Primos 2

Bem na minha historia anterior, contei como fui iniciado por meus primos Paulo e Cláudio na minha casa de praia, e a forma gostosa de ter sido comido pelos dois ao mesmo tempo.

No dia seguinte, estávamos os três com o maior tesão, e a maior vontade de repetir aquela nova aventura. Durante o dia, enquanto estávamos na praia junto de outras pessoas, estava difícil disfarçar o volume dentro dos shorts, pois com aquela idade a coisa mais fácil era ficar de pau duro. Durante a tarde surgiu nova chance, pois minha tia teria que ir até a vila, como chamávamos o centro da cidade para fazer compras, e nós combinamos de nos encontrar na casa do Paulo.

Logo após o almoço, fui até a casa dele, e tão logo sua mãe saiu, nós entramos no quarto e já tirando a roupa cai de boca no pau do Cláudio, que tão bem tinha me comido da ultima vez. O Paulo por sua vez, não quis esperar, e já foi colocando seu pau no meu buraco, que estava piscando de vontade de ser enrabado novamente. Desta vez, foi um pouco mais fácil a penetração, e logo eu senti seu cacete inteiro dentro de mim, e um movimento de vai e vem, que me ajudava a chupar com gosto aquele pau, que me trazia melhores lembranças do dia anterior. Porém, desta vez o Paulo estava com mais segurança, e ao invés de gozar rápido, foi ganhando ritmo dentro de mim, e como seu pau era bem mais comprido, ele conseguia entrar e sair, chegando até a porta, e empurrando tudo para dentro, ora devagar e ora depressa, me fazendo sentir aquela mesma sensação de calor e arrepio por todo o corpo.

Comecei a rebolar e empinar a bunda para sentir cada vez mais fundo aquela pica gostosa, enquanto o Cláudio percebendo meu tesão, entrou no mesmo ritmo do Paulo com o pau na minha boca, e logo quase ao mesmo tempo gozaram dentro de mim, com tal violência, que sentia os jatos dos dois lados: na boca e dentro do cu.

Fiquei como um louco, e mal sentia que meu rabo ardia e piscava, enquanto um fio de porra escorria por entre minhas pernas. Ficamos deitados por alguns minutos, quando o Cláudio começou a reclamar que desta vez tinha sobrado, e que não havia me comido, o que não era justo, etc...

Como seu pau, estava meio mole, abocanhei de novo e comecei a chupá-lo com vontade, pois ainda estava a fim de ser comido mais. Para minha sorte, e pela sua idade ele logo se recuperou, então eu pedi que ele se deitasse de barriga para cima, sentei em seu mastro já bem duro, e engoli de uma só vez, sentindo suas coxas baterem na minha bunda e comecei a cavalgá-lo com tamanha fúria, que até me estranhei, pois era a segunda vez que eu experimentava dar o rabo e já estava assim louco. Como ele já havia gozado uma vez, pude aproveitar por bastante tempo aquela posição, que permitia entrar tudo em meu anus, fazendo-me gozar mais uma vez, sem sequer encostar um dedo no meu pau, e só pelo balanço que ele fazia com meu vai e vem enquanto meu rabo era literalmente arrombado pelo grosso pau dele.

Ma aí a coisa pegou, pois eu já estava esfolado e ardido, mas o Cláudio se acendeu todo, e virando-me de bruços, colocou um travesseiro na minha barriga, deixando meu rabo bem empinado, e voltou a me comer, desta vez com muita força e velocidade, sem se importar com meus pedidos de parar que estava doendo, ao invés disto, parecia que quanto mais eu reclamava, mais força ele punha, e senti um grande alivio ao sentir sua explosão dentro de mim, enquanto sua porra se misturava com o que sobrara do Paulo dentro de mim, formando uma verdadeira sopa anal.

Neste dia paramos por ai, e fui embora para casa um pouco assustado pelo ocorrido, e com um pouco de dificuldade de andar normal, pois estava bem dolorido. Mas na mesma noite quando voltamos a nos encontrar, de banho tomado e um pouco mais recuperados, senti que ainda haveria muito a aproveitar, pois apesar de estar dolorido, sentia que ainda ganharia momentos iguais durante aquelas férias e que ansiava por isto.

caldasb540@bol.com.br

 

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