|
|
|
|
|
|
Forçada |
|
Ola Gente, sou eu de novo, a Sandra, embora eu tenha conseguido bastante
amigos "virtuais" aqui neste site, ás vezes eu fico me
sentindo meio só, por que hoje realmente tenho mais amigos virtuais
do que fisicos, e fico praticamente o dia inteiro no serviço e
depois enfurnada na casa de meus tios, meus primos ainda me chamam para
sair, mas eu tenho medo de acabar rolando alguma coisa, ou dar motivos
para meu tio, que era contra a minha ida para a casa dele, não
tiro a razão dele, mas está realmente dificil viver assim,
por isso, acabo extravasando minhas frustação e minha solidão,
escrevendo aqui, me sinto como se eu estivesse conversando com meu antigo
psicólogo, tive que parar o tratamento por que não tinha
condições de pagar, mas sinto falta, por que ele acabou
se tornando algo que preciso muito, alguem para conversar, bem substitui
o bom "velhinho" por este site, e ca para nós, tive muitas
vantagens, por que passei a conhecer um monte de gente legal, e maravilhosa,
a quem chamo de amigos hoje. Bem, para quem não me conhece, sou
descendente de japoneses, hoje estou com 21 anos, mas a história
que vou contar se passa quando eu tinha 18 anos, quando eu passava meu
período "negro", podemos dizer assim, eu estava uns dois
meses fazendo programas em uma avenida um pouco mais no centro, um pouquinho
longe de casa, mas me rendia mais e não tinha muito aquele negócio
de "pagar ponto" tinha em alguns lugares, que tinham os "cafetões",
mas eu ficava junto com outro grupo de garotas em uma travessa, ao todo
éramos 6, e ficavamos ali as vezes, para que o tempo passasse mais
rápido conversando, se mostrando enquanto não tinhamos fregueses,
bem algumas de nós pulavam o muro das casas e faziam as necessidades
(urinava) na garagem das casas, eu e mais duas garotas prefiriamos ir
duas ruas para baixo que era totalmente deserta e faziamos no poste ou
em uma arvore, era engraçado que a gente até separou qual
era o meu poste, qual era o poste da outra, era realmente engraçado,
e upreferia fazer ali no meio da rua do que na garagem da casa de alguém,
bem nesta noite que vou contar, eram quase 1:30 da manhã, eu e
outras três já haviamos feito um programa logo cedinho e
já estavamos de volta, eu sempre tinha de voltar por que eu e outra
amiga deixavamos outras roupas escondidas dentro de uma casa em construção
abandonada, neste horário o movimento era muito fraco, mas smepre
aparecia um ou outro e era um dinheirinho que fazia muita diferença,
bem no cruzamente estavam somente eu e mais quatro, a outra tinha conseguido
arranjar cliente, bem, naquele frio toda hora dava vontade de fazer xixi,
ahh, eu estava vestida com um tomara que caia preto, uma mini saia justa,
tmabém preta que ia até pouco mais que a polpa do meu bum
bum, e uma bota que ia até quase no joelho, como estava frio eu
ficava com uma jaqueta cinza, quando não passava carros e tirava
quando vinha algum, bem eu fiquei com uma grande vontade de fazer xixi
e fui para a rua lá atrás, e como a jaqueta atrapalhava
deixei lá com as outras e fui correndo, eu já estava fazendo
programas a quase deois meses, e já tinha me aocstumado, por isso
eu não tinha medo das ruas, me sentia até em casa, bem cheguei
no meu "poste", tirei a calcinha de uma das pernas e a deixei
presa na bota da perna esquerda, levantei a mini saia e segurei com a
mão direita no poste e me agachei ficando com miha vagina a um
palmo do poste, eu segurava o poste passando o braço inteiro nele
para eu não cair, quase que abraçava o poste, e ficava quase
de cócoras, bem minha mão esquerda fcava segurando papel
higiênico e abria um pouco os lábios da minha vagina para
ele não escorrer muito e assim eu fazia minhas necessidades, era
um alivio, logo em seguida ainda naquela posição secava
minha vagina e depois terminava a limpeza depois de ficar em pé,
mas nesse dia eu não percebi a aproximação de um
homem, ele apareceu atrás de mim quando eu estava em pé
me preparando para por a calcinha de volta, ainda estava com a mini saia
levantada, naquela escuridão não deu para ver o rosto dele,
mas era um homem negro bem alto, quase 1,90, estava com um conjunto de
moleton, uma calça moleton escura e uma blusa e com o capuz da
blusa cobrindo o rosto, por causa da roupa não dava para ver o
porte fisico dele, mas acredito que fosse forte, bom ele veio por trás
e encostou uma arma, nas minhas costas, na hora eu não vi, só
sneti o friosinho do metal por que ele encostou bem na parte nua de minhas
costas, fiquei sem ação e com muito medo, senti um arrepio
percorrer toda a minha espinha e aquele momento pareceu uma eternidade,
para ter idéia tive tempo de pensar que morreria ali, que era uma
assalto, que era um cafetão que queria se livrar de mim por que
eu estava roubando clientes ou que seria uma de minhas amigas me dando
um susto, mas essa alternativa foi por agua abaixo quando ouvi a voz do
homem ele parecia até mais desesperado que eu, falva rápido
correndo, mal dava para entender as suas palavras: / Quieta puta, fica
na boa, num vira senão leva chumbo!/ demorou para aquelas palavras
fossem entendidas pela minha cabeça, mas tmabém depois foi
uma das frases que me lembro claramente até hoje, logo em seguida
ele me mandou pular um murinho de uma casa, até mais ou menso a
minha cintura o muro era de pedra para cima dela era de grade com aqueles
espetos, mas era baixinho, depois que subi no muro os espetos chegavam
até minha coxa só, bem mas logo depois que ele mandou eu
fazer issoeu fiquei parada de medo, e ele me puxou pelos cabelos até
o muro, não tive alternativa, ainda com a mini saia levantada subi
no muro passei uma perna pro outro lado e olhei para ele, ele ficava olhando
para os lados, e por baixo do capuz ele usava ainda um óculos esucros,
quando viu que eu estava olhando para ele, ele ficou bravo, tirou o revolver
do bolso do moleton e apontou para a minha cara, meu coração
disparou, pensei que morreria ali, e pulei para dentro da garagem correndo,
e logo em seguida abaixei minha mini saia, mas não tive tempo nem
de pensar em nada e ele já estava na minha frente, com a arma em
minha barriga, quase sussurrando ele mandou eu deitar ali no chão,
o lugar era meio pequeno, tinha um fusca estacionado e ali onde a gente
estava era um jardinzinho, não entendi o que estava ocorrendo,
ou o que ele queria, estava com falta de ar, o coraçào disparava
que parecia que ia estourar e fiquei parada de medo, ele me pegou pelos
braços e foi para o meu lado pegou minha cabeça e empurrou
para baixo, ai eu comecei a entender as ordens dele, e me deitei de bruços
no chão, sai da fase de "choque" e cai na "real"
comecei a chorar e pedi para que ele não levasse meu dinheiro,
que eu precisava muito do dinheiro, ele não disse nada e puxou
minha mini saia para cima, ai eu entendi o que ele queria, comecei a chorar
e pedi para que não fizesse nada comigo, eu estava apavorada, ele
riu e disse que eu era uma vagabunda, que só dava pra gran fino
mas que minha buceta não valia o preço para ele, (bem ele
falou mais ou menos isso), comecei a chorar um pouco mais alto, então
ele tirou a minha calcinha que esta presa na bota esquerda e enfiou na
minha boca, encostou a arma na minha cabeça e mandou ficar quieta,
a aprtir deste momento foi quase tudo em silêncio, nenhum de nós
abriu a boca para falar mais nada, ele ficou apontando a arma para mim
com a mão esquerda e com a outra desceu e e explorou minha vagina,
ele só tocou por cima, e depois foi com o dedo para meu anus, meus
musculos se comprimiram involuntariamente e levei um beliscão forte,
relaxei o meu bum bum enqanto ele ficou forçando a entrada e ficava
olhando para ela, ele enfiou um dedo até o fundo e depois começou
a fazer movimentos circulares com o dedo la dentro para me alargar, ouvi
ele rindo baixinho e dizendo para mim, agora são dois, e enfiou
outro dedo, ele enfiava até o fundo e depois puxava até
quase os dois dedo sairem, mas ao invés de tirar, ele abria os
dedos esticando as pregas do meu anus, ele fez isso varias vezes e parou
de repente, olhei com o canto dos olhos e vi que ele esta a em pé,
pensei / será que ele desistiu e vai embora?/ pelo contrário,
ele abaixou a calça, com meus olhos em lágrimas, e naquela
escuridão não consegui ver o tamanho dele, e ele praticamente
se jogou em cima de mim, ele era muito pesado e me esmagava na terra do
jardim, fiquei com falta de ar, mas entrei em desespero quando senti o
penis dele encostar em meu anus, mas ele encostou a arma na minha cabeça
e mandou ficar quieta, ele forçou a entrada do meu anus, e entrou
a cabeça, senti meu anus se dilatando todo e depois voltando um
pouco ao "normal", mas eu sentia arder tudo, mordi a calcinha
e gemi, ele tentou abrir mais minhas nadegas mas não conseguiu,
foi entào que ele pegou minha mão e levou para o meu bum
bum e me forçou a puxar minhas nadegas para que ele ficasse mais
aberto, ele passou os braços por fora dos meus e foi para os meus
peitos, e abaixou o tomara que caia enquanto forçava a entrada
de meu anus de novo, ele colocou todo o peso de novo emim, e eu senti
ele escorregando um pouco para dentro, junto com pontadas de dor, eu tinha
a certeza de que ele estava me rasgando, chegou em um ponto que ele não
conseguiu mais entrar então ele parou um pouquinho e começou
a pressionar de novo, fiquei mordendo a calcinha com tudo, e ele forçava,
forçava, voltava um pouco e tentava enfiar de novo, até
que de tanto insistir, cosneguiu, eu ja não snetia mais meu anus
direito, eu sentia aquela sensaçào estranha em meu bum bum,
e um ardido terrível, ele apertou com força os meus peitos
me dando uma dor horrível, e me puxou contra o corpo dele, ele
roçou o rosto em mim, e eu senti aquela barba por fazer, ele começou
a tirar e enfiar, me fazendo ralar meu corpo sobre as pedrinhas que tinham
naquele jardim, instintivamente comecei a levantar o bumbum, paa diminuir
o contato do meu corpo com a terra, mas ele era muito pesado, e iss ofez
com que eu me ralasse mais ainda, ele ficou bombando bombando, e aquela
tortura parecia nào ter fim, ele ficava bufando meu anus estava
formigando e eu não sentia mais o atrito de seu penis com a pele
do meu anus, eu tinha ficado paralisada desde o inicio do ato, por isso
continuei naquela posição com as mãos em minhas nadegas
abrindo as ao máximo para que ele me violentasse, ele continuou
me possuindo com força, eu só conseguia chorar enquanto
o membro dele entrava e saia de trás de mim, percebi que a penetração
estava fácil, na hora não percebi mas acho que eu tinha
começado a sangrar no anus e o meu próprio sangue estava
lubrificando o ato. Eu fiquei mordendo com muita força a minha
calcinha e derramando muitas lágrimas, até que senti ele
ejacular com força dentro de mim, o líquido quente me preencheu
toda por dentro, me causando certa nausea, ele descansou o corpo sobre
o meu, e comecei a chorar, ele então, tirou a calcinha da minha
boca, e pegou minha bolsinha, ignorei o ardor e implorei que ele não
levasse meu dinheiro, tinha em torno de R$ 150,00 do último programa,
tentei me levantar, mas o máximo que consegui foi ficar de quatro,
ele abriu a minha bolsa, pegou o dinheiro, e jogou a bolsa na minha cara,
pedi por favor de novo e ele se posicionou a tras de mim e me violentou
na vagina me segurando pela cintura, meu corpo que não estava obedecendo
direito só ia para frente e para trás acompanhando as firmes
estocadas dele, me empurrou para frente e cai deitada de bruços
novamente e ele respingou um pouco de esperma nas minahs costas, puxou
a calça, pulou o muro e foi embora com o meu dinheiro, fiquei um
tempo deitada até recuperar minhas forças, me ajoelhei e
senti dores em meus joelhos, com dificuldade me levantei apoiada no muro,
meus joelhos estavam esfolados, limpei minhas lagrimas, e procurei minha
calcinha, vi que o desgraçado tinha levado, senti um liquido quente
escorrer nas minhas pernas, passei a mão e coloquei na luz, era
esperma misturado com sangue, comecei a chorar sem acreditar que aquilo
tinha acontecido, tentei ficar em pé, mas doia muito, tentei me
recompor, subindo o tomara que caia e senti dores em meus seios e desci
a mini saia, tentei pular o muro, primeiro levantando a perna direita,
gemi de dor, meu anus repuxou e senti arder pra caramba, mesmo assim,
me esforcei e subi o muro, ia levantar a perna para escalar a grade, mas
como eu tinha descido a mini saia eu não conseguia abrir as pernas
por que era muito justo, tive de descer do muro de novo, o que me deu
muita dor, levantei a mini saia e subi no muro de novo, que dor, levantei
a perna para escalar a grade, quase gritei de tanta dor, quando fiquei
com uma perna de um lado da grade e o outro do lado de dentro, comecei
a chorar, doia e ardia muito, fiquei em pe\'no muro por um bom tempo,
eu não podei tentar sentar na grade por causa dos espetos, quando
meu anus começou a formigar de novo, tentei levantar a outra perna
para passar para o outro lado, mas quando estiquei bem a perna e forcei
para que ela passasse, senti como meu anus tivesse estourado, tamanha
a dor que senti, com isso, a perna que estava fixa no muro, perdeu força,
e eu cai, cortando minha coxa na ponta da lança, na verdade foi
um arranhão, mas sangrou um bocado, cai e bati o ossinho do bum
bum no chão, comecei a chorar como nunca, tinha muito sangue em
minhas nadegas, desci a mini saia, e sai me arrastando para a avenida,
andava me segurando nas paredes, quando no meio do caminho encontrei duas
das minhas amigas que estavam vindo ver se eu estava bem, por que eu tinha
demorado bastante, disseram que só perceberam a minha falta, quando
viram a jaqueta em um canto la da esquina, as outras tinham conseguido
clientes, eu cai chorando dizendo que me assaltaram e me estruparam, eu
não conseguia ficar em pé, mas mesmo assim me levantaram
e viram muito sangue que saia do meu anus, uma delas, que veio a se tornar
uma grande amiga, disse que era melhor eu voltar para casa, eu disse que
estava sem dinheiro e que não conseguia andar, ela então
disse que me levaria, mas eu chorando disse que minha mãe não
poderia me ver naquele estado, entào ela resolveu me levar para
a casa dela, fomos até a pequena construção onde
nós duas escondiamos nossas coisas, ele era cercado por tapumes,
mas tinha um com um verdadeiro rombo embaixo, por onde nós entravamos,
mas eu não conseguia me agaixar, a Fabiane foi lá para mim,
trocou de roupa e trouxe as minhas coisas, eu fiquei em pé apoiada
nos tapumes e tirei o tomara que caia, na meia luz, pudemos ver que tinham
varios cortes provocados pelas pedrinhas no jardim, na minha barriga e
seios, saia um pouco de sangue, mas ardia muito, sem dizer que eu estava
toda suja de terra, ela pegou um lenço de papel e começou
a tentar limpar meus seios enquanto eu chorava muito, e embora ela tivesse
limpado ainda continuava sangrando um pouco, e então ela me disse
para colocar só a jaqueta senão ia manchar a camiseta que
eu havia trazido, ainda com a parte de cima nua, ela abaixou minha mini
saia e ficou meio preocupada ao ver tanto sangue, pediu para que eu virasse
de costas, e com muita dor, me mexi, ela soltou um / ai meu deus!/ e pediu
para que eu vestisse a jaqueta, obedei, ela me levou para a avenida, só
de jaqueta, e paramos em uma loja com aqueles estacionamentos na frente
e me fez ficar de cócoras, próximo a torneira, e lavou meu
anus, meu bum bum e minhas coxas, limpou com lenço de papel, enquanto
os pucos carrso que passavam businavam ao me ver praticamente nua, sendo
cuidada pela minha amiga, ela tirou da bolsa dela, uma calcinha e pos
um absorvente e colocou em mim, como eu não conseguiria colocar
a calça, por causa dos cortes, ela me fez colocar a mini saia de
novo, pegamos um taxi e fomos para a casa dela, lá ela cuidou de
todas as minhas feridas, passando remédio, pomada, eu tinha corte
por todo o corpo, principalmente nos seios e coxas e os joelhos todos
esfolados meu rosto também tinha marcas na bochecha esquerda e
no queixo, ela passou um remédio no meu anus e deixou com uma pomada
em um paninho no meu anus tive de dormir de ladinho por que de bruços
doia todo o corpo e de costas doia o anus, conversamos um pouco até
amanhecer, ela me acalmou bastante, disse que praticamente todas já
sofreram algum tipo de abuso, é o risco de se trabalhar sem um
agente (cafetão), ela mesma já tinha sido atacada 4 vezes,
sem dizer aqueles clientes que batem e vão embora sem pagar, mas
ela precisava fazer programas para sustentar a filha que na época
tinha menos de 1 ano, era a coisa mais linda, ela me disse que ia de cada
uma, muitas haviam desistidos depois de serem violentadas na rua, lembrei
da primeira vez que fiz um programa, no posto, muitos devem ter lido o
"começando errado" e quase fui agredida lá também,
e mesmo assim não desisti, depois deste episódio ainda fui
abusada 2 vezes nas ruas, e tive alguns clientes que me bateram e outros
que além de agredir iam embora sem pagar, mas eu continuei nessa
vida por pelo menos mais dois anos, hoje não tenho mais ocntato
com a Fabiane, mas ela me ajudou muito a ter forças para sair do
vicio, pois me fez ter vergonha de mim, afinal ela se rebaixava para tentar
dar uma vida para a filha e eu para ir mais e mais para o fundo do poço.
chegamos até a morar juntas mais tarde, um pouco antes de acontecer
aquele incidente com a minha irmã, e junto com a desgraça
que aconteceu na vida da minha irmã é que eu consegui ver
que a Droga não leva a lugar nenhum, é estranho escrever
isso em um site para adultos, mas se alguem ja passou pelo vicio estiver
lendo isso, sabe do que estou falando, me disseram que 1 a cada 8 que
entram na clinica consegue parar com o vicio, e eu consegui, e fiquei
pensando nisso hoje, por que passei por momentos ruins esta semana e não
tive vontade de fumar para fugir dos problemas, e resolvi escrever esta
história por que também foram momentos ruins em minha vida,
mas estou aprendendo a encarar todos eles como uma lição,
isso vai estar smepre em mim, sempre fara parte do meu passado, mas smepre
conseguirei ir adiante. Bem pessoal, obrigada por lerem, mas para mim,
escrever aqui esta sendo uma terapia...beijos..Sand Para volver a SEXYCUENTOS, haga click aquí |
|
|
|
|
¿Escribes
relatos eroticos? Mándamelos
por mail y los publicaré
|