Viagem para a Bahia

Tenho trinta e dois anos e três amigos que são meus companheiros de viagens pelo Brasil, desde a época da faculdade. Numa destas viagens, fui com esse trio de amigos para o litoral sul da Bahia. Na época um deles, o Pedro, estava namorando uma garota, a Andreia, que insistia que ele não viajasse, já prevendo que ganharia um par de chifres bem grande. Mas insistimos tanto que não só ele como a namorada nos acompanharam na viagem. Achei que a companhia dela limitaria nossa liberdade e nosso prazer. Mas felizmente a historia não foi bem assim.

Saímos do Rio de ônibus com destino a uma cidade próxima a Ilhéus, e no ônibus passei a ver Andreia com outros olhos. Era de nossa conduta não dar em cima da namorada de amigos, mas não tive como controlar a minha excitação quando notei que, aproveitando a escuridão do onibus a noite, Andreia fazia uma discreta chupeta em Pedro. A partir daí não tive como controlar meu desejo por ela. Trocamos de ônibus em Itabuna e depois de muitas horas de estrada chegamos ao nosso destino. Como somos surfistas escolhemos o sul da Bahia pelas ondas que existem por lá. Após andarmos bastante a procura de pousada, acabamos nos hospedando num pequeno hotel que tinha apenas quatro quartos e (felizmente) só um livre, por sua vez tinha três camas de solteiro, juntamos duas para formar uma cama de casal para Andreia e Pedro e combinamos nos revezar na cama de solteiro enquanto dois dormiriam no chão. O hotel tinha apenas um banheiro.

Na tarde de nossa chegada voltei da praia com uma vontade danada de fazer xixi, mas o banheiro estava ocupado. Era Andreia que estava tomando banho. Gentil, ela abriu a porta para mim e fiquei louco de tesão ao ver a silhueta, através do box, do corpo daquela delícia de garota embaixo do chuveiro. Minha pica ficou tão dura que não consegui acertar o vaso. Propositalmente passei em frente a cortina semi-transparente sem recolher o pinto para atiçar também o tesão de Andreia. Saí do banheiro e fui para o quarto! Andreia chegou logo depois enrolada apenas numa toalha, minha vontade foi de bater uma punheta naquela hora. Ficamos todos paralizados com a beleza daquela mulher. Até Pedro, visivelmente constrangido ao ver sua namorada apenas de toalha na nossa frente. Muito a vontade ela vestiu a calcinha sem tirar a toalha e virando-se de costas, colocou a camiseta. Que delícia de mulher! Todos, por mais que tentassem, não conseguiam disfarçar a excitação. Menos Pedro, que claramente irritado, puxou Andreia pelo braço até o corredor para repreendê-la, mas ela rebateu: "Mas eles já me viram de biquíni, que diferença faz?". À noite eu bati uma gostosa punheta enquanto o casal transava discretamente na cama ao meu lado.

No dia seguinte, como o mar estava calmo, sem ondas, decidimos caminhar pela praia. Andreia estava com seu minúsculo biquíni. Andamos tanto pela praia que chegamos a um local totalmente deserto, sem nenhum sinal de casa ou gente por perto. Propus um nudismo e Pedro, por razões obvias, foi o único a recusar a idéia. Eu e os outros dois amigos nos aproximamos da água e tiramos nossas bermudas em seguida nossas sungas. Embora um pouco envergonhados, já que nossos pintos estavam apontando para cima, ficamos os três pelados, fui o primeiro a virar para o casal e sugerir que Andreia nos acompanhasse tirando apenas a parte de cima do biquini. Apesar da contrariedade de Pedro, ela concordou em exibir aqueles peitinhos maravilhosos. Pedro ficou todo embaraçado, mais uma vez, e completamente sem ação vendo também três caras com o caralho duro na frente da namorada.

Continuamos nossa caminhada pela praia e sugerimos que Andreia ficasse totalmente nua. Pedro ficava apenas na marcação e foi vencido mais uma vez, porque Andreia ignorou novamente o namorado e tirou o biquíni exibindo sua linda bocetinha, ela correu em direção ao mar a passou a brincar com a água, mas não ficou sozinha por muito tempo porque nós três fomos fazer-lhe companhia. Pedro permaneceu distante apenas observando, aparentemente ainda sem entender o que estava ocorrendo. Na água as brincadeiras, como as do tipo "joga ela que eu pego", rolavam solta e animada. Não demorou muito e os três, embalados pelos movimentos da água, estavam se aproveitando da situação para gostosas passadas de mão na garota. Numa dessa Andreia pegou minha pica dura e me abarcou para dar um delicioso beijo. Mas a surpresa maior, até mesmo para mim, foi quando ela abaixou e meteu a minha rola na boca, sem nenhuma cerimônia: "Não aguento mais de vontade... deixa eu mamar essa pica gostosa... ", dizia. Confesso que foi uma das mais deliciosas chupadas da minha vida. Fiquei paralizado, sentindo e desfrutando o prazer que os lábios quentes da Andreia proporcionavam com suaves massagens na minha vara. Meus amigos também não acreditavam na cena que ocorria na frente deles. Soltei jatos fortes de porra naquela boquinha gulosa, que acolheu todo o líquido. Peguei Andreia pela mão e caminhamos em direção a areia. Virei a ninfeta de frente para meus amigos e nisso um deles se aproximou, abriu as pernas dela e meteu a rola naquela boceta. Ele deu estocadas fortes e gozou rapidamente dentro dela. Andreia fechou os olhos e gozou feito uma cadela. Pedro permanecia onde estava, mas já havia tirado o short e batia uma alucinada punheta. Minha rola endureceu novamente, e antes de outro se ocupar dela, sugeri voltarmos para a areia mais perto de Pedro. Andreia sentou-se na vara do meu amigo, deitado na areia e me coloquei atrás dela, para estrear aquele lindo rabinho. Pedro ainda tentou interromper a transa dizendo que ela nunca tinha dado o cuzinho antes. Mas Andreia me segurou pelo braço, curvou seu corpo para frente e me ofereceu escancaradamente o cuzinho. Olhei para Pedro como se quisesse dizer, provocativamente: "Tá vendo, é ela que esta a fim de dar a bundinha...". Encostei a pica no buraquinho quente, a cabeça encontrou alguma resistência mas em seguida deslizou dentro dela. Andreia soltou uns gritinhos abafados. Como meu amigo metia na bocetinha dela gozou rapidamente. Aproveitei a pausa dos amigos e a coloquei de quatro, só para mim. Andreia estava a minha inteira disposição. Lubrifiquei a cabeça do pau e o cuzinho dela com saliva, abri suas nádegas, encaixei novamente, e voltei a penetração até que ela me agasalhasse todinho. Andreia gemia e rebolava na minha vara. Eu não me continha de felicidade de estar comendo o rabinho dela na frente de todos, e principalmente do namorado que, ao que tudo indicava nunca tentou saborear aquele cuzinho. Enquanto eu estocava, brincava com meus dedos no seu grelinho. Andreia se estremecia toda, estava com o corpo totalmente arrepiado. Ela balançou, sacudiu a cabeça varias vezes e gozou como nunca, deixando seu corpo pender para frente. Gozei mais uma vez e enchi aquele cuzinho com meu leite, que vazava pelas coxas grossas. Andreia sorria com os olhos fechados e respiração ofegante. Pedro a essa altura já se havia juntados a nós e, em companhia dos outros dois amigos, estava com o caralho duro a espera de sua vez para foder a namorada. Andreia olhou para ele, sorriu e virou a boceta convidando Pedro para transar com ela na frente de nós todos. Por essas e outras aquela tarde foi maravilhosa e nossa viagem a partir dai foi inesquecível: muito sol, ondas, amigos e mulheres gostosas. Trepamos no quarto, na praia, no ônibus e em muitos outros lugares.

Quinze dias depois voltamos para o Rio e Andreia já era considerada namorada dos quatro. Hoje Andreia esta namorando um outro cara, mas mesmo assim continua saindo com seus velhos e bons amantes.

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