Se todos os aniversários fossem assim...

Logo que entrei na faculdade, comecei a namorar um cara todo diferente, que não curtia futebol e com gostos bem diferentes dos meus. Começamos a sair numa boa, conheci alguns lugares diferentes dos que costumava freqüentar, mas estava adorando a experiência. Um dia, ele me convidou para ir a uma festa de aniversário de uma loja de CD's freqüentada basicamente por góticos e afins. Imaginei mil coisas, fantasiei o lugar até que chegou o tal dia. Era uma casa toda escura com pessoas todas de preto. Achei totalmente sinistro. Descobrimos que havia um porão, onde rolava uma pista de dança e uma sala muito escura.

Fomos para lá. Encontramos um sofá, onde ele se sentou e eu ajoelhei-me sobre ele. Começamos a nos curtir e o clima começou a esquentar bastante. Ele levantou totalmente meu vestido e começou a acariciar, de leve, o bico dos meus seios, que já estavam inchados e durinhos. Levantei e tirei minha calcinha, voltando a ficar na posição anterior. Abri o zíper da calça dele e aquele pênis já pulsava de tesão. Sentei sobre ele e comecei a rebolar sem nem prestar atenção se alguém nos observava, porque embora a sala fosse escura, sempre apareciam pessoas com velas acesas. Quando estava já me recuperando do primeiro gozo e partindo para o seguinte, percebi um casal na maior doideira. Eles estavam em pé, próximos a uma parede. Ele apoiado na parede e ela apoiada de costas nele. As mãos dele percorriam todo o corpo daquela mulher maravihosa. Meu tesão aumentou ainda mais.

Olhei para o meu namorado como quem pedisse permissão e ele me abriu um sorriso sacana. Cheguei perto do casal, apenas com o vestido cobrindo meu corpo e comecei delicadamente a tocar aquele corpo delicioso. Os dois ficaram um pouco assustados, mas logo perceberam que eu só queria curtir aquele tesão que me possuía. Ajoelhei-me na frente dela, olhando para ele. Ele enfiou a mão por dentro da calcinha puxando-a para o lado. Não me contive. Comecei a sugar aquela xoxota sem a menor pena. Sentia aquele clitóris inchado deslizando na ponta da minha língua, pingando de prazer. Engolia cada gota do seu mel e enfiava a minha língua cada vez com mais ferocidade. Ela começou a se contorcer. Enquanto eu a chupava, seu namorado começou a enfiar os dedos no seu rabinho, que pulsava a cada lambida que eu dava. Já estava gozando só de vê-la gozar nos meus lábios. Meu namorado não agüentou e começou a se masturbar. Chamei-o para perto de nós e comecei a acariciá-lo. Quando vi que ia gozar, larguei minha companheira para lamber o esperma do meu homem. Depois disso, nos recompusemos e fomos dançar um pouco. Até hoje não tenho a menor idéia do nome da minha 'mulherzinha'. Foi a primeira vez que experimentei chupar uma flor. Hoje não estou mais com esse namorado, mas espero encontrar outro cara que me apresente mais coisas maravilhosas ou que me leve a uns aniversários tão divertidos quanto aquele.

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