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Amiga do peito |
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Meu casamento durou apenas dois anos. Desde o início, Alfredo
deixou muito a desejar no sexo. Talvez por isso eu tenha procurado um
outro jeito para me satisfazer: uma amiga tarada e muito especial. Não
sei como não percebi que estava com o cara errado desde o início.
Quando me vi separada, senti um misto de insegurança e alívio.
Tinha vinte e nove anos e estava completamente perdida sem saber o que
fazer da minha própria vida. Demorou quase seis meses para voltar
a sair com minhas amigas. Tentei me aproximar de alguns homens, mas a
frustração com o meu ex-marido não deixava. Tinha
a impressão de que todos os homens me deixariam insatisfeita. Na
verdade, nunca tive muitas experiências gratificantes. Era quase
uma iniciante em relação ao sexo e acho que só tive
orgasmos me masturbando. O hábito da masturbação
me acompanha há muito tempo. Sempre tive mais prazer sozinha do
que com meus parceiros. Separada, recorri muitas vezes a esse recurso.
Fantasiava com homens e mulheres. Tentava controlar meus pensamentos,
mas não conseguia de jeito nenhum. Aos poucos, me dei conta de
que poderia ficar para sempre sozinha se não fizesse alguma coisa
por mim. Não ia abandonar a masturbação, mas estava
precisando de uma outra pessoa para me acariciar. Resolvi me matricular numa academia de ginástica, onde acabei
conhecendo Gláucia. Nos entrosamos logo de cara. Ela tinha trinta
e dois anos e era casada. Gostava de conversar com ela e sempre estendíamos
o papo para depois das aulas. Até que um dia falamos muito sobre
sexo. Gláucia também me contou de sua vida particular, o
que me deixou completamente excitada. Até brinquei que eu estava
"a perigo" e que era bom parar de falar aquelas coisas. Ela
perguntou se fazia tempo que eu não trepava. Respondi que fazia
quase um ano e que já tinha me habituado a me satisfazer sozinha.
Para minha surpresa, ela me confessou que também se masturbava
e que usava um vibrador. Fiquei imaginando aquela baixinha peituda e gostosa
se masturbando. Quase tive um orgasmo. Então, ela chegou no meu
ouvido e sussurrou: "Tô com meu vibrador aqui na bolsa. Você
não tá a fim de dar uma olhada?". Não pude acreditar.
Tentava disfarçar, mas estava excitadíssima. Tive uma atitude
que me deixou surpresa: convidei Gláucia para ir até meu
apartamento e mostrar o tal vibrador. Ela disse que precisava ligar para
o marido. Pegou o celular na bolsa, discou, falou com ele e desligou.
"Podemos ir", ela falou. Chegamos ao meu prédio e já subi no elevador com a calcinha
encharcada. Entrei no apartamento e coloquei um som. Perguntei se ela
bebia alguma coisa. Não quis nada. Tive de tomar um drinque. Parecia
que estava cometendo um ato altamente proibido e, por isso mesmo, muito
excitante. Gláucia abriu a bolsa e tirou o vibrador enrolado num
pano. Fez um suspense. Até que abriu o pano e mostrou um vibrador
em forma de pênis. Era uma cópia perfeita, com saco e tudo.
Fiquei tão excitada que se colocasse apenas um dedinho na ponta
do meu grelo ia começar a gozar. "Gostou?", Gláucia
perguntou. "Muito bonito, e parece ser bem duro", respondi.
"Duro e macio", ela falou. Gláucia se levantou e se aproximou
de mim. deu o vibrador para eu segurar. Apertei com delicadeza. Ela falou
para apertar mais forte, pois não era de verdade. Segurei firme.
Fazia tanto tempo que não sentia um pau na mão que quase
abri as pernas e comecei a me comer ali mesmo com aquele vibrador. Gláucia
pegou o vibrador da minha mão e começou a passá-lo
nos meus seios! Ela, então, abaixou a minha malha de ginástica
e disse que era melhor daquele jeito, "com o peitinho para fora".
E continuou esfregando o pau de borracha nos meus seios, já durinhos
de tesão. Ela ficou um tempinho nessa brincadeira, depois começou a passar
o vibrador pelo meu rosto, até que o enfiou na minha boca. Gláucia
me olhava de uma maneira sacana. "Chupa até ele ficar bem
molhadinho", ela disse. Chupei. Depois ela pegou o vibrador e o colocou
de pé no chão. Pediu que eu o segurasse. Sem a menor inibição,
tirou o short e sentou-se naquele vibrador enorme. Gláucia enterrou
o vibrador todinho na xota. Ela começou a se mexer toda. Dizia
que estava muito gostoso. Eu não acreditava no que via. Jamais
poderia imaginar que ficaria tão encharcada olhando outra mulher
se masturbando. Ela, então, pediu algo que me inibiu, mas acabei
fazendo. Pediu para abrir os lábios da sua boceta e mantê-los
bem abertos. Ainda colocou o peito para fora da camiseta e me pediu para
chupá-lo. Que tesão! Era difícil ficar naquela posição,
mas era uma delícia sentir o mamilo de Gláucia ficar endurecido.
A xoxota, então, não parava de escorrer. O vibrador ficou
completamente melado. Só que ela não gozou. Gláucia
acabou se cansando da posição. Foi até a sua bolsa
e tirou um cinto. Ela me explicou que poderia encaixar o vibrador no cinto
e amarrá-lo na cintura. Pensei que seria ela que o colocaria, mas
foi em mim que ela amarrou o vibrador. Fiquei com um pinto artificial
no meio das pernas. Ela me perguntou onde era o quarto. Mostrei o caminho.
Então se jogou na cama e abriu as pernas: "Vem, me fode...
como se fosse um homenzinho metendo". Olhando pelo espelho do quarto, não suportei o tesão quando
me vi comendo aquela morena tesuda. Segurei seus braços e comecei
a beijá-la fortemente. "Minha puta gostosa!", eu murmurava.
Comecei a agir como gostaria que um homem fizesse comigo. Ela transbordou
de prazer. Continuei metendo com força. Ela gozou deliciosamente.
Ficamos abraçadas, carinhosas uma com a outra. Mas ainda sentia
que precisava gozar urgentemente. Comecei a roçar meu corpo no
dela. Ela entendeu. Tirou o vibrador da minha cintura e disse: "Vou
te fazer gozar!", prometeu. Deslizou até o meio das minhas
pernas, tirou meu short e começou a me chupar. Foi uma sensação
tão deliciosa que não sei como descrevê-la. Eu estava
atordoada com a língua de Gláucia entrando pelo meio da
minha racha. Inacreditável, mas estava tendo um orgasmo maravilhoso.
Ela não deu tempo para que eu me recuperasse. Aproveitou que a
minha xota estava úmida e enfiou o vibrador. Meu corpo inteiro
sentiu tesão, até meu cuzinho ficou aceso. Gláucia
percebeu e enfiou um dedo no meu rabo. Fui outra vez surpreendida por
um orgasmo estupendo. Fiquei estatelada, sem nenhuma reação.
A safada abriu minhas pernas e me segurando desse jeito, aberta, chupou
meu cuzinho. Não sei o que senti no momento. Tudo estava além
das minhas expectativas. Sensações deliciosas tomaram conta
de mim. "Vou meter o pau na sua bundinha. Você quer?",
ela perguntou. Não sei onde estava com a cabeça quando disse
"Sim, quero". Então ela pegou o vibrador e colocou só
a ponta. Levantei a cabeça, pois queria ver aquilo. Aos poucos,
ela foi colocando tudo. Sentia meu rabo sendo dilacerado. Comecei a tocar
uma siririca. Quando me dei conta, o pau de borracha estava todinho na
minha bundinha. Era um misto de dor e prazer. Gláucia me estimulava
para gozar mais uma vez. Eu já estava mole. Mas ela ainda tirou
o vibrador de mim e depois o enfiou novamente numa estocada seca e violenta.
Me acabei de tanto gozar. Delícia! Gláucia teve de ir embora. A partir daquele dia, me soltei mais. Percebi que podia ter prazer de diversas formas, e todas eram válidas. E como! Para volver a SEXYCONTOS, haga click aquí |
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