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Duas gostosas na banca de jornal |
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Meu nome é Pedro, tenho trinta e quatro anos e eu sou dono de uma banca de jornal aqui no Rio de Janeiro. Eu sempre achei que essas histórias eróticas fossem todas falsas, mas minha opinião mudou quando a história aconteceu comigo no último Carnaval. Eu parei de contar o que aconteceu porque ninguém acreditava em mim e não queria passar por mentiroso, mas resolvi escrever para relatar o fato. Era terça-feira de Carnaval na Cidade Maravilhosa e as ruas estavam lotadas de gente indo e vindo de tudo quanto é lado. Para aproveitar o bom movimento, deixei a minha banca aberta até mais tarde. Estava sozinho e o movimento não era tão bom para justificar o sacrifício do meu feriado, mas como eu era solteiro e não gostava de gandaia, isso não fez muita diferença para mim. Já era quase meia noite quando eu resolvi fechar a banca e ir embora. Foi então que apareceram duas mulheres meio bêbadas falando alguma coisa comigo que eu não entendi muito bem. Eram duas gatas e, pelo que eu percebi, estavam querendo uma farra. Puxei conversa, meio espantado, e elas disseram os nomes. Kátia era uma morena de pele bem branquinha, magra e alta, de seios fartos e bunda arrebitada, com os lábios carnudos e uma carinha de safada. Marina era loira de olhos verdes, mais baixa do que a amiga e muito mais gostosa, uma verdadeira potranca. Fiquei embasbacado com as duas, mas segurei a onda para não passar por idiota. Elas estavam abraçadas e percebi uma aproximação lésbica entre as duas. Elas vinham de fora, mas não disseram de onde. Eu, sem graça e um pouco receoso, desconversei e fui fechando a banca, doido para ir embora. Foi então que Marina falou sem rodeios: - A gente está a fim de foder. Você não quer dar uma comida na gente não, gostoso? Arregalei os olhos e não sabia o que responder. Kátia agarrou meu pau, que já estava duro, e perguntou: - Vai demorar muito para responder? - Eu já estou fechando a banca, tem gente lá em casa, não posso levar vocês lá - respondi mentindo, pois eu morava só. Fiquei espantado com a atitude das mulheres. - A gente vai foder aqui mesmo então. Fecha essa banca com nós três dentro - disse Marina, empurrando-me para dentro enquanto a amiga arriava a porta da banca, ocultando-nos dos olhares das pessoas da rua. O lugar era pequeno, mas tinha espaço suficiente para fazer uma boa sacanagem. Kátia rapidamente tirou a blusa e a calça, ficando só de calcinha. Era uma calcinha de puta, vermelha e bem pequena, com uma transparência na frente que me deixava ver os pentelhos escuros da morena. Ela ficou rebolando e exibindo o corpo enquanto Marina me jogava por cima das revistas e me agarrava, abrindo minha calça com voracidade e procurando pelo meu pau. Ela tirou meu pau da cueca, elogiou o tamanho, meteu na boca e começou um boquete espetacular. Kátia, cheia de tesão, sentou-se de meu lado e me deu os peitões para chupar. Eu mamei com gosto e passei as mãos pelas coxas dela, subindo atá boceta. Ela estava encharcada! Afastei a calcinha com os dedos e toquei uma siririca gostosa. Ela gemia como uma puta e pedia mais e mais. Marina levantou-se e tirou o vestido, ficando totalmente nua: era uma loira fenomenal, com um rabão de deixar qualquer um maluco. A boceta era do tipo gordinha, inchada, com uma leve penugem loira. Ela veio para cima de mim e arrancou minha calça ao mesmo tempo em que Kátia arrancava minha blusa. As duas estavam famintas de sexo. Marina, de quatro, lambeu minhas bolas, deixando meu caralho duro para a amiga chupar. A morena ficou de quatro também e mostrou ser tão boa de boquete quanto Marina. As duas ficaram chupando meu pau juntas, revezando-se entre meu pau e meu saco. Durante a sacanagem, vi que as duas trocavam carícias nos seios e beliscões nos mamilos. Lambiam minha vara como quem não vê um pau há anos. Kátia levantou e veio arreganhada para cima de mim. Montou na minha pica e gemeu alto quando ela deslizou fundo para dentro da sua boceta. Marina abraçou-a por trás e agarrou nos seios da morena, oferencendo-os para mim. Kátia cavalgava mais empolgada ainda quando era mamada, e falou que tinha muito tesão nos peitos. Marina ficou esfregando a boceta na bunda da amiga que fodia. Tirei Kátia de cima de mim e pulei para cima de Marina, jogando-a no chão e deitando-me sobre ela para fazer um papai-e-mamãe. Ela abriu as pernas e eu dei uma estocada firme que enfiou meu pau até o talo naquela boceta molhada. Ela começou a dar gritinhos quando as bombadas ficaram mais fortes. Chupei os peitos dela e ela entrelaçou as pernas ao meu redor, como se quisesse que eu entrasse inteiro na xoxota dela. Kátia acocorou-se diante de nós e meteu a boceta na cara da loira. Marina chupou a amiga com gosto enquanto era comida, tirando a boca de lá apenas para dar uma lambidas generosas no clitóris intumescido. Saí de cima de Marina e coloquei Kátia de quatro, não demorando para começar a comê-la nessa posição. Ela gemia muito e foi a vez de Marina, ainda deitada de barriga para cima, abrir as pernas e receber em seu sexo a língua voraz de Kátia. Ficamos nessa putaria por muito tempo e executamos todas as posições malucas que apareciam em nossas cabeças. Kátia foi a primeira que gozou, montada no meu pau e gritando alucinadamente. Saiu de cima do caralho para deixar a amiga se divertir e Marina pulou e gritou muito antes de atingir o orgasmo. Com as duas satisfeitas e suando em bicas (pois estava muito quente lá dentro), deitei-as uma do lado da outra, com os rostos coladinhos, e gozei na cara delas, despejando uma grande quantidade de porra pelas bocas abertas e receptivas. Cansado, sentei no chão e assisti as duas trocarem um beijo de língua prolongado, como se quisessem degustar juntas o meu líquido. Depois de um relaxamento, vestiram-se e me agradeceram, saindo trôpegas da minha banca de jornal. Nunca mais vi as duas, mas no próximo Carnaval podem ter certeza que eu vou ficar bem atento às pessoas na rua e vou deixar minha banca aberta, se preciso, até o dia clarear. Para volver a SEXYCONTOS, haga click aquí |
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