Swing com a namoradinha tímida

Eu estava namorando há pouquíssimo tempo com uma mistura de garota com menina de vinte anos de idade. Seu nome era Vanessa e tinha um dos mais belos par de coxas que eu já havia visto em minha vida, um motivo que ajudou muito a iniciar um compromisso firme. O sexo já era uma constante, porém não saída do clássico papai-mamãe, e que me deixava meio frustado sexualmente por não conseguir algo mais ousado daquele avião que havia pousado em meu campo de pouso, até que modesto.

Em todos nossos encontros amorosos, a maioria em motéis, eu aumentava o grau de sacanagem, de vez em quando enfiando um pouquinho um dedo no cuzinho dela, outras vezes variando as posições, mas nada que deixasse completamente saciado meu voraz apetite sexual e que aceitasse de imediato. Contudo, num feliz dia, saímos eu, ela e um casal de amigos que já nos acompanhava em vários encontros. Marcos e Flávia eram muito extrovertidos e sempre nos relatavam suas novas aventuras na cama, o que me deixava uma mistura de inveja e tesão. Depois de umas dose de licor de amarula a mais num bar que sempre freqüentávamos, as meninas resolveram que não queriam mais ficar no bar e que só nos restava ir a um motel. Marcos advertiu que estávamos em apenas um carro, mas todos na empolgação nem ligaram e decidimos em unanimidade ir juntos já que não tínhamos nenhum segredo quanto a isso.

Chegando ao local ficamos em dois quartos vizinhos, começando cada um com seu respectivo parceiro em seus devidos quartos. Vanessa, já não tão desinibida, para minha surpresa já foi abaixando minha calça e mordendo meu membro por cima da cueca. Eu esperando o que ia acontecer na primeira vez em que eu a via bebendo aguardava. Ela foi tirando a blusa e eu, parado, esperando sua iniciativa. Na seqüência foi tirando o que restava de sua roupa ao mesmo tempo em que ia mandando em mim, coisa que ela nunca tinha sequer cogitado fazer. Do outro quarto já podíamos ouvir os gemidos de Flávia o que me deixava cada segundo mais excitado. Não resistindo mais, falei para Vanessa chamar os dois para vir ao nosso quarto, ela disse que mesmo tendo bebido não teria toda essa coragem e que eu estava extrapolando. Resolvi ligar mesmo assim com certa resistência de Vanessa e fiz o convite aos dois que, mesmo surpresos, gostaram da idéia.

Ela ficou nervosa e colocando de volta a roupa disse que não ia fazer nada mais, que estava com medo e com muita vergonha. Enquanto eu ia tentando acalmá-la, batem na porta os dois. Eu imediatamente abri. Marcos me chamou para conversarmos, Flávia foi entrando enquanto ele perguntava se iríamos trocar os casais sem problemas. A idéia exercitava minha imaginação e eu dei resposta afirmativa dizendo que não havia regras para o que podia acontecer.

Quando entramos no quarto estavam as duas safadinhas peladinhas se roçando e jogando licor de amarula sobre os seios e se lambendo inteirinhas. Nunca senti meu membro tão duro. Marcos foi pegando Vanessa nos braços, levando-a para hidromassagem e deixando eu e Flávia de frente um para o outro. Não perdendo um minuto subi na cama de joelhos e fui saboreando o licor que vazava do biquinho do seio dela, cada sugada gerava novos gemidos que iam aumentando.

Em seguida peguei a garrafa de licor e fui derramando na minha barriga ordenando que ela bebesse tudo o que vazava pelo meu pênis, o que a deixou mais empolgada. Resolvemos dar um tempo e ir ao banheiro para ver como estava a hidromassagem, me deparei com uma cena inesperada, Vanessa estava completamente solta cavalgando sobre o membro de Marcos e já estava emendando um segundo orgasmo.

Eles nos convidaram para entrar na banheira que por sinal era grande e cabia folgadamente os quatro. Entrei primeiro e Flávia se posicionou para sentar com as pernas bem abertas sobre minha vela acesa. Começamos um movimento frenético que só parou quando inundei sua gruta com uma imensa quantidade de porra. Em seguida ordenei que ficasse de quatro em num único movimento entrei sem pedir licença naquele cuzinho piscando para mim e disse ao namorado dela que ia retribuir na namorada dele tudo o que havia judiado da minha, e nas primeiras três estocadas ela chorou de dor mas dizendo para não parar e pedia para o namorado penetra-lá pela frente.

Vanessa, já completamente desinibida, olhava tudo excitada e se masturbava como quem pedia para ser a próxima. Flávia gozou várias vezes até que ela disse não agüentar mais e pediu para ficar no lugar de Vanessa e ver a sacanagem que íamos fazer com ela. Ela ainda em ponto de bala peguei-a e disse em seu ouvido que sabia que ela se fazia de santa mas que na verdade era uma puta barata e que nós íamos sangrar seu cuzinho que já se recuperava das investidas de Marcos. Posicionei-a e, como com a Flávia, de uma só vez entrei nela arrebentando todas as preguinhas que sobraram naquele buraquinho quente e apertado. Marcos por sua vez do mesmo modo investiu na outra cavidade enquanto ordenava a Flávia que posicionasse o cuzinho para ser lambido por minha namorada.

Marcos mordia os seios de Vanessa a ponto de arrancar-lhe gemidos de dor e só paramos quando nossos corpos não se agüentavam mais naquela posição e a potranquinha pedia arrego. Fomos os quatro para a cama de casal ainda aproveitando as trocas para umas sacanagem finais e terminamos a noite com a promessa de que haveriam várias iguais no futuro.

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