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Chamo-me Anabela Castor. Sou ruiva, meço um metro e sessenta e
cinco, tenho olhos verdes e uso uns pequenos e subtis óculos de
aros finos; tenho uma fisionomia gentil e dizem-me que sou muito sexy.
Sou empresária, casada há um ano (com um homem chamado Carlos,
que passa pouco tempo em casa), e sou louca por pretos. Foder com um,
sempre foi a minha fantasia; «isto» não passava de
uma fantasia, até aquela tarde quente do mês de Agosto...
Tudo começou num radiante sábado, em que eu fiquei sozinha
em casa durante a tarde, aguardando a chegada de um técnico que
eu pedira para me instalar a televisão por cabo, nesta nova casa
para onde vim viver, há um mês com o meu marido. O Carlos
fora para a caça com os amigos e só voltava no dia seguinte.
Estava calor, por isso mantinha-me confortavelmente, só em cuecas
e soutien.
Subtilmente, a campainha da minha porta silvara. Dirigi-me à porta,
e pela farda percebi que se tratava do técnico da TV. Vesti um
roupão sexy e fui à porta.
Oh, Céus! Era um preto! Abri-lhe a porta e convidei-o a entrar,
o que ele fez, um pouco acanhado.
Vinte minutos depois, pude verificar que já tinha os canais de
televisão sintonizados. Sentei-me junto ao técnico e detive-me
a observá-lo. Era muito atraente e a farda conferia-lhe um ar sensual
e viril. Ele voltou-se e retribuiu-me o olhar com um sorriso que me derreteu.
- A senhora é muito bonita! Elogiou.
- Oh! Muito obrigado. Eu também o acho muito atraente. Redargui
atrapalhada, mas já completamente húmida.
Aproximou-se de mim, e inclinando a cabeça, beijou-me meigamente.
Eu retribuí, pois estava louca por ele; e logo percebi, que ele
também estava doido por mim, tal não era o tamanho da vara
que ele já tinha sob as calças. Andava muito esfomeado,
confessou. - «Humm! Que tesão que ele me dava!». Nunca
fodera com um preto. Algumas amigas minhas, já me tinham contado,
que eram soberbos, mas estava longe de imaginar, que fosse tão
delicioso. Queria que a minha fantasia, deixasse de o ser, ali e agora.
Oh, Sim! Ajoelhei-me diante dele, mesmo ali, na sala de estar. Roubei-lhe
o pau para fora das calças. Demorei, era imenso!
Abocanhei-o todo; tentei engoli-lo e ele riu-se. Era um homem meigo, afagou-me
o cabelo e a face enquanto eu atacava o seu interminável caralhão.
Mamei-o, esfreguei-o nas minhas tetas e, com a baba a escorrer-me da boca,
beijei-lhe languidamente os colhões.
Pu-lo doido!
Levantei-me e puxei-o para o meu quarto, queria-o na minha cama, mas neste
percurso, a campainha voltou a guinchar. «Merda», pensei logo
no Carlos, mas a ideia desvaneceu-se quando fui à porta, e vi que
era a minha amiga Rita. Convidei-a a entrar e revelei-lhe o que se passava.
Para meu espanto, ela manifestou o desejo de se juntar a nós: «Fazemos
um menage a trois», gemeu.
A Rita é uma boazuda, daquelas que deixa os homens de rastos. É
loira. Mede um metro e setenta e cinco. Tem uns lábios grossos,
a lembrar a «Manuela M. Guedes», é sexy e veste-se
de uma forma atrevida, mas elegante. É uma amiga de longa data,
e vocês já vão saber o resto...
Enquanto fui à cozinha buscar uns cocktails e voltei ao quarto,
já o João, (que era o nome do lindo Africano, que estava
prostrado na minha cama), tinha a Rita debruçada sobre ele, a mamar-lhe
o tronco preto!
-Que bem, que mama a tua amiga! Exclamou Vem mamar também,
querida. Dá para as duas Disse com um ar provocador.
Gatinhei até ele e ataquei-lhe o pau grosso, furtando-o da boca
sugadora da minha amiga; Lambi-lhe e demorei-me na sua glande. A Rita,
sem querer esperar, deleitou-se num longo «vaivém»,
pelos colhões, até se encontrar com a minha língua.
Enrolamo-nos numa orgia oral, mesmo sobre aquela prancha de carne escura.
Nunca a tinha beijado, mas fiquei a saber que ela era mesmo doce. Depois
de me degustar, Rita desistiu do preto e desceu por mim abaixo, até
à floresta proibida, onde permaneceu a brincar com as minhas «zonas
quentes». Chupou-me toda e fez-me vir nem uma cadela com cio. Até
ao cu me foi, apenas com a sua língua! Era uma Afrodite, sedenta
pelo melhor sexo. O João não esperou, e aproveitando a lubrificação
que a Rita me fizera, não lhe foi difícil introduzir aquela
haste pelo meu cu a dentro. Enrabou-me e fez-me gozar. A Rita beijava-lhe
os tomates e acariciava-me o ventre com as suas mãos sábias.
Eu? Eu regozijava-me em orgasmos múltiplos sentindo-me uma escrava
do sexo, rendida aquele prazer carnal intenso.
Pouco depois, foi a vez da Rita agasalhar aquele «monstro»
no seu cuzinho redondo e branquinho. Ela nem gritou. Parecera-me que não
fora a primeira vez que ela fodia com um preto. Eu sabia que ela era uma
fodelhona sem limites, e que punha os cornos ao Pedro (que era o namorado
oficial), todos os dias. A Rita era agente de seguros numa agência,
ali para os lados de Almada; durante o dia, no trabalho, ela comia o chefe,
os três colegas, e ainda o empregado de mesa do café onde
ela costumava almoçar. À noite, ainda tinha «vitalidade»
para dar uma quequinha com o Pedro. Era uma verdadeira máquina
de sexo, esta Rita!
Enquanto o João montava a Rita, que agora gemia nem uma vitelona,
eu lambia-lhe as mamas e os mamilos, hirtos e rijos. Entretanto, o preto
começou a protestar, dizendo que me queria foder a racha, o que
eu lhe ofereci com prazer. Ui! Quando um caralho «daqueles»
nos invade a vulva, é como se o mundo não existisse. Quase
que perdia os sentidos, tal não era o prazer que ele me dava. Fornicou-me
selaváticamente. Perdi a conta aos orgasmos que tivera.
Ao fim de alguns minutos o preto começou a rugir:
-Ai! Estou-me a vir! Estou-me a vir, suas putas!
A Rita fez questão de roubar o monstro de dentro da minha cona
e assaltou-o, numa deleitosa mamada. O preto gemia e tremelicava. Eu virei-me
e acompanhei a Rita. Foi um duelo entre as duas, para ver quem é
que abocanhava mais. Éramos duas vampiras ávidas de sexo.
Por fim, o preto veio-se. Inundou a boca da Rita, que teve de expelir
a seiva da boca, para não se engasgar. Ainda sobrara leitinho africano
para mim, que me salpicou a face e as mamas. Esvaziou-se em nós
como uma garrafa de espumante, que nós tragámos depravadamente.
Tinha sido o melhor momento de sexo em toda a minha existência.
Descobrira que o sexo não tem limites, desde que as pessoas envolvidas
estejam de acordo e se sintam a arder. Fora o meu caso, naquela tarde.
A partir desse dia, meu amigos, tornei-me numa devassada, e insaciável
máquina sexual. Não há preto que me escape! Quanto
ao Carlos, o meu marido; lá continua feliz e contente, a caçar
no meio do mato com os amigos. Cada um ocupa o seu tempo, com aquilo que
mais gosta, não acham?
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