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A virgem que esquentou a suruba |
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Eu tinha dezesseis anos e estava de férias no colégio.
Nessa época, tinha duas amigas inseparáveis: Vera, do tipo
mignon, morena e também com dezesseis anos, e Andréa, de
dezessete, loura, um mulherão. Minha aparência é um
tanto frágil, tenho cabelos negros compridos, despertando a curiosidade
dos homens. Minhas duas amigas fizeram amizade com um casal de empresários
de Petrópolis enquanto estavam de férias. Ele se chamava
Paulo, tinha a pele morena, cabelos encaracolados e usava bigode. Sílvia
era mais alta do que ele, morena jambo, cabelos longos. Ambos tinham trinta
e sete anos. Assim que começamos a nos divertir, convidaram Vera
e Andréa para passarem uma semana na mansão deles. Eu, que
sempre fui muito entrona, pedi para ir junto com eles. A casa era grande
e luxuosa, com uma piscina linda. Nós três ficamos acomodadas,
cada uma em um quarto. No primeiro dia houve churrasco, vôlei e
banhos descontraídos de piscina. Com toda essa atividade, resolvi
dormir mais cedo, só que acabei perdendo o sono e fui para o quarto
das minhas amigas. Levei um susto: elas não estavam lá. Saí da casa dos hóspedes em direção à
principal, onde vi a luz acesa. Tentei entrar pela varanda, mas antes
disso vi uma cena de completa orgia. Fiquei excitada e permaneci escondida
vendo Paulo deitado de costas enquanto Andréa cavalgava no mastro
dele. Ao mesmo tempo, Sílvia estava ajoelhada diante de Vera chupando-lhe
os seios e enfiando dois dedos na vagina. Depois de uma espécie
de orgasmo coletivo, eles descansaram. Já refeita, Silvia engatinhou
na direção de Andréa e começou a percorrer
o corpo dela com a língua, no momento em que Paulo passava a enrabar
Vera. Esta gritava de dor, mas não parava de rebolar. Sílvia
e Andréa iniciavam um sessenta-e-nove. Eu comecei a sentir medo
e voltei para meu quarto. Depois, minhas amigas chegaram evitando fazer
barulho para não me acordar. Comecei a me imaginar naquela orgia
que nunca havia experimentado. Para reforçar minha timidez em relação
ao sexo, as amigas não me contavam nada do que faziam. Na noite seguinte, fiquei novamente espionando a suruba, escondida por
trás da janela. No outro dia, o casal foi convidado para um churrasco
na casa de outros amigos, Carlos e Sandra. E, à noite, eles também
participavam da bacanal. Agora, eram seis numa alegre trepação.
Vera chupava o pau de Carlos e Sandra passava a língua no cuzinho
dela. Paulo e Sílvia faziam um verdadeiro sanduíche de Andréa,
como se dançassem uma lambada erótica. De novo, assisti
a tudo e fiquei pensando por que só eu não participava daquilo.
Acho que, embora eu tenha os seios grandes e a bunda arrebitada, minha
aparência é muito infantil. Para negar isso a mim mesma,
resolvi entrar nessa orgia. Só na véspera de irmos embora
tomei coragem e fui até a casa principal só de camisola,
mas não encontrei ninguém. Comecei a procurar por eles e
ouvi barulhos vindos do vestiário da piscina. Percebi que todos
se preparavam para mais uma suruba, respirei fundo e senti meu coração
bater forte. Antes que eu desistisse novamente, tirei a camisola e entrei
nua. Eles se espantaram e ficaram me olhando em silêncio. Eu continuei
parada até que Sandra se destacou do grupo e me tomou pela mão.
Levou-me até o chuveiro, enquanto os outros fizeram um círculo
em volta de mim. Revelei a todos que era virgem, para espanto geral. Mas
logo o susto deu lugar à sacanagem. Sandra começou a acariciar
meus seios e convidou os outros a me bolinarem. Passei a sentir mãos
por todo meu corpo bunda, costas, coxas, vagina, barriga. Sandra se ajoelhou
e meteu a cara entre minhas pernas, Andréa sugava meus seios, Vera
passava a língua em minhas costas e Sílvia também
deslizava a língua quente no meu cuzinho. Depois, todos se afastaram
de mim. Andréa foi até um canto, voltou com um consolo preso
à cintura e começou a enrabar Sandra. Nisso, Carlos me agarrou
por trás e apertou meus seios com força, me mandando olhar
para Sandra e Andréa, dizendo que ia fazer o mesmo comigo. Fiquei
apavorada e tentei fugir, mas ele continuou me segurando com firmeza.
Quando parei de me debater, Carlos pôs a cabeça de seu pau
na entrada do meu cuzinho e começou a me penetrar. Senti uma dor
terrível e comecei a gritar. Quando ele enterrou tudo, comecei
a sentir calafrios e ele enfiou um dedo em minha vagina iniciando os movimentos
de entra e sai. Pouco depois, senti o leite quente inundar minhas entranhas
e tive o primeiro orgasmo da minha vida. Assim que Carlos retirou o pau
lambuzado de minha bunda, foi a vez de Paulo me agarrar por trás
e me enrabar também, depois de colocar a camisinha. Embora o seu
membro fosse menor, ele enfiava com mais violência, causando mais
dor, me fazendo chorar. Mesmo assim, eu não pedia para parar, pois
naquele instante encarei tudo como um desafio e rebolei. Ele e eu gozamos
aos berros. Sandra pegou o consolo com Andréa e me tomou pelo braço,
nos levando para um canto do vestiário atrás dos armários,
onde ninguém nos via, e começou a chupar todo o meu corpo.
Depois que gozei, ela prendeu o consolo e me colocou de quatro. Logo entendi
o que ela queria e, como fosse um novo desafio, deixei que ela enrabasse
minha pobre bundinha. Durante uns poucos minutos achei que ia desmaiar
de dor, até porque ela não fez o movimento de entra e sai,
deixou o consolo direto lá dentro, só tirando quando voltei
a chorar. Ela riu e me levou de volta à suruba. Quando cheguei, vi um colchonete de plástico estendido no chão. Carlos, com o membro em ponto de bala, e me mandou deitar. Assim que deitei, ele enfiou a cara entre minhas pernas ao máximo e deitou em cima. Quase tive uma síncope quando ele começou a penetrar minha vagina. O membro duríssimo foi forçando passagem e parecia que ia me rasgar. Quando Carlos iniciou os movimentos de penetração, enlacei minhas pernas nas costas dele e comecei a mexer também. Para minha felicidade, ele só gozou uns vinte minutos depois, quando eu já estava no terceiro orgasmo, quase desfalecendo. Carlos não agüentou o tranco e se jogou para o lado, adormecendo. Descansei alguns segundos e fiquei de pé, mas logo Paulo me agarrou por trás novamente. E dessa vez meteu na boceta com toda força. 'Vai mais devagar, pois quero gozar também', pedi. Ele diminuiu um pouco o ritmo e comecei a sentir prazer, ao mesmo tempo em que Sílvia e Sandra faziam um sanduíche em Andréa e Vera sugava o pau de Carlos, que continuava deitado, enfiando um dedo no cuzinho dela. Quando Paulo gozou, me sentei no chão e fiquei olhando aquela suruba digna da corte de Calígula e não transei com mais ninguém. Por minha causa, nossa estada em Petrópolis foi estendida em mais uma semana e todos, nesse período, disputavam quem mais vezes transava comigo. A garotinha que chegou virgem e assustada, voltou para casa feliz e disposta a experimentar todos os prazeres que a vida pode oferecer. Para volver a SEXYCONTOS, haga click aquí |
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