Suruba na ilha

Fomos passar um fim de semana numa ilha, no litoral fluminense. No nosso barco, estavam três homens e duas mulheres. Em terra firme, o caseiro e a irmã. Desde o início do passeio, sabíamos que a sacanagem estava próxima. As meninas inventaram um topless na proa do barco, enquanto meus amigos cuidavam do leme. Próximo a elas, meu pau implodia a sunga. Uma delas, a Vanessa, fazia questão de aumentar o grau de provocação passando um creme na altura da xoxota. A outra, Tatiane, era mais gostosa e preferia ficar de bruços, tostando o burrão. Para incendiar a história, me deitei ao lado delas e desfilei meu repertório de sacanagens. Elas adoraram e foram se soltando mais.

Antes de chegar à ilha, meus amigos Sérgio e Rui pararam o barco e se juntaram a nós, já se rasgando de tesão. Sérgio engatou com a Vanessa e eu e Rui pegamos a Tatiane ali mesmo. Tirei a parte de baixo do biquíni e passei a lamber aquele bundão, enquanto Rui cuidava da leiteria. Mais apressados, Sérgio e Vanessa trepavam rasgado sob a luz do dia. "Só não mete no cuzinho", implorava a gatinha. Tati era mais liberada e deixou o nobre anel aos meus cuidados. Meia hora depois da farra, retomamos o caminho da ilha, relaxados pelo gozo. O lugar era o paraíso e a casa do Rui muito confortável. Mas a coisa que mais me chamou a atenção foi o corpaço da irmã do caseiro, uma gatinha com charme e cor de índia. O mais animador é que, aparentemente, a recíproca foi verdadeira. No resto do dia, passeamos pela ilha, entretidos com brincadeiras e mergulhos revitalizantes.

À noite, tínhamos um baita jantar à nossa espera, com direito a peixe assado e frutos do mar. De sobremesa, estava na cara, o sexo ia comer solto. Subimos para o quarto e eu deixei Sérgio e Rui se divertindo com Vanessa e Tati, num troca-troca estimulante. Meu alvo era Mariana, a moreninha tesuda que mexia com meu ânimo. Para testá-la, pedi que trouxesse um vinho ao meu quarto. Tinha que arriscar uma aproximação. Dez minutos depois, ela chegou com a garrafa numa bandeja, um tanto assustada com os ruídos que vinham do quarto ao lado. "Eles estão se divertindo", contornei, emendando: "você não tem namorado?". Mariana balançou a cabeça em negativa e perguntou se queria mais alguma coisa. "Claro, preciso de uma companhia para o vinho", respondi, pegando a garrafa com uma mão e enlaçando a moça com a outra. "Vamos até a praia". Ela ameaçou resistir, mas a solidão de uma ilha falou mais alto. Ali, tinha poucos contatos e não podia desprezá-los.

De quase muda, Mariana passou a faladeira compulsiva, falando do passado e dos sonhos do futuro. Bebemos o vinho na garrafa mesmo e, quando disse que gostaria de dar um mergulho, ela demostrou que já estava altinha. A mulher tirou o vestido, deixou à vista os peitos durinhos e a calcinha larga, indo direto para a água, sugerindo que corresse atrás dela. Viramos crianças e foi ótimo. Principalmente quando a alcancei e pude abraçar aqueles quadris durinhos por trás. Ela ficou arrepiadinha, totalmente excitada. Para aquecê-la, aumentei a intensidade do abraço e rocei o mastro naquela bundinha. Aí, ela virou o rosto e nos beijamos longamente, línguas com gosto de vinho. Enquanto beijava Mariana, ouvia as vozes dos meus amigos mais próximas. Eles tinham procurado a praia também em busca de aventura e logo me encontrariam. Abri o olho e vi aquela massa humana se comendo e lambendo na areia. A hora para comer Mariana era aquela, antes que se inibisse e negasse fogo. Caí de boca nos peitinhos e fui em frente, lambendo aquela xoxota salgadinha como se fosse a última ostra perdida no paraíso. Quando comecei a meter na grutinha, sentia uma língua quente percorrendo a minhas costas. Era Tatiane, que deixara Vanessa sendo ensanduichada pelos meus amigos, aceitando a idéia de liberar o rabinho.

Tinha que dar um jeito de entreter Tati e o jeito foi passar a chupar os peitinhos dela, segurando Mariana para que não fugisse, irritada com aquela orgia. A sorte é que tudo foi se acalmando e dando certo. Em determinado momento, Tatiane voltou ao grupo e me deixou a sós com Mariana, tornando mais fácil a concentração nos trabalhos. A moça da ilha tinha fome de náufrago em relação ao sexo. Queria pica e não estava para brincadeira. "Quero gozar de novo", pediu. Não neguei fogo, segurando o gozo. Quando coloquei Mariana de quatro, para dar mais uma carga, foi a vez de Vanessa vir beijar minha nuca. Claro que era sacanagem. Na verdade, elas estavam enciumadas com a entrada em cena de uma terceira mulher e queriam ir à forra. Mariana notou a mesma coisa e resolveu me ajudar, pedindo que a putinha viesse por baixo dela, para participar da nossa trepada. "Adoro ser chupada por uma vadia", disse com sarcasmo. Foi do barulho. Enquanto enrabava Mariana, Vanessa chupava os peitinhos dela. A minha índia era o recheio do sanduíche. O fuc-fuc durou um bom tempo, o suficiente para gozarmos plenamente aquela noite na praia. Para se saciar, Vanessa limpou meu cacete, lambendo todos os vestígios de porra. "Adoro seu gozo salgadinho", elogiou a danada, com a boquinha ainda melada.

Na volta para casa, encontramos todos dormindo. Me sentindo o rei da ilha, convidei as duas feras para dormirem na minha cama. Claro que estávamos cansados, mas o amanhecer foi delicioso. Despertei sendo chupado por duas lindas fêmeas, que ainda inspiraram outras belas histórias.

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