Nosso último segredo

Eu gosto de homens, então já vou avisando que esta história é uma experiência que eu tive, mas que não tenho o mesmo tato para contar igual a uma bolacha.

Desde a minha adolescência, quando descobri que há coisas mais gostosas de se brincar, sempre tive a vontade de beijar alguma amiga minha. Não só a boca, mas chupá-la inteirinha. Mas sempre mantive esse segredinho sob sete chaves.

Quando fui para a faculdade, conheci uma garota, linda por sinal, a Paula. Uma bela loira de cabelos lisos, longos, bem cuidados. Alta, corpuda, bem gostosinha e com uma boca tão vermelha e carnuda que parecia querer puxar-me para o pecado. Lógico que me aproximei dela. Durante os dois anos que se seguiram, sem querer, tornamo-nos superamigas, daquelas de dividir tudo (ou até aquele momento, quase tudo):os nossos segredos etc. Já tinha até descartado a idéia de um dia poder chupar uma bocetinha que parecia ser deliciosa.

Até que nossas últimas férias de julho, as do 4† ano, chegaram. Combinamos todos de ir até a casa dela para assistir um vídeo. Toda a turma da sala. Mas parecia tudo a nosso favor. Ninguém foi, pois era uma fria tarde de inverno e chovia bastante. Até aquele dia, Paula não sabia do meu desejo por ela. Foi aí que pensei: "É hoje, vai ser a glória". Era o dia do ataque!

Sensualmente, ela colocou a fita no vídeo, e eu só a comendo com os olhos. Como estávamos só nós duas na casa dela, ela sentiu-se bem à vontade, então foi ao quarto dela e vestiu uma camisolinha que permitia ver dois pequenos e rijos seios, com seus biquinhos apontados para mim. Voltou também com um cobertor para nos aquecer e colou-se ao meu lado no sofá. A essa altura do campeonato minha bocetinha já tinha se lavado inteirinha, de tão molhada que estava. Foi quando levemente senti sua mão acariciando minha perna. Cautelosamente foi subindo, esperando minha reação. Mas que reação? Já estava louca de tesão por ela! Meu tesão aumentou ainda mais quando senti profundamente aqueles dedos bolinando meu grelo molhadinho e inchado.

Não agüentei, virei-me e olhei bem para ela. Na hora tasquei um beijão naquela boca gostosa. Fui passando minha mão naquele corpo quente, suado, tão feminino e misterioso para mim. Fui desvendando os segredos daquela xaninha que tanto sonhei. Que pelinhos lindos, loirinhos. E quão molhadinha ela estava! Que delícia! Senti o sininho dela com meus dedos e a ouvia gemer de êxtase enquanto eu a lambia inteira. Depois coloquei meus dedinhos inexperientes xoxotinha adentro, enquanto ela dava leves e saborosas mordidas em meus peitões, que me deixavam louca.

Depois trocamos de lugar e foi a vez dela me levar ao nirvana com chupadas maravilhosas e dedos mais do que espertos. Até perdi a conta de quanto gozamos. Depois de muito tempo, percebemos que o filme já tinha acabado. E daí? Estávamos nuas, no chão, deitadas, extasiadas e exaustas de tanto prazer. Quando ela confessou-me que desde a primeira vez que me viu sentiu uma tara imensa por mim...Precisava dizer algo? Mas mesmo assim, dei um beijo bem gostoso naquela loiruda, confirmando o desejo mútuo.

Desse dia em diante nossa amizade fortaleceu-se. O nosso último segredo tinha sido revelado naquela gostosa tarde de inverno.

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