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Amor no Rio |
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Amor no Rio O pôr do sol estava lindo naquela tarde. A cor do mar encantava os olhos de Eduarda, que observava as ondas que se desmontavam levando areia até seus pés. Arrepiava-se toda, pois a água estava muito gelada. Estava cansada, pois havia trabalhado muito naquela semana e ninguém reconhecerá o esforço que fez para manter tudo ok naquela empresa, mas ela nem se importava, pois o final de semana havia chegado e tudo que ela queria era relaxar e quem sabe ate tomar um chopinho em um bar que ficava próximo dali. Já se preparando para sair da beira do mar, Eduarda sentiu um empurrão que a fez cair dentro d’agua. Assustada, viu uma cachorra pegando algo que tinha caído ali perto. Quando tentou levantar-se percebeu que alguém segurou em seus braços ajudando ela a se levantar. Olhou rapidamente e viu que era uma mulher. Ainda sem entender o que tinha acontecido ouviu a mulher pedindo desculpas, pois era dona daquela cachorra desajeitada que tinha feito ela cair na água e se molhar toda. Já em pé, Eduarda percebeu que aquela mulher mais parecia uma moleca que aparentou ser bem nova. Com um sorriso confuso nos lábios Eduarda disse que estava tudo bem e foi saindo quando, de repente, a “moleca” segurou novamente em seu braço firmemente e apresentou-se. Era Ângela, afirmando que não iria deixá-la naquele estado, estava toda molhada, já estava quase anoitecendo e tambem fazia um friozinho naquele fim de outono. Ângela apontou um prédio que ficava de frente para o mar dizendo que morava lá e que iria leva-la em seu apartamento para se secar. Eduarda recusou de inicio, mas lembrou-se que morava longe de Ipanema e acabou aceitando, pois não queria ficar naquele estado lastimável por muito tempo. Então a Ângela prendeu a cachorra e seguiram para o prédio. Chegando na cobertura, Eduarda disse que precisava apenas de uma toalha, mas Ângela balançou a cabeça negativamente e pediu que ela tirasse aquelas roupas porque iria lavar e secar, pois era o mínimo que poderia fazer depois do acontecido e apontou um corredor que ao final ficava um banheiro e sugeriu que ela tomasse um banho enquanto ela colocasse as roupas para secar. Depois de alguns minutos, Ângela bateu na porta do banheiro com um roupão na mão oferecendo a Eduarda que ainda estava na ducha, pediu que vestisse enquanto as roupas não ficassem secas. Quando Eduarda saiu do banheiro que percebeu a beleza daquela moleca que fazia um estilo despojado, de bermudão florido, camiseta e um boné na cabeça, fora aquelas covinhas na bochecha que dava vontade de morder só de olhar. Eduarda era gordinha, mas se achava bem mais gorda do que realmente era. Meio sem graça, perguntou se sua camiseta e seu jeans iriam demorar muito a secar. Ângela abriu um belo sorriso e pediu que Eduarda relaxasse oferecendo um copo de vinho enquanto aguardava as roupas. Eduarda recusou, pois era muito tímida e na verdade mal acreditava estar ali e naquela situação, mas quando percebeu que era vinho branco seco que para variar era seu preferido não resistiu a tentação, aceitou a bebida. Ângela a convidou para sentar-se em um sofá bem aconchegante que existia próximo delas. Sentaram-se no mesmo sofá e começaram a papear. Eduarda percebeu que Angela não era tão nova mas com certeza era uma moleca irresistível, não conseguia parar de olhá-la e tinha quase certeza que aquela menina desejava mulheres tanto quanto ela. Mas, para garantir perguntou se Angela era comprometida. Ela prontamente respondeu que não, com um olhar que a fazia sentir-se nua. Depois de algum tempo Angela fez um comentário que a deixou totalmente envergonhada. O bico de um de seus seios estava aparecendo, sem perceber deixou que o roupão ficasse um pouco folgado. Ângela naturalmente disse que seu seio era lindo, Eduarda sentiu um calor fora do comum em seu corpo, tão intenso que a excitou. E antes que pudesse disfarçar, Ângela chegou bem proximo. A pele das duas já estavam coladas quando Ângela tocou em seu seio que estava exposto. Eduarda que já estava envergonhada e excitada, sentiu seu sexo pulsar de prazer. Ângela olhou nos olhos de Eduarda e perguntou se poderia sentir o sabor de sua pele, quando Eduarda tentou responder já era tarde. Ângela já tinha ocupada sua boca com um beijo ardente que a vez perder o fôlego. E antes que ela tentasse desistir, Ângela começou a passar língua e morder de leve a ponta de sua orelha sem deixar de tocar aquele seio que realmente era lindo e apetitoso. Eduarda que antes não sabia como teve coragem de entrar na casa de uma estranha, não queria sair dali nunca mais, e enquanto Eduarda ficava com seus pensamentos e suas sensações, Ângela começou a tocar o pescoço dela passando levemente a língua em movimentos sensuais. Começou abrir o roupão deixando exposto aquele corpo que Ângela já conhecia a maciez e estava adorando sentir o gosto. Eduarda se estremeceu toda quando sentiu a boca quente e sensual de Ângela que sugava seu mamilo, e em um movimento sem pensar, puxou aquela moleca novamente para sua boca e retribuiu aquele beijo intenso que havia recebido momentos atrás, ao terminar o beijo Ângela com um sorriso malicioso nos lábios, levantou-se do sofá ajoelhando e se encaixando entre as pernas de Eduarda, que naquele momento já estava totalmente entregue a situação deliciosa do momento. Ângela começou a passear com a língua nas partes internas da coxa daquela mulher que parecia querer bem mais. Quando chegou perto do sexo, Eduarda em outro impulso movido pelo prazer puxou a cabeça da garota para sua parte intima. Ângela atendeu prontamente, mas não imaginava que iria encontrar algo tão molhado. Começou a sugar uma carne macia que parecia soltar calda de pêssego mas que na verdade era o liquido mais gostoso e existe. O liquido do prazer de uma mulher. Mordiscava levemente o clitóris prendendo entre os dentes e passando a ponta da língua ao mesmo tempo. Eduarda entre um gemido pediu para sentir o dedo polegar daquela moleca dentro dela, e quando sentiu, tremeu de prazer porque Ângela fazia movimentos circulares com firmeza e toda delicadeza. Aquele liquido delicioso jorrava enquanto Ângela explodia em um orgasmo tão intenso que seu grito soava pelo prédio afora. Com um beijo molhado pode sentir seu próprio gosto. Após o beijo Ângela sentido-se satisfeita dirigiu-se até lavanderia onde encontrava-se as roupas já secas e quando voltou, encontrou Eduarda em saindo de mais um banho, entregou as roupas e quando ela já estava vestida puxou-lhe para mais um beijo que dessa vez foi de agradecimento, mas com a mesma intensidade dos anteriores. Já era uma linda noite quando Ângela partiu. Contatos: sedazul@hotmail.com Para volver a SEXYCONTOS, haga click aquí |
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