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Na estradinha deserta |
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Fabiane era o que se podia chamar de mulata de fechar o comércio. 21 anos, cabelos curtos e alisados, cerca de 1,70m, e um corpo maravilhosamente lindo. Seus contornos eram o que havia de mais perfeito em uma mulher. Lembro-me quando ela esteve na agência em que trabalhávamos para a entrevista para a vaga de estagiária, no setor de atendimento. Chegou vestindo uma mini-blusa branca, calça jeans colada ao corpo, que me deixou de pau duro durante quase toda a entrevista. Sua desenvoltura ao conversar me causou uma ótima impressão para uma primeiroanista de publicidade. Passados alguns dias, acabei decidindo por recomendar sua contratação. Os primeiros dias de trabalho foram basicamente de treinamento nas rotinas administrativas antes de iniciarmos as visitas aos clientes. Começamos trabalhando os clientes na região urbana de São Paulo e, a cada dia, sua simpatia e aparente inocência me cativavam e excitavam cada vez mais. Passados alguns meses e eu ficava cada dia mais louco para possuir aquele corpo espetacular. Cheguei a dar algumas indiretas mas Fabiane sempre se esquivava, dizia que tinha namorado, coisa e tal. Certo dia, conversando sobre relacionamentos, acabamos nos aprofundando e falamos de sexo, preferências, fantasias, e acabei revelando que uma de minhas fantasias era dominar completamente minha parceira, algemando-a e amordaçando-a... Fabiane descartou totalmente a possibilidade de fazer sexo dessa forma com o namorado e que tinha terror de se sentir presa, comentário que deixou-me ainda mais excitado. Certo dia combinamos de visitar uma empresa na região de Mogi das Cruzes. Fabiane veio para o trabalho trajando um conjunto todo branco, semi-transparente que deixava transparecer a tanga branca que deixava sua bunda ainda mais gostosa. Como Fabiane não tinha carro, tomamos o nosso destino no meu. Na época eu tinha um Monza, onde transei com várias garotas já que por ser um carro grande havia espaço de sobra para ter criatividade no sexo. Conversávamos descontraídamente no trajeto quando decidi "tomar um atalho" para chegarmos mais rápido ao nosso destino: uma pequena estradinha deserta próxima a Rodovia Mogi-Bertioga. Como ela não conhecia o caminho não estranhou meu desvio. A estrada era de terra batida e com mato de ambos os lados. Quando percebi que já havia me afastado bastante da estrada principal parei o carro e me virei para o banco de trás. Fabiane perguntou o que havia acontecido e eu, rapidamente, coloquei uma algema em um de seus pulsos e fortemente puxei-lhe o outro braço, algemando suas mãos para trás.Fabiane começou a gritar, tapei-lhe a boca e sussurrei em seu ouvido: "Hoje você será minha do jeito que eu mais quero." Lágrimas começaram a escorrer em seu rosto quando novamente me virei para o banco de trás e peguei um rolo de fita adesiva e cortei uma tira. Fabiane implorava para que eu não fizesse nada com ela. Amordacei-a com a fita e fiquei observando-a se debater tentando, em vão, se desvencilhar das algemas. Meu pinto parecia uma barra de ferro de tão duro. Então comecei a desabotoar sua blusa e me deparei com o mais lindo par de seios que já tinha visto em toda minha vida. Fabiane continuava a se debater quando comecei a tirar suas calças. Deixei-a por alguns momentos semi-nua, se debatendo, enquanto tirava minhas roupas. Quando estava totalmente nu, reclinei o banco e caí de boca nos fartos seios de minha estagiária. Foi quando percebi que ela ficava excitada quando eu mordiscava seus biquinhos. Por debaixo da fita que a amordaçava eu percebia gemidos de tesão. Foi quando resolvi penetrar-lhe aquele grelinho que já estava totalmente molhadinho, esperando um pinto. Ele tentava fechar as pernas mas, imobilizada pelas algemas, tornou-se uma presa fácil e em pouco tempo dei-lhe a primeira estocada. Fabiane deu um grito, abafado pela mordaça. Continuei bombando e mordiscando seus mamilos, e ela foi ficando excitada. Para minha surpresa, acabamos gozando praticamente juntos. Quando terminei de estuprá-la, tirei sua mordaça, e mais uma vez, Fabiane me surpreendeu, dizendo que tinha ficado completamente excitada e que, no fundo, sempre imaginou ser estuprada um dia. Soltei suas algemas, voltamos para o escritório e, ainda hoje, às vezes saímos e ela sempre pede para ser amarrada e amordaçada na transa. Para volver a SEXYCUENTOS, haga click aquí |
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