Sex has no gender

O sexo (a atividade sexual) não tem gênero. Os americanos bolaram este bordão saboroso porque em inglês a palavra "sex" está mais ligada à atividade e não, como entre nós, à designação de gênero. Nas nossas certidões de nascimento diz-se "do sexo masculino (ou feminino)". Entre nós, fãs das travestis bolaram este: "gosto de mulher, não importa o sexo dela". Deveriam dizer "não importa o gênero dela", porque pelo menos para mim importa que ela seja boa no sexo...

Isto lembra uma declaração do Renato Russo, que se dizia "pansexual" (o formulário "amigos virtuais" do UOL adotou esta...). Em realidade, se dá prazer o resto não importa - mas para chegar lá é preciso que a gente consiga livrar-se da maldita culpa que, desde sempre, foi ligada ao prazer.

A gente vai aos trancos e barrancos... experimentando coisas novas e mantendo a culpa prá lá.

Claro, para isto penso que é fundamental pelo menos UMA regra: o prazer de ninguém pode ser obtido às custas do desprazer de outro(a)(s). E o SM? Bem, se há quem tenha prazer com a própria dor, é problema da pessoa... Eu não aprecio SM. Nem coprofilia.

Mas a tal "chuva dourada".... hmmmmm...

Eu não sei porque começou, mas num banho a dois pedi à minha namorada – estávamos ambos excitados, esfregando um ao outro – que urinasse em mim. E ela topou. A sensação do xixi da minha gata, mais quente que a água do chuveiro, escorrendo pela minha perna depois de ter molhado meu pau foi sensacional! E não havia cheiro desagradável, pois a urina diluiu-se na água do chuveiro.

No próximo banho eu me agachei entre as pernas dela e pedi que ela me desse o xixi na boca. Não a lambi, porque mulheres também têm dificuldade (não tanta como a nossa) para urinar se estão excitadas. E ela mijou.

A chuva dela, misturada com a água do banho, preencheu minha boca e a sensação fazia meu cacete estourar de tesão. Não engoli, pois temia que ela me achasse exagerado... Mas que deu vontade , deu!

É claro que depois disso eu enfiei o pau na xoxota dela e fodemos até gozarmos, exangües, os dois. A fantasia que ficou, de beber a chuva dourada, teria que esperar.

Uma noite fui para a rua de cabeça meio virada. Estava com alguns problemas e bebi umas cervejas. E daí bateu o tesão. Era um tesão sem nome, sem forma pré-definida, sem gênero. Decidi que procuraria uma travesti, exatamente porque os tais "problemas" eram causados por uma mulher...

Rondei nos pontos das bonecas e localizei Alê. Era uma travesti miúda, de rosto simpático, cabelos castanhos lisos, bundinha arrebitada e, eu sabia, não tinha seios. Ela não tomava hormônios – o corpo era afeminado e lisinho por natureza – nem aplicava silicone. Havia a desvantagem de não ter um corpo esculpido, mas por outro lado ela era totalmente natural – e tinha um tesão permanente. Como naquela noite eu estava a fim de estourar a boca do balão (embora nem soubesse direito como), levei-a para um motel.

Foi óti mo ver Alê completamente nua. De costas, ela era uma mulherzinha perfeita. De frente, o sorriso e modos femininos, sem afetação, compensavam de sobra a falta dos seios, e além disso ela tinha um pau sensacional.

Era um pau que eu recomendaria para iniciantes: não era grande mas tampouco era pequeno; reto e bem formado, era um pau gostoso de segurar, de chupar e de sentir dentro da bunda sem medo de dores.

Logo que eu também tirei a roupa, agarramo-nos feito alucinados, aos beijos, chupões e esfregações. Ela segurava meu cacete e eu segurava o dela. Acariciei-lhe a bundinha, os dedos escorregando pelo reguinho, e ela retribuiu. Então fomos para a cama, e logo estávamos num sessenta e nove faminto.

Enquanto mamava e era mamado, imaginei que seria ótimo ser enrabado por ela sem deixar que ela gozasse; eu a comeria, com o tesão aumentado por ter sido comido, e ela se excitaria ao ser fodida, tendo energias para, depois, tornar a me comer. Na exaltação em que me encontra va, tinha certeza que ao ser fodido pela segunda vez eu me excitaria o suficiente para mais um orgasmo.

Quando soltei o pau dela e a puxei para mim, ela me olhou acanhada e confessou, desculpando-se, que um pouco antes de eu a apanhar ela havia "cheirado" (não preciso dizer o quê, né?) e por isso não conseguiria manter a ereção.

Pausa para minha (suave) campanha anti-drogas. Por opção, não uso nenhuma além de álcool e tabaco. Não tenho nada contra quem usa, desde que ninguém seja prejudicado. Mas que o pó faz mal à saúde e ao desempenho, isto faz!

Fim da campanha.

E agora? Eu teria que abrir mão de um item tão gostoso do cardápio?

Estava tentando imaginar alguma coisa quando ela se dirigiu ao banheiro, sentando-se no vaso. Óbvio que era para urinar, pois para outra coisa teria fechado a porta. Não hesitei um instante: saltei para lá e agachei-me no chão, entre as pernas dela, tendo antes feito com que ela se sentasse bem mais para trás. Segurei o pau del a e pedi que ela mijasse na minha boca...

Alê olhou-me, algo espantada, mas esforçou-se e começou a mijar. O xixi dela, para minha surpresa, era clarinho, quase transparente, sem cheiro e sem nenhum sabor desagradável. Parecia água com algumas gotas de limão.

Eu mantinha a boca aberta, de modo que ela se enchia com a urina mas vertia diretamente para o vaso. Meu pau pulsava violentamente, enquanto eu me deliciava com a experiência. Não me atrevi a beber.

Quando ela terminou, lavei-me rapidamente e voltamos para a cama. Àquela altura eu estava excitado demais para retardar a foda, de modo que a pus de quatro e a enrabei, deliciado, enquanto lhe acariciava o pau que continuava meio mole.

Alê não se conformava em não gozar. Fez-me sentar na cama e sentou-se sobre o meu cacete, de frente para mim. Rebolava enquanto se masturbava afanosamente

– mas o pau dela simplesmente recusava-se a manter a ereção.

Finalmente, sem me conter mais, arremessei-lhe bunda a dentro j atos sucessivos de leite espesso. Quando meu pau amoleceu um pouco, ela se levantou e eu fui ao banheiro tirar a camisinha.

Ela veio atrás. Talvez porque a manipulação do pau houvesse estimulado novamente a bexiga, ela tornou a sentar no vaso – e eu não perdi tempo. Adotei a mesma posição anterior, mas desta vez abocanhei o pau dela inteiro e comecei a sugá-lo com força. Já que ela não me dera leite, eu queria o xixi. Ela começou a mijar e eu engoli em grandes goles, já sabendo que a chuva daquela boneca não causava repulsa. Bebi tudo, como um náufrago sedento, e quando terminamos não precisei lavar-me: ela mesma tomou a iniciativa de beijar-me, como se buscasse o próprio sabor na minha boca.

Ela se desculpou outra vez, mas eu pensava que se não fosse aquele acaso eu não teria tido uma tal experiência, acalentada por tanto tempo.

Sorri para ela e perguntei:

– "Qual é o seu nome verdadeiro?"

Ela entendeu. Eu havia escancarado com ela, e pedia uma retribuição.– "Carlos", respondeu.

Bem. Eu sei que o nome que consta da certidão de nascimento das bonecas é o nome "legal", e neste sentido é o nome "verdadeiro", mas entendo que não corresponde à verdade delas. A verdade delas é um misto, uma síntese entre o nome de guerra e o da certidão... mas se gostamos mesmo delas, temos que aceitar e respeitar este fato. Foi isto que eu quis mostrar à Alê: que eu continuaria gostando dela mesmo sabendo que na certidão ela se chamava Carlos.

Eu experimentei chuva dourada outra vez, mas não foi com a Alê. Foi com uma boneca dengosa, melindrosa, daquelas que caminha requebrando mas possui, apesar ou por causa disso, uma graça especial. Esta tinha o corpinho feito à base de hormônios, cabelos naturais e formas "normais" – o que para mim sempre conta pontos. Esta gracinha me comeu, e depois eu a comi; quando eu terminei ela foi ao banheiro (mas apesar de ser toda feminina nos modos ela *não sentou* no vaso!). Era tão "mulher", sem nenhum dos exageros que geralmente as travestis cometem consigo mesmas, que não resisti: antes que ela começasse eu me sentei no vaso e abocanhei o cacete dela.

Não me importei, desta vez, que a chuva tivesse, sim, sabor algo acre e cheiro idem. É o que se ddeveria esperar, não é? Bebi tudo, sequioso, e depois voltamos a rolar na cama para nosso segundo tempo...Embora a "chuva dourada" seja um fetiche bastante difundido, vale a pena esclarecer que a urina de uma pessoa sadia é um composto igualmente sadio, independentemente de suas propriedades organolépticas (ao dicionário, gente!). Vejam este site:

http://www.entreamigos.com.br/textos/reabili/urinoterapia.html

epicuro1970@yahoo.com.br

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