Três em uma

Eu e mais alguns amigos saímos para tomar umas por aí. Entramos em um bar qualquer. Estava legal, mas o ambiente era meio difícil para a sacanagem almejada a todo instante. Ficamos pouco tempo e meia hora depois decidimos ir para outro lugar. Já com os neurônios flambando, nos decidimos por uma certa danceteria de São Paulo. No fim da noite, acabei agarrando a filha de um desembargador, que nem era grande coisa. O Renato pegou duas molecas (das quais, ao meu ver, só uma se safava) e o Jorge, totalmente bêbado, falou, falou, mas não ficou com ninguém. Já eram quatro da matina quando resolvemos ir embora. Eu e o Jorge, enquanto esperávamos o Renato pagar a conta, ficamos lá fora, vendo o movimento. De repente sai uma loira da boate, uma gostosa inacreditável. Renato chega, vê a cena e fala: "Você vai embora com a gente!". Ele pegou a mulher no colo e, quando vi, já estávamos os quatro dentro do carro, um mais bêbado que o outro. Começou aquele "papo cabeça" de sexo, sacanagem, taras, etc. e sugeri que fôssemos todos a um motel. Ela disse: "Nem pensar! Não sou mulher desse tipo! Só entro em um motel com três homens se estiver morta!" Resumindo: ela não morreu, mas depois de convencermos a mulher, acabamos nós quatro em um quarto de motel.

O trato foi o seguinte: combinamos de ir ao motel só para ver um filme pornô, e ninguém poderia tirar a roupa. Foi um absurdo. Eu e o Jorge espremidos no porta-malas do carro para passar pela recepção. Chegamos lá, todo mundo na cama, a TV ligada e novamente começou o papo de sacanagem. Resolvemos abrir um vinho para descontrair. Ela jurava que não ia dar mesmo. Cada um tentou convencer a moça, mas ela estava irredutível. Paramos de falar tanto em sexo. Realmente o assunto estava pesado, ela dizia para a gente o que já tinha feito e o que gostaria de fazer e experimentar. Tudo, mas tudo sem pudor nenhum. Já descontraída, ela disse que iria escolher alguém para transar e que os outros dois só poderiam olhar, sem fazer nada. Concordamos na hora. É lógico que depois a história mudaria... O primeiro escolhido para a transa foi o Jorge. Tudo bem, fomos pacientes. Depois de todos tirarmos as roupas, ela escondida da gente, fomos os quatro fazer sauna, que era muito apertada. Colocamos a mulher peladinha no meio de nós três. Peguei a mão dela e coloquei direto no meu pênis, que já estava duro há quase duas horas. Começamos a chupar os peitos, dedo na xoxota, mordida na nuca, dedinho no buraquinho, etc. A maior zona dentro da sauna! O calor já era insuportável quando pedi para irmos para cama. Fomos. A sacanagem não parava: ela chupava, batia, gemia e tudo mais. Como o Jorge foi o escolhido, ele comeria ela primeiro, mas o bicho bobeou. Furei a fila, coloquei a camisinha e fui com fé. O Renato estava sendo chupado, o Jorge chupava os peitos e ela lambia os dois caras. Foi um verdadeiro rodízio. Todo mundo transava, todo mundo chupava e todo mundo gozava (até ela). Resumindo: ninguém agüentava mais fazer nada, e resolvemos ir embora. Segundo ela, nunca tinha dado para mais de um ao mesmo tempo. Fica difícil acreditar. Ela gostou tanto que já marcamos um novo encontro no motel. Só que dessa vez não vou no porta-malas.

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