Comemoração de formatura

Meu nome é André, sou do Rio de Janeiro, tenho vinte e cinco anos, e em janeiro do ano passado eu consegui finalmente me formar na faculdade. Depois de quase cinco anos de curso e inúmeras dificuldades, consegui o que parecia impossível. Para comemorar a façanha, nada melhor do que curtir com os amigos em um bom lugar. Chamei dois amigos meus da faculdade, Gustavo e Filipe Augusto, que sempre adoraram uma sacanagem. Escolhemos uma boate famosa no centro da cidade e fomos até lá com toda a disposição do mundo, além de uma boa grana acumulada. A intenção era fazer a melhor noitada das nossas vidas, pois a situação merecia uma comemoração muito especial.

Chegamos lá por volta das nove da noite e não demorou para que algumas mulheres se aproximassem de nós. Pedimos bebidas e rapidamente cada um de nós já estava com uma mulher. A que ficou comigo chamava-se Mariana. Era uma morena alta maravilhosa, com peitos grandes e coxas grossas que combinavam perfeitamente com a silhueta gostosa e a barriguinha sarada. Mariana tinha uns olhos verdes lindíssimos e logo eu já estava agarrando aquele monumento. As mulheres que estavam com meus amigos também eram espetaculares e eu não sabia mais para onde olhar, com o pau duro de rasgar a calça. Quando as carícias tornaram-se mais atrevidas, explicamos para elas a nossa situação e elas sorriram e falaram que a gente podia ir para um dos quartos da boate, feito só para essas "festinhas". A gente mandou que chamassem mais duas, para que a sacanagem ficasse ainda mais apimentada. Mariana me puxou pela mão e me fez subir atrás dela por uma escada estreita, que dava acesso a um corredor igualmente apertado, iluminado apenas por uma fraca luz vermelha. A entrada do quarto era grande e Mariana abriu a porta com estronto, revelando um imenso aposento, como um quarto de motel, muito limpo e muito arrumado, com espelhos por todos os lados e até no teto. Além das grandes camas ao redor (mostrando que o lugar havia sido realmente feito para orgias), havia no centro do lugar um pequeno palco circular, com aquela barra de metal no meio e efeitos de luz.

Mariana nos pediu que as esperássemos lá e saiu com as outras duas, sorrindo delicadamente. Cada um de nós sentou em uma cama separada, e tiramos nossas roupas. Queríamos estar bem relaxados para assisistir o show. De repente, as luzes se apagaram e somente a iluminação do palco foi acesa. Uma música suave e sensual começou a tocar. Uma loura lindíssima (a que estava com Filipe Augusto lá embaixo) subiu no palco com movimentos lânguidos, lançando olhares tesudos para nós três. "Que profissionalismo!", eu pensei. A loura também era alta e estava vestindo uma camisola branca, transparente e rendada. Por baixo, um conjunto de calcinha e sutiã igualmente branco e minúsculo. A loura começou a dançar da forma mais sacana possível, exibindo com gosto os dotes que a natureza deu. Abriu a camisola lentamente e eu já não conseguia parar de bater punheta, mesmo sabendo que tinha que "economizar" para fodê-las depois. Quando a camisola foi ao chão, pude ver como ela era gostosa: um par de peitos gigantescos e duros estavam lá, sacundindo ao sabor da música erótica. Com a cintura fina e quadris largos, a loura rebolativa virou para nós a bunda espetacular e foi abrindo o sutiã como só as profissionais sabem fazer. Olhei para meus amigos e eles também estavam babando como eu. Quando ela virou, eu pude ver os seios lindos e tive que me segurar para não gozar.

Quando eu achei que a loura iria tirar a calcinha, ela fez um sinal com a mão para Mariana, que estava parada junto ao palco, vestindo apenas uma calcinha vermelha de puta. Quando ela subiu no palco, pude ver o quanto era gostosa a mulher com a qual eu estava agarrando lá embaixo. Mariana se aproximou da loura e a beijou na boca, dando um abraço daqueles que encostam tudo. Elas se esfregaram diante de nosso olhar abismado e foram tirando lentamente a calcinha uma da outra. A loura tinha os pentelhos dourados como os cabelos da cabeça, que cobriam com perfeição a boceta de lábios rosados e grandes. Mariana tinha uma boceta totalmente depilada, de testa larga e grelo saliente. Elas continuaram se beijando e se esfregando, até que as outras três também subiram no palco, já totalmente nuas e se agarrando como nem na minha mais louca fantasia sexual eu havia imaginado.

Agora as cinco estavam em uma verdadeira orgia lésbica, numa confusão de bundas e peitos magníficos, sendo tocados e acariciados. Uma incrível sucessão de bocetas sendo dedadas e lambidas, deixando-nos totalmente rendidos diante de tanto tesão. Não agüentando mais o tesão, ordenei que o espetáculo fosse interrompido para que nós pudéssemos fodê-las. Nós três fomos para uma cama enorme que havia no canto do quarto e as putas vieram começar o serviço. Mariana e uma outra loura vieram para cima de mim simultaneamente e eu tratei de meter logo uma mão em cada boceta, dedando bem fundo. Elas gemeram e pegaram no meu pau, punhetando juntas. Caí de boca na primeira teta que vi e senti uma boca gostosa engolindo meu pau. Uma chupeta espetacular me fez ver estrelas enquanto eu lambia a gostosa que estava perto de mim. Vi Filipe Augusto e Gustavo curtindo com as outras, fodendo-as como loucos. Deitei Mariana com a barriga para cima, fiquei sobre ela e meti bem fundo a minha vara naquela boceta gostosa, bombando bem forte. Saí pegando em tudo que é bunda e peito que se apresentava na minha frente, chupando o que podia. Nunca fodi tanto na minha vida: trocava de boceta o tempo todo, dando ordens para as putas ficarem de quatro, rebolarem, cavalgarem... Foi uma noite realmente inesquecível, uma comemoração e tanto, e não consigo imaginar nada que pudesse ser melhor. Botava as putas de quatro e as fodia no cu, mandando elas chuparem meus amigos. Elas gemiam muito nós três comemos muito todas elas. Na hora de gozar, descarreguei muita porra na cara de Mariana, que foi quase que imediatamente lambida por suas amigas. Ver as putas se lambendo e se chupando foi quase tão bom quanto comê-las.

Fodemos por quase quatro horas. Depois disso, exaustos, nós tomamos um banho e as mandamos embora. Pagamos uma conta altíssima na saída da boate, mas com certeza foi uma grana bem gasta, porque valeu muito a pena. Gustavo se casou logo depois desse dia, mas sempre que posso eu volto àquele lugar com meu amigo Filipe Augusto, pedindo sempre duas ou três putas além de Mariana, que se tornou nossa predileta.

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