Paulinha, minha rainha

Certa noite saí de casa afim de rodar um pouco como é meu costume, ao passar por uma rua no bairro Boqueirão encontrei aquela gata parada em uma esquina, ela era uma multa de 1,70m mais ou menos e com um corpo esguio.

Ao passar com o carro por ela percebí que ela me fez sinal para parar, mas passei direto, quando estava voltando, ela ainda estava alí parada e resolvi parar o carro.
Ela se aproximou e perguntou se estava afim de um programa, foi aí que percebí se tratar de um travesti.

Nunca havia saido com uma boneca, mas confesso que adoro ver fotos de travestis e coleciono muitas. Perguntei sobre o programa, onde podiamos ir e quanto era e ela disse haver um motel alí perto, não era grande coisa, mas para um programinha rápido seriviria.

Fomos para o motel e ela começou a tirar sua roupa, estava com um vetidinho preto e uma calcinha branca, quanto tirou a calcinha saltou um pau bonito, todo depilado, porém mole, ela pediu para eu sentar na cama, sentei e ela veio com o pau na mão e me mandou chupar, não resistí, caí de boca, nunca havia chupado um pau antes, mas aquele alí era todinho meu.

Comecei a chupar e sentí aquele pau crescendo e ficando cada vez mais duro. Quando tirei da boca, estava com um pau de uns 18cm na minha frente, e eu com vontade de continuar chupando, deitei na cama e ela veio por cima de mim, pensei que faria um 69 comigo, mas ela meteu o pau na minha boca e começou a foder até o fundo da minha garganta, por cima de mim ela começou a lamber meu saco e em vez de chupar meu pau, meteu a lingua em meu cu, nunca havia dado o cu e não sabia qual seria minha reação, mas para minha surpresa estava gostando e muito, num determinado momento ela me mandou virar e perguntou se eu gostava de dar o cu, disse-lhe que nunca tinha dado, ela então disse que se fosse mentira minha eu iria me arrepender, me virou de bruço na cama abriu minhas pernas e meteu a lingua em meu cuzinho virgem, chupou, mordeu minha bunda e eu alí morrendo de tesão, ela então colocou seu indicador na sua boca, abriu bem minha bundinha e deu um cuspidinha em meu cuzinho, a sensação fo!

i indiscritivel, ela foi colocando seu dedinho devagar e fazendo movimentos lentos de vai-e-vem.

Aí ela perguntou se eu queria dar o cu para ela, disse-lhe que sim e num movimento rápido ela me deu um tapa na bunda, levei um susto, ela disse: assim não seu viado, quero que você implore para eu te foder o cu, senão vai apanhar na bunda como uma vadia.

Implorei, apanhei, implorei, e ela colocou seu pau na entrada do meu rabo, forçou, forçou, mas não entrou.

Ela disse que eu não estava mentindo, mas que iria me comer de qualquer jeito, colocou seu dedo novamente, me fez rebolar, lubrificou bem e tentou novamente, mas não entrava e a dor aumentava muito.

Houve um minuto de calma com ela posicionada atrás de mim, fiquei esperando, não sabia o que ia acontecer, mas repentinamente ela me pegou por trás deu um gritinho e tentou enfiar tudo de uma vez, a dou foi horrível, dei um grito que foi abafado pela sua mão em minha boca, entrou tudo, sentí seu saco bater no meu, ela me chamou de viado novamente e disse que ia me arrebentar o rabo e começou a socar o pau no meu cu, colocava e tirava o pau muito rápido e com força, mando que ficasse de quatro, me pegou pela bunda e continuou a socar aquele pau duro no meu rabinho, eu gemia e ela começou a bater em minha bunda e a me chamar de puta, viado, e dizer que meu cu era gostoso e apertado, que não havia comido ninguém daquele jeito.

Me fodeu por uns 30 minutos, de quatro, frango assado e a dor começou a aumentar, pedí para ela parar um pouco pois eu não estava aguentando mais de tanta dor, ela disse que só parava depois de gozar gostoso, mais uns cinco minutos me fodendo e ela deu um grito de prazer, encheu a camisinha de porra e tirou o pau do meu cu.

Sentou na cama, tirou a camisinha e pediu para eu chupar novamente, chupei e sentí o gosto de porra, mas logo o pau amoleceu e percebí que o programa havia terminado. Nos vestimos e saímos do motel, quando chegamos na esquina onde a encontrei fui pegar o dinheiro para pagá-la, mas ela segurou minha mão e disse que não cobraria aquele programa, mas que eu deveria voltar mais vezes para ela me foder e aí ela cobraria, disse que havia gostado de mim e é claro que eu também adorei dar o cuzinho para ela.

Sempre que posso saio com ela, normalmente no depois dela ter feito alguns programas, aí ela é só minha, só que agora dou e como sua bundinha também, nos tornamos amigos e nos entendemos bem.


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