Pecado no metrô

Um dia eu estava voltando do trabalho com uma amiga, por volta das 19h. Eu sempre dava carona para a Luana (minha amiga), pois ela mora a uma quadra da minha casa, mas neste dia, eu estava sem carro, ele estava na oficina e tivemos que pegar o metrô. A esta hora, o metrô vem super lotado e eu estava meio atolada naquele aperto, pois estava com bolsa e uma pasta pesada cheia de documentos. A Luana, estava com menos coisas e conseguiu um lugarzinho, ao lado dos bancos, perto da porta para poder se apoiar, então, eu me apoiei de costas para ela.

Eu e a Lú somos bastante amigas. Quando não tenho aulas na faculdade, saímos do trabalho e vamos sempre tomar um chopinho juntas, além dos fins de semana sempre agitados. Ah! Eu esqueci de dizer como é a Lú: ela é um pouco mais alta que eu, morena, um corpo bem feito, seios fartos, mas rijos. Cabelos pretos lisos até à cintura. Ela é sempre muito assediada por homens.

Lú segurou minha pasta, com sua mão direita, que dava para os bancos, como se tapasse alguma coisa na altura dos quadris, e do nosso lado esquerdo, estava um homem que dava as costas para a gente. Como eu estava encostada nela, nós estávamos conversando e rindo, eu sentia a respiração da Luana no meu pescoço e de certo modo, aquilo me excitava. Mas fiquei na minha. A Lú era a pessoa mais hetero que eu havia conhecido. Eu estava com um tubinho cinza, que tinha um decote nas costas e a Lú, estava de saia e uma blusa de malha de linha com alças. De repente senti os bicos dos seios da Luana ficarem bem durinhos e encostar nas minhas costas, mas eu não liguei. O metrô foi enchendo e consequentemente, meu corpo ficava mais colado ao da Lú. Sua respiração estava ofegante. Foi quando ela me perguntou baixinho se eu já havia transado com uma mulher antes. Olhei para ela de lado e apenas sorri, dando a entender que sim. Então a Lú passou a sua mão esquerda em meu quadril e como eu não hesitei, ela continuou me alisando. Passava sua mão por minha bunda, desenhando coisas com o dedo, e por cima do vestido, fazia o caminho do meu reguinho. Eu já estava excitada.

Chegando nossa parada, descemos, e fomos até o banheiro do metrô, olhei seriamente para ela, ela me pediu desculpas, mas disse que não havia resistido à minha bunda encostada nela. Não havia ninguém no banheiro, então, dei um selinho nela, pedi para que ficasse quieta e que viesse comigo.

Fomos para o meu apartamento (eu moro sozinha), e ela me contou que nunca havia estado com uma mulher antes, eu apenas a olhava. Deixei minhas coisas, no chão da sala, ela parecia nervosa com toda a situação, e eu sem dar uma palavra. Apenas a devorando com os olhos. Eu a levei para o banheiro, abri meu vestido, me despi, tirei minha calcinha e fiquei completamente nua em sua frente. Ela não conseguia desviar o olhar da minha bocetinha. Tirei sua blusa, lentamente e aos pouco fui descobrindo aqueles seios volumosos, lindos, com os bicos bem marronzinhos e bem durinhos. Eu os acariciei com as pontas dos dedos, fazendo com que ela sentisse até um pouco de cócegas. Abri sua saia, e a desci. Do chão, enfiei a mão entre suas pernas, ela as abriu um pouco, e com um dedo comecei a puxar sua calcinha para baixo. Senti que sua boceta estava molhadinha. Aquela puta estava de olhos fechados, como se estivesse sonhando. Entramos no box, liguei a ducha, com meu corpo bem colado ao dela. Ela me perguntou por que eu não falava nada. Eu lhe disse que prefiro fazer do que falar. Eu a encostei na parede do box e comecei a beijá-la. Ela tem os lábios carnudos e beija como uma vadia. Enfiava toda sua língua na minha boca e me lambia como uma cadela. Eu trabalhava minhas mãos em sua bundinha morena, apertando forte ela contra mim. Ela passava o sabonete em minhas costas, deixando suas mãos deslizarem suavemente. Sua boceta (uma boceta cabeludinha e grande) estava roçando na minha com tanta vontade e estávamos tão coladas que nossos grelinhos encostavam um no outro. Eu beijava seu pescoço e dava chupões nele, desci beijando seu colo até chegar seus peitos. Com uma mão, eu alisava um deles e beijava o outro. Chupava com vontade, como seu fosse sair alguma coisa dali. Eu mexia com a língua fazendo círculos em volta de seu biquinho e o mordia. Que peitos que a Luana tem! Dá vontade de ficar apertando. Ele é grande, mal cabem nas minhas mãos.A vadia gritava de tesão. Fiz isto alternando os seios e continuei descendo, passando lambendo sua barriguinha moreninha, com alguns pelinhos dourados. Ajoelhada, comecei a puxar devagarzinho os pelinhos da sua boceta com os dentes ela ria, ela tinha uma boceta linda. Tinha uma marquinha de biquíni, como a minha, e era muito gostosa. Tudo era novidade para ela.

Então, comecei a enfiar a língua no se meinho e lamber seu mel. Aquela xana estava totalmente escorregadia. Eu lambia ela todinha e a contornava com minha língua. Lambi também seu cuzinho, que era bem apertadinho e voltava para sua xaninha. Massageava com a mão seu grelinho e comecei a fodê-la com a língua. Minha linguinha entrava e saia daquela grutinha sedenta de sexo. Ela gemia muito e acariciava os seus seios. Eu mexia em seu grelinho e fodia sua boceta. Fazia com vontade até que a puta gozou na minha boca. Eu bebi todo seu melzinho e depois a beijei para que ela sentisse o gosto do próprio gozo. Depois disso, saímos do banheiro juntas, fomos para o meu quarto e ela me disse que ninguém a fez sentir tanto prazer. Ainda molhada, ela me jogou de bruço na cama e disse que queria me retribuir o presente que eu havia dado a ela.

Sentou com sua xoxota molhadinha em cima da minha bunda (que delícia, aquela xoxota grande e cabeluda com aquele grelinho roçando na minha bundinha) se debruçou em cima de mim e começou a lamber minha nuca, meus ombros, minhas costas, parecia um verdadeiro banho de gato. Quando chegou à minha bunda, ela alternava as lambidas com mordidas, ela abriu minha bunda e ia passando a língua no meu reguinho e lambia meu cuzinho. Ela tentava enfia a língua nele, como se quizesse fodê-lo com a língua. Depois, ela me mandou ficar de quatro, mas com a cabeça no travesseiro, apenas com o meu rabinho para o alto e de pernas bem abertas. Eu prontamente o fiz. Ela pode contemplar meu cuzinho apertadinho e minha boceta bem depiladinha e vermelhinha. Ela enfiou a cabeça embaixo das minhas pernas e começou a me lamber. Ela lambia minha boceta de cima a baixo, eu gozei, só naquele vai e vem. Eu tenho um vibrador que sempre deixo em minha mesinha de cabeceira, ela o viu e pegou, começou a passá-lo na entrada da minha xaninha, aquilo me deixava maluca, eu a pedia para enfia tudo de uma vez. Mas a vadia, ainda demorou um pouco só para me deixar mais excitada. Depois, ela foi enfiando bem devagar o vibrador...eu me contraia, já estava quase gozando novamente. Começou a me foder lentamente com ele e a chupar meu grelo. Nossa...que maravilha! Que boca ela tem...ela dava umas mordidas no meu grelinho que me faziam tremer e me estocava com muita vontade com o vibrador. Ela estava me arrombando toda. E novamente eu gozei, gozei muito...ela tirou o vibrador de mim e começou a lambê-lo na minha frente, com cara de safada, e depois lambeu minha bocetinha, bebendo meu melzinho todinho. De frente para ela, ela deitou sobre mim, e começou a me fazer carinhos. Eu alisava seus seios e beijava sua boca, com ternura e carinho. Ainda bem que era uma sexta-feira e não tínhamos que trabalhar no dia seguinte.

Ela dormiu aqui em casa, na época estava fazendo um frio gostoso e ficamos dormimos juntinhas, nuas, embaixo das cobertas. Quando acordei na manhã seguinte, estava debruçada em seu peito, com minha perna entre as suas e ela dormia feito um anjo, com cara de que era a mulher mais satisfeita do mundo.

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