Uma visita a familia

Então ele me arrastou para o quarto e ligou o ar condicionado e o som. Sentou-se na cama e me puxou sobre suas pernas. Desequilibrada cai sobre ele. Com a voz pesada ele disse: - Então você saiu em férias e me deixou aqui sozinho por 12 dias não foi? Eu respondi: - Foi eu fui visitar minha família você não veio por que não quis. - Você sabia que eu tinha que trabalhar e foi assim mesmo, não é? Eu retruquei de novo só para implicar: - Você perdeu todas as coisas que eu fiz lá. Ao falar isso ele começou a baixar minhas calças e eu ingenuamente ainda o ajudei. Ele me deitou bem sobre suas pernas. Eu ainda estava de calcinha, uma calcinha rendada marrom que ele adora. Ele começou a passar a mão na minha bunda e pernas. E disse: - Pois bem, está na hora de você aprender algumas coisas. Você se comportou muito mal. Foi egoista e me deixou aqui sozinho. Além disso ainda ficou fazendo má-criação pelo telefone. Até ai eu estava tranqüila por que eu sabia o quanto ele gostava de me dar uns tapas. E eu tenho que dizer que eu também gosto um bocado. Diversas vezes brincamos durante o sexo e ele me dá uns pegas duros. Gosto quando ele me bate na bunda. Além disso, ele tem um jeito especial de me dar uns tapas na cara no momento exato, que me faz gozar, quando eu estou em plena cavalgada. Ele então disse: - 12 dias. Isso foi tempo demais... Então ele repetiu: - Você ficou lá por 12 dias. Nestes dias eu fiquei aqui sozinho, sem ninguém para cuidar de mim e além disso ainda fiquei recebendo os seus telefonemas de cara emburrada. Pois agora você vai aprender quem é que manda aqui. Vou te dar uma surra para você saber como é que as coisas funcionam. Foi então que eu comecei a entender sua intenção. Ele ia me dar uma surra a sério. Desde que estamos juntos somente uma vez ele me deu um corretivo na época ele me segurou e deu uns tapas na bunda por que estava fazendo birra, mas foram só uns 5 ou 6. Comecei a tentar sair de cima dele, mas ele havia me prendido com os braços atrás das costas. O que eu havia pensado ser uma maneira de me acariciar era na verdade uma forma de me prender e impedir que fugisse. - Vou começar devagar para ir esquentando. PLAT. Senti a primeira palmada na parte direita da minha bunda. Não foi muito forte, mas eu senti que ele não estava brincando. Reclamei: - Para que eu não estou gostando. Ouvi então algo que gelou meu sangue: - E quem disse que é para gostar? É para você aprender a me respeitar. PLAT, PLAT, PLAT. Foram mais 3 distribuidas em toda a região da minha bunda Tentei escapar e ele me prendeu entre as suas pernas. Assim ele tinha mais força e sua mão esquerda ficava disponível para segurar minhas mãos, impedindo-as de proteger minhas carnes. Ele continuou: - Foram 12 dias, não? Então nesta primeira sessão serão 12 palmadas. Só para esquentar. Eu disse: - Por favor, para que eu estou com medo. Ele baixou a boca perto do meu ouvido e disse numa voz gutural: - Pois deve estar mesmo. Deveria ter pensado nisso antes de falar daquele jeito comigo ao telefone e de ter me deixado aqui largado. Senti mais 2 palmadas espalhadas pela minha bunda. PLAT, PLAT. Uma na parte baixa, perto da perna e outra bem no meio tocando ela como um todo. Ele então rasgou a minha calcinha, apenas para expor minhas nádegas vermelhas deixando a calcinha presa nas minhas pernas revelando minha intimidade traseira e me deixando sem a proteção do tecido rendado. Vi que ele estava decidido a cobrar seu preço. Tentava fugir do seu abraço sem sucesso. Foi quando decidi tentar morde-lo. Quando ele viu isso, me deu mais 4 palmadas bem fortes. PLAT, PLAT, PLAT, PLAT. E disse: - Você não tem jeito mesmo. Se lembra naquele dia em que me mordeu o braço e meu deixou marcado para duas reuniões. Eu tive que ficar o tempo todo de camisa de manga comprida e te disse que iria cobrar com palmadas cada dente que você marcou em mim? Eu antevi o que iria acontecer e disse: - Sim, eu me lembro mas eu disse que não fazia mais... - Então por que tentou me morder agora? - Foi sem querer, respondi. Eu não sabia o que estava fazendo. - Então eu agora vou cobrar aquela dívida. Eram 32 palmadas lembra-se? Vou cobrar uma a uma. Já foram 10. Faltam então 34. Eu implorei: - Amor por favor me perdoe. Eu não faço mais. PLAT, PLAT, PLAT, PLAT. Palmadas na minha bunda e eu sentia aquilo me esquentando. PLAT, PLAT, PLAT, PLAT. Palmadas na parte baixa da bunda. Espalhadas pelo começo das minhas pernas. - Você não disse que me ama? Você não reclamou que eu nunca expresso o que sinto? Pois sinta agora a minha frustração pelos dias que estive sozinho. Pelos dias que senti sua falta. Quando ele falou isso, comecei a sentir algo dentro de mim diferente. Senti que eu merecia aquele castigo. Senti que eu o estava abandonando ultimamente e que minha viagem o havia deixado desgastado. PLAT, PLAT, PLAT, PLAT. PLAT, PLAT, PLAT, PLAT. Algo começou então a despertar em mim. Senti o desejo adormecido nele em todos aqueles dias. E além disso dos dias que mesmo antes da viagem eu o havia renegado. Quando a próxima série de tapas veio, Ela já encontrou uma bunda diferente. Minha bunda, aquecida pelos tapas anteriores, começou a desejar os próximos tapas. Eu sabia que não havia raiva neles. Havia desejo e frustração. O desejo gerado pela minha bunda rosada pelas palmadas e o desejo que fora reprimido por vários dias. Eu disse: - Então me castiga que eu mereço. Bate e me ensina a me comportar. Ao ouvir isso ele começou a bater na minha bunda e pernas. Não com raiva, mais com a vontade de me mostrar sua frustração. PLAT, PLAT, PLAT, PLAT. PLAT, PLAT, PLAT, PLAT. Ele começou então a passar a mão na minha bunda e deixou o dedo escorregar por entre as minhas pernas. Sentiu a umidade que ali havia. Mais que umidade, eu estava encharcada. Molhada pelo desejo de saber que meu homem me amava e que me dominava. Que ele ia além dos contratos sociais para me mostrar o seu desejo e amor. Passei a desejar as palmadas por que sabia que aquele contato era o resultado de seu desejo. Ele afastou a mão de mim, causando o frio na barriga de quem espera pela próxima sessão. Eu ansiava e temia o próximo tapa e queria muito sentir sua mão em minha intimidade. Senti na minha barriga o pau dele estourando. E pedi: - Me faz sua mulher, me faz aprender. Ele perguntou? - Quantas já foram? Eu com a voz chorosa respondi: - Eu não sei, mas você acha que eu já levei o merecido? - Acho que agora você aprendeu a se comportar, mas para me assegurar eu vou te dar mais 20. - Por que? Perguntei. - Você não sabe que puxar peso aumenta a testosterona? - Sim. - Você não sabe que quando um homem malha ele aumenta o tesão? - Sim. - Então agora você vai levar uma por cada punheta que tive que tocar quando você estava fora. Eu disse: - Então bate em mim por todo o tesão que você sentiu. PLAT, PLAT, PLAT, PLAT. Ele batia espalhando por toda minha bunda que estava vermelha. Depois de bater, ele passava o dedo pela minha abertura, deslizando pelo clitóris e indo até embaixo. - Você vai sentir o efeito da malhação no meu braço. PLAT, PLAT, PLAT, PLAT. A cada palmada eu delirava, pois sabia que ele iria me manipular. Então ele enfiou o dedo em mim e fez circulos deliciosos no meu colo do útero. PLAT, PLAT, PLAT, PLAT. Ele enfiou 2 dedos dentro de mim, massageando meu ponto G e me fazendo gozar na sua mão. - Você gozou safada? Gozou gostoso foi? Eu sei que nada o deixa mais excitado do que me fazer gozar. Então eu disse: - Sim meu macho. Gozei por que sei que você me ama. PLAT, PLAT, PLAT, PLAT. Então toma para gozar mais. E ai ele fez algo que me enlouquece: enfiou um dedo na minha buceta e outro no meu cú. Ficou entrando e saindo alternadamente. PLAT, PLAT, PLAT, PLAT. Ele bateu mais sem deixar de me bolinar com os dois dedos pois nesse momento eu não resistia mais e ele já podia usar as duas mãos. E disse: - Agora fica de quatro para eu te comer. Fiquei de quatro para ele. Sei que ele adora esta posição por poder ver meu cuzinho rosado. E disse: - Você vai ficar olhando para ele? Ele é rosinha? Ele então meteu sua pica em mim. Foi colocando a cabecinha e mexendo. Até entrar tudo. Quando entrou tudo eu sentia aquilo me preenchendo e tocando toda a minha buceta. Sentia seu saco batendo em mim e o calor de sua perna roçando na minha bunda e pernas aquecidas e sensíveis pelas palmadas. Ele entrava e saia. Puxava meus cabelos, mas não mais batia em minha bunda. Sabia que eu havia levado minha quota. E agora queria que eu gozasse. Ele sabia que eu já havia gozado duas vezes, mas queria mais. Comecei então a sentir que molhava completamente seu pau. Eu sabia que ele ficava louco quando eu despejava aquela quantidade enorme de sucos no seu pau, por estar louca de tesão. - Deita sobre mim e cavalga meu pau, mas faz isso virada para lá. Eu quero ver o que fiz na sua bunda. Eu sentei de uma vez e senti a dureza do seu pau. Sabia que ele não iria aguentar muito e provoquei: - Você deu um corretivo na sua namorada, foi? Ensinou a ela como se comportar, foi? Ele apertava minha bunda, puxando para cima e para baixo, dando o ritmo. Ele arranhava minhas nádegas me deixando mais marcada e ardida. Eu estava quase gozando, mas sabia que ele queria se derramar em mim. Eu esperava muito por isso. Pela satisfação de senti-lo gozar e de ver sua cara exausta. Caprichei no ritmo, apesar de estar cansada e dolorida. Suas mão apertavam minha bundinha maltratada. Foi quando decidi que queria ve-lo gozar agora e pedi: - Bate mais na minha bundinha dolorida e mostra que você é meu macho. Ao ouvir isso ele urrou, me deu mais dois tapas na bunda e se despejou em mim. Eu sabia que ele não resistiria a me pedir por mais palmadas numa bunda toturada. Ao sentir as contrações do seu pau em mim, não aguentei e gozei, caindo desfalecida sobre ele, ouvindo a sua frase final: - Eu te amo muito, não faz isso de novo ou vou ter que te educar mais. Virei para o lado. Dolorida, mas satisfeita. Sabia que ele era meu homem. O macho que me desejava e perdia o controle de tesão por mim. E além de tudo, mais que tudo, o homem que me amava. Esta é uma história real, quer dizer ainda não. Ao ler isto eu não entendi o que estava acontecendo... Eu havia acabado de entrar no seu apartamento quando ele me trouxe para o quarto e entrou na rede digitou um endereço e me disse para sentar e ler. Foi quando eu me lembrei que o que li, começou assim: “Então ele me arrastou para o quarto... Naquela hora o sangue esfriou dentro de mim.

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