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Minha prima, eu e meus amigos |
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Moro no Paraná, e a história que eu vou contar aconteceu
em julho de 98. Sou estudante de Engenharia, e estávamos marcando
com mais quatro amigos (Carlos, André, Marcos e Fábio) uma
pescaria na casa de meu tio, que mora no interior do estado. Saímos
numa quarta-feira e pretendíamos ficar até o final de semena.
Logo na chegada fomos muito bem recepcionados por meu tio, minha tia e
Fernanda, minha prima que estava passando as férias da faculdade
na casa dos pais e já despertou o tesão de todos meus amigos,
inclusive o meu. Ela tinha vinte e um anos, 1,75m de altura, loira de
olhos azuis, com uma bunda arrebitada e seios fartos, capazes de deixar
qualquer homem louco, cursava direito e morava sozinha, estudando na mesma
cidade em que estudo. Logo após a recepção, fomos
nos instalar numa antiga casa utilizada por um chacreiro que havia sido
demitido. Utilizamos a cozinha da casa, agora nosso quartel, para fazermos
nossas refeições e prepararmos nossas caipirinhas. Após
nos instalarmos fizemos um lanche e ficamos bebendo e jogando baralho
até altas horas, mas no dia seguinte, fomos acordados por minha
tia e minha prima (que estava linda) que traziam pães frescos,
bolos, doces, nos deixando envergonhado com tanta fartura. Após
o café, arrumamos nossas coisas para pescar quando minha tia disse
que a Fernanda poderia nos mostrar os melhores locais para a pescaria,
o que aceitamos rapidamente. A partir daquele dia, ela sempre nos acompanhava, inclusive nas bebedeiras
que fazíamos à noite. Na noite de sexta-feira, após
a pescaria, voltamos e começamos a tomar banho, aproveitando o
banheiro da casa. Fernanda foi tomar banho em casa e voltou cerca de uma
hora depois. Ao entrar na casa para pegar uma cerveja, viu Carlos, que
tinha esquecido de fechar a porta do banheiro, tomando banho, e pode apreciar
seus 22cm de pica ainda mole. Logo cheguei perto dela, ela levou um susto
ao me ver e perguntei: - Já imaginou o estrago que isso faria em você? Ela respondeu meio encabulada: - Nunca imaginei que pudesse existir algo tão grande! Saímos e continuamos bebendo durante a noite, quando, há
certa altura o papo, começamos a falar de sexo, e minha prima,
já meio bêbada, perguntou ao Carlos qual seria o tamanho
do pênis dele duro. Carlos sacanamente falou que nunca tinha medido
e perguntou se a Fernanda gostaria de auxiliá-lo. Ela, para meu
espanto, disse que sim. Carlos chegou perto de minha prima, abriu o zíper
da calça e tirou o pinto para fora, ainda meio mole e começou
a punhetá-lo. Minha prima com uma régua, que não
sei de onde apareceu, começou a tentar medir. Tinha 26,5cm. Carlos
falou: - Ele pode ficar ainda maior se você chupar. Minha prima começou beijando levemente a cabeça, e tentou
engolir ele inteiro, não chegando nem na metade. Neste momento
todos meus amigos começaram a chegar perto da minha prima que estava
fora de si e começaram a arrancar suas roupas. Carlos que parecia
tomar conta da situação abaixou-se e começou a chupar
a bocetinha de minha prima que já estava delirando. Minha prima
olhou para mim e disse: - Vem priminho, quero ver se seu pau também cresce na minha boca! Logo retirei meu cacete para fora e ela começou uma das melhores
chupetas que já recebi. Nesse momento minha prima falou: - Priminho, agora quero ver o estrago que aguela pica vai fazer em mim. Falando isso, puxou todos nós para um sofá, deitou e mandou
Carlos enfiar o cacete com cuidado. Carlos lubrificou bem com saliva a
entrada da gruta e começou a enfiar. Minha prima se contorcia de
prazer e dor enquanto sentia cada centímetro daquela pica entrando.
Ela começou a chupar o cacete de meus outros amigos enquanto sentia
o vaivém daquele mastro. Nesse momento olhei para minha prima e
provoquei: - Nossa! Nem fez estrago algum, temos que dar um jeito nisso! Pedi para Carlos sentar no sofá, e minha prima sentou nele, começando
uma cavalgada. Meus colegas já estavam com seus paus devidamente
duros quando fui a cozinha e trouxe um pote de margarina. Minha prima
me olhou sacanamente e curvou-se um pouco mais para facilitar a penetração.
Peguei um pouco de margarina e começei a espalhar naquele anelzinho
que começou a se dilatar incrivelmente: foram quatro dedos que
entraram um após o outro. Perguntei para minha prima e ela disse
que não sabia como conseguia aquilo, devia ser um "dom natural".
Posicionei meu cacete, de 18cm, na entrada e fui empurrando facilmente.
Minha prima começou a se mexer no meio do sanduíche e chegou
a gozar umas três vezes. Em dado momento, meu pau escapou e minha
prima falou: - Acho que vocês não vão conseguir fazer estrago
algum em mim, só dar prazer. Nisso Carlos ficou furioso, e mesmo sentado, tirou seu cacete da boceta
e começou a enfiar no cuzinho, forçando os quadris de minha
prima para baixo, com alguma resistência dela. Com calma entrou
tudo e era uma coisa linda de ver aquele cacete imenso saindo quase inteiro
e ser engolido por aquela bunda gostosa, com o cuzinho se alargando. Minha
prima anunciou seu primeiro orgasmo anal, quando Marcos, que tinha um
cacete relativamente grande (19cm), chegou e falou algo no ouvido de minha
prima, que tentou sair do colo de Carlos, sendo impedida pelos dois. Tinha
entendido o recado, peguei o pote de margarina e entreguei a Marcos que
lambuzou seu cacete: minha prima iria receber dois cacetes no cu. Marcos
posicionou a cabeça e começou a penetração.
Minha prima deu um grito altíssimo de dor e tentou sair, levando
um abraço de Carlos que estava por baixo, deixando-a imóvel.
Neste momento falei: - Agora vamos te arrombar! Minha prima pediu por favor, mas tomados pelo álcool, insistimos
que Carlos a segurasse e que Marcos continuasse. Marcos novamente se posicionou
atrás de minha prima já imobilizada por Carlos e começou
a penetrar. Logo que a cabeça entrou, vi lágrimas escorrerem
de seu rosto, e seu cuzinho ficar sem uma prega sequer. Ela começou
a chorar e a gritar de dor, mas estava imobilizada pelo abraço
de Carlos. Após alguns minutos, minha prima começou a gemer
e disse que a dor estava passando. Logo após algum tempo minha
prima estava como uma puta com dois cacetões enfiados no cu, gemendo
loucamente. Marcos avisou que logo gozaria, e Carlos deu uma idéia: - Para você se tornar uma puta completa hoje, vai ter que beber
a porra de todo mundo. Minha prima, meio enojada, mas tomada pelo álcool, aceitou com
cara de puta. Marcos, já prestes a gozar, pegou um copo e começou
a punhetar lá dentro, e cada um de nós, um após o
outro, foi gozando naquele copo. Ficamos fodendo Fernanda por um bom tempo,
com Carlos e Marcos deixando eu e meus outros dois amigos detonarmos aquele
cuzinho. Enquando dois bombavam o anelzinho, um era chupado por minha
prima. Cada um gozou cerca de três vezes (ou mais) naquele copo.
Minha prima já tinha sido fodida de todos os jeitos, dois na boceta,
dois no cu, chupou dois ao mesmo tempo, enfim tudo... Então decidimos: - Chegou a hora de você beber! Antes de fazê-la beber aquela quantidade imensa de porra (era quase um quarto daqueles copos de requeijão), queríamos ver como tinha ficado o cuzinho dela. Ela ficou de quatro no sofá e ele estava totalmente arrombado, conseguíamos ver todo seu interior e colocamos seis dedos dentro. Virei Fernanda e dei-lhe o copo. Logo no primeiro gole ela fez cara de nojo e falou que não tomaria mais. Mandei Fábio agarrá-la por trás e deixá-la sentada, peguei um funil da cozinha, Marcos imobilizou sua cabeça com os joelhos evitar que ela jogasse fora, ou cuspisse o funil de sua boca e adverti que se ela não engolisse, fecharia seu nariz, fazendo ela se afogar com a porra de sua boca. Comecei a derramar lentamente, fazendo com que engolisse em pequenos goles, mas ela logo se acostumou com o gosto e pegou o copo com as mãos e bebeu normalmente. Quando faltava um restinho de porra no copo, pedi que a deixassem de quatro. Comecei a enfiar dedos no cu dela, dilatando-o novamente. Enfiei o funil no cu de Fernanda o mais fundo que pude e derramei o resto da porra. Dei o copo para ela lamber. Ela, já totalmente entregue, lambia o copo e ria, toda lambuzada de porra. Tirei o funil e pude ver o resto de porra que escorria de seu cu. Minha prima começou a vestir-se pois teria que dormir em casa, falou para nós que o gosto de porra no final começou a ficar bom, e quando estava saindo, olhou-nos maliciosamente e disse que amanhã voltaria para poder confirmar se o gosto era tão bom quanto ela tinha se acostumado, ou se seria só impressão. Comemoramos discretamente e aguardamos. Ela voltou todos os dias: ela tinha virado puta e adorou. Para volver a SEXYCONTOS, haga click aquí |
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