Stripper amadora

Oi, meu nome é Rose, sou paranaense, tenho cabelos castanhos claros, longos e cacheados, seios médios e bumbum arrebitado e gostoso (pelo menos já me disseram isso). Hoje tenho vinte e quatro anos, mas o que vou narrar aconteceu quando eu tinha dezenove. Tudo começou no dia em que uma prima minha, a Andreia, veio me contar que descobriu que nossos namorados estavam freqüentando um barzinho de striptease aqui de minha cidade. Fiquei louca da vida e perguntei a ele se isso era verdade. Ele disse que não, mas estava na cara que estava mentindo. Tivemos uma discussão feia e resolvemos dar um tempo no nosso namoro. Em menos de uma semana eu descobri que ele estava namorando outra, então resolvi que não deveria ficar em casa me lamentando, e sim deveria sair e tentar me distrair com algo.

Ao chegar a sexta feira, a Andreia veio me convidar para sairmos (já que ela também havia terminado com o namorado dela). Ao sairmos encontramos mais duas amigas nossas, a Claudia e a Valéria, começamos a passear de carro de um lado para o outro, mas não encontramos nada de interessante. Foi quando a Valéria sugeriu que fossemos em um barzinho de um amigo dela. O bar era meio reservado e não conhecíamos quase ninguém, mas gostamos do ambiente e ficamos por ali jogando conversa fora e bebendo um pouco. Logo em nossa mesa vieram quatro rapazes sentar-se conosco, o Adriano, o Fábio, o Carlos e o Sérgio. Lá pela uma e meia da manhã, já estávamos todas meio bêbadas, foi quando o Adriano nos convidou para irmos no sítio dele para ficarmos mais à vontade. Concordamos e fomos todos para lá.

Chegando lá a Andreia chamou-me no canto e disse que era a chance de nos vingarmos dos babacas dos nossos ex-namorados. Perguntei como e ela me disse que já que eles tinham ido assistir show de strip, porque nós não poderíamos dar nosso showzinho particular para aqueles gatos? Como estava meio alta pela bebida e morrendo de tesão, eu concordei. Pedimos então que todos ficassem sentados enquanto a gente iria fazer um show para eles. Ninguém entendeu nada, mas concordaram. Colocamos uma música e começamos a dançar e a tirar a roupa bem devagarinho, rebolávamos na frente deles e eles estavam adorando. Logo a Valéria e a Claudia juntaram-se a nós e tiramos quase tudo, ficando apenas de calcinha. Não agüentando mais, o Adriano agarrou-me e deu-me um beijo que me deixou sem fôlego. Então ele abaixou minha cabeça e fez-me tirar seu pau de dentro da calça e a chupá-lo com gosto. Quase desmaiei quando vi o tamanho do pau dele. Era quase o dobro do pau do meu namorado (até então só havia transado com ele). Chupei ele inteirinho. Lambia aquela cabeça enorme que mal cabia em minha boca e passava a língua por todo o pau até chegar ao final. Ele estava delirando e disse-me que era uma das melhores chupadas que ele já tinha experimentado. Continuei chupando até que ele não agüentou e encheu meu rosto e minha boca com aquela porra gostosa. Nunca tinha deixado meu namorado gozar na minha boca, mas com esse gato não pude resistir. Engoli o que pude. O resto esfreguei em meu rosto.

Quando olhei para o lado vi a maior putaria que já tinha visto na minha vida. A Valéria estava de quatro com o Carlos comendo o cuzinho dela. O Fábio e a Andreia estavam fazendo um 69 e a Claudia estava por cima do Sérgio com o pau todo enterrado na sua bocetinha. Diante daquela cena não resisti e comecei a chupar o pau do Adriano novamente. Deixei ele bem duro e pedi que enfiasse em minha boceta, mas que fosse com carinho, pois nunca tinha experimentado um daquele tamanho. Ele me pôs de quatro e começou a enfiar bem devagar, eu estava quase morrendo de tanto tesão, quando ele terminou de enfiar tudo e começou a fazer um vaivém ritmado e gostoso. Ele enfiava tudo de uma maneira que me fazia urrar de tesão, estávamos todos alucinados de tesão quando que de repente entraram mais três gatos na sala. Quase morri de susto, mas o Adriano acalmou-me dizendo que eles eram seus amigos e que sempre apareciam por ali, que se nós não quiséssemos eles iriam embora. Como nós já estávamos estourando de tesão, concordamos que eles ficassem. Então um deles veio para perto de mim e eu não me fiz de rogada: agarrei o pau dele e comecei a chupá-lo como uma puta, afinal naquele momento nós éramos quatro putinhas para sete gatos tesudos. Vendo aquela cena o Adriano não agüentou e começou a foder-me novamente. Estava uma delícia sentir um pau na boca e outro na boceta ao mesmo tempo. Gozamos os três ao mesmo tempo, tive a boca e a boceta cheias de porra, mas eu queria mais. Foi então que a coisa pegou fogo de vez, porque aí todo mundo transava com todo mundo. Naquela hora chupei dois paus ao mesmo tempo, enquanto um outro me comia a bocetinha. Fui recheio de um delicioso sanduíche quando comeram-me a bocetinha e o cuzinho, fizeram-me dar de todo jeito e para todos os sete gatos. Fiquei toda mole, pois não tinha o que não tivesse dado. Quando estava quase amanhecendo eles disseram que tinham um filme bem quente para assistirmos. Quando eles ligaram a fita, gelei, pois as atrizes éramos nós, fodendo com eles naquela noite. Imploramos para eles nos darem a fita, mas eles disseram que não, que aquele era um troféu que eles tinham e que aquela seria a garantia de que iríamos ter de repetir a dose sempre que eles tivessem vontade, o que vem acontecendo pelo menos duas vezes por mês desde aquela época.

Quanto ao meu namorado, voltei com ele e estamos juntos até hoje. Nem ligo quando alguém fala que ele vai a bares de strip porque hoje eu sei como é bom ir ver um strip de vez em quando, mas acho que ele não vai gostar nem um pouquinho quando descobrir que a namorada dele também aprendeu a fazer strip, só que não para ele.

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