O primeiro gang bang de Sofia

Sofia era uma mulher normal de vinte e dois anos, moradora do Rio de Janeiro, que há muito tempo alimentava uma fantasia: ela desejava ser possuída por vários homens ao mesmo tempo. Ela nunca havia comentado sobre isso com ninguém, nem com suas amigas mais íntimas, pois tinha medo de ser estereotipada e excluída de seu círculo de amizades por ter esse desejo estranho. Todas as noites, entretanto, Sofia masturbava-se imaginando tal situação, onde muitos homens a cercavam e a tocavam, revezando-se em penetrá-la. Um certo dia, porém, Sofia resolveu inverter essa situação: não queria mais ficar imaginando essas coisas e deixar a vida passar sem ter essa fantasia realizada. Queria aproveitar que ainda era jovem e tinha um corpo bonito. Loira de seios fartos, ela nunca deixava de chamar a atenção onde quer que fosse. Apesar de ter a vida sexual ativa, não tinha namorado fixo e sempre trocava de parceiro.

O dia da virada veio quando ela teve que viajar para São Paulo, onde participaria de um evento pela sua empresa. Quando o evento chegou ao fim, ela resolveu abandonar seus temores e, dando uma desculpa para seus colegas de trabalho, se ausentou do hotel, levando na bolsa uma roupa própria para o que ela pretendia. Sofia pegou um táxi e pediu ao motorista que a levasse a um bar bem distante do centro onde estava hospedada. O motorista obedeceu e Sofia, sentada no banco do carona, começou a sua aventura: enquanto ele dirigia, ela deslizou a mão por sobre a calça dele, agarrando o pau. O taxista se assustou e deu uma guinada com o carro, mas Sofia sorriu e pediu para que ele ficasse quieto. Abaixou a cabeça e, tirando o membro de dentro da calça, começou a chupá-lo com vontade. O homem gemia de satisfação, fazendo com que ela chupasse cada vez mais rápido. Como o bar era distante, o boquete durou mais de vinte minutos e só terminou quando os jatos de sêmen inundaram a boca de Sofia.

Ao chegar ao bar, ela fez questão de pagar a corrida, dizendo que tinha feito aquilo porque queria, não porque estava pagando alguma coisa. O bar era escondido e escuro. Mesas de sinuca e muita cerveja. Homens estranhos, mal encarados. Música sertaneja brega no ar. Ao entrar no ambiente, ela foi pelos cantos direto para o banheiro e efetuou a metamorfose: de mulher fina para puta. Tirou a roupa cara que usava e vestiu uma saia curtíssima sem calcinha, uma blusinha bem decotada, caprichou na maquiagem e saiu para o salão, onde imediatamente chamou a atenção de todo mundo. As poucas mulheres do local eram garçonetes e Sofia foi ao balcão e pediu uma bebida bem forte. Quando o balconista voltou com o copo, ela bebeu de uma só vez e pediu mais. Antes de ele voltar, entretanto, Sofia recebeu a primeira abordagem. Era um homem de uns vinte e cinco anos, forte, com jeito de caminhoneiro. Tentava falar umas besteiras para ela, mas Sofia foi direto ao assunto: disse para ele que queria foder e que teria que ser ali na hora, no balcão, na frente de todo mundo. O homem ficou espantado, mas ela o desafiou. Disse que se ele fosse macho mesmo comeria em qualquer lugar. O homem, contrariado, a agarrou e a beijou, colocando rapidamente os seios dela para fora e mamando-os. As mãos de Sofia procuraram o pau duro, que em poucos instantes já estava para fora. Ela pagou o segundo boquete da noite com muito tesão. Tirou da bolsa uma camisinha e cobriu o pau grosso. Ficando de pé e sentando-se de frente para o homem, arreganhamdo-se e permitindo a penetração profunda. Sofia gemia alto e olhou ao redor: vários homens observavam a cena.

Completamente envolvida pela situação, Sofia tirou várias camisinhas da bolsa e distribui entre os homens, chamando-os para comê-la enquanto ela era currada pelo primeiro. Em um instante, vários paus duros surgiram e ela começou a pegá-los e chupá-los. Ficou com a bunda virada para cima, chupando um pau enquanto outros homens faziam fila para fodê-la por trás. Sofia gemia alto e pedia mais. Levou tapas na bunda e no rosto e cada vez que apanhava pedia mais e mais. Era xingada a todo momento. Trocou de posição várias vezes. Com um pau na boca, tinha cada peito sendo chupado por um homem diferente. Sua vagina ardia, mas isso a excitava. Não via mais os homens que a possuíam: só fechou os olhos e virou um instrumento naquela multidão de paus. A primeira ejaculação atingiu seu rosto em cheio, mas ela não limpou, pois gostava do líquido em sua pele. Línguas percorriam seu corpo e ela sentiu um homem gozar em sua bunda.

Saiu do balcão e falou para arrastarem as mesas do centro do salão. Prontamente obedecida, Sofia foi para o chão e deixou-se possuir por vários homens que a tocavam e lambiam. Montou e cavalgou em um enquanto chupava outro. Várias mãos percorriam seu corpo e ela se entregou à dupla penetração quando um negro a enrabou enquanto ela ainda estava dando a boceta. Quando ela estava no balcão ela ainda tinha idéia de quantos eram, mais ou menos uns seis ou sete. Agora, largada no chão como uma cadela de rua no cio, não tinha a menor idéia de quantos homens a possuiam. Totalmente entregue ao prazer, Sofia disparava vários orgasmos consecutivos e sentia em sua pele o calor do sêmen de muitos homens. Os jatos de porra em sua direção vieram um após o outro, às vezes até simultaneamente. Muitos deles foram no rosto, onde a maioria dos homens gosta de gozar, mas a bunda e os peitos dela não ficaram livres do leite dos amantes, além de outras partes menos procuradas, mas também lambuzadas com gosto.

Após a bizarra sucessão de homens, a massa compacta foi se desfazendo e Sofia percebeu que pôde satisfazer a todos no bar. Vencida pelo êxtase, largou-se no chão desfalecida e toda melada, onde permaneceu por quase meia hora. Levantou-se e foi ao banheiro cambaleando nua, mas nenhum homem a olhava mais, pois todos já estavam fartos dela. Lavou-se na pia e se vestiu com a roupa que tinha na bolsa, deixando os trapos rasgados de puta para trás. Voltou ao hotel como se nada de mais tivesse acontecido e seu comportamento depois disso não mudou em nada, mas por dentro ela se sentia realizada. Voltou a repetir a experiência outras vezes, em outras cidades, sempre com mais de trinta a comê-la. Faz isso até hoje e se sente super feliz, mas ninguém que a conhece pessoalmente sequer imagina.

Para volver a SEXYCONTOS, haga click aquí


Escreves contos eróticos? Mandame por email e os publicarei