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Eram 11.30 da manhã e havia combinado com minha tia que passaria
na casa dela para ajudá-la com alguns documentos de seu automóvel.
Ao chegar, fui recebido por meu primo um grande amigo meu, pois praticamente
havíamos sido criados juntos, desde criança. Meu primo é
um bonito rapaz, de 16 anos, com 1,80, cabelos louros e olhos azuis, e
uma estrutura corporal, ainda em formação, nem magro nem
gordo, sem definição de sua musculatura e com poucos pelos
nas pernas, tão louro que quase não se via. Sempre muito
alegre e uma simpatia que a todos cativa. Eu já sou mais fechado,
pouco mais alto que meu primo Bob, dois anos mais velho e com uma estrutura
corporal bem forte, pois pratico esportes desde criança, principalmente
natação, e dizem as meninas que sou um gato.Bob me recebeu
e disse que sua mãe havia tentado falar comigo, pois tinha ocorrido
um imprevisto no escritório dela e ela iria ficar até tarde
fora. Entrei e fui pegar na cozinha um copo de suco, notando que Bob devia
estar vendo televisão no escritório pois a mesma estava
ligada, mas com a tela toda em branco.Bob me disse:
--Pega seu suco e vem para o escritório, pois estou vendo um CD
que me recomendaram.
Apanhei o suco e me dirigi para o escritório. Bob estava acionando
o DVD e me convidou para sentar no sofá. Para minha surpresa, Bob
estava começando a ver um filme pornô. Sentei ao seu lado
e começamos a ver juntos, comentando a beleza das moças,
que realmente eram muito bonitas e com um corpo maravilhoso, todas ainda
de biquíni. Na seqüência do filme as coisas foram ficando
bastante quentes e realmente muito excitantes, nos deixando mudos. Com
o desenrolar, fui tendo uma ereção, e notei que Bob havia
notado, olhando disfarçadamente para o volume que já aparecia
na minha bermuda. Para minha surpresa, em determinado momento, Bob vem
com a mão e toca na bermuda no local do volume, que a esta altura
já estava bem grande, dizendo:
--- Que é isso primo, acho que você está mal de mulher.
Não liguei e continuei extasiado com o que se passava na tela.
Bob continuou a brincar e me tocando na pica por cima da bermuda.
Quando ele, mais uma vez, ia me tocar, segurei sua mão em cima
da pica, e notei com muita surpresa que ele não fez nenhum esforço
para tirar a mão, pelo contrário, começou a me tocar
mesmo, massageando a pica com sua mão. Lentamente tirei a minha
mão de cima da dele, e ele continuou a me massagear da mesma maneira,
o que foi me deixando alucinado de tesão. Sem conseguir me controlar,
segurei a mão dele e abri a bermuda, colocando sua mão diretamente
na pica, que a esta altura não tinha mais para onde crescer, e
Bob me disse: ---Que picão você tem, primo, vou aliviar você,
vou fazer você gozar, quer?
Dito isto, começou a tirar minha bermuda e minha cueca, deixando
que eu ficasse só de camisa e tirou sua roupa toda, ficando nuzinho.
Quando ele sentou, puxei-o para bem perto, abaixei sua cabeça e
comecei a passar a pica em seu rosto, no princípio ele reagiu,
mas como forcei um pouco ele foi relaxando, deixando que pincelasse seu
rosto todo com a pica. Devagarzinho fui direcionando-a para seus lábios
que foram, à medida que eu tocava com a pica neles, se abrindo
lentamente, me dando uma sensação maravilhosa, pois sentia
seus lábios com uma mistura de saliva e do liquido que saia de
minha pica. Ele foi lentamente abrindo a boca até encostar a língua
em mim. Não agüentado de tesão, arranquei minha camisa,
fiz o Bob se deitar me chupando, com a bundinha para cima. Comecei a passar
a mão nele todo, costas, pescoço, rosto, brinquei com a
mão na pica e na boca, enfiando os dedos para ele chupar junto
com a pica, ele se soltou e começou realmente a me chupar, usando
a língua e os lábios de uma maneira que acredito nenhuma
mulher fez igual. Com o dedo molhado em sua saliva, fui procurando seu
cuzinho, no que ele me facilitou, abrindo as pernas. Fui massageando seu
cuzinho bem devagar para relaxá-lo, ate enfiar um pouquinho o dedo.
No que o dedo entrou esse pouquinho, Bob emitiu um som rouco de prazer,
e se colocou de maneira a ficar todo aberto, e me pediu para enfiar o
dedo todo, o que quis fazer lentamente, mas ele não deixou, com
uma das mãos forçou para que eu enterrasse o dedo todo de
uma vez, pensei que ele fosse desmaiar de tanto gozar, sua pica que estava
bem dura, começou a esporrar em jatos que não paravam mais,
vendo isto, não agüentei e disse a ele que também ia
gozar em sua boca, e comecei um gozo quase animalesco, enfiando a pica
em sua boca até a garganta, e enfiando e tirando o dedo de seu
cuzinho, cheguei a enfiar dois de uma vez.Gozamos por seguramente uns
cinco minutos. Permanecemos como estávamos, Bob deitado no sofá
com a cabeça no meu colo e eu virado por cima dele, com a cabeça
em suas costas e dois dedos em seu cuzinho. Não sei dizer quanto
tempo ficamos assim, comecei então a mexer com os dedos, o que
foi imediatamente acompanhado pela língua do Bob em minha pica.
Disse a ele então, que queria que ele me chupasse, mas que eu ia
comer o seu cuzinho. Bob começou então a me chupar todo,
se ajeitou e começou a me lamber o saco indo com a língua
também no meu cu, a sensação novamente foi deliciosa,
e a pica não esperou, cresceu novamente, parecia que a minha e
a dele estavam sincronizadas, pois a dele ficou dura junto com a minha.Bob
lambia, chupava, rolava a língua em volta da cabeçorra,
engolia a pica toda e eu fiquei enfiando o dedo em seu cuzinho e tirando
e enfiando novamente deixando-o maluquinho de tesão. A esta altura
seu cuzinho já estava bem relaxado, e bem molhadinho com a saliva
que passava no dedo e ia direto ao cuzinho. Levantei-me ainda com a pica
em sua boca, e fui vagarosamente puxando Bob para também ficar
em pé. Lambi seus mamilos, ambos rosadinhos que ficaram na hora
intumescidos, ele me beijando o pescoço, pediu para que fosse delicado
com ele, pois queria me dar o cuzinho, mas não sabia se iria agüentar,
pois era sua primeira vez, e a minha pica era realmente bem grande e grossa.
Disse que iríamos tentar, mas eu não entraria nele se ele
não quisesse, que ele podia pedir para parar quando achasse que
não agüentava. Dito isto, encaminhei o Bob para o braço
do sofá, ele se dobrou deixando sua bundinha, branquinha e redondinha
pra cima. Ele mesmo, com as mãos, abriu a bundinha deixando seu
cuzinho, todo rosadinho e lindo, à minha disposição.
Passei um pouco mais de saliva na pica e a fui encostando no seu buraquinho.
Com a cabeçorra em sua portinha, Bob começou a mexer rebolando
para melhor sentir a pica que a essa altura já queria penetrá-lo.
Bob gemia de prazer e foi ele mesmo procurando abrir mais seu buraquinho.
Quando consegui colocar meia cabeça dentro, parei de forçar
para ver a reação do Bob, quando para minha surpresa ele
me agarrou pelos lados e me puxou ao mesmo tempo em que ele chegava sua
bundinha mais para trás, com este movimento, a cabeça entrou
toda, fazendo Bob dar um gemido bem alto, um misto de dor e prazer, não
tive mais dúvida dei uma estocada forte e senti a delicia da pica
abrindo e arregaçando aquele cuzinho todo, entrei todo de uma vez,
Bob quis sair, mas não deixei e forcei mais ate sentir os meus
ovos apertados contra sua bunda. Neste momento, pensei que ele fosse desmaiar,
pois ficou todo mole, eu o segurei, ainda todo enfiado e deixei passar
alguns segundos, e quando ele se aprumou, comecei o movimento de tirar
um pouquinho e enfiar de novo, o que logo a seguir foi sendo imitado pelo
Bob, que rebolava a bundinha enquanto eu ia metendo e tirando a pica de
seu buraquinho, enquanto ia bombando, procurei a pica dele, que estava
ainda mais dura que antes, e fui tocando uma punheta nele, que pouco depois
gozou esporrando com jatos bem fortes e grossos. Quando ele gozou, vi
que também iria gozar, e perguntei a ele se queria que eu tirasse
para gozar ou esporrasse dentro, no que ele me disse: " não
tira meu macho, quero esta pica me esporrando , enchendo meu cuzinho com
todo seu leite, você me arregaçou, arrombou este cuzinho,
a partir de agora ele é todo seu". Gozei muito, e ficamos
por um bom tempo naquela posição, abraçados até
a pica ir diminuindo e poder sair sem que ele sentisse nenhuma dor. Fomos
tomar um banho, nos lavamos bem, nos acariciando o tempo todo, quando
saímos do chuveiro, passei uma pomada em seu cuzinho para aliviar
a sensação de dor que ele estava sentindo, mas ele me disse
que era uma sensação, apesar de dolorida, muito gostosa,
de saber que ele tinha engolido aquela vara toda.
Isto se passou há dez anos atrás, e hoje ambos, já
casados e com filho, executivos de sucesso, continuamos a nos encontrar,
no nosso apartamento, que compramos sem ninguém saber, pelo menos
uma vez por semana.Somos casados e bem casados com duas primas, duas mulheres
lindas e desconfiamos que as duas também transam entre si. Mas
isto é algo que vamos descobrir mais tarde, pois o Bob tem uma
vontade louca de me ver comendo a mulher dele, mas temos que ser muito
discretos, e só faremos isto se for do agrado dos quatro.
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