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Passeio de moto (2) |
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No meu conto anterior falei sobre a primeira noite que chegamos ao encontro
de motoqueiros, e como fui inesperadamente subjugado pelo Marcelo. No dia seguinte, acordamos um pouco tarde pelo cansaço da noite,
e sem tocarmos no assunto fomos tomar o café da manhã, e
passear entre os motoqueiros, nos distraindo com a enorme variedade de
motos e pessoas diferentes naquele encontro. Já era quase meio dia, quando ele falou: "Vamos almoçar
e depois podemos voltar ao hotel para deitarmos um pouco". Logo entendi o recado, e procurei rápido um restaurante aonde
comemos algo leve e rápido, pois sentíamos no ar uma certa
eletricidade e cumplicidade. Chegando ao hotel, entramos no quarto, e o volume sobre nossas calças
já demonstrava o que estávamos sentindo. Ele deitou, e depois
de tirar minha roupa, comecei a despi-lo lentamente, enquanto ia beijando
e lambendo cada centímetro do seu corpo. Quando tirei a cueca,
pude ver com a claridade do dia o tamanho do que eu havia enfrentado na
noite anterior, o que me deixou preocupado e satisfeito de poder contar
com um repeteco. Ele era muito maior do que eu ( que sempre recebi elogios
das mulheres) mas principalmente a cabeça era escura e muito grossa,
Mamei aquela vara dura e pulsante com muita vontade e calma, pois sabíamos
que não havia pressa. Pude senti-la por inteiro, fazendo todas
as suas curvas com a língua, e dando leves apertadas com os lábios
naquela cabeçorra, tirando suspiros dele com os olhos fechados.
Aquele gosto inconfundível invadia minha boca me deixando a cada
momento mais excitado. Então, ele pegou um travesseiro e atravessou na cama, pedindo para que eu deitasse em cima, deixando minha bunda para cima, pegou um tubo de gel, e passando no meu cu, começou a massageá-lo, introduzindo lentamente um dedo e fazendo movimentos circulares no seu interior. Quando eu já estava louco, senti mais um dedo se encaixando em
mim, forçando-me a relaxar para alargar um pouco mais meu buraco.
Depois de brincar um bom tempo com os dedos, ele se ajeitou por cima,
e apontando aquela cabeçorra assustadora no meu rabo, começou
a entrar de uma forma tão fácil e tranqüila que me
surpreendeu. O danado sabia mesmo como comer um cu com maestria. Sem sentir
dor nenhuma, sentia aquele mastro mais uma vez enterrado em minhas entranhas,
e apesar dos movimentos suaves e lentos, o tesão que estava sentindo
era enorme, e fiquei ali, de olhos fechados, concentrando-me naquela sensação
de estar recheado por aquele pau, até que o movimento de vai e
vem se somou a um rebolar, forçando um pouco de lado, o que correspondi
imediatamente. Parecia que meu pau ia explodir, e estava difícil
segurar o gozo, mas queria aproveitar ao máximo aquela posição,
e só depois de muito tempo é que senti o ritmo aumentando,
e começando a empurrar a bunda para trás sentia aquele pau
atolado no meu rabo aumentando a força até explodir em gozo
de forma vigorosa, fazendo-me sentir o jato de sua porra no meu reto. Ficamos ali deitados na mesma posição, com seu pau meio
mole ainda dentro de mim, e sua respiração ofegante na minha
nuca, me fazendo sentir ainda um grande tesão. Senti até
que ele cochilou um pouco, mas eu nem me mexia para não deixar
seu pau escapar de dentro do meu cu. Depois de mais ou menos quarenta minutos, comecei a tentar apertar seu
pau, com um pouco de músculo que ainda havia sobrado do meu cu
arrombado, e fui forçando e forçando até sentir uma
reação. Ele começou a contrair, no começo
bem devagar, mas foi ganhando ritmo, e senti uma coisa fantástica
que é um pau começar a crescer dentro de você. Confesso
que isto me deixou totalmente fora de controle, e comecei não só
a pedir para que ele enfiasse mais, como a rebolar feito um louco, pois
esta sensação de ficar quase uma hora dilatado por um pau,
e senti-lo crescer de novo lá dentro foi demais. Mas minha reação também mexeu com ele, e depois
de umas fortes estocadas, ele saiu de dentro de mim, me virou de barriga
para cima, e jogando minhas pernas para trás entrou violentamente
em mim, que com o travesseiro por baixo da bunda, estava totalmente aberto. Eu sentia meu cu queimando, com tamanha velocidade que ele entrava e
saia de mim, ás vezes inclusive tirando o pau todo para fora, e
enterrando de novo de uma só vez.Não sei como consegui,
mas passei as mãos por cima de sua bunda, e comecei a puxá-lo
para dentro de mim, acompanhando seu ritmo, e forçando cada vez
mais fundo seu pau, até sentir que eu estava gozando, sem encostar
um dedo sequer no meu pau, e quando ele percebeu que nossas barrigas estavam
meladas com minha porra, despejou mais uma vez tudo dentro de mim, me
levando quase a desmaiar de tanto tesão. Ficamos ali, suados e ofegantes na cama, e eu pensei: hoje é só
o segundo dia, e ainda são cinco horas. Será que vou agüentar
até amanhã á tarde? caldasb540@bol.com.br
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