Cléo e eu. / Parte 1: na chácara

Eu estava numa chácara, alugada para uma festa da faculdade, com 25 amigos e amigas. Era festa o dia todo, muita risada, muita cerveja e muitas outras coisas. Foi quando começamos a nos jogar na piscina, todas as meninas, eu não me lembro o motivo. Sei que em determinado momento eu e a Cléo sentimos frio e fomos tomar banho. Nada anormal para duas meninas, afinal, as meninas sempre tomam banho juntas. Trancamos a porta e eu comecei a me depilar na virilha. reparei que a Cléo não tirava os olhos da minha buceta, mas até aí, estavamos as duas alegres, não achei nada de mais. Foi quando ela se ofereceu para passar um creme hidratante no meu cabelo e eu deixei. Enquanto eu depilava ela ia passando o creme no meu cabelo. Ela começou massagenado meu cabelo e lambuzou a mao de creme, e começou a pasar nos meus ombros, meus seios, minha buceta... aquilo foi me dando um tesão incrível, eu só queria que o tempo parasse. Eu me virei e começamos a nos beijar como duas gatas no cio, ela puxava o meu cabelo e ia me dando mordidas no pescoço, nos ombros, na bunda. Eu molhei meu dedo de saliva e comecei a esfregar no grelinho dela, todo grande e duro de tesão por mim. Me sentei na tampa da privada e abri as minhas pernas, pra ela me chupar. Ela me chupava e enquanto isso as outras meninas batiam na porta para entrar e tomar banho também. Então paramos por aí e ela só me disse: te devo uma gozada e você me deve uma chupada bem gostosa. Abrimos a porta e as outras meninas entraram. Acabei meu banho e saí.

 

Cléo e eu. / Parte 2: na casa dela

Então, naquela chácara, naqueles dias, a Cléo e eu não conseguimos terminar o que começamos aquela noite. E eu estava fervendo de tesão, era nítida a nossa aproximação, acabamos não ficando com nenhum cara naqueles dias, eu só queria chupa-la, come-la, devora-la e ela o mesmo. Tentamos nos trancar duas vezes no banheiro mas era incrível, sempre aparecia alguém interrompendo. Duas semanas depois ela me ligou, convidando para uma festa na casa dela. foi incrível, mas aquele dia eu estava sem o carro. Ela disse que era para que eu dormisse lá, que não haveria problemas. Eu sabia o que ela estava planejando e no fundo, era o que eu queria também. Coloquei uma calcinha branca minúscula, semi transparente e uma saia bem curta. Vesti uma regata preta sem sutiã e fui até o metrô, em direção a casa dela. Todos os homens que passavm deviam sentir o cheiro do meu tesão, porque todos falaram um \"gostosa\" no mínimo. Mas eu só queria era arrancar a minha calcinha para a Cléo. Cheguei na festa e a casa estava lotada. Pra ajudar o cara que ela costumava ficar estava lá, e o cara que eu costumava ficar também. Pensei \"acho que ela não quer mais nada, pois chamou os dois...\" Muito vinho depois eu estava pegando fogo por ela, estava quente, a minha calcinha estava molhada, meu peito duro, marcando a regata que eu usava sem o sutiã. Quando eu fui buscar mais uma garrafa de vinho na cozinha, ela veio atras. Sozinhas na cozinha ela enfiou a mão por debaixo da minha saia e disse \"não pense eu me esqueci dessa buceta toda não. Eu tô louca pra te chupar....\" e eu disse \"então mande esses caras embora, que eu abaixo a minha calcinha agora pra você\". Ela riu e me disse, com a mão na minha buceta, empurrando a minha calcinha para o lado e enfiando o dedo no meu grelo molhado: pode deixar, eu me viro com eles... finge que está bebada e vai tomar um banho...

 

Cléo e eu. / Parte 3: a chupada impossível

Eu nao tive dúvidas: subi com a garrafa de vinho na mão e comecei a encher a banheira do quarto da Cléo, que era enorme. Enquanto a banheira enchia eu ia bebendo vinho e me masturbando toda, quase gozando nos meus dedos, só pensando na buceta da Cléo, nos peitos duros e grandes da Cléo, naquele bico de peito duro, enhendo a minha boca, aquela buceta molhada se esfregando na minha, a minha buceta bem na língua dela. Vinte minutos depois ela abriu a porta do banheiro vestido só uma cinta com liga e espartilho brancos, um sutiã bem transparente que ela fez questao de abrir pra mim, botao por botão.... ela vestiu o espartilho dela em mim e caimos na banheira, nos beijando como loucas. A calcinha dela ficou toda transparente, deixando os pêlos todos a mostra. Eu saí da banheira, ela veio atrás, nos deitamos no chão e nos chupamos num 69 interminável. Só nesse 69 eu gozei infinitas vezes pra ela, e ela, eu senti, gozou muito para mim... Meteu muito o dedo no meu cuzinho enquanto eu metia no cuzinho dela. Me sentei na beirada da banheira e disse \"agora me chupa que eu vou ficar bem quietinha\". Ela amarrou meus braços para trás com a toalha, abriu as minhas pernas e me chupou muitas vezes, até que eu gozasse muitas e muitas vezes naquela língua deliciosa e macia. Eu peguei na cintura dela, por trás, abri o chuveirinho e fiquei pasando naquela bucetinha carnuda e cheia de tesão. Fiz ela gozar no chuveirinho. Gozamos muito, muito, ficamos uma hora e meia chupando naquele banheiro, até que descemos, as duas de cabelo molhado, vermelhas e tontas de tanto prazer. Todos que olhavam sabiam o que tinha acontecido, mas felizmente só nós duas tinhamos sentido tudo aquilo.

bibitangerina@yahoo.com.br

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