Minha iniciação

Eu tinha trinta e quatro anos quando tive minha primeira paixão homossexual. Na época, eu tinha acabado de me separar do meu marido e por isso me sentia muito sozinha, mesmo sabendo que o cara não havia sido legal comigo. Mesmo assim, eu sempre fui carente e como não tivemos filhos, eu me sentia meio perdida, sem saber muito bem o que fazer da vida.

Comecei a freqüentar um curso de decoração só para ocupar o tempo e foi aí que conheci a Soraya, uma mulher da minha idade e que também havia se separado há pouco tempo. Logo fizemos amizade e começamos a sair juntas. Soraya era muito divertida e soube ser uma amiga e tanto. Ela conversava mais comigo do que meu ex-marido, ela me compreendia e sabia me dar força quando eu estava de baixo astral.

Depois que terminou o curso, a gente continuou se vendo. Ela vinha na minha casa com certa freqüência. A gente fazia muitas coisas juntas, como cozinhar, ver televisão, escolher roupas etc. Eu me sentia muito bem ao seu lado, mas jamais imaginei levar isto para o lado sensual. Soraya era uma mulher bonita, que atraía os homens, mas nunca imaginei que tivesse alguma tendência lésbica.

Eu só descobri que estava envolvida com Soraya, quando ela me disse que estava vendo um novo emprego em outro estado. Nossa! Aquilo me pegou de surpresa e me afetou demais. Tentei disfarçar, mas Soraya reparou na minha tristeza e passando a mão nos meus cabelos, disse que não iria me esquecer e que sempre me escreveria. Eu fiquei com vontade de chorar, mas consegui conter as lágrimas.

A gente tinha combinado de sair naquela noite. Para não cair num baixo astral total, resolvi continuar com nossos planos e fomos para um barzinho. Eu pensei que fosse me controlar, mas o que aconteceu foi que bebi mais que o normal. Talvez, fosse uma maneira de me consolar do fato que Soraya iria embora. Ela também bebeu mais do que o costume, mas não demonstrou que estava de porre.

Eu que não conseguia disfarçar a minha bebedeira e me senti muito mal quando pensei que iria ficar sozinha em casa. Por isso, não me fiz de rogada quando Soraya me convidou para ir dormir na sua casa. No carro, ela já começou a passar a mão em mim, mais exatamente nas minhas coxas. Confesso que estranhamente comecei a sentir bastante prazer nas sua carícias, que continuaram no elevador.

Já no seu apartamento, Soraya foi mais ousada. Disse que eu precisava tomar um banho e já foi logo tirando a minha roupa. Eu não coloquei nenhuma resistência e em poucos segundos, eu já estava completamente nua. Para a minha surpresa, nem fomos para o banheiro, Soraya me atacou ali mesmo na sala e agarradas caímos no tapete da sala, nos acariciando sem parar.

Eu não pensei duas vezes quando Soraya me ofereceu a boca para ser beijada. Seus lábios eram carnudos e me excitavam. Beijei-a sofregamente, sentindo um tesão violento me consumindo. Os dedos de Soraya começou a andar pelo meu corpo, sempre acariciando lugares inusitados, como atrás dos joelhos ou nas axilas.

Quando ela tirou a roupa e se deitou em cima do meu corpo, senti o mundo girar. Foi uma loucura! A sua boca continuou beijando a minha, misturando seu hálito com meu hálito de vinho. Os seus dedos agora eram mais ousados e já entravam pelo meio das minhas pernas, me fazendo delirar. Ela sabia mexê-los dentro da minha xoxota, deixando-me totalmente melada.

Soraya abriu as pernas e disse para eu masturbá-la também. Foi estranho, mas muito excitante enfiar dois dedos na sua gruta. Soraya jogou os cabelos para trás e ergueu as pernas, como se fosse uma aranha. Meus dedos começaram a fazer os mesmo movimentos que ela havia feito comigo. Em pouco tempo, a sua xoxota ficou ensopada. Olhando para o meio da suas pernas, senti desejos de chupá-la. Ao perceber o meu olhar de tesão, Soraya disse para eu chupá-la.

Eu estava um tanto tímida, mas mesmo assim comecei a dar pequenas lambidas na ponta do seu clitóris. Soraya começou a gemer, o que me estimulou a prosseguir ainda mais. Quando dei por mim, estava com a língua toda enterrada na bocetinha da minha amiga. Meu tesão era tanto que pedi que fôssemos para a sua cama, onde eu sempre imaginava Soraya fazendo sexo. Ela me puxou pelas mãos até seu quarto. Ficamos no meio da sua cama, uma ajoelhada diante da outra. A gente se beijou mais uma vez. Aí Soraya se deitou de costas e disse para eu agachar no meio da sua boca que ela queria me chupar. Eu encaixei a xoxota e ela começou a me lamber. Aquela posição maluca começou a me deixar muito excitada, ainda mais que dava para ver tudo num grande espelho que havia perto da cama.

Eu dei uma gozada maravilhosa na boca de Soraya. Eu literalmente caí de boca na sua xoxota. Eu estava mole, com as pernas bambas, mas mesmo assim comecei a chupá-la. Ela continuou trabalhando na minha xoxota. Além de enfiar a língua, ela também enfiava os dedos.

Foi uma posição deliciosa. Eu rebolava de leve na boca de Soraya, que para me estimular ainda mais, dava tapinhas na minha bunda. Eu delirei mesmo quando ela pediu para que eu saísse um pouco de cima dela. Me afastei enquanto ela ia até o armário do seu quarto. Abriu a porta e procurou alguma coisa nas gavetas. Quando vi, ela tinha nas mãos, um vibrador na forma exata de um pênis.

Pediu que eu abrisse as pernas e mergulhou o brinquedinho na minha chana. Começou a bombar com uma certa violência, que muito me agradou. Enquanto bombava o aparelho, ela dizia que me amava e que nunca havia tentado nada porque tinha medo da minha reação. Eu não conseguia nem responder e a única coisa que consegui fazer foi gemer e gozar sem parar.

Depois desta nossa maravilhosa transa, tivemos algumas outras. Soraya realmente foi trabalhar em outro estado, mas sempre num feriado prolongado ou nas férias do final de ano, a gente se encontrar para relembrar os deliciosos momentos da nossa primeira transa.

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