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Minha primeira troca de casais |
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Meu nome é Adriana, tenho vinte e seis anos, sou loira natural
de cabelos bem compridos e encaracolados. Meus olhos são verdes
e tenho um corpo muito bem cuidado. Como eu malho muito, todos os dias,
tenho uma bunda sarada e empinadinha e coxas grossas. Meus seios são
médios e durinhos. Além disso, sempre ando com roupas provocantes
e decotadas, o que faz com que eu receba dezenas de olhares e cantadas
onde quer que eu vá. Meu namorado se chama Luís e está
sempre me comendo, o que ele faz muito bem. Como eu moro sozinha, nunca
tive problemas em recebê-lo em casa e passar a noite toda transando.
Um dia, conversando sobre nossas fantasias, ele me falou que sempre pensou
em me ver transando com uma mulher e, depois, transar com nós duas
ao mesmo tempo. Essa idéia me pareceu muito estranha, mas com o
tempo eu resolvi aceitar a fantasia dele, pois eu falei que também
tinha pensado em transar com dois homens simultaneamente. Muito tempo depois, nós recebemos em nossa casa a visita de um casal amigo nosso. João era um mulato grande e bonito, pelo qual eu sempre senti tesão. A mulher dele, Isabela, era uma morena de cabelos curtos e lisos, magrinha mas gostosa, que chamava muita atenção pelos seios enormes que tinha. Ela, sabendo do tesão que provocava, insistia em usar blusas com decotes indecentes, que mostravam quase tudo. Eu achava graça. Não foi diferente nesse dia: Isabela apareceu lá com uma blusa que deixava tudo à mostra. Eu, sabendo que meu namorado Luís era doido por seios, fiquei prestando atenção à reação dele. Luís olhava disfarçadamente para os peitos dela. Ficamos na sala bebendo vinho e comendo uns tira-gostos, cada casal sentado em um sofá, um de frente para o outro. Conversamos sobre política, violência, empregos, essas coisas... Em um determinado momento, com o vinho já atuando na cabeça de todos, eu me levantei para colocar uma música. Escolhi um CD de música lenta e coloquei bem baixinho. Isabela foi a primeira a se manisfestar: - Isso parece música de motel. Vai acabar me deixando com vontade... - Fique à vontade - brinquei com ela. Acho que Isabela não entendeu que era brincadeira, pois começou a beijar João de uma maneira que eu nunca faria na presença de ninguém. Ele, excitado também, passou as mãos nas coxas dela e rapidamente ela sentou no colo dele. Eu e Luís ficamos assistindo a cena atônitos, mas logo começamos a nos beijar também. Ele me agarrou com tesão e passou a mão pela parte interna das minhas coxas, que ele sabe que é meu ponto fraco. Eu meti a mão no pau dele por fora da calça, percebendo que estava duro como pedra. Quando eu olhei de relance para o sofá da frente, vi que Isabela já tinha colocado o pau de João para fora e o punhetava com força. Era um pau lindo, grosso, do jeito que eu gosto. Resolvi perder a vergonha e também coloquei para fora o pau de Luís, um belo cacete grande e bem duro. Punhetando e beijando meu namorado, não percebi que Isabela se aproximava. Não sei se foi o efeito do vinho ou do tesão, mas quando ela se sentou ao meu lado e passou as mãos na minha coxa, eu comecei a achar que a troca de casais era uma coisa extremamente natural. Meus seios já estavam de fora e Luís os mamava com volúpia. Virei para Isabela e, antes que pudesse dizer alguma coisa, ela me deu um beijo na boca, sorrindo. Sem entender direito o que fazia, correspondi o beijo e meti a língua naquela boca gostosa. Nunca havia beijado uma mulher e, se soubesse que era tão bom, não teria demorado tanto tempo para fazer. Ela e Luís tiraram a minha calcinha e eu abri as minhas pernas, sentindo quase que imediatamente o toque dos dedos de Isabela em minha boceta molhadíssima. Ela brincou com meu grelinho e me masturbou enquanto eu praticamente arrancava a blusa dela, para ver um par de tetas gigantescas e apetitosas. Meu namorado falou no meu ouvido para eu mamar os peitos dela, o que obedeci instantaneamente. Como foi gostoso mamar aquelas tetas! A mão de Isabela saiu de dentro de mim e foi a vez de Luís me masturbar. Isabela moveu a mão lentamente e pegou no pau do meu namorado, punhetando-o tão bem como havia feito com João. Nesse momento eu olhei para o sofá em frente e vi João tocando punheta, já nu, exibindo aquele pau maravilhoso. Fiz um sinal para que ele se aproximasse, enquanto eu era praticamente devorada pelos outros dois. Ele veio e ficou de pé diante de mim, com o caralho duríssimo perto do meu rosto. Olhei para o meu namorado em busca de autorização. Luís, sem falar nada, apenas sorriu e pegou na minha nuca, empurrando-me para abocanhar o outro macho. Senti-me realizada quando finalmente engoli aquela vara que tanto me atraía. Chupei como uma puta, livre de toda vergonha, colocando até a garganta e lambendo o saco. João gemia e me tocava os seios, deixando-me acesa. Nossas roupas sumiram como mágica. Quando eu fui perceber, Isabela já estava montada em Luís, cavalgando empolgada. Ela gemia bastante e falava pornografia em voz alta. Eu deitei João no chão e montei nele, para receber o pau maravilhoso dentro de mim. Rebolei muito naquela pica, estava completamente inebriada de prazer. Quando estávamos no meio da transa, resolvemos ir para o quarto.
Na cama de casal a liberdade foi total: nós fizemos todas as posições
malucas que dois casais podem fazer. Dei de quatro, de ladinho, por cima,
por baixo... Ninguém gozava: a curtição era ficar
trocando de parceiros o tempo todo. Nesse dia também foi a primeira
vez que eu gostei de dar o cu: dei de quatro para João e depois
para Luís, exemplo que foi seguido por Isabela. O que antes era
incômodo para mim tornou-se uma impressionante fonte de prazer.
Percebi que não era meu cu que era pequeno, mas a minha vontade
de dar que era pouca. Sentada com o cu no pau de João, pedi para
Luís que me completasse e ele não demorou para me comer
pela frente. A satisfação que eu senti com a dupla penetração
foi tão grande que Isabela também quis experimentar. Ela
também adorou e cavalgou na dupla de picas como só as atrizes
pornô fazem. Colei velcro com Isabela enquanto os homens nos observavam
e tivemos juntas o primeiro orgasmo da noite. Deitadas uma ao lado da
outra, recebemos em nossos rostos o esperma de nossos machos, satisfeitos
por terem duas verdadeiras putas na cama. Depois de um banho e de um descanso
merecidos, voltamos para o quarto e só paramos de transar quando
o dia estava amanhecendo. Antes desse dia, nunca havia imaginado que podia fazer algo assim, mas eu descobri que sexo é uma coisa completamente diferente de amor, o que me fez ver que eu podia muito bem transar com outros homens sem abalar meu relacionamento com Luís. Da mesma maneira, Luís passou a transar com outras mulheres e eu encarei isso como uma coisa normal. Hoje nós somos casados e ainda temos freqüentes aventuras com outros casais e orgias com mais de dez pessoas, o que nos dá muito prazer. Para volver a SEXYCONTOS, haga click aquí |
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