímida e que deveria caber a mim, como mais
velho e experiente, qualquer iniciativa mais concreta. Por isso, a certa
altura, perguntei-lhe: - Posso pegar suas mãos?. Senti uma certa estranheza de sua parte, mas diante de sua resposta positiva,
segurei-lhe as mãos com suavidade, acariciando-as durante um longo
tempo. O fato é que tenho uma atração irresistível
por esse gesto simples, mas capaz de estabelecer entre as pessoas uma
integração muito forte. E no caso de uma relação
homo, o efeito, pelo menos para mim, é sempre devastador, como
também mostrou ser para o meu companheiro. Rapidamente era possível
sentir o aumento da temperatura de nossos corpos, que parecia se transferir
para todo o aposento, o aumento de nossa palpitação, o brilho
do suor em nossos rostos e o desejo estampado em nossos olhos. Procurei prolongar ao máximo esse momento de enlevo, não
só pelo bem estar que toda aquela carga poética e sensual
nos proporcionava, como também por julgá-lo essencial para
o que viria depois. É que a experiência sempre mostrou que
o sucesso de um relacionamento sexual, com homem ou com mulher, depende
muito desse calor, dessa integração e desse desejo que se
estabelece a partir de toques, carinhos e carícias preliminares.
Por isso, prefiro sempre esperar que o clima gerado provoque essa espécie
de fogo, de angústia crescente e quase insuportável, que
parece querer fazer-nos explodir. E conosco não foi diferente. Sentíamos que nosso limite
havia chegado. Mesmo assim, como ficara claro, em nossos e-mails, que
nada haveria entre nós, se qualquer das partes não sentisse
aquele tchan, aquela vontade firme de ir adiante, disse, ainda
acariciando suas mãos: -Cara, você não é obrigado a fazer nada que não queira. Se quiser parar por aqui, nosso relacionamento já terá valido a pena. E acrescentei: - Você quer ir em frente? E a resposta, para a minha alegria, veio rápida: - Quero, sim... Estou desejando muito você. A esta altura, nada mais havia para ser dito. E como obedecendo a um
sinal convencionado, nossos olhos baixaram e se fixaram no sexo do parceiro,
cujo volume podia claramente ser visto por sob a calça. E nossas
mãos, não resistindo mais a espera, passaram de imediato
a apalpar, mesmo por sobre o pano, aqueles volumes tão cobiçados,
procurando adivinhar o formato e sentir a dureza dos pênis, já
em total ereção. Nada mais impedia a busca da plenitude, mesmo porque o desejo nos consumia
totalmente. A um pedido de Rodrigo, de imediato nos levantamos e fomos
para o quarto ao lado, onde, febrilmente, duas camas de solteiro foram
reunidas, formando uma grande e confortável cama de casal. Não
menos febrilmente, as roupas que nos vestiam foram parar no chão,
muitas delas jogadas por mãos alheias, preocupadas em dispor rapidamente
da plenitude da nudez do parceiro. Agora, deitados lado a lado, minha preocupação era não
quebrar, de nenhuma forma, o clima e o encanto do momento. Erguendo a
cabeça, durante algum tempo admirei a beleza do corpo de Rodrigo,
com toda aquela cor morena e com aqueles pelos escuros que, na dose certa,
recobriam o tórax, estreitavam-se na direção do umbigo,
para voltar a adensarem-se na direção do pênis, totalmente
duro, latejante e apontando para o alto. Seu cacete, proporcional ao corpo,
era talvez um pouco mais fino que o normal. Mas era lindo, moreno, bem
esculpido, tanto que o simples gesto de olhá-lo aumentava ainda
mais o meu desejo. As coxas, também morenas, eram fortes, levemente
peludas e bem proporcionadas. Não resistindo mais, resolvi passar da contemplação à ação. Lentamente, baixei a cabeça e procurei, com os lábios, os mamilos de meu parceiro, já endurecidos pelo tesão, começando a sugá-los, de início com suavidade, passando depois a acelerar os movimentos e a força da sucção. Periodicamente, soltava-os e passava a lambê-los, com a ponta da língua fazendo círculos ao redor dos bicos endurecidos. Era, sem dúvida alguma, a primeira vez que um homem tocava daquela
forma naquele corpo de macho, pois Rodrigo estremecia a cada sugada que
lhe dava, como que atravessado por sucessivas descargas elétricas.
E sua pele, assim como os pelos do corpo, totalmente arrepiados, eram
uma prova viva do quanto ele estava gostando de sua iniciação. Minhas carícias serviram para eliminar de vez sua timidez. Preocupado
em retribuir o prazer que sentia, forçou um pouco o meu corpo,
deitando-me de costas, passando a lamber freneticamente meu pescoço,
minha nuca e minhas orelhas. Mesmo excitado, não pude deixar de
atribuir seus gestos à explosão de uma vida inteira de sexualidade
reprimida, pois parecia querer realizar, ao mesmo tempo, todas as suas
fantasias, experimentando, de uma única vez, todas as sensações
possíveis. E mentalmente agradeci a ele e ao destino, por me terem
escolhido para esse extravasamento de sensualidade. Mas o seu objetivo mesmo eram meus lábios. Era evidente que queria
sentir a sensação de beijar a boca de um homem. E cada vez
que seus lábios passavam próximos dos meus, era possível
sentir que ele temia uma reação negativa de minha parte,
por não saber se eu aceitaria ou não ser beijado. Tolinho! A verdade era que eu também ansiava por isso, e na primeira
oportunidade que seus lábios voltaram a encostar nos meus, segurei
com firmeza sua cabeça e introduzi minha língua dentro daquela
boca quente e úmida. Era o sinal que faltava para a liberação total. E como
prêmio, tive o melhor beijo de minha vida, pois jamais beijei e
fui beijado com tanta gula, com tanta voracidade, com tanto tesão
e erotismo. Durante muito tempo nossos lábios se sugaram e nossas
línguas vasculharam a boca alheia, enquanto nossos corpos eram
apertados um contra o outro, como que transformados num bloco monolítico. O clima agora era de entrega total. Eram dois machos, casados, esquecidos do mundo, dando vasão a uma enorme carga de sensualidade reprimida pelos preconceitos. Para um, a carência de um corpo masculino era de quase dois anos; para o outro, era de uma vida inteira. Eram 33 anos de angústia e de espera, sem mesmo saber se um dia teria a coragem suficiente para fazer o que seu coração pedia, o que todo o seu corpo ansiava. Retomando a iniciativa, pedi que Rodrigo voltasse a ficar de costas. Novamente sobre ele, comecei a percorrer seu corpo com os lábios,
a partir dos mamilos que já havia sugado. Sem pressa, procurava
lavar, com a língua, cada centímetro quadrado de seu tórax.
Céus, como era fantástica a sensação de ver
seu corpo retribuindo minhas carícias, num estado febril, quase
de transe! E como era maravilhoso o contato suave de seus pelos em meus
lábios e sob a ponta dos meus dedos, ao percorrer os caminhos de
seu corpo. Ao sugar seu umbigo, fazendo, com a ponta da língua, suaves penetrações naquela cavidade, meus olhos se fixaram em seu cacete, totalmente duro e ligeiramente voltado em minha direção. De tão perto, era possível observar suas pulsações e a tensão a que estava submetido; a cabeça, úmida, rígida e brilhante, de um tom vermelho escuro, e o corpo cilíndrico e bem torneado do cacete, com suas veias entumecidas pelo fluxo sanguíneo. Entretanto, mesmo com a consciência de estar sendo demasiadamente sacana, resolvi, com o propósito de aumentar-lhe o tesão, deixar seu pênis momentaneamente de lado. Assim, prossegui minha viagem, lambendo, com a mesma calma, cada uma das coxas, enquanto, com as mãos, acariciava as demais partes do corpo, sentindo, ao seu contato, os músculos totalmente retesados. Iniciando a viagem de retorno, senti que era o momento de reduzir um
pouco a angústia de Rodrigo. E também a minha, já
que meus próprios limites estavam se esgotando. E ao passar novamente
por seu pênis, desta vez, num movimento rápido, abocanhei
totalmente o cacete, passando a sentir na boca, por inteiro, a dureza
daquele instrumento quente, duro e latejante e passando a sugá-lo
com avidez, como querendo extrair, através do seu pau, todos os
líquidos de seu corpo. Com este gesto, meu parceiro parecia enlouquecido. Com os lábios
apertados e emitindo fortes gemidos, iniciou, por sua vez, movimentos
acelerados de vai e vem, com os quais parecia querer invadir minha garganta
e preenchê-la com seu leite de macho. Mas sua vontade de retribuir
minha chupada era tanta que, sem esperar muito tempo, girou seu corpo,
mantendo como eixo o pau mergulhado em minha boca, e abocanhou meu cacete,
iniciando um magnífico 69 que, conforme ele mesmo me confidenciou
mais tarde, jamais julgava ser capaz de fazer. Enquanto nos deliciávamos naquela chupeta recíproca, aproveitei
a oportunidade para acariciar sua bundinha morena, arredondada e macia.
Com o dedo médio, rapidamente procurei localizar, entre suas carnes, aquele furinho que eu sabia ser virgem. E meu toque provocou-lhe um rápido estremecimento. Mas não houve recusa, de forma que iniciei, enquanto chupava gulosamente seu cacete, uma lenta penetração em seu cuzinho, cuja resistência bem mostrava que jamais havia sido penetrado por nenhum homem. E essa idéia, de ser o primeiro cara a possuí-lo, me alucinava, me deixava maluco. Ao concluir que meu parceiro não ofereceria resistência
à entrega total, comecei a introduzir mais um dedo em seu reto,
desta vez o indicador, fazendo agora, com os dois dedos, movimentos circulares
e de aprofundamento. Rodrigo, a esta altura, tinha interrompido sua chupada, limitando-se
a gemer, em função da dor que sentia, provocada pela pressão
de meus dedos. Após algum tempo, sussurrei-lhe: - "Cara, quero te possuir. Quero entrar inteirinho dentro de você". E ele limitou-se a responder: - "Tudo bem. Mas vai com calma, que eu nunca fui penetrado". Imediatamente coloquei a camisinha, lubrificando-a bastante, pois não
queria, de forma alguma, machucar meu amigo. Mas a coisa não era
tão simples assim. É que, além de sua pequena estatura,
Rodrigo era virgem e tinha o anelzinho realmente apertado, o que dificultava
sobremaneira a penetração. Além disso, meu pênis, embora de tamanho normal (16-17 centímetros),
é realmente grosso, medindo 5 centímetros. Por isso, mesmo
fazendo diversas tentativas, não conseguia ir além de uma
pequena penetração. Meu parceiro, apesar da dor que sentia,
procurava facilitar a entrada, pois era visível seu desejo de ser
totalmente invadido. Mas as tentativas realmente eram por demais dolorosas,
de forma que, para não prejudicar o clima gostoso que se estabelecera,
resolvi desistir temporariamente de minha intenção. Além
disso, deveríamos ter um novo encontro no dia seguinte, quando
poderíamos, com mais calma, consumar a penetração. Durante algum tempo, permanecemos lado a lado, com os corpos entrelaçados
e as bocas unidas num gostoso beijo, que serviu para reavivar o tesão
inicial e a vontade de nos completarmos plenamente, saciando nossos desejos
e carências. E meu desejo, naquele momento, era de ser dele, de
ser o primeiro homem a ser possuído por Rodrigo, o primeiro cara
a receber aquela vara inteirinha no interior do corpo. Ao manifestar baixinho este desejo, em seu ouvido, resposta veio rápida: - "É tudo o que eu quero, Edu!" Embora timidamente, por ser sua primeira vez, Rodrigo foi competente
em seus preparativos, procurando repetir os mesmos cuidados que eu tivera
com relação a ele. E pouco tempo depois, pude sentir a cabeça
do seu pau pressionando a entrada do meu ânus. A dor era grande, de forma que não pude evitar alguns gemidos.
Mas era uma dor suportável e gostosa, porque era provocada por
aquele rapaz que tanto eu estava desejando e que soubera despertar em
pouco tempo, por sua carência e por sua pureza de caráter,
não só o meu tesão, como também a minha amizade,
o meu carinho e o meu afeto. Por isso, desejava ardentemente tê-lo
como macho, sentí-lo completo em minhas entranhas, como que para
consagrar uma amizade eterna. Apertando os lábios, forcei o corpo em sua direção,
passando a sentir, aos poucos, seu cacete vencendo a barreira do meu esfincter
e penetrar completamente em meu corpo. Ah, como era gostoso sentir a dureza
e o calor do seu pau, que mais parecia um ferro em brasa, forçando
as paredes do meu reto! Após uma breve pausa, em que era possível sentir apenas o calor e a pulsação de seu membro, Rodrigo iniciou, com os quadrís, os clássicos movimentos de vai e vem, que foram aos poucos se acelerando, até transformar a pouca dor que eu sentia em puro prazer. A cada momento, meu amigo alterava os movimentos, dando estocadas mais fortes, como querendo atingir, com sua espada, o mais profundo do meu ser. Outras vezes, parava totalmente, para evitar a ejaculação, prolongando desta forma o prazer que também sentia. Ficamos assim, nessa intimidade, durante muito tempo, o tesão aumentando cada vez mais. Em dado momento, desejando como nunca a consumação do ato, pedi-lhe, num sussuro: - "Vai, cara. Me enche com o teu leite! Estas palavras o excitaram de tal forma que, em poucos segundos, com apenas alguns movimentos mais rápidos, senti que Rodrigo me presenteava com jatos de seu esperma quente e viscoso, gozando pela primeira vez dentro de um homem. Logo depois, seu corpo despencava sobre o meu, trêmulo e ofegante. Cansados e felizes, permanecemos assim durante vários minutos,
até sentir o pênis de Rodrigo, já semi-flácido,
sair do meu interior. Depois, abraçados, ficamos lado a lado, desfrutando toda a magia
do momento e a beleza da cumplicidade inocente que uma relação
homo, despida de preconceitos, gera entre os parceiros. Mas Rodrigo, ao que parecia, sentia-se culpado pelo fato de eu ainda
não ter gozado, e queria que eu também desfrutasse o prazer
que acabara de lhe proporcionar. Por isso, retomando a iniciativa, pediu
que eu ficasse sentado à beira da cama. Atendi seu pedido, enquanto
ele, ajoelhando-se no tapete do quarto, entre minhas pernas, abocanhou,
de uma única vez, todo o meu pau. Surpreso com sua iniciativa e com a avidez de suas chupadas, deitei o
corpo sobre a cama e, com os olhos fechados, saboreei, por alguns momentos,
a sensação maravilhosa que é ser chupado por um homem
de verdade, especialmente por um macho como aquele, que me despertava
tanto amor e tesão. Logo depois, para não perder a beleza
da cena, ergui de novo o tronco, para apreciar melhor os movimentos daquela
cabeça morena e o entra-e-sai do meu caralho naquela boca quente,
úmida e profunda. A cena envolvia um alto grau de erotismo, tanto que em poucos minutos
senti minha temperatura subir, enquanto meu corpo era tomado por aquela
sensação única e indescritível, misto de formigamento
e torpor, que antecede a ejaculação. Preocupado em não gozar na boca de Rodrigo, tentei tirar meu pau
de seu interior, mas ele, me agarrando e forçando a cabeça
contra o meu corpo, evitava que eu fizesse isso. Na mesma hora, entendi
sua intenção, mas mesmo assim, perguntei: - "Quer que eu goze em sua boca?" Ocupado em sugar meu pênis ainda com mais força, o que lhe
impedia de articular qualquer palavra, Rodrigo limitou-se a movimentar
ligeiramente a cabeça, respondendo: - "Hum hum". Uma grande euforia tomou conta de mim, de tal forma que logo após
ouvir sua resposta, senti meu corpo se retesando inteiramente, enquanto
vários jatos de esperma eram expelidos para o fundo de sua boca,
que permaneceu sugando incansavelmente, faminta, até extrair a
última gota do leite que tanto queria. Feliz por ter sido e pore ter-me feito feliz, pude perceber, em seus
olhos, nesse momento, um brilho intenso, que interpretei como um enorme
orgulho por ter conseguido finalmente realizar um sonho que durara 33
anos. Um sonho que, segundo me pareceu, ele não tinha muita certeza se, na "hora da verdade", teria coragem suficiente para realizar. Mas tivera. E se sentia realizado por isto. Quanto a mim, sentia-me triplamente feliz: pelo destino ter me permitido conhecer e transar com um homem como Rodrigo, com todas as suas qualidades, especialmente morais; por ter tido o privilégio de ser seu primeiro homem e, finalmente, por lhe ter inspirado a confiança e a segurança que ele tanto buscava e que eram indispensáveis à concretização de seus sonhos. Novamente abraçados, permitimo-nos desta vez um descanso um pouco
maior, enquanto nos beijávamos e nos acariciávamos com uma
ternura inenarrável, como se quiséssemos permanecer assim
durante o resto de nossas vidas. Foi quando Rodrigo, acariciando meu rosto,
confessou que jamais imaginara que uma tal relação, tão
linda e tão plena, pudesse existir entre dois machos. Mas a felicidade que sentíamos foi, pouco a pouco, sendo substituída
por uma sombra de tristeza, trazida pela consciência de que era
chegada a hora de nos separar. Embora a enorme vontade de passarmos a
noite inteira juntos, tínhamos nossos compromissos. Os meus, de
ordem familiar, pois, como casado, havia saído de casa por um tempo
limitado, "para atender a um compromisso inadiável",
e agora tinha que retornar. Quanto a Rodrigo, seu curso o esperava no
dia seguinte. Além disso, apesar das dificuldades, tínhamos
a esperança de voltar a nos encontrar na noite seguinte, que seria
a última antes do seu retorno ao Espírito Santo. E com este estado de espírito, misto de alegria e de frustração,
nos despedimos com um longo e gostoso beijo. Já perto do elevador,
voltei a cabeça para acenar-lhe, mas ao perceber sua expressão
de tristeza, não resisti. Voltei até ele, dei-lhe um novo
beijo e, desta vez, depois de um aceno com a mão, entrei definitivamente
no elevador. NOTA - Se você gostou ou tem algum comentário a fazer, positivo ou negativo, vou adorar. Meu e-mail é: eductba99@hotmail.com Para volver a SEXYCONTOS, haga click aquí |
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