Curtindo um ótimo swing

Minha esposa é uma mulher muito atraente e gostosa, fato que me deixa às vezes intrigado devido aos olhares safados que ela desperta. De vez em quando recebe algumas cantadas que ela tira de letra. Esses dias, no entanto, aconteceu um fato muito curioso: um cara que mal conheço me veio com uma proposta muito esquisita, dizendo que há muito tempo está de olho na minha esposa e que gostaria de ter o meu consentimento para ter um caso com ela. Achei muita cara de pau da parte dele. Tentei desconversar. Como ele insistiu muito, respondi que quem deveria dar aquela resposta era minha esposa. Foi a pior coisa que fiz. Passados alguns dias estranhamente comecei ser assediado pela esposa do tal cara. Confesso que não entendi. Ela é uma mulher muito interessante, um pouco parecida com minha mulher, morena, baixinha e gostosa. Ela insistiu, dizendo que a maior fantasia de seu marido era ver sua mulherzinha traçada de todas as formas.

Acabei concordando e no dia combinado fui no apartamento do casal. Fui recebido por Pat (é o seu apelido). Ela estava com uma saia curtíssima que mal cobria suas coxas, uma blusinha curta deixando à mostra generosa parte de seus seios. Fiquei excitado só de olhar. Disse que seu marido estava por chegar, concordei aguardar sentado no sofá da sala. Ela sentou num banquinho bem na minha frente, cruzou as pernas foi quando percebi que estava sem calcinha. Fiquei doido, quase gozei nas calças. Ofereceu uma bebida, concordei em tomar um drink, que ela foi preparar e, quando voltou, olhou-me com uma cara sacana, passou para mim o copo e sentou do meu lado. Disse que não via a hora de transar e imediatamente ajoelhou na minha frente, abriu o zíper da minha calça e arrancou meu pau que já estava latejando de duro. Atracou uma chupeta de enlouquecer, segurei-a pelos cabelos e forçava a pica na sua boca, arranquei sua blusa e comecei a massagear seus peitinhos e deslizei as mãos até a sua bundinha, passei o dedo na sua xoxota e ela já estava molhada. Falei que iria comê-la aí mesmo antes da chegada do maridão.

Convidou-me para irmos ao quarto. Quando cheguei à porta tomei um susto: minha mulher estava pagando um tremendo boquete para o Ricardão (é esse o apelido do cara). Fiquei imóvel, incrédulo e percebendo que havia sido enganado. Eles estavam tão ocupados que nem notaram nossa presença. Minha esposa é muito boa no sexo oral, mas não imaginei que ela faria isso com outro homem. Ela lambia e chupava as bolas parecendo que queria engolir, sugando como um picolé a cabeçorra daquele pau, que era muito grande (uns 23 cm) e grosso. Fiquei duvidando que agüentaria aquela rola na sua xotinha apertada. Enquanto era chupado, Ricardão bolinava a xaninha que já estava muito umedecida, deslizava os dedos no ânus e chegava na boceta, enfiando lentamente para deixar minha mulher louca de tesão. Depois a deitou de costas na cama e caiu de língua beijou os peitinhos. Foi descendo pela barriga e umbigo, massageando o clitóris. Minha esposa começou a implorar para ser penetrada e ele começou a esfregar a chapeleta na sua bocetinha e tentava enfiar, mas estava difícil apesar de bem lubrificado. Ergueu minha mulher numa cadeira de massagem erótica, abriu bem suas pernas e começou a forçar, favorecido pela posição escancarada. Quando entrou a cabeça, minha mulher soltou um gritinho mesclado de dor e prazer, ele perguntou se ela queria que ele tirasse, ela respondeu: "Não, seu puto, enfie tudo". Foi o pedido que ele esperava: com uma estocada atolou o cacete na sua bocetinha, não sei como conseguiu enfiar tudo. Ricardão ficou num vaivém lento, pois qualquer coisa o pau escapava da xaninha apertada, agora já meio arrombada.

Colocou minha esposa de quatro e disse: "Agora vou comer seu cu". Ela ficou desesperada, tentou escapar, mas ele disse: "Calma meu anjo, vou ser bem carinhoso, se você sentir que vai doer eu desisto". Com a concordância de minha esposa ele iniciou a preparação, passou a língua no seu rego e desceu até o anelzinho apertado, passou um lubrificante no seu cacete e no ânus de minha mulher e fodeu primeiro com o dedo. Quando ela já estava bem relaxada pegou o cacete e esfregou no rego, deslizando pelo cuzinho e chegou até a xaninha, foi penetrando sua boceta lentamente até aquela rola desaparecer, tirou de novo e reiniciou o percurso, ânus e xana. Depois disso ele começou a forçar a entrada de seu anelzinho, não havia nenhuma possibilidade de penetração. Minha mulher de vez em quando me dá o rabo, mas meu pau é bem menor. Ele não desistiu, abriu bem as pernas da minha mulher e lentamente conseguiu enfiar a cabeça. Minha mulher gritou e tentou escapar, ele a segurou firma pelo quadril e ficou naquela posição imóvel, até ela acostumar com o invasor e perder um pouco do medo. Alguns minutos depois, minha mulher começou a rebolar e empurrar a bunda para trás, foi o que Ricardão mais queria, lentamente enterrou a pica no seu rabo até encostar as bolas em suas nádegas. Minha mulher ficou alucinada gritava, urrava, xingava: "Me come seu babaca, enfia toda essa pica no meu rabo". Depois de algumas estocadas firmes, minha mulher não resistiu e gozou. Gritou como uma louca e pude ver que ela gostou muito do que fez. Depois de alguns vaivéns ele inundou seu rabinho de porra. Durante todo esse tempo Pat estava chupando meu pau. Fiquei impressionado com a capacidade dessa mulher de chupar piroca durante tanto tempo sem perder a empolgação nem diminuir o ritmo. Quando minha esposa atingiu o orgasmo eu me excitei muito e enchi a boca de Pat com meu esperma. Ela se levantou e abriu a boca para mostrar para o marido a boca cheia do meu líquido branco. Ele sorriu e ela, olhando nos olhos dele, engoliu minha porra sem fazer cara feia. Depois eles me contaram que uma das coisas que Pat mais gosta de fazer é chupar pau. Com todo mundo satisfeito, despedimo-nos deles e fomos para casa. Outros encontros desse tipo aconteceram, até com mais casais, e até hoje nós mos contato.

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