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Eu, minha prima e uma amiga nossa |
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Eu me chamo Thatiana e, alguns anos atrás eu tive uma convivência
muito grande com a minha prima Aline. Hoje somos casadas e temos filhos,
por isso estou trocando nossos nomes para relatar tudo o que aconteceu.
Naquela época, tínhamos uma amiga chamada Patrícia.
Era uma loira bonita, corpulenta, e seus grandes seios atraíam
os olhares de todos os homens que passavam. Eu e minha prima Aline éramos
morenas e, apesar de termos corpos bonitos, não conseguíamos
vencer a concorrência de Patrícia, que sempre ficava com
os melhores homens quando saíamos as três juntas. Mas isso
não nos preocupava, pois nos gostávamos muito e nossa amizade
era boa. Mesmo gostando de transar com homens, Patrícia nos revelou
que gostaria de fazer amor com uma mulher, pois achava que seria muito
bom. Eu e Aline achamos isso muito estranho da parte dela e resolvemos
não comentar o assunto nem entre nós mesmas, mas secretamente
isso me excitou muito. Um belo dia (sempre há um belo dia), estávamos nós
três sozinhas na casa da Aline e estávamos nos preparando
para ir a uma festa. Tomamos banho e trocamos de roupa uma na frente das
outras e eu reparei que, enquanto conversávamos, Patrícia
olhava sem parar para os meus seios e para os da minha prima. Também
olhava para a minha xoxota, mas eu fiquei tão envergonhada disso
que resolvi cobri-la disfarçadamente. Foi então que começou a chover torrencialmente e o temporal
nos prendeu em casa. Ficamos muito chateadas no início, mas logo
nossa conversa se tornou mais amena e Patrícia sugeriu que fôssemos
para o outro quarto. Nuas na cama de casal dos pais de Aline, nós
rimos muito sobre muitas coisas e Patrícia acabou nos falando que
estava doida para transar. Ficamos em silêncio e ela pediu para
beijar Aline. Achei que ela fosse receber um tapa na cara pelo abuso,
mas me enganei: Aline deslizou pelos lençóis até
Patrícia e elas se beijaram com um afã tão grande
que eu senti meu líquido vaginal me lubrificar. Ao fim do beijo,
elas olharam para mim e me perguntaram se eu também não
queria experimentar uma boca de mulher. Sem pensar muito, encostei meus
lábios nos de Patrícia e senti uma língua suave como
nenhum homem jamais possuiria. Ao mesmo tempo, senti as carícias
de Aline subindo pelas minhas pernas indo em direção à
minha gruta já encharcada. Abri as pernas e deixei que minha prima
me masturbasse. Um calor inexplicável surgiu em meu corpo e quando
dei por mim, já estava com os grandes seios de Patrícia
em minha boca. Aline me chupava a boceta com muito tesão. Nossa
amiga fez uma manobra para me mamar também e ficamos nessa posição
por algum tempo. Depois disso, Patrícia puxou Aline pelo braço e a deitou
na cama de barriga para cima. Deitando sobre ela, as duas fizeram um belo
sessenta-e-nove e eu fiquei lambendo o cu da loira enquanto sentia dedos
penetrarem minha xoxota. Trocamos de posição várias
vezes. Em um determinado momento, eu tinha um seio na boca de cada uma
e era como uma picanha no meio de lobas famintas, alvo de mãos
e línguas. Outra hora, eu me juntava com Aline para nos alimentarmos
da loira, que gemia sem parar um só segundo. Colamos velcro umas
com as outras, trocando continuamente e todas nós conseguimos atingir
orgasmos satisfatórios com isso. Fiquei de quatro e deixei Patrícia
roçar sua boceta na minha bunda, como se fosse um homem me enrabando.
Aline chupava os peitos dela. Na verdade, eu estava doida para pagar um
boquete, mas a sacanagem estava tão boa que acabei me satisfazendo
com as bocetas das minhas fêmeas. Chupei os peitos da Aline e deixei
que ela chupasse os meus. Eu e minha prima transamos mais uma vez esfregando
uma boceta na outra na posição papai-e-mamãe e atingimos
juntas o último e maravilhoso orgasmo da noite enquanto Patrícia,
já vencida pelo êxtase, apenas nos observava. Dormimos nós três juntas aquela noite e os pais de Aline só voltaram no dia seguinte. Eu e Aline repetimos a experiência outras vezes e, mesmo sem nossa amiga, a coisa foi muito boa. Transamos as três outras vezes também e eventualmente Patrícia levava uma ou duas amigas para nossa suruba. Depois que eu casei nunca mais fiz essas coisas e acredito que Aline também não, mas eu ainda me lembro bem dessas experiências e sinto muita saudade. Talvez um dia volte a repetir, mas agora só se for com o meu marido no meio. Para volver a SEXYCONTOS, haga click aquí |
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