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Punhetas na adolescencia |
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Aos meus 15anos em diante, meu corpo foi transformando em corpo mesmo
de adolescente, corpo magrinho, mas saradinho e uma pele bronzeadinho,
pôr eu ser moreno clarinho, me destaca no meio dos meninos, tenho
os olhos e cabelos castanhos e gosto de usar cuecas da moda , tipo aquelas
que tem o elástico grande e tenho pau de 18cm. E nesta idade ,
eu estava no auge das punhetas e não pensava em outra coisa se
não somente em punhetas e punhetas e tentar descobrir varias maneiras
de se bater uma punheta bem gostosa Quando eu era um moleque dos meus
15-16-17 anos costumava ficar vendo revistas de mulher nua, tipo Ele&Ela,
Playboy, e algumas importadas (suecas) de sexo explícito. Meus
amigos ficavam fazendo comentários excitantes das fotos, até
que ficávamos tão excitados que acabávamos nos masturbando
juntos, vendo as revistas. Era muito legal, e não éramos
, nem gays , nem viadinhos e nem Bi, e isso fazia com que a gente ficasse
bastante a vontade entre a gente sem haver constrangimento de no meio
de nos ,Ter uma bicha ficou melhor ainda quando ganhei meu primeiro vídeo
cassete de aniversário do meu pai. Não demorou muito tempo
para eu conseguir uns filmes pornô, nada excitantes para os padrões
de hoje em dia, mas que na época davam um tesão danado.
Então assistíamos aos filmes juntos todas as vezes que podíamos
e sempre rolava masturbação. Era muito bom, de um proibido
gostoso. Com o tempo, fomos crescendo e começando a namorar garotas,
e fomos perdendo o hábito e nos afastando. Alguns anos depois,
ao entrar para a faculdade, conheci um cara chamado Marcelo, da minha
turma, e costumávamos estudar juntos na casa de um outro colega.
Um dia, num destes estudos, nosso colega foi obrigado a sair para resolver
um problema e nós dois ficamos sozinhos na casa dele, aguardando-o.
Para matar o tempo começamos a ler revistas e de repente, com o
rabo do olho, percebi que ELIEZER estava lendo uma Ele&Ela. Estava
disfarçadamente alisando seu pau pôr cima do short. Dava
para perceber claramente que ele estava excitadíssimo com a revista.
Sem demonstrar que estava notando, peguei outra Ele&Ela e comecei
a ler também; depois estiquei-me em cima do sofá e comecei
a alisar meu pau por dentro das calças. De onde eu estava, via
ELIEZER numa poltrona, já todo esticado, com a mão esfregando
vigorosamente seu pau pôr cima do short até que ele disse
que não agüentava mais e que iria para o banheiro. Ele foi
e depois de uns 5 minutos voltou, suado, vermelho, e com um riso bobo
na cara. Eu disse que agora era minha vez e fui ao banheiro também.
Lá dentro havia um cheiro forte de esperma e quando olhei dentro
da cesta de lixo, vi um bolinho de papel higiênico encharcado de
porra e aí tive a confirmação total do que ele havia
feito. Estava excitadíssimo e me masturbei também. Quando
retornei, ELIEZER ficou rindo e disse : - Não agüentou também,
não é? Conversamos a respeito das revistas e resolvemos
não contar nada ao Cláudio , nosso colega, firmando uma
espécie de pacto sobre o que tinha acontecido. Passados alguns
dias, eu o chamei na minha casa para me ajudar a mexer num carro velho
de fibra que eu tinha, chamado Interlagos (carro esporte da Wyllis, do
meio dos anos 60), já que ele entendia um pouco de mecânica.
Como ele morava longe, resolveu dormir lá em casa, e à noite,
já trancados no quarto, comecei a mostrar revistas de sacanagem
para ele e a fazer comentários excitantes sobre as fotos, do tipo:
- Olha só que mulher gostosa! Que cara de safada! Olha o peitão
desta, etc... até perceber que ele estava bastante excitado, então
falei que estava com muito tesão e que iria tocar uma punheta.
Ele falou que também estava morrendo de vontade e pediu para ir
ao banheiro. Falei que ele podia tocar ali no quarto mesmo, junto comigo,
pois a porta estava trancada e eu tinha lenço de papel ali no quarto.
Ele adorou a idéia e nos sentamos juntos na cama, e vendo a mesma
revista juntos, tocamos umas 3 ou 4 punhetas, gozando juntos quase todas
as vezes. Nos tornamos mais amigos e isto virou um hábito. Volta
e meia íamos ao cinema ver filmes de sexo explícito e depois
íamos para a casa dele ou para a minha, taradões, e tocávamos
aquela punheta juntos vendo revistas, para aliviarmos o tesão depois
do filme. Quando comprei meu primeiro vídeo cassete, ele dormiu
lá em casa novamente e passamos a madrugada vendo filmes de sacanagem
e nos masturbando. Foi muito excitante, pois era muito bom falar e escutar
os comentários excitantes de um e do outro, ver as caras e bocas
de tesão, sentir o balançar rítmico da cama, sacudindo
debaixo de nós dois, sentados com os punhos acelerados em volta
de nossas picas em movimentos de vaivém frenéticos. Quando
percebíamos que um ou outro estava para gozar, pedíamos
para parar, para prolongar o prazer e a excitação e quando
decidíamos gozar, pois não agüentávamos mais,
escolhíamos a cena do filme que mais nos havia excitado, e gozávamos
juntos coordenando a hora, avisando com comentários do tipo: -
É agora! Não estou agüentando mais! Vou esporrar! Eliezer
se excitava muito com a palavra esporrar e gozava quase instantaneamente
quando falava ou ouvia. Isto virou um hábito, um vício,
um ritual que repetíamos sempre que podíamos e em todas
as oportunidades. Geralmente era a mesma coisa: íamos um para a
casa do outro, começávamos a falar banalidades e, de repente
um perguntava ao outro se havia trazido revistas, como quem não
quer nada, como se o objetivo do encontro não fosse a masturbação
delirante. Começávamos a ver as revistas, tirávamos
a camisa, ficávamos descalços, dali a pouco já estávamos
de pau duro, alisando os cacetes por cima da calça. Abríamos
o fecho da calça e aí, com os paus durões quase saindo
para fora, falávamos: - É melhor pegar um filme. Colocávamos
o filme, tirávamos a calça e ficávamos só
de cueca. Aí, um ia ao banheiro e voltava com um bolo de papel
higiênico para cada um e então, finalmente tirávamos
a cueca, exibindo as ereções monstruosas um pro outro e
comentávamos: - Você está com o maior tesão,
hein? Aí a coisa degringolava, com a gente tocando punheta ofegantes,
excitados, suados e com a voz embargada de tesão comentando coisas
sobre o filme, tipo: - Ai, que tesão, que foda boa! Ai, que punheta
gostosa! Olha a cara de puta dela! Olha só, o cara vai gozar! Não
agüento mais, está muito bom! Até que falávamos
que não dava mais, que era melhor gozar e escolhíamos uma
cena que tivesse nos excitado muito para acabar. Na hora de gozar dizíamos:
- É agora, não agüento mais! Vou esporrar tudo! VAI!
ESPORRA TAMBÉM, E AÍ OLHÁVAMOS UM PRO PAU DO OUTRO
PARA NOS VER GOZANDO. Aprendi que eu e ELIEZER nos excitávamos
muito quando víamos um filme com dois caras e uma mulher na cama,
pois isto parecia reproduzir a situação da nossa punheta,
com a mulher servindo de alvo para a nossa masturbação.
Procurávamos sempre fitas em que houvesse isto e gozávamos
nestas cenas, de preferência quando os caras e a mulher também
estavam gozando. Passados alguns anos destas punhetas, a coisa ia ficando
um pouco na rotina e, um dia, tive uma idéia perversa, mas sensual,
ao visitar, por curiosidade, uma sex-shop. Resolvi adquirir algo para
complementar nossa masturbação; queria comprar uma boneca
de plástico, destas infláveis, mas como na época
era cara, comprei uma vagina de látex e levei-a para a casa do
ELIEZER . Era verão, férias, estávamos complemente
sós pois sua família estava viajando. Havia um clima mais
proibido do que os anteriores no ar. Começamos a ver o filme, e
quando estávamos bastante excitados, mostrei a vagina para ele,
perguntando se ele não queria experimentá-la. Seus olhos
brilharam de tesão pela novidade.Lambuzamos a mesma com um creme
para as mãos e começamos a meter nela, alienadamente. Quando
um ficava muito excitado, o outro, percebendo, fazia-o parar e tomava
o lugar dele. A COISA FOI FICANDO MUITO EXCITANTE, POIS METÍAMOS
NO BURACO ONDE O OUTRO HAVIA ACABADO DE METER, BEM QUENTE, MELADO. E NUMA
HORA QUE ESTÁVAMOS MUITO TARADOS TIVEMOS UMA IDÉIA LOUCA
E RESOLVEMOS METER UM DE cada lado da bocetinha, pois havia um buraco
do outro lado simulando um cuzinho. Deitamos ao comprido no sofá,
suados e ofegantes, enfiamos um de cada lado. Aí aconteceu o inesperado
pois ao metermos juntos, como a vagina era oca, os paus se encontraram
lá dentro e a sensação das duas glandes rígidas,
quentes, roxas e lambuzadas se encostando uma na outra, se esfregando,
se roçando, foi de subir pelas paredes, dando arrepios na espinha.
Fiz de conta que não percebi e ELIEZER também. Era terrivelmente
excitante, parecia uma corrente elétrica, talvez a física,
através do chamado "poder das pontas" pudesse explicar
isto. Os freios dos paus se tocando, a pele deslizando uma contra a outra,
as reentrâncias das glandes uma na outra, as caras de prazer e tesão,
os artelhos abertos em leque de prazer e tesão, o sofá rangendo
e balançando, o cheiro de Sexo no ar, de hormônio prestes
a ser expelido, tudo era insuportavelmente excitante. Continuamos metendo
na bocetinha, nos movimentando ritmicamente, fazendo as cabeças
dos paus se roçarem de tudo o que é jeito lá dentro
enquanto nos instigávamos fazendo de conta que estávamos
comendo uma mulher juntos falando coisas do tipo: -Fode esta puta! Vai!
Mete mais nesta vagabunda! Vai, fode tudo! Fode! Fode gostoso! Faz mais
rápido! Assim, devagar agora se não a gente goza... Isto,bem
sensual agora, está ótimo! O TESÃO foi aumentando
estupidamente e a sensação dos dois paus se tocando era
indescritível, além da cumplicidade de fingirmos que não
estávamos percebendo, e as palavras pra nos instigar e excitar
que dizíamos um pro outro simulando estar com uma mulher de verdade
nada mais eram que instruções um para o outro sobre como
se esfregar mais gostoso lá dentro, sobre como acertar o ritmo
e prolongar a sensação e o prazer, até que ele não
resistiu e falou que ia esporrar, acelerando os movimentos de vai e vem
e trançando as pernas nas minhas com caras e bocas de prazer, aí
senti os jatos quentes de esperma lá dentro e gozei também.
Repetimos a dose várias vezes depois e sempre foi muito bom. Felicidades
para você e espero que você tenha apreciado. Esta história
é vagamente inspirada em lembranças da minha adolescência
e baseada em conversas com amigos e colegas. Esta situação
de masturbação em conjunto, é muito mais freqüente
do que as mulheres imaginam ,ainda mais com a facilidade de se comprar
ou alugar filmes pornô hoje em dia. Sousa Fortaleza - CE obs. se
vc gostou do conto vote !!! nele E-mail= amigox4@ig.com.br também
, tenho Web câmara e msn messger e fotos minhas de punhetas e de
outros amigos ie se voce , tem algum relato me conte e me envie um im
imail para batemos um papo e tiramos uma ideias e principalmente se voce
for de fortaleza-ceara entre 15 a 21anos e que seja somente punhteiro
hetero e curta meninas como eu. valew amigox4@ig.com.br Para volver a SEXYCONTOS, haga click aquí |
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