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Festa particular |
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Meu marido R adora sacanagens, festas, surubas, saunas, boates, cinemas
pornô etc. Nós temos toda a liberdade do mundo para sair
com quem quisermos, a hora que quisermos, temos liberdade para falar dos
nossos desejos e taras pessoais, fantasiamos seguidamente com quem gostaríamos
de sair ou pelo menos ter um enrosco erótico. Sempre falei para
ele da tesão que sinto por um primo meu de segundo grau, que é
a cara do Tom Cruise, ele é alto, moreno, coxas grossas, um tesãozinho...
R sempre recomendou que eu fosse a luta, mas eu nunca tive coragem, pois
se pintar sujeira em família a coisa fica muito ruim. O R possui um grupo de amigos com quem joga futebol, vai a pescarias
e com quem seguidamente organiza surubas e festas do cabide, contratando
inclusive moças de programa para animação e farra.
Em algumas dessas festas mulheres não entram, somente participam
as contratadas como garotas de programa ou então as que foram contratadas
para fazer algum tipo de show. Há muito tempo venho manifestando
minha curiosidade e vontade de ver como rola a sacanagem nestas orgias
organizadas e a venho cantando R para me deixar pelo menos espiar o que
acontece nestas ocasiões. O empecilho era sempre o mesmo: vários
participantes destas festas me conhecem e nem sonham que nós transamos
este tipo de relacionamento aberto e sacana. Como eu poderia participar
sem ser reconhecida? Cansei de insistir. Até já havia desistido
e perdido as esperanças quando certo dia R me comentou que na sexta-feira
haveria uma festa em uma casa na zona sul da cidade e que eu seria uma
das garotas de programa que lá estaria, para atender aos clientes
(amigos). Levei um susto e perguntei como seria possível. Com aquele
receio todo de ser reconhecida eu não iria de modo algum. Ele só
comentou: "Calma, que é uma festa à fantasia e do jeito
que vais, ninguém poderá te reconhecer". Na quinta-feira ele trouxe uma caixa e mandou que eu experimentasse o
que estava ali dentro. Abri e era um macacão de couro brilhoso,
super colante que mal cabia em mim, me deixando até com dificuldade
de respirar. O detalhe deste macacão é que ele cobria completamente
tudo, inclusive os meus cabelos, mas tinha aberturas em todos os buracos
penetráveis do meu corpo. Possuía uma abertura que deixava
minha bunda completamente de fora, minha chaninha à vista, meus
seios e boca idem. Eu adorei o visual, tipo mulher gato e resolvemos experimentar
para ver como ficaria em caso de transa. Ele então enfiou o pau
na minha boca, me colocou de pernas para cima e meteu na minha chana.
Depois disso deixou escorregar o pau e, aproveitando um descuido meu,
meteu no meu rabo de uma só vez na mesma posição.
Quando quis reclamar ele me deu um tapa do lado do ouvido que me fez gozar
de imediato. O macacão foi aprovado no teste, com louvores, tive
queixa apenas quanto ao calor quase insuportável que fazia ali
dentro. Chegada a grande noite lá fomos nós e a dita festa começou
às oito horas e nossa entrada seria mais ou menos às dez.
Fui encaminhada para a companhia de umas quinze meninas que vestiriam
cada uma um tipo diferente de roupa, a minha era de uma gatinha preta,
sensual, tinha também de coelhinha, borboleta, fadinha, bruxa,
Eva, dominadora, etc. Algumas destas meninas eu já conhecia, pois
já havíamos saído com elas e outras eram conhecidas
da casa de massagem de uma amiga nossa onde já fizemos mil loucuras.
Eram mais de dez horas quando mandaram que nos preparássemos para
entrar no salão. Senti um frio na espinha. Já passei por
muitas situações, mas esta era completamente diferente,
eu estava ali sozinha, pois R estava na platéia e fingiria ser
um desconhecido. Com todas minhas partes eróticas a mostra, desfilando
e dançando sensualmente para mais de cinqüenta homens, onde
eu podia identificar diversos amigos que freqüentavam nossa casa,
vizinhos, colegas de trabalho do R, fregueses de minha empresa, alguns
parentes do R e, para minha surpresa, meu priminho. Senti uma tremedeira e eu não sabia o que fazer. Desfilamos para
eles, dançamos, eles nos bolinaram, enfiavam a mão, os dedos,
a língua nas partes íntimas. Para todo lado que se olhava
era só gente chupando, mordendo, metendo... As meninas sentavam
no colo de um enquanto outros enfiavam o pau na sua boca ou o colocavam
entre suas mãos, ou esfregavam nos seios. R, ao ver que estava
meio perdida, veio ao meu encontro, começou a me bolinar e me beijar.
Adorei, pois me senti um pouco mais segura (por pouco tempo). Ele tirou
a pica para fora e me fez chupá-lo no meio do salão. Nisso
senti que estava sendo agarrada e aberta por trás. Senti ser penetrada
por um pau extremamente duro. Olhei e vi apavorada que quem estava me
comendo era um amigo íntimo do R que estava sempre lá em
casa. Um pouco mais adiante, a uns três metros de onde estava via
meu priminho sendo chupado por uma das meninas. Cada vez eu ficava mais
apavorada e também mais excitada. Naquela noite descobri que o R queria mesmo era me sacanear. Discretamente
saiu do meu lado, deixando-me sozinha e à mercê de um monte
de homens que estava me cercando. Eu fiquei olhando e imaginando o que
ele iria aprontar. Como quem não quer nada, foi até onde
estava meu priminho e deu um jeito de trazê-lo para junto de mim.
Quando percebi a intenção tentei fugir, sair daquele canto,
mas não deu. Em poucos momentos meu primo estava com um picão
completamente duro e intumescido tentando enfiar na minha boca enquanto
bolinava meus seios. Não queria chupar, tentei tirar e fechar a
boca. R me deu um tapa na bunda me deixando marcada e encharcada de tesão.
Disse: "Chupa, putinha... cadela..." Não resisti e abri
a boca, sendo penetrada por aquela pica que sempre sonhei em chupar. O
R então aproveitou e enfiou a pica na minha chana que estava completamente
arreganhada pela posição em que eu me encontrava. Após
um tempo sugeriu ao meu priminho uma troca de posição. Eu
já não tinha mais forças para resistir e acabei gozando
com um pau da família dentro de mim. Após isto eles ainda
fizeram troca-troca, metendo no meu cuzinho. Vi que o R não parava de falar, olhei para trás e o filho
da puta estava organizando uma fila para que metessem em mim. O jogo era
o seguinte: cada um dava três ou quatro estocadas e tirava, dando
lugar para outro. Para piorar minha situação, R me agarrou
no colo, enfiando a pica na minha chana e me fez colocar as pernas na
sua cintura, como estávamos de pé isto fez com que meu rabinho
ficasse completamente escancarado e aberto para quem quisesse brincar
com ele. Perdi as contas de quantos paus meteram em mim, na minha chana,
no meu rabo, na minha boca... Perdi a conta de quantas vezes eu gozei. Adorei a festa! Matei minha curiosidade e nunca mais quero ir, mas valeu a primeira vez. Hoje, ao recebermos a visita de algum amigo, parente, vizinho ou conhecido com a família e eu me lembro que ele estava naquela festa fico louquinha para contar que ele comeu meu rabo, minha chana ou gozou na minha boca ou seios. Sinto o maior tesão em guardar este segredo comigo. Quanto ao R, não esqueci do que ele me fez. Mais uma vez ele aprontou de forma surpreendente, pegando-me desprevenida e deixando-me indefesa e sem possibilidade de reação, mas já estou aprontando o troco para ele. Para volver a SEXYCONTOS, haga click aquí |
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