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Minha amiga Léa |
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Meu nome é Luciana e tenho vinte e quatro anos. Minha vida começou
a mudar quando aconteceu uma paixão explosiva pela minha amiga
Léa. Eu estava indo passar umas férias na sua casa de praia
em Ubatuba. Nós fomos sozinhas. Era a primeira vez que isto acontecia,
já que seus pais não puderam ir e seu irmão havia
viajado para outro lugar. Aproveitamos para tornar a nossa amizade mais sólida. Só
que jamais imaginei que aquele nosso relacionamento iria se transformar
numa paixão homossexual. Ainda mais que nada indicava que fosse
rolar alguma coisa. Tanto que quando estávamos indo para a sua
casa de praia, a nossa conversa era sobre namorados. À princípio,
a gente falava dos homens com tesão, mas aos poucos fomos metendo
o pau e assumimos que éramos frustradas no terreno amoroso. Até
mesmo na praia, a nossa atenção era para cima dos homens
de sunga e de corpo bonito. Mas aí percebemos, que eram um monte
de carinhas metidos a garanhão e que não significavam nada
para nós. Mesmo assim, não havia pintado nenhum clima entre
nós duas. Foi só no terceiro dia que a coisa aconteceu como se fosse uma
avalanche. Tivemos que ficar em casa porque estava chovendo muito. Léa
arrumou um uísque do barzinho do seu pai e começamos a beber.
No começo, a gente resolveu fazer um desfile de roupas. Foi uma
loucura. A gente só andava de calcinha e colocava as roupas de
uma maneira extravagante. Demos muitas risadas e a bebida começou
a fazer efeito. Aí Léa sugeriu que ficássemos nuas, pois apesar
da chuva, a casa continuava muito abafada. Não pensei duas vezes
e fiquei pelada. Léa, uma loirinha muito bonita, também
tirou a roupa. Ficamos uma brincando com a outra. "Nossa, que bunda
grande que você tem!", "Olha que peitões!",
coisas deste tipo. Léa estava impossível e sugeriu que fôssemos
até a varanda. A casa ficava no alto de um condomínio de
luxo e não havia ninguém por perto. Só que quando
chegamos na varanda, uma chuva, destas de chicote, veio com tudo e nos
deixou ensopadas. Corremos para dentro como duas crianças que aprontaram
uma arte. Caímos no sofá dando risadas. E molhadas daquele
jeito, sem que eu percebesse, a gente se beijou pela primeira vez. Foi
um beijo suave, gostoso. A língua macia e quente de Léa
entrava pela minha boca lentamente. Entrava e saía. O cheiro de
uísque junto com a língua úmida de Léa, me
fez sentir muito tesão. As nossas mãos logo procuraram outros lugares do corpo para acariciar.
Acariciamos ao mesmo tempo, uma a xoxota da outra, sem parar de nos beijar.
Só que desta vez, os beijos eram mais violentos. Eram beijos mordidos,
que nos deixavam doidas de prazer. A gente já não escondia
o tesão que uma sentia pela outra e já não colocávamos
nenhuma barreira para as nossas vontades. Tanto que Léa me fez
abrir bem as pernas e me chupou loucamente. Que delícia! Só
uma mulher sabe chupar uma outra com tamanha perfeição.
Ela sabia colocar a boca no lugar certo e seus dedos também agiam
com rapidez, ora entrando na minha xoxota, ora entrando no meu cuzinho. Eu me sentia fora dos eixos. Nunca havia sentido um tesão tão
grande. Eu sabia que não era só a bebida que me fazia perder
os limites, mas era a sensação diferente daquele momento.
Eu fiquei enlouquecida. Mexia nos meus seios, me arranhava, gritava, estava
incontrolável. Fomos para o quarto de Léa. Ainda estávamos molhadas da
chuva e por isso nos enxugamos. Aí cada uma "inspecionou"
o corpo da outra. Abrimos os orifícios, mexemos em lugares proibidos,
enfiamos dedos e bocas e fomos parar na cama, trepando como duas devassas.
Fizemos um longo 69 e acabamos nós duas gozando. Caímos
de lado, rindo e abraçadas. Só que o nosso desejo erótico
não havia terminado por aí. Era apenas o começo.
Fomos para o banheiro, onde havia até uma hidromassagem enorme. Léa preparou a hidro, colocando alguns aromatizantes. Fomos para
dentro daquela água deliciosa e deixamos os nossos desejos novamente
aflorarem. Veio com violência. Parecia que o nosso amor era um vulcão
adormecido que voltou a soltar larvas para tudo que é lado. A gente
se beijou entrelaçando as pernas. Um beijo longo, faminto, cheio
de volúpia. Fiquei de quatro na hidro e Léa me chupou por
trás. Ela era também um tanto perversa e me batia na bunda,
enquanto seus dedos entravam pela minha racha. Foi um sonho delicioso.
Eu jogava meus longos cabelos negros para trás. Ela os puxava e
seus dedos entravam mais fundo dentro de mim. Comecei a rebolar até
sentir um orgasmo intenso me dominando completamente. A nossa transa ainda continuou dentro da sauna. Léa era muito
mais ousada do que eu. Colocou as pernas abertas em cima do banco de madeira
e empurrou o cabo de uma escova dentro da sua xoxota. Ela bombava olhando
para mim. Pediu que eu abrisse a bocetinha por trás. Eu me exibi,
tentando fazer uma cara de safada. Ela começou a gritar que estava
quase gozando. Eu me ajoelhei aos seus pés e a chupei da mesma
maneira que ela fez comigo no sofá. Léa colocou a escova
do lado e segurou minha cabeça com as duas mãos, me comprimindo
contra a sua boceta. Fiquei com o rosto afundado no meio das suas pernas,
mas não parei de chupar um só segundo. O orgasmo de Léa
quase nos derrubou no chão. Rimos, contente com o nosso descobrimento
erótico. A partir daquele dia, fomos várias vezes para a praia, onde realizamos muitas loucuras juntas. No nosso dia a dia, mantemos as aparências, mas quando chega o final de semana, mergulhamos na nossa paixão homossexual, que nos delicia e que nos faz muito bem. Para volver a SEXYCONTOS, haga click aquí |
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